De repente o Estado de Santa Catarina virou o boi de piranha da bandalha petista em conluio com a banda podre do PMDB liderada por Sarney e Michel Temer. A força da tríplice ou polialiança em Santa Catarina é tão forte que causou um terremoto político nacional. É um acontecimento importante, já que põe à mostra os peemedebistas catarinenses que pertencem à banda podre do PMDB aliado de Lula e seus sequazes e que correram imediatamente para o abraço com os coveiros da democracia. Imaginam que essa atitude torpe não cause impacto no eleitorado catarinense, já cansado de ver o seu Estado abandonado pelo poder central lulístico que lhe virou as costas até mesmo durante a última trágica enchente que matou mais de 100 cidadãos catarinenses, sem falar nos prejuízos materiais.
Santa Catarina é um dos menores Estados brasileiros em termos territoriais e em população, mas contribui de forma gigante para os cofres da União. Está entre os Estados mais industrializados do Brasil e dentre pelo menos os seis que mais exportam e geram divisas para a Nação. É, seguramente, a unidade da Federação mais desenvolvida e de melhor qualidade de vida, fruto do trabalho exclusivamente catarinense. Santa Catarina não recebe a contrapartida a que tem direito. Veja-se, por exemplo, as obras da BR-101 que continuam se arrastando a passos de tartaruga e a situação das demais rodovias, portos e equipamentos correlatos.
Para os catarinenses, PAC não passa de uma sigla eivada de um deboche petista, pois que significa Proletários Armados para o Comunismo, o bando terrorista italiano destroçado pelos democratas italianos e que revive no Brasil sob o PT que acolheu o remanescente desse lixo italiano, o famigerado terrorista Césare Battisti.
Faço jornalismo há quase 40 anos aqui em Santa Catarina e só vi o meu Estado sendo premiado com obras federais importantes na época dos governos militares e depois no governo de Fernando Henrique Cardoso. A última grande obra federal realizada em Santa Catarina foi a duplicação da parte Norte da BR-101, realizada pelo governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso Depois disso, o Estado foi atirado às traças sob o jugo de Lula e seus sequazes.
Aí eu indago: por que diabo Santa Catarina tem de servir de joguete nas mãos sujas de Lula e de seus sequazes, dentre eles o deletério e notório comuno-terrorista José Dirceu? Segundo consta, esse andróide abjeto é o homem de Lula para montar os palanques para Dilma nos Estados. Os assuntos internos da política catarinense agora passaram a ser controlados pele chefe do mensalão. Algumas das ditas lideranças políticas locais mantiveram reuniões em Brasília com o chefe mensaleiro, enlameando o Estado de Santa Catarina, submetendo-o às ordens de quem está sendo processado no STF por denúncia da Procuradoria Geral da República.
E o que é mais incrível que toda essa sordidez seja tratada de forma trivial pela imprensa catarinense, na base da fofoca política, quando o assunto requer uma tomada de posição à altura da honorabilidade da gente catarinense e do Sul do Brasil. A grande imprensa brasileira já se sabe que é contumaz comensal desse banquete de abutres patrocinado por Lula e o PT. Mas os veículos de imprensa regional não podem ser poltrões e oportunistas e têm de fazer valer os interesses e a independência dos cidadãos catarinenses. Às aves de arribação o seu devido lugar.
A organização das forças políticas de Santa Catarina é assunto dos cidadãos catarinenses e não de Lula, José Dirceu, Dilma Rousseff e do neo-petralha Michel Temer. O Temer é muito corajoso e fala grosso para se meter aqui em Santa Catarina. Quero ver ele fazer o mesmo em São Paulo? Em Pernambuco? Quero o ver peitar Orestes Quércia e Jarbas Vasconcelos?
Tenho dito seguidamente que a eleição presidencial que se aproxima é de fundamental importância para o futuro do Brasil. É um marco definitivo que irá apontar os destinos da Nação. Seremos uma democracia moderna e estável ou seguiremos como cordeirinhos para o curral do socialismo bolivariano? Ou alguém pensa que Dilma Rousseff é apenas uma vovó bondosa, caridosa e feminina, quando se sabe que engraxava fuzil do terror com óleo de mocotó?
