TRANSLATE/TRADUTOR

terça-feira, abril 07, 2009

PAULISTAS NÃO ENTREGAM GOVERNO AO PT

Setores do PT empenhados em articular o nome do ex-ministro Antonio Palocci ao governo paulista em 2010 começaram a pôr em prática uma campanha para que ele admita o interesse em disputar e dê o sinal verde para os preparativos da corrida eleitoral.

Preocupados em garantir seu próprio espaço nas negociações, petistas que endossam Palocci querem convencê-lo a ignorar o caso que corre contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF), pela quebra de sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa. (Leia MAIS)

MEU COMENTÁRIO: Os paulistas não são trouxas, além do quê são gatos escaldados. Não entregarão um Estado como São Paulo a um tipo como Palocci, que não tem nenhuma confiabilidade.

Fale aí nos comentários grande povo paulista! que construiu o maior Estado da Nação e que na verdade toca sozinho a economia brasileira.

Tirando fora São Paulo e os demais Estados do Sul, o Brasil vira um lixão. É por isso que lá para cima ficam todos enlouquecidos quando os sulistas defendem o separatismo.

O PT comprova mais uma vez que é um partido completamente desprovido de lideranças capacitadas e com densidade eleitoral.

Embora não seja capacitado para o exercício de qualquer cargo público ou privado, Lula é um líder carismático. Sem Lula - escrevam aí - o PT desaparecerá.

16 comentários:

Magui disse...

Os paulistas já demonstraram que são uns idiotas quando elegeram e cunharam políticos de segunda categoria e os impuseram à nação além de permitir que governassem o estado.E são muuuitos. Produziu tantos políticos ladrões que é uma vergonha. São Paulo suga o Brasil todo, impede o crescimento de outros estados, boicota toda iniciativa que busca a descentralização da riqueza nacional desde o descobrimento.São uns tipos que não largam o osso, costuraram uma federação a seu favor com tantos deputados federais que não há espaço para nada no Congresso nem condição de termos presidentes de outros estados como é nos EUA.Como se só SP tivesse capacidade de cunhar brasileiros capazes de governar o país.

O sul do Brasil é prejudicadíssimo por SP que não permite o crescimento da região como se fosse uma barreira, um dique para impedir o crescimento e valorização de uma região que poderia ser muito mais rica do que é com mais representatividade ( por ex)política na esfera nacional. Impedem que a industriaização dessa região aconteça. E ainda convencem os incautos que puxam o resto do país.Inclusive vc...Sanguessugas da nação , isso sim.Decidem sem consultar o resto do país.Se ligue!O ES é prejudicado em todas as iniciativas para buscar um espaço na economia nacional e não sei se vc soube da última do Serra qt ao ICMS na importação pelo portos que não sejam por SP.
O sul não tem capacidade alguma de separar do Brasil exatamente porque SP não lhes permite autonomia.
Papo de mineira e que vive no ES, pois ambos os estados possuem os melhores governadores do Brasil.Se SP largasse o osso Paulo Hartung poderia ser presidente do Brasil e, então, vocês veriam o que é ser adminstrador de primeira.

Anônimo disse...

Separatismo já !

Eu sou pela República do Sul (SP,PR,SC,RS). O Sul é meu país

CHEGA DE EXPLORAÇÃO! basta de sanguessugas! FORA PETRALHAS E VAMPIROS!

Frodo Balseiro disse...

Você tem razão, Aluízio. Nós, paulistas também fazemos nossas bobagens.
Só que é uma vez só! Veja o caso de Marta Suplicy, que aqui, morreu para a política!
É pensar pouco dos paulistas, achar que o "chefe da quadrilha de Ribeirão Preto" tem alguma chance.
abs

Anônimo disse...

Concordo, Aluizio.

O PT depende do Lula para sobreviver politicamente. Porém, aqui em São Paulo, os programas assistencialistas, as bravatas e as promessas demagógicas são insuficientes para conquistar o apoio e os votos da maioria, e esta constatação ficou ainda mais evidente nas derrotas do Mercadante e da Marta.

