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sábado, junho 07, 2008

Por que persiste a prosperidade americana?



Dia desses postei um dos vídeos da série de reportagens feitas pelo Jornal Nacional sobre tecnologia e escrevi um comentário. Neste vídeo, agora, mais uma parte da reportagem, enfocando o Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos. Lá está a sede do Google, Yahoo e tantas outras empresas de tecnologia.

É de lá que surgem as inovações a todo instante, como as extraordinárias ferramentas que fazem funcionar este blog, o Orkut e outras aplicadas às mais variadas atividades, dentre elas aquelas que podem salvar a sua vida num hospital.

Por que tudo isso surge só e apenas nos Estados Unidos? Eis aí uma evidência irretorquível. Nenhum outro país do mundo na história da civilização ocidental foi capaz de fazer avançar tanto a ciência e a sua aplicação prática como os Estados Unidos.

A revista Veja, que foi às bancas neste sábado, traz uma matéria interessante que responde, de certa forma, à indagação sobre as causas da extraordinária prosperidade americana. Só os idiotas de todos os gêneros, especialmente os dinossauros ditos de esquerda admoestam a Nação Americana prevendo, de forma recorrente, o seu fim.

E a hegemonia - palavra cara aos discípulos de Gramsci - dos americanos não se dá apenas pela sua pujança econômica, mas pela superioridade intelectual, moral, política, cultural, tecnológica e científica. E, se assim não fosse, jamais Barack Hussein Obama estaria disputando a presidência da mais poderosa Nação do mundo. O fenômeno Obama é o exemplo mais eloqüente de tudo que estou dizendo nestas linhas.

Pincei a primeira parte da matéria de Veja intitulada Os séculos americanos, assinada por Giuliano Guandalini. Leiam, por favor:


A história das decadências americanas está confinada aos best-sellers. Nos anos 70, o perigo vinha do outro lado do mundo e foi propagado pelo livro Japão, Como Número 1 – Lições para a América, de Ezra Vogel.

Nos anos 90, o papel de anunciar o fim da hegemonia econômica nas livrarias ficou por conta do economista Lester Thurow com seu Cabeça a Cabeça, narrativa então levada a sério sobre como a Europa engoliria a economia americana, risco elevado pelo autor à mesma categoria da ameaça representada na Guerra Fria pela União Soviética.

Mais recentemente, as notícias da decadência inevitável dos Estados Unidos saltaram para os jornais das páginas de outro best-seller, Colosso: Ascensão e Queda do Império Americano.

Fala-se em mundo multipolar e aponta-se agora a China como a sucessora dos Estados Unidos na liderança do planeta.


Prevê-se que até 2020 o PIB chinês terá alcançado o americano. Isso pode vir mesmo a ocorrer, embora projeções sejam por natureza apenas a amplificação no tempo de uma realidade atual que pode ou não se materializar.

A liderança mundial não se dá somente pela pujança econômica, mas pela superioridade intelectual, moral, política, cultural, tecnológica e científica.


Isso não se constrói apenas enchendo contêineres com badulaques produzidos com mão-de-obra escrava e vendidos a preço de banana nas feiras de desconto do mundo. (Assinante lê mais clicando AQUI).

2 comentários:

Anônimo disse...

Procure ler o que o Jim Rodgers está dizendo sobre a "prosperidade" americana.

O único estado que se salva nos EUA é o estado do Exterminador do Futuro.

Anônimo disse...

Caro Aluizio, corretíssimo o que escreveis sobre os Estados Unidos,por isso preocupa-me as próximas eleições que ocorrerão por lá.Em vencendo o "Barak Bin Laden" os "politicamente corretos" implodirão o país, deixando o mundo a mercê dos botocudos comunistas.