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quinta-feira, junho 11, 2009

PUNIR MILITARES É REVANCHISMO. EVIDENTE.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, classificou como "revanchismo" a ideia de punir militares que tenham cometido atos de tortura durante a ditadura militar. Jobim criou, por determinação judicial, um grupo de trabalho para localizar mortos da Guerrilha do Araguaia, mas destacou que a busca deve contemplar o direito à memória e não servir ao revanchismo. "Uma coisa é o direito à memória, outra é revanchismo e, para o revanchismo, não contem comigo", disse o ministro em entrevista à Agência Brasil.

Aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para derrubar o perdão aos militares que cometeram atos de tortura.

A ação questiona a prescrição e pede a responsibilização por crimes de tortura praticados durante o regime militar. A OAB contesta a validade do artigo 1º da Lei da Anistia (6.683/79), que considera conexos e igualmente perdoados os crimes "de qualquer natureza" relacionados aos crimes políticos ou praticados por motivação política, no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979.

Políticos e organizações defensoras de direitos humanos defendem que a Lei de Anistia não deve servir para absolver os militares que torturaram. Na avaliação de Jobim, se o STF for favorável à ação estará cometendo um equívoco.

Jobim ressaltou a necessidade de tomar atitudes diferentes das que foram tomadas por outros países da América Latina, como a Argentina e o Uruguai. "Quero que o futuro se aproxime do presente. Às vezes, gastamos uma energia brutal refazendo o passado. Existem países sul-americanos que estão ainda refazendo o passado, não estão construindo o futuro. Eu prefiro gastar minha energia construindo o futuro", destacou o ministro. (Leia MAIS)

MEU COMENTÁRIO: até que enfim surge uma afirmação sensata de uma autoridade governamental.

É claro e evidente que punir militares que lutaram contra o terror subversivo é um revanchismo estúpido.

Ao invés de púnição temos é que homenageá-los. Não fossem os militares o Brasil hoje seria uma grande Cuba.

8 comentários:

Anônimo disse...

Alô Aluizio.
Quem sabe teremos os botocudos assim enfileirados e ouvindo(sic)o hino Nacional.

abraços

aqui:
http://img34.imageshack.us/img34/4449/ogaaahlrchzqsdyy0qouz00.jpg

Atha disse...

Aluizio,

Estou nos concordes com seu coment, mas o que está dito aqui, diante desses maufazejos, parece contraditório.

"A ação questiona a prescrição e pede a responsibilização por crimes de tortura praticados durante o regime militar. A OAB contesta a validade do artigo 1º da Lei da Anistia (6.683/79), que considera conexos e igualmente perdoados os crimes "de qualquer natureza" relacionados aos crimes políticos ou praticados por motivação política, no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979".

Por que os que hoje se apossaram do Palátius, cometeram crimes e continuam a cometer, mass se dizem Imbunis Impunes e Ibunis Imunis, como os Ibubes Imbunes do passado?

Por que a Dilma, que assaltou a residência do Governador Ademar de Barros e a quarteis para roubar armas, acombanhada de seus combanheiros, é a preferida do Lula que faz partido do mesmo bando quer ser prezadente? Se quer ser a preza dente, é só botar a Dilba Dilma na prizion até ficar com prizion de Bentre Ventre.

Por que assaltaram Bancos e nada aconteceu? Por que assaltaram o Banco Rural, uzando o subterfúgio de Genuino, por ser chamado de Jenuino ou um Bebuino Beduino por garatia de um embréstibo empréstimo para o BT PT, que nunca será ressarcido?

Não, isso não é crime, é um creme cremozo e não criminozo, pois desde sempre, cometer crimes por poder é biscribinado discrinado e descriminado e, falar disso, é discriminação do criminozos.

Do que disse Jobin, o Lula discorda, pois é um dos mais interessados em punir os Militares que cumpriram com o seu dever, como se dizia.

Atha disse...

Aqui se dá em direção oposta, veja:
Ex-pastor de Obama acusa sionistas de o afastarem do presidente.

Jeremiah Wright, ex-pastor da igreja que era frequentada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira que os "sionistas" o mantêm afastado do presidente, em referência ao setor mais nacionalista do povo judeu.

A declaração foi uma tentativa de explicar o que considerou uma interpretação equivocada de uma entrevista que concedeu na última terça-feira ao jornal "Daily Press", quando dissera que os judeus que cercam Obama não lhe permitem que fale com o presidente.

Dois dos principais assessores do presidente americano são judeus: o chefe de gabinete (equivalente a ministro-chefe da Casa Civil no Brasil), Rahm Emanuel, e o conselheiro sênior, David Axelrod. A Casa Branca não comentou as declarações.

O reverendo parece decidido a seguir causando polêmica, mas tentou suavizar nesta quinta as palavras que proferiu há dois dias.

"Não estou falando de todos os judeus, de todo o povo da fé judaica. Estou falando dos sionistas", afirmou Wright em entrevista à emissora de rádio por satélite Sirius.

Durante anos Obama foi membro da congregação de Wright, que batizou suas duas filhas. Mas o então pré-candidato democrata à Presidência rompeu relações com o pastor e com sua igreja depois que vieram a público vídeos com sermões inflamados de Wright --em um deles ele dizia que o 11 de Setembro foi um castigo de Deus ao país. Na terça, o pastor disse esperar que Obama volte a falar com ele quando deixar a Presidência.

Na entrevista desta quinta, Wright disse que diferentes historiadores e teólogos judeus escreveram sobre a influência que a Comissão de Assuntos Públicos Americano-Israelense (Aipac, em inglês) --o principal lobby judaico do país-- tem sobre o governo dos EUA e a política da ONU (Organização das Nações Unidas).

Ele insistiu em que são grupos como esses os que não querem que Obama fale sobre o que descreveu como "extermínio étnico" em Gaza, porque isso seria anti-israelense.

José de Araújo Madeiro disse...

Aluizio,

A construção é sempre obra para o futuro. O passado já foi contruído e está registrado na história, não há como saneá-lo. Deve-se observar os erros cometidos para não serem repetidos. O contra-golpe de 1964 e sua longa permanencia deveu-se a várias situações pelas conjunturas da época, pela ascenção e queda do Regime Comunista Soviético e suas repercussões pelo mundo.
Nelson Jobim, neste momento, fez uma avaliação sensata, se não teve segundas intenções. Mas se espera que o revanchismo esteja sepultado e não prospere.

Att.
Madeiro

Anônimo disse...

Alô Aluizio.
As declarações de Nelson Jobim é de um CANDIDATO FUTURO,que está lavando as mãos,mas que não limpou-as totalmente
abraços
karlos

Escatopholes disse...

Punir militares não é revanchismo não. É aplicar a justiça da mesma maneira para todos.
Punição para todos os bandidos, independente de que classe sejam!!!

Anônimo disse...

Todos os criminosos (assassinos,sequestradores, assaltantes, desertores, traidores, fujões, etc)que recebem bolsa-ditadura, sob influencia da boneca dos direitos humannos, querem punição unilateral. Vamos abrir os arquivos dos bolsistas e bloquear todos, TODOS, esses pagamentos vergonhosos e encarcerar esses vagabundos.
FOGO, FOGO NELLES!!!
Eduardo.50

Alexandre, The Great disse...

O petralha imundo falando de "justiça". Hehehe... justiça canhestra não é JUSTIÇA!