Creio que o destino do PT é perder cada vez mais espaço nas grandes cidades, onde a população é menos dependente dos programas assistenciais, e crescer nos grotões, onde disputará a preferência do eleitorado com o PMDB.

João - São Paulo

Anônimo disse...

Maqui, mineirinha traidora como todos os mineiros são, nem precisava colocar sua origem, lendo seu texto ridículo de cunho petista/lullista nem preciso comentar sua pobreza mental e moral para falar qualquer coisa sobre SP ou os estados do sul. Seu governadorzinho Aécio Tóto do Lulla é um frouxo oportunista, o ES infelizmente é um Rio PIORADO, dominado por mineiros de m*rda que acham que o estado deveria ser parte de Minas. Dá pena saber que existem figuras tãa patéticas assim vivendo no Brasil. Volte para a escola, e procure uma que não tenha ranço político, assim vc vai poder aprender alguma coisa sobre história.

Anônimo disse...

"Eu sou pela República do Sul (SP,PR,SC,RS). O Sul é meu país."

SP faz parte do Sudeste.

O Sudeste é teu país.

Anônimo disse...

è dona magui, os Paulistas trabalham e isto incomoda não é??

patriota

Snake bate forte Plisken. disse...

Sinceramente, quando vejo comentários bairristas como o da dona mineira do ES dá vontade de tocar uma rebelião no Estado de São Paulo.
Quantos politicos que são eleitos por aqui fazem algo pelo Estado? Quantos que chegaram de suas ''terras'' com uma mão na frente e outra atrás e se deram bem em SP? Nossa terra recebe todos de braços abertos, quem aqui chega prospera. São Paulo não são seus politicos galera. Nosso povo é trabalhador e em sua grande maioria é honesto.
Quando foi o último presidente paulista genuíno?
São Paulo é sim a locomotiva da nação e quiseramos nós que os outros estados prosperassem mais, assim teriamos mais chances de viver em paz, se é que me entendem.
Em tempo, Palocci e PT em Sampa NUNCA MAIS!!! Aqui damos lições em maus politicos.

Cris disse...

MAQUI

Recomendo a leitura de algum livro sobre a história de S.Paulo. Pelo jeito, você não sabe NADA DE NADA. São Paulo não chegou onde chegou por obra e graça do Espirito Santo, não. O que se faz lá é TRABALHO! Seu papo é petralha ou mineirim, daqueles que pararam na época da política do café com leite, quando o Brasil ainda era uma provinciazinha. Sua conversa é MUUUUUUUUUUUUITO provinciana!

É claro que os paulistas já fizeram um monte de bobagens, mas considerando-se a população enorme que tem, não seria de estranhar. Todavia, paulistas APRENDEM com seus erros.
Marta? Palocci?! SÓ RINDO!

Ninguém esqueceu o que ele teve coragem de fazer com aquele caseiro humilde. Nem de suas falcatruas em Ribeirão Preto.São muuuuuuuuuuuitas!

Quanto ao Sul ser outro país, Aluizio, JÁ É! O Sul é completamente diferente das outras regiões. MUITO melhor! Fala aqui uma...paulista. Desde que se DESINFETE S.Paulo, eu até aceitaria que o estado se aliasse ao "Brasil do Sul". Temos que jogar os Maercadantes, Martas, Paloccis e Suplicys no lixo, por exemplo.

Leticia disse...

Sinceramã... Tem de rir com essa história de que São Paulo suga não sei o que lá da nação.

Se suga, suga os milhões de coitados que simplesmente não têm condições de trabalho nas suas biroscas de origem, peitam o destino e vêm com a cara e a coragem pra cá.

Durante esse tempo todo, enquanto os idiotas (italianos, nordestinos, alemães, portugueses, mineiros, japas e, last but not least, os quatrocentões) estão aqui, no lesco-lesco, trabalhando e reinvestindo a grana que auferem honestamente em seus negócios, os "sugados-injustiçados-esquecidos-oprimidos do Brasil profundo" vão mascando seus matinhos, pensando nas injustiças da vida. Vão ver se a gente tá na esquina, vai!

