Tirante Max Weber (1864-1920), o resto dos sociólogos que anda por aí deitando falação, em sua maioria, é composto de cretinos. A cada processo eleitoral os jornalistas, cuja maioria não estuda e por isso não compreende um tico de teoria do conhecimento, saem correndo atrás de sociólogos para que opinem sobre candidatos e os tratam como se fossem oráculos, solicitando as suas previsões. Trata-se do maior papo furado.
Agora foi a vez da Folha de São Paulo entrevistar um desses oráculos acadêmicos, o sociólogo americano Immanuel Wallerstein, que já conta com 77 anos de idade, o que comprova que a idade provecta não traz sabedoria. O motivo da entrevista são as eleições americanas.
Wallerstein (foto), como também não poderia deixar de ser, apóia Obama, como apóia Lula, Fidel Castro, Evo Morales e toda a idiotice do esquerdismo que, depois da queda do comunismo se abrigou nos denominados movimentos sociais politicamente corretos.
Wallerstein é daqueles que aguarda ansioso pela diversidade cultural na terra do Tio Sam sob a eventual batuta de Barack Obama. Se isto acontecer, verá o que é bom para a tosse. Sentirá como é viver cercado de botocudos.
Wallerstein fala em movimentos sociais nos Estados Unidos. Já estou até vendo um acampamento de lona preta de uma possível versão americana do MST nos jardins da Casa Branca e a promoção de quebra-quebra no parlamento.
Wallerstein, autor de “O Declínio do Poder Americano” e freqüentador do Fórum Social de Porto Alegre, morrerá vaticinando o fim dos Estados Unidos. Enquanto isso milhares de pessoas todos os dias tentam, de algum jeito, imigrar para os Estados Unidos.
Mas o esquerdista Wallerstein jamais arreda os pés de lá. Como outros sociólogos e os ditos “cientistas sociais”, ele não abre mão do conforto, da segurança, dos bons salários pagos pelas universidades americanas, enfim, é um dos beneficiados pela prosperidade capitalista, pela democracia e o bom liberalismo.
O entrevistador é Sérgio Dávila. A primeira pergunta que faz, ahá! é a seguinte: A eleição presidencial deste ano ressuscita de alguma maneira as questões de 1968, não?
Agora foi a vez da Folha de São Paulo entrevistar um desses oráculos acadêmicos, o sociólogo americano Immanuel Wallerstein, que já conta com 77 anos de idade, o que comprova que a idade provecta não traz sabedoria. O motivo da entrevista são as eleições americanas.
Wallerstein (foto), como também não poderia deixar de ser, apóia Obama, como apóia Lula, Fidel Castro, Evo Morales e toda a idiotice do esquerdismo que, depois da queda do comunismo se abrigou nos denominados movimentos sociais politicamente corretos.
Wallerstein é daqueles que aguarda ansioso pela diversidade cultural na terra do Tio Sam sob a eventual batuta de Barack Obama. Se isto acontecer, verá o que é bom para a tosse. Sentirá como é viver cercado de botocudos.
Wallerstein fala em movimentos sociais nos Estados Unidos. Já estou até vendo um acampamento de lona preta de uma possível versão americana do MST nos jardins da Casa Branca e a promoção de quebra-quebra no parlamento.
Wallerstein, autor de “O Declínio do Poder Americano” e freqüentador do Fórum Social de Porto Alegre, morrerá vaticinando o fim dos Estados Unidos. Enquanto isso milhares de pessoas todos os dias tentam, de algum jeito, imigrar para os Estados Unidos.
Mas o esquerdista Wallerstein jamais arreda os pés de lá. Como outros sociólogos e os ditos “cientistas sociais”, ele não abre mão do conforto, da segurança, dos bons salários pagos pelas universidades americanas, enfim, é um dos beneficiados pela prosperidade capitalista, pela democracia e o bom liberalismo.
O entrevistador é Sérgio Dávila. A primeira pergunta que faz, ahá! é a seguinte: A eleição presidencial deste ano ressuscita de alguma maneira as questões de 1968, não?
É. Os esquerdistas sempre estão atrás de um cadáver para ressuscitar. Aliás, eles entendem muito bem é de cadáveres. Vide a história dos países que caíram nas garras da camarilha comunista.
Como Wallerstein, Dávila também continua vivendo nos anos 60 e, de cara, apresenta Wallerstein como um “sociólogo de esquerda”. Tá bom. (Assinante que quiser ler essa coisa clica AQUI). Argh!

6 comentários:
Na verdade essas esquerdas que andam por aí tem em comum o fato de dizerem que pretendem atingir a igualdade social. O único problema é que a igualdade social que eles querem é tornar os ricos pobres, igualando-os a já enorme massa de pobres, bem ao contrário do que deveria ser para promover o bem comum, que seria enriquecer os pobres.
Eles, os esquerdistas não admitem que alguém enriqueça porque acham que todos os que enriquecem roubam algo de alguém, por isso pregam a igualdade na miséria e não na riqueza.
Bem, eles acham que quem enriquece só o conseguem roubando porque eles só enriquecem desta forma, roubando. São safados incorrigiveis.
Jamais desejaram iguladade ou menor diferença. Isso e mero pretexto "justificador", aproveitando-se de outra ideologia safada.
No mais, eles acham que só os outros devem ser iguais entre si. Eles, porserem superiores e protetores dos outros não participam desta igualdade.
Pergunto:
Que igualdade ou pouca diferença ha em Cuba??/
Em cuba hamansões habitadas por membros do governo.Nelas dão até festaçãs.
Fidel e a corja que ocerca vivem nababescamente. Enquanto o tal de "amado povo" passa fome no interior. E essa estória de medicina e atendimento a saude é uma conversa fiada. Há belos hospitais vazios, esperando pacientes VIP, esses é que são exibidos namidia. Mas no interior, e memsoas populações dos centro não têm esse atendimento de que falam.
O que fazem é usar cobaias hunmanas e mesmo assim nada conseguem alem de operações eticamente porcas.
Esse brucutu do Wallerstein só é levado a sério por aqui.
E o entrevistador, como quase todos os jornalistas, ainda não chegou aos anos 90.
Aluíííííziôôô
Ô camarada! Botocudo não joga bomba. Vamos de tacape, burduna e um três listrinhas de vez em quando...
O teu guru, FHC, não terá sido sociológo ? Ou você já esqueceu tudo o que ele escreveu ?
Vou te contar uma em off: sabia que esse dois a zero pra Venezuela semana passada foi combinado com o companheiro Lula (idéia da companheira Dilma) pra aliviar a barra do companheiro Chaves, que anda despencando no Ibope local?
Quanto mais velho mais reaça, hein vovô? hehehehehehehe
Voce fica bem melhor teclando um piano, sabia ?
Arthur Monteiro, biz neto de guarani e, portanto, quase botocudo
Fala Arthur Monteiro, "índio velho"...hehehe...
Sergio D'avilla bites the hand that feeds him!
Cospe no prato que come. Porco eh porco, sempre vai ser porco!
Abracao, Aluizio!
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