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quarta-feira, junho 11, 2008

Novo escândalo pode estourar no setor elétrico

Tudo leva a crer que pode estourar mais um escândalo, desta vez envolvendo o setor elétrico. A matéria que segue após este prólogo foi veiculada nesta quarta-feira pela Agência Estado, devendo estar amanhã nos jornais.

Pelo menos até agora não vi em nenhum site dos jornalões, embora possa estar até mesmo na página do Estadão. Um leitor que é assinante da Agência Estado enviou a matéria para o blog.

Aparentemente é uma ação administrativa corriqueira. Entretanto, trata-se de uma dívida fabulosa de uma concessionária de energia Elétrica. Quem pagará a conta? Lobão, o ministro de Energia lulístico, constatou um "cochilo administrativo". Tá bom. Só que este é um "cochilo" de R$ 338 milhões! Coincidentemente, o Amapá é o Estado através do qual José Sarney se elegeu Senador....hummmm...

Ninguém segura mais o país dos petralhas. O maldito patrimonialismo, que nasceu com as capitanias hereditárias, segue incólume no século XXI e foi turbinado pelo petismo à guisa de promover, como é que é? a justiça social e a igualdade estourando o erário.


Por isso que cada vez mais se aprova, como aconteceu nesta quarta-feira na Câmara Federal, mais um imposto. Nunca há dinheiro que chegue para bancar toda essa sacanagem.

O Estado-pai vai pagando as contas da orgia com o dinheiro público, tapando buracos de bancos estaduais e companhias de energia elétrica. E reparem, essas companhias estatais têm o monopólio total do mercado! mas incrivelmente dão prejuízo.

Qualquer hora dessas vou contar uma historinha da Celesc, a concessionária catarinense de energia elétrica que costuma promover um tal de programa de demissão incentivada que atende pela sigla PDI. Acho que os pauteiros dos jornais estão cochilando...hehehe...


Vamos ao caso do Amapá, conforme a Agência Estado:

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje que "muito provavelmente" a Eletrobrás vai assumir o controle da distribuidora Companhia Energética do Amapá (CEA).


A empresa é controlada atualmente pelo governo estadual. Há cerca de um ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendou ao Ministério de Minas e Energia que tirasse a concessão da empresa.

A sugestão foi feita devido à complicada situação financeira da distribuidora. Segundo dados divulgados pela Aneel na época, somente com a Eletronorte, que é a fornecedora de energia da CEA, a dívida chegava a R$ 338 milhões, o equivalente a cerca de dois anos de faturamento da CEA.


Segundo Lobão, houve um "cochilo administrativo" na gestão da empresa.

Desde então, entretanto, o governo federal não havia se manifestado. "Nós não podemos permitir que o consumidor seja prejudicado. Daí não ter sido ainda executada essa definição da Aneel", diz Lobão.

Segundo o ministro, se a decisão for mesmo federalizar a CEA, a empresa será subordinada à nova diretoria da Eletrobrás, que também tem a incumbência de administrar outras sete empresas que já foram federalizadas.

Lobão conversou com a imprensa após participar da solenidade de entrega do prêmio do Índice Aneel de Satisfação do Consumidor (Iasc).

2 comentários:

Anônimo disse...

Só para lembrar a origem do Lobão atualamigo de Lullla.

Lobão era jornalsta mui amigo de Geisel. Este então o introduziu na politica para que fosse "um braço" seu ou pelomenos "um dedo" seu.
Evidente que naquela epoca tal padrinho, com o entorno característico, era garantiade sucesso eterno na política.

AbsC. Mouro

Ricardo Rayol disse...

2 anos é cochilo pra mais de metro.