Desejo, do fundo do coração, que os cérebros espumantes e os cotovelos em carne viva que aprenderam esse discursinho de pobre fiquem exatamente onde estão. A pinta de suas cidades e estradas já dizem tudo.

Já os que não se conformam em viver na merda, podem vir que a gente se aperta aqui mas não rejeita, não.

Sorry o palavreado, Aluizio, mas não dá, né?

E Palocci? Quem é Palocci?

Anônimo disse...

eu não voto em ladrão

Anônimo disse...

Aluizio, concordo com vc, vale a pena ler de novo artigo do Mauro Chaves no estadão, que vc também já postou no blog.
Por tudo isso que eu "amo São Paulo" .
PeTRalha aqui nunca mais!!!!


São Paulo se conduz

Mauro Chaves, no Estadão

Por ser um cadinho étnico-cultural que mistura todos os povos do mundo a brasileiros de todas as regiões do País, a cidade de São Paulo é influenciada por todos, mas preserva sua sólida autonomia, não se deixando levar por ninguém. Ninguém melhor do que os que vivem aqui para saber dos problemas de quem vive aqui. Foi considerando esse caráter, forjado na têmpera dos que daqui partiram para estender os limites do território nacional, que Guilherme de Almeida se inspirou ao inscrever no brasão desta cidade o lema "non ducor, duco". E a História tem comprovado que, efetivamente, São Paulo não é conduzida, mas conduz - e, sobretudo, se conduz. Com todo o respeito a Brasília, Garanhuns ou Caetés.

Foi se conduzindo, sem tutelas externas, que São Paulo se tornou a terceira cidade do mundo, com um PIB de R$ 144 bilhões. Foi sem ouvir palpites de fora que São Paulo alfabetizou 95,4% de sua população, construiu 205 hospitais, 120 teatros e casas de shows, 80 museus, 39 centros culturais, 12.500 restaurantes, 5 mil pizzarias, 72 shopping centers, 15 mil bares e 410 hotéis. São Paulo não precisou de opiniões de terceiros para realizar, anualmente, seus 90 mil eventos e feiras, nem para fazer funcionar suas 146 faculdades e 26 universidades, nem para agüentar suas mil academias de ginástica, suas 1.500 agências bancárias e até seus 5 mil pet shops. Por que, então, São Paulo precisaria ser "conduzida" (de fora) para escolher seus governantes?

É por São Paulo não ser conduzida que parece descabido - se não ridículo - o receio de o Planalto "mandar para cá dinheiro para ambulâncias que fica guardado no banco". Pois São Paulo não é de "se mandar dinheiro para cá" - como oferenda. São Paulo é que "manda dinheiro para lá" - para o resto do Brasil - com o volume de tributos federais gerados por sua produção. Mas se verbas repassadas são aplicadas antes de chegar o momento de serem gastas, isso se chama responsabilidade fiscal, que é o simples hábito de só se gastar quando já se tem com que pagar.

É um primitivismo patrimonialista, herdado dos piores momentos de nossa formação histórica, a idéia de que são as afinidades ou os compadrios políticos que determinam o repasse de verbas de uma entidade a outra - da União ao município, por exemplo. Usar isso como discurso eleitoral é entender a atividade de governo como transação de apaniguados, em que prevalece o companheirismo político sobre os verdadeiros princípios de interesse público, o que não passa de agressão à própria consciência de cidadania. Eis aí o velho critério da "intercessão", ou da influência do "pistolão", que serve tanto para as concessões de sinecuras quanto para as distribuições eleitorais de dinheiro público.

Coisas simples de São Paulo nem sempre são entendidas pelos de fora. A cidade que não é conduzida, mas se conduz, tem seus próprios códigos, sendo que o mais importante deles tem que ver com o respeito. O paulistano é, antes de tudo, um respeitador do espaço e da intimidade alheios. Não faz visitas sem avisar, não costuma se aboletar como hóspede na casa de parentes e amigos, não força intimidade. Sem disposição de parecer hospitaleiro, o paulistano não se deixa invadir nem invade a privacidade do próximo, não se mete em conversa para a qual não foi chamado. Mas, na hora da real necessidade, acode o outro sem hesitar, não mede esforços, é solidário ao extremo.

