O banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, disse nesta quinta-feira, 16, na CPI dos Grampos, na Câmara, o nome do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi usado para se ir "além do que a lei permitia" na Operação Satiagraha. "Não conheço o filho do Lula, não sou sócio dele", afirmou. Protógenes Queiroz, delegado que comandou a Operação Satiagraha, negou que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tivesse sido alvo de investigação.
Segundo o banqueiro, Protógenes tem uma metralhadora giratória, mas que só gira 270 graus, e não 360 graus. "A Brasil Telecom nunca é atacada pela metralhadora do senhor Protógenes Queiroz. Parece desgovernada, mas por algum motivo não atira em 360 graus", afirmou em novo ataque ao delegado.
Dantas disse ainda em seu depoimento que se considera uma "vítima" de adulterações de gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal (PF) na Satiagraha. "As gravações foram mutiladas. Há enxerto e, segundo informações que temos, os originais estão desaparecidos", afirmou.
"Eu fui vítima de escuta ilegal pela estrutura coordenada pelo delegado Protógenes Queiroz. Não sei se a estrutura usada foi a da Polícia Federal ou da Abin (Agência Brasileira de Inteligência)", disse Dantas.
O empresário afirmou ainda que o delegado que comandou a Satiagraha grampeou "todos os seus telefones" com e sem autorização judicial e com envolvimento de "centenas de agentes, inclusive privados".
E prosseguiu: "Agora, ele (Protógenes) está querendo se colocar como vítima. Nós nunca monitoramos ele. Nem tínhamos sequer conhecimento e noção de sua existência." (Leia MAIS)
sexta-feira, abril 17, 2009
DANTAS: USARAM FILHO DO LULA PARA IR ALÉM
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postar comentários (Atom)

2 comentários:
Esse é o governo do Lula, combanheiros, combanheiras, parceiros e parceiras. ONG ligada ao PT recebe verbas da Petrobras para promover festas na BA.
A Associação de Apoio e Assessoria a Organizações Sociais do Nordeste (Aanor), ONG dirigida por pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores na Bahia, teria sido contratada pela Petrobras para a realização de festas de São João em 26 cidades em 2008, segundo informou o jornal Folha de S.Paulo.
A ONG, dirigida por Aldenira da Conceição Sena, que é vice-presidente do PT baiano, recebeu R$ 1,4 milhão para a realização das festas no interior do estado.
Segundo a Folha, Aldenira é funcionária do gabinete do deputado estadual Paulo Rangel (PT). O parlamentar foi autor de um projeto que deu à entidade o título de utilidade pública, o que permite que a ONG possa receber doações. Aldenira também é ligada à CUT.
Segundo o jornal, a entidade atua como intermediária no repasse de verbas a prefeituras. Aldenira disse ao jornal que a ONG repassa dinheiro às empresas que financiam as festas.
E bota "combanheiro" nisso...com "pribada", privada e tudo o mais...
Postar um comentário