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domingo, junho 15, 2008

Os ecochatos querem nos matar de fome

Na Folha deste domingo há uma matéria sobre essa história de desmatamento. É possível que isto esteja acontecendo. Há uma solução: controle da natalidade rigoroso. Mas a matéria limita-se a fazer a crítica sob a ótima do ecochatismo, do anti-capitalismo e do anti-agronegócio.

Se a população continuar crescendo nos níveis atuais não há como deter o desmatamento. Este não ocorre, já disse aqui alguma vezes, apenas pela ação das empresas agro-pecuárias, mas também em decorrência da expansão das cidades, da abertura de estradas, da expansão da geração de energia elétrica. O avanço do agronegócio responde exclusivamente à demanda da população por alimentos.

Atividades humanas, depois que os homens sairam das cavernas e não vivem mais nus nas selvas e nem da caça e da coleta, compreendem uma grande cadeia produtiva.

Se a população crescer não adianta os ecochatos espernearem. As florestas tendem a desaparecer.

Mas são os ecochatos aqueles que continuam a morar nas cidades, a procriar, a usar automóvel e todos os confortos disponíveis. Mas não há um miserável ambientalista que toque nesta questão principal: controle da natalidade.

O resto é conversa fiada desses oportunistas que vivem mamando dinheiro estatal via ONGs ecochatas e enchendo o saco todos os dias com a sua cantilena estúpida.

Salve o agronegócio que mata a fome da população.

Tem mais é que pegar esses ecochatos, dar-lhes um chapéu de palha e soltá-los numa roça de milho para eles verem o que é bom para a tosse.

Ah, ia me esquecendo. A mesma providência deve ser tomada com relação aos jornalistas ecochatos que vivem em redações refrigeradas, na frente de computadores, produzindo todo esse besteirol, todos excitados com o Minc Leão Dourado.

Vade retro, bobalhões. Caso prevalecesse a idiotia dessa gente já estaríamos todos mortos de fome.

Lanço daqui um desafio aos ecochatos. Os comentários estão abertos. Podem contra-argumentar.

12 comentários:

Anônimo disse...

Graças ao agronegócio não precisamos caçar. Graças ao agronegócio ficou fácil sobreviver. Graças ao agronegócio os seres humanos são alimentados e se reproduzem. Quanto mais facilitarem para o agronegócio, mais alimento será produzido, mais fácil será a sobrevivência, maior o número de humanos na face do planeta.

Suzy disse...

Aluízio, mais do que "ecochatos" essa laia (consciente ou não) tem no DNA a ideologia do totalitarismo, na minha modesta opinião, claro.

Frodo Balseiro disse...

Esse é o grande debate que está fora da midia, e o "guvernu" que nem de longe pretende debate-lo.
Está claro que o pessoal não planta soja, ou cria gado, por hobby, por auto-recreação egoista. Se eles plantam e criam, é porque há uma demanda, e as pessoa não demandam comida apenas porque é "legalzinho comer"! Comem porque tem fome, porque é necessário. Thomas Malthus foi em sua época muito criticado porque dizia que se não se controlasse a natalidade haveria fome. Claramente não existe espaço no mundo para produzir : 1-Comida, 2-Energia, 3-Preservação. Falta terra, falta agua, falta dinheiro.
Ou seja, a população não pode continuar crescendo nos padrões atuais. Os recursos são finitos, e por decorrencia as populações devem ser adequadas a esses recursos!
Escrvi alguma coisa a respeito em:
http://frodobalseiro.blogspot.com/search?q=Thomas+Malthus

Anônimo disse...

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Vocês que estão usando essas desculpas de que para se fazer uma coisa (preservar a natureza) tem que se fazer outra (controle de natalidade) são muito contraditórios. Também não têm a menor visão de longo prazo. Não vêm que o resultado do que proferem, como deixar correr solta a exploração do meio ambiente, será redondamente oposto aos anseios de controle da natalidade a que veneram. Não acredito que haja um “ecochato” consciente que não tenha convicção da necessidade do controle de natalidade. Mas cada macaco no seu galho! Que cada um dentro da sociedade (como queiram, Minc Leão) desempenhe seu papel, para que o resultado, com a soma de todos os esforços, seja favorável a todos. No momento, desde que vivemos num país de inconscientes e inconseqüentes , a melhor maneira de se controlar a natalidade seria “estrangulando” a população. É como os animais dessa biosfera “automaticamente” se limitam, por espaços limitados!
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Anônimo disse...

