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segunda-feira, abril 06, 2009

SI VIS PACEM, PARA BELLUM; ALERTA LIEBERMAN

Avigdor Lieberman se tornou ontem ministro das relações exteriores de Israel. Ele celebrou sua posse com um discurso inaugural que as reportagens das agências de notícias indicam que deixaram seus ouvintes, se contorcendo e perplexos. Por exemplo, a BBC nos informa que suas palavras motivaram "sua antecessora Tzipi Livni a interrompê-lo e diplomatas a se retorcerem de forma desconfortável". (Leia o artigo completo em português clicando AQUI)

O que está acima é o início do artigo de Daniel Pipes, que peguei lá no site Pletz. Vale a pena ler. Mostra que o novo governo de Israel não irá cair na conversa mole de Obama.

3 comentários:

Jack disse...

off topic again:

O Supremo Tribunal Federal recebeu, na quinta-feira (2), pedido de Interpelação Judicial (Pet 4553) contra o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva pela declaração feita à imprensa de que a atual crise econômica mundial é “fomentada por comportamentos irracionais de gente branca, de olhos azuis, que antes da crise pareciam que sabiam tudo, e que agora demonstra não saber nada (sic)”. A afirmação foi feita durante a recente visita do primeiro-ministro inglês, Gordon Brown.

O autor da ação, Clóvis Victorio Mezzomo, alega ter se sentido pessoalmente ofendido pela declaração e pede que o Presidente seja “notificado a apresentar suas explicações para a alegação de que a causa da crise mundial repousa em razões genéticas, ou seja, uma raça ou etnia portadora de genes recessivos é culpada pela crise internacional, mais especificamente a ‘gente branca, de olhos azuis’”.

Clóvis Mezzomo explica que é brasileiro de ascendência italiana, com pele de tez extremamente alva e olhos verdes. Diz ainda que nasceu em Caxias do Sul (RS), foi criado em Estância Velha, também em terras gaúchas, e trabalhou desde a infância cercado por homens e mulheres de “pele branca e olhos azuis”, os quais, “juntamente com europeus ibéricos, negros e índios muito fizeram pela prosperidade e progresso da região”.

De acordo com a ação, o Presidente Lula, ao afirmar, categórica e publicamente, que o homem caucasiano engendrou e foi o culpado pelo atual estado de coisas, imputou a uma etnia a responsabilidade integral pela crise internacional, em uma postura intoleravelmente racista.

Segundo o autor, o ordenamento jurídico reprime com veemência a prática de racismo, a iniciar pelo preâmbulo da Constituição Federal. São citados ainda o artigo 5º, pelo qual “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza” e o inciso XLII, para o qual “a prática de racismo constitui crime inafiançável e imprescritível”.

Outros dispositivos que compõem a alegação do direito violado são o artigo 140 do Código Penal – “injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro”; o Regimento Interno do Senado Federal, segundo o qual ao senador é vedado fazer pronunciamentos de preconceito de raça; a Lei 7.716, de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor; e o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

Fonte: Supremo Tribunal Federal

Aluizio Amorim disse...

Jack,
vc pode não ter visto, mas postei esta informação aqui no blog em cima do fato, isto é, no dia em que o STF recebeu a interpelação.
Veja em post mais abaixo.
Contudo, fico grato pela lembrança e fazer notar essa importante notícia.

Alexandre, The Great disse...

O governo de Lieberman mostra logo de cara as suas cartas, ao contrário do ensaboado "Obrama" que propõe "diálogos" com terroristas tresloucados e assassinos .
É a versão israelense do "FOGO NOS BOTOCUDOS", que poderia muito bem ser versionada pelo latim: "quo refrescorum anus patus, lacuna est".