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sexta-feira, novembro 20, 2009

'DIA INTERNACIONAL DO HOMEM' É IMPORTANTE

Todos os anos, a data de 8 de março celebra o Dia Internacional da Mulher (DIM). Estada data, respaldada pelas Nações Unidas, é reconhecida e comemorada por numerosos países de tod o planeta, contibuindo para dfender e difiundir os direitos da mulher e sua participação na vida política econômica.

Apesar de estarmos familiarizados com o Dia da Mulher, muitos desconhecem que existem também o Dia Internacional do Home (DIH), há mais de dez anos celebrados a cada 19 de novembro. Portanto, nesta quinta-feira transcorreu o Dia Internacional do Homem.

O DIH começou em 199, nas islhas caribenhas de Trinidad y Tobago, onde seu fundandos, o Dr. Jerome Teelucksingh, da Universidade das índias Ocidentais em Puerto Espana, organizou os primeiros eventos comemorativos: um seminário público acerca da violência e dos crimes domésticos e uma apresentação sobre a importância da vida matrimonial.

“Me dei conta de que não havia nenhuma dia para os homens...Alguns dizem que já existe o Dia dos Pais mas, que acontece com as crianças, adolescentes e homens que não são país?", se pergunta o fundador do Dia do Homem.

Para isso Teelucksingh escolheu a data de 19 de novembro, dia do aniversário de seu pais, o qual considera um excelente modelo de homem a seguir. Além disso, essa mesma data coincidia com a criação de uma equipe de futebol local em que se transcendiam as diferenças de gênero, religião e etnia. Leia MAIS – Em español
MEU COMENTÁRIO: Está aí uma ação simbólica "politicamente incorreta" que é de suma importância, haja vista para o fato de que as campanhas de incontestável defesa dos direitos da mulher, geraram, por outro lado, o deletério "movimento feminista" (argh!) que continua tentando masculinizar a mulher quando, no mais das vezes, deplora os aspectos da verdadeira feminilidade.
Assim, o "Dia Internacional do Homem" ao valorizar o sexo masculino obriga-nos a uma reflexão sobre os aspectos naturalísticos que separam os dois sexos por características distintivas evidentes, tanto na forma física como também no âmbito psicológico e, por extensão, comportamental.
Na constituição da família essa distinção entre o masculino e o feminino estabelece modelos-padrão funcionais importantes e baliza a organização da sociedade.
Isto não desmerece a mulher e nem lhe sonega direitos, mas a coloca, naturalmente, num patamar de apreço e respeito singulares.
O movimento feminista acabou por fazer a mulher extrapolar seu sistema impondo-lhe um ritmo de vida incompatível com o modelo-padrão naturalístico. Um dos exemplos mais eloqüentes do que estou afirmando aparece num conceito ligado ao mundo do trabalho: "a dupla jornada", coisa completamente desconhecida há cerca de uns 30 ou 40 anos.
O que resumi destina-se a uma reflexão necessária respeitante à forma de constituição da família e seus efeitos nas ações e relações sociais.
Sei que a patrulha politicamente correta questionará este post, sobretudo as mulheres que foram abduzidas pelo movimento feminista.
Os comentários estão abertos ao debate livre. Por enquanto, porque vem aí a Confecom. Mas isto é assunto para o post acima.

2 comentários:

Anônimo disse...

Bom Post. Abraco

Morena Flor disse...

Aluízio,

Não sou "politicamente correta", nem "abduzida pelo feminismo"(aliás, feminismo não tem apenas um, mas muitos, desde o q quer igualdade ao q quer a extinção dos homens).

Mas não concordo com parte do q vc escreveu. É certo q existem diferenças entre homens e mulheres. Tá na cara. Agora, aferir sobre essas diferenças sem cair no "lugar comum" e nos preconceitos já consagrados socialmente é um grande desafio.

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Sobre a dupla, tripla jornada de trabalho, é um problema complexo, e envolve tb a omissão de grande parte dos homens em ajudar as mulheres, por ex, nas tarefas da casa, colaborar com a ordem no ambiente doméstico ena educação dos filhos. Aí, é trabalho, filho, casa, tudo nas costas da mulher. Deve-se respeitar as diferenças entre os sexos... Mas a igualdade entre eles tb!(aonde couber igualdade, o ideal é q se tenha.)

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O Dia internacional da mulher foi criado com a finalidade de pensar na condição da mulher na sociedade - q, justiça seja feita, foi bastante alvejada de injustiças no passado - E a história está aí p/ provar. Não vejo nele demagogia, ou coisa parecida. O q não se deve, por ex, é fazer dele um dia p/ se fazer bandeira política - como fazem com o dia da consciência negra. Q seja um dia de refletir em como se pode melhorar as relações entre homens e mulheres, de como se pode haver respeito entre ambos, pois isto é q ajuda a basilar a sociedade com famílias sadias e fortes.