Pois é uma ignorância dizer que os ecologistas são contra controle de natalidade. Todas as pessoas que se preocupam com a ecologia que eu conheço são a favor do controle de natalidade, justamente por serem os mais conscientes da sociedade. É de uma grosseiria e ignorância sem tamanho chamá-los de ecochatos e atribuí-los a culpa da explosão demográfica.

Aluizio Amorim disse...

Eu disse que eles falam muito de Minc Leão Dourao e muito pouco sobre controle da natalidade. Ou não falam. Eu por exemplo, nunca escutei da boca de um ecochato que o principal problema do planeta decorre do excesso de população. São ecochatos sim, porque descuram do fundamental e utilizam o catastrofismo para enganar os incautos. Quando não o fazem por ignorância ou fanatismo.

Anônimo disse...

O controle de natalidade é a mais eficiente forma nazi-facista da classe dominante manter o poder. A classe dominante determina quantas pessoas podem nascer para serem usadas como sub empregados sem que essas pessoas representem perigo para a manutenção do status quo deles mesmo, dos dominantes. Isso sim é a verdadeira ditadura total!!!

Anônimo disse...

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Aluísio, essa sua paranóia para com tudo e todos desse governo não o deixa ver nem mesmo os que têm, ao menos, boa índole. Deixa o Minc fazer o trabalho que lhe coube. Dê algum tempo para manifestar-se sobre a sua pessoa,... entendendo que você pode falar as besteiras que quiser no seu blog.

Obs.: Nunca ouviu um “ecochato” ponderar sobre crescimento de população? Talvez você só ouça o que quer,... e isso é pior do que ser surdo!
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Aluizio Amorim disse...

Paranóia é apoiar todas as iniqüidades, não? E ainda por cima se esconder atrás do anonimato. Me apontem um ecochato, apenas, que tenha se manifestado de forma racional? Trata-se de um bando de oportunistas e que mama nas tetas estatais através de ONGs e organizações assemelhadas. Outros, por ignorância e fanatismo se prestam a fazer a claque para esses idiotas.
Os botocudos serão sempre botocudos...hehehe...

Aluizio Amorim disse...

Ah...ia me esquecendo...hehehe...boa índole petralha? Conta outra...hehehe...

Anônimo disse...

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Eu não me considero botocudo nem petralha e sempre fui mais ou menos de acordo com a linha de pensamento do seu blog, mas tenho as minhas próprias convicções e não é porque venho expor minhas idéias aqui que tenho que concordar com tudo que você escreve. Não estou me escondendo atrás de nenhum anonimato. Escrevo aqui já há algum tempo como ‘João’ e apenas estou usando da ferramenta (anônimo), que você oferece no seu blog, para que o assunto não seja medido por quem escreve mas pelo contexto. Você possui meu IP e meu E-mail, não venha tentar me menosprezar sorrateiramente com algo que você oferece a seus usuários que é a opção de ser “anônimo”. Ainda não sei o que quer dizer “Ecochato” mas pela conotação que é dada à palavra não deve ser coisa boa, então é melhor você dar sua explicação entre o que é ser um ecochato e um ecologista. Ao que me consta, Ecologia é uma importante cadeira nas Universidades do mundo.
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Aluizio Amorim disse...

Você tem razão, Anônimo. Ecologia é uma disciplina que integra programas universitários no mundo inteiro. Será ecochatice caso desvie-se da racionalidade que baliza a ciência. Se resvalar para a ideologia e o seu corolário que é o fanatismo, então será puramente e apenas uma ação ecochata. Quanto a comentar como anônimo, realmente é uma possibilidade que abro no blog. Argumentações, mesmo contrárias ao blog e sob pseudônimo ou anonimato, serão válidas, desde que não partam para agressões pessoais ou contenham acusações infundadas. E este não é o caso do seu comentário, vazado em termos civilizados. Espero que tenha respondido ao seu questionamento e esclarecido o que é "ecochatice" e "ecologia". Grato pelo seu comentário.