O paulistano tem um especial senso de proporção e equilíbrio. É discreto, mas não se incomoda com quaisquer indiscrições. É despreconceituoso em relação ao modo de vestir, de falar e de se comportar das pessoas, não "repara" como os outros estão e muito menos cochicha a respeito. Em São Paulo ninguém se choca com ninguém e ninguém debocha de ninguém. Certamente, aí está a riqueza ética da tolerância, de uma sociedade intensamente misturada. Mas é preciso que se descubra nos paulistanos a sutileza do código não escrito de respeito - nem sempre detectável pelos de fora.

Por exemplo, ao contrário do que ocorre em muitas outras capitais brasileiras, onde noite e dia os carros berram à vontade, ninguém buzina em São Paulo, a não ser em situação de risco ou emergência. Na infernal competição do trânsito, aqui também há um outro código curios se alguém quer passar de uma fila de carros para outra, "cortar" para virar numa esquina ou sair de uma vaga em que está estacionado, é impedido com manobras de "fechamento" por seus intolerantes "concorrentes". Mas é só se fazer um mínimo gesto de solicitação de passagem, um discreto pedido de "abre-alas", para se ser prontamente atendido, com boa vontade e, às vezes, generoso sorriso. Isso bem traduz a característica essencial da alma paulistana: ela exige respeito.

É a exigência de respeito que leva os paulistanos a apreciar muito a (atual) proibição de que alguns usurpem o espaço de todos - as calçadas invadidas pelos bares e camelôs, as ruas públicas fechadas como se fossem privadas, o descontrole de sons perturbadores da vizinhança, as pichações de todo gênero. E é a exigência de respeito que leva os paulistanos a apoiar tanto o Cidade Limpa - de que hoje, já acostumados, só nos damos conta quando visitamos outras cidades, tão visualmente poluídas como São Paulo era.

Quem quiser prestígio do eleitor paulistano não traga prestígio de fora. Muito menos se espetaculoso, barulhento, com carreatas, bandeiras e inusitados apelos da voz presidencial invadindo residências nas madrugadas, via telemarketing. O efeito será como o de um verdadeiro fermento da já "rejeição militante".

Anônimo disse...

"Anônimo disse...
Maqui, mineirinha traidora como todos os mineiros são, nem precisava colocar sua origem, lendo seu texto ridículo de cunho petista/lullista nem preciso comentar sua pobreza mental e moral para falar qualquer coisa sobre SP ou os estados do sul. Seu governadorzinho Aécio Tóto do Lulla é um frouxo oportunista, o ES infelizmente é um Rio PIORADO, dominado por mineiros de m*rda que acham que o estado deveria ser parte de Minas. Dá pena saber que existem figuras tãa patéticas assim vivendo no Brasil. Volte para a escola, e procure uma que não tenha ranço político, assim vc vai poder aprender alguma coisa sobre história."

Aluízio,

Não suje seu blog com comentários assim. Podemos dircordar radicalmente de tudo, porém, temos que manter o respeito. Não dê espaço para desclassificados sem educação desta estirpe.

Alexandre, The Great disse...

Aluízio: sou do RJ mas reconheço a minha "insignificância regional" e, caso consigamos desvencilhar o Sul do resto do lixão, espero poder ser acolhido em Santa Catarina.
Saudações!

Anônimo disse...

Alô Aluizio
Solicite para alguns ou alguma blogueira verificar QUEM VOTOU NA MARTA,ERUNDINA,LULA,durante as eleições em São Paulo.
Será surpreendente a origem dos votos....NÃO PAULISTAS e nem PAULISTANOS.
Tem uma porcentagem mais que razoável de imigrantes que ali estão.
abraços

karlos

Aluizio Amorim disse...

Caro Alexandre,
você será recebido num eventual novo País Sulista com todas as honras!
E, como você, há muitos outros brasileiros em todos os Estados do Brasil que defendem e respeitam a lei e a ordem e que poderão imigrar para cá.