Este documentário da oposição no Irã, mostra algumas das bandeiras de Mousavi: luta pela liberdade, combate à corrupção e outras propostas similares indicando que a ditadura dos mulahs começa a fazer água.
O fato da censura à cobertura jornalística prejudica a compreensão dos últimos acontecimentos que sacodem o Irã.
Por enquanto, as notícias chegam graças à internet pelo Twitter #iranelection, YouTube e outros sites que conseguem romper o bloqueio imposto pelos aiatolás que há 30 anos derrubaram o Xá Reza Pahlevi, que era pró-Ocidente, para implantar uma ditadura que estimula o fanatismo religioso, fustiga as mulheres e nega a liberdade exigida principalmente pelos jovens e por uma classe média esclarecida.
O vídeo tem legendas em inglês e ótima qualidade. Vale a pena ver. Peguei a dica lá no Twitter #iranelection .

2 comentários:
Aluizio,
Joinville tem terroista cabublado camuflado? Suspeito de terrorismo foi indenizado na Fança.
Acusado no Brasil de integrar a rede Al Qaeda, o franco-tunisiano Manar Mohamed Skandrani, chegou a ser um dos homens mais procurados do mundo, sob acusação de terrorismo. Morador de Joinville (SC), 48 anos de idade, casado, e pai de dois filhos brasileiros, Skandrani é dono de uma oficina de carros e de duas escolas de treinamento para pilotos de aviões e helicópteros, também em Joinville.
Além da desconfiança da polícia no Brasil a suspeita não confirmada de terrorismo já rendeu a Skandrani uma indenização por danos morais no valor de € 50 mil, pagos pelo governo francês. Seu caso é apontado como exemplar por advogados militantes dos direitos humanos na França. O Estado francês foi condenado por colocar o nome de Skandrani na lista de “procurados” da União Europeia.
Numa decisão de março e 2006, um Juizado de Instrução francês determinou que Skandrani deveria receber do Estado francês a “soma de 50 mil euros em reparação por prejuízos sofridos”. A decisão determinou que o nome de Manar Mohamed Skandrani foi retirado dos arquivos do Sistema de Informação Schengen.
O Acordo de Schengen, de 1985, é uma convenção que garante a livre circulação de pessoas no espaço geográfico da Europa. Aderiram ao Acordo as 24 nações da União Europeia e outros quatro países membros da Efta (Associação Européia de Livre Comércio).
O Espaço Schengen permite a livre circulação de pessoas nos países da Europa, sem necessidade de apresentação de passaporte. Colocar o nome de alguém no Sistema Schengen, como procurado, significa, na prática, tolher sua liberdade de ir e vir.
Na decisão em que determinou que Skandrani fosse indenizado, o juizado de instrução francês notou que a colocação de seu nome no sistema de procurados violava a lei francesa 73-1227, de 31 de dezembro de 1973, que ratificou a Convenção Europeia de Salvaguardas dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais.
O nome de Manar Mohamed Skandrani teria ficado por pelo menos 10 anos dentre os procurados por terrrorismo na Europa. Só foi retirado a 24 de outubro de 2005, num acordo com o Ministério do Interior francês. Autoridades alemãs, no entanto, negaram-se a retirar seu nome do sistema dos procurados naquele país. Como a base de dados sobre Skandrani foi gerada pelas autoridades francesas, o Estado francês acabou pagando pelo erro alemão de persistir.
Consultor Jurídico.
Aluizio,
Só por curió curiozo, mira o Boubabi Mousavi que se opõem ao aitolah, e o compare com o Bispo do Paraguai, hoje prezidente, são parecidíssimos. Não é acaso que é chamado de Boybabi em Mousavi. Boy que também se pronuncia Bay, Bey, Biu em Viu, Fiu Miu.
Buy em Guy e Bay em Gay em inglês. A expressão Etnia não é adecuada a esses procedentes de Ay com os Abe ou Babes. Aya com "B" em Baya é Haya e Haia que muda para Haija, como se fala aqui, Haja. O interessante é que desses, muitos se esquierdizaram, como o Bispo do Paragua e os daqui.
Só curiosidade, mas por enquanto.
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