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sexta-feira, abril 17, 2009

ECOCHATOS VOLTAM A ATRAPALHAR SC

Os ecochatos catarinenses já ajuizaram ações contra o Código Ambiental de Santa Catarina que entrou em vigor nesta quinta-feira.

Para o governador Luiz Henrique, a lei trará o desenvolvimento principalmente para as famílias de produtores das pequenas áreas. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri), 25 mil propriedades catarinenses são consideradas ilegais diante da legislação federal. Com o Código Ambiental, passarão a ser tratadas como legalizadas. (Leia MAIS)

MEU COMENTÁRIO: É isto aí, Governador Luiz Henrique. Nada de cair na conversa mole dos ecochatos. O Código foi amplamente debatido pela Assembléia Legislativa e aprovado.

Tudo não passa de politicagem eleitoreira contra o governador catarinense.

6 comentários:

Anônimo disse...

Não precisa publicar este.
É só que faltou o link no "(Leia MAIS)"

Unknown disse...

Dessa vez tenho que discordar, pois ser contra o novo código ambiental não é coisa de ecochato, ainda mais em um estado que sofre constantemente com a seca no oeste e risco de enchentes no litoral. No caso da mata ciliar, que foi reduzida, e é o assunto com maior discussão, ela é importante, não apenas para a qualidade da água, mas também para evitar em que caso de chuva, uma maior quantidade de água desça de uma só vez.
O que deveria ser feito em relação ao pequeno agricultor é o que já vem sendo feito em outros países, que é pagar para o pequeno agricultor conserve a vegetação, garantindo assim a qualidade da água que será destinada as áreas urbanas.
Isso faria uma enorme diferença para a nossa grande Florianópolis, que sofre com aquela água sujae contaminada do Cubatão, fora a constante falta de água que acomete a ilha no verão.

Jack disse...

Eu ouvi uma estridente ecochata na CBN criticando o código com um argumento tão esdrúxulo que fiquei pasmo. Dizia ela, indignada: "a economia catarinense cresceu 9% ano passado, bem mais que os outros estados...". E ela tava achando ruim! Ela queria que a economia estivesse em declínio, aí sim o mico leão dourado estaria bem. Não entendo a cabeça dessas pessoas.

Jack disse...

Off topic:

Aluizio, já ouviu falar do Gerald Celente? Olha só esse artigo dele:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=255

Anônimo disse...

Grande Aluizio

Os ecochatos acham que estão em
pleno pleistoceno, quiçá habitando a
pangeia!!!
São ekossaurus quaternarius.......

patriota

Anônimo disse...

E ESTA?

"Ambientalistas "congelam" ampliação do porto de Santos
16 April, 2009 22:25 Nilder Costa

13/abr/09 (Alerta em Rede) – Ao vetar 16 dos 76 artigos da minuta do decreto que muda o zoneamento ecológico da Baixada Santista, em março passado, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) de São Paulo congelou um dos principais projetos de infraestrutura do País, a ampliação do Porto de Santos, intervenção com previsão de receber R$ 9 bilhões de investimentos do governo federal, do Estado e da iniciativa privada até 2020. [1]

O veto partiu de ambientalistas que integram o Consema por não concordarem em mudar a classificação, como “zona de alta restrição”, da área de 2 milhões de metros quadrados das ilhas Barnabé e Bagres, próximo do Cais do Saboó, onde está prevista a construção de mais seis terminais portuários. A mudança no zoneamento das duas ilhas é considerada, por empresários e pelo Estado, fundamental para o início das obras de ampliação.

Mencione-se que, antes do veto, a minuta do decreto do governador José Serra (PSDB) fora aprovada em plenária do Consema no dia 11 de fevereiro. Entretanto, após um mês de discussões, foram suprimidos do texto original artigos como os três que, segundo os ambientalistas, mudavam o zoneamento de quatro unidades de conservação - a Serra do Mar, a Reserva Ecológica Juréia-Itatins, o Parque Laje de Santos e o Parque Estadual Xixová-Japuí.

Sobre postura das ONGs ambientalistas no episódio das obras para a ampliar a capacidade do porto de Santo dos atuais 110 para 220 milhões de toneladas/ano (e a criação de 20 mil novos empregos), Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários, foi direto ao ponto: [2]

O déficit crescente do País na sua capacidade de transporte e oferta de energia se suaviza na atual conjuntura, permitindo-nos planejar melhor os empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)...Mas eis que nos defrontamos novamente com uma velha barreira, de ordem interna e cuja extensão atual é ainda uma incógnita: a mentalidade dos órgãos de regulação e fiscalização ambiental, dissociada dos relevantes interesses nacionais no que tange ao licenciamento de áreas para projetos de infraestrutura.[..]

Sabe-se que projetos de infraestrutura têm impacto ambiental inevitável. Nos últimos anos, vários empreendimentos nessa área foram barrados ou retardados porque os órgãos ambientais federais ou estaduais - muitas vezes influenciados por ONGs ambientais politicamente agressivas, mas tecnicamente despreparadas - se perderam em intermináveis contendas retóricas sobre riscos ecológicos. Na dúvida, licenças foram engavetadas e o passivo da infraestrutura nacional não parou de crescer. Este é o caso de projetos de hidrovias interiores que, se fossem concretizados, poderiam tirar milhares de caminhões das estradas e reduzir as emissões de carbono para a atmosfera, além de tornar os produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional.[...]

Somente sob um clima de transparência nas políticas ambientais o País poderá avançar, tanto nessa área quanto na recuperação e expansão da infraestrutura econômica. As autoridades ambientais devem ser parceiras do desenvolvimento. Não basta que digam "não": compete-lhes também apontar soluções, pois a pobreza de um povo é a pior poluição. É triste ver um assunto sério e complexo como a gestão ambiental ser tratado de forma tão simplista e irresponsável.


Fazemos nossas as palavras de Manteli.

Notas:
[1]Conselho estadual barra a ampliação do Porto de Santos, O Estado de São Paulo, 17/03/2009
[2]Sem obras e sem sustentabilidade, O estado de São Paulo, 07/04/2009