Policiais da Delegacia de Homicídios acreditam que mais de uma pessoa tenha participado do assassinado da produtora cultural Deborah Gaylord Gentil, 52 anos, em Florianópolis. Informações que ajudem no caso podem ser dadas de forma anônima ao disque-denúncia da Polícia Civil (181).
A Polícia Civil continua ouvindo depoimentos e fazendo diligências no Sul da Ilha, região em que o corpo foi encontrado, na manhã de segunda-feira. Para o delegado Ênio Matos, responsável pelo caso, Deborah foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte).
A polícia desconfia que a produtora cultural tenha sido assaltada no caminho entre o Restaurante Açores, na Praia dos Açores, onde a mulher jantou com dois amigos, na noite de domingo, e a Pousada do Capitão, na Praia do Campeche, onde estava hospedada.
O carro que Deborah havia locado em Florianópolis, um Palio, foi encontrado abandonado na Lagoa do Peri. O corpo foi escondido em uma tubulação de concreto, em uma estrada rural e de difícil acesso, no Sertão do Ribeirão da Ilha.
O delegado Mauricio Eskudlark, chefe da Polícia Civil de Santa Catarina, declarou, na terça-feira, que outras hipóteses além de latrocínio são investigadas. Deborah sofreu lesões em todo o corpo, principalmente no rosto, braços e pernas. A crueldade chamou a atenção dos peritos e dos policiais. (Leia MAIS)
quinta-feira, abril 16, 2009
CASO DEBORAH: CRUELDADE E MISTÉRIO.
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