Em decorrência dessas circunstancias que envolvem Santa Catarina e que acabo de abordar de forma ligeira, a denominada polialiança liderada pelo PMDB e pelo Democratas tem impacto importantíssimo no contexto eleitoral na região Sul e também em nível nacional. Representa um bastião de resistência à segunda etapa da "guerra de posição" empreendida pelo PT, cujo plano contido em seu programa partidário prevê a implantação do socialismo no Brasil. Isto não é nenhum delírio, trata-se, lamentavelmente, da realidade nua e crua.
Tanto é que um arranjo político doméstico se transformou num fato nacional e ganhou inclusive o destaque nos grandes veículos de comunicação e notas plantadas nas colunas dos notórios colunistas sabujos do PT.
Frente a esta realidade cabe ao ex-governador e ex-ministro Luiz Henrique da Silveira, agora candidato ao Senado e a liderança política mais importante de Santa Catarina, com respeitabilidade e trânsito nacional, coroar a sua carreira de mais de 30 anos como homem público, com uma atitude de elevada e exemplar coragem democrática, não se curvando à ditadura de Lula e seus sequazes; não permitindo que Estado de Santa Catarina e sua gente de brio e trabalho sejam imolados no altar da sacanagem política para viabilizar o tenebroso plano petista que visa assassinar a democracia brasileira.
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quinta-feira, junho 24, 2010
ESTADO DE SANTA CATARINA NÃO PODE SER IMOLADO NO ALTAR DA SACANAGEM POLÍTICA DE LULA E SEUS SEQUAZES. RESISTA LUIZ HENRIQUE!
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10 comentários:
Santa Catarina sempre serviu de joguete na mão dos políticos. Sempre foi considerado o 0 da BR101.
Isso graças aos políticos catarinenses que sempre foram um bando de bolas murchas, sem iniciativa, sem voz.
Quem não se lembra das "poderosas dinastias" de incompetentes que governaram SC durante muitos anos sem nunca ter trazido resultado algum para os estados.
Sim, Santa Catarina pode mais. Que tal dar uma olhadinha no blog do DEM, onde tem a notícia que o lula vetou o concurso extra de tele sena para as vitimas da enchente de 2008, após ter sido aprovado no Congresso, tão somente porque foi de autoria de Senador do DEM. Há um texto interessante de Paulo Bornhausem.
É mais um atentado contra o povo catarinense.
Subverter, trair, corromper - essas eram as máximas de Stalin e Trotski para se chegar ao comunismo. Não por acaso, são os verbos linha de frente nas mesas de trabalho dessa bandalha que rouba o Brasil há 8 anos...
Alô aluizio
Se depender desta patética trupe de políticos daqui vamos virar BR-1001.
Vão colocar mais um zero para alargar o espaço entre o Paraná e RS.
abraços
"LUIZ HENRIQUE" O PRÓPRIO NOME DIZ TUDO,
FAÇA POR MERECER SEU PRECIOSO NOME
Significado:
Príncipe Poderoso, Senhor da Casa, do Lar
Leiam e Repassem
O retrocesso democrático
02 de junho de 2010
Ives Gandra da Silva Martins
Por Ives Gandra da Silva Martins (*)
A proposta da criação do Conselho Federal de Jornalismo levanta, pela primeira vez, em âmbito nacional, a discussão sobre a existência, no governo Lula, de um projeto para reduzir o Estado Democrático de Direito, no Brasil, a sua mínima expressão.
Tenho para mim que existe um risco concreto de estar sendo envidada uma tentativa de impor um controle sobre a sociedade, se possível com a implementação de um ``direito autoritário``, desrespeitando até mesmo cláusulas pétreas da Constituição.
De início, quero deixar claro não considerar que o governo federal esteja agindo de má-fé, ao pretenderem seus integrantes impor uma república de cunho socialista, visto que nunca esconderam suas preferências, quando na oposição, pelos caminhos de Fidel Castro, de Chávez e da ditadura socialista chinesa. Prova inequívoca é o tratamento absolutamente preferencial que dão ao ditador cubano.
O que estão pretendendo impor é apenas o que sempre pregaram - embora não tenham sido eleitos para implementar programa com esse perfil. Tenho-os, entretanto, por gente de bem, que acredita num projeto equivocado de governo e de Estado - ou seja, num modelo a ser desenvolvido sob seu rigoroso controle, se possível sem oposição, que deve ser conquistada ou eliminada.
Como primeiro passo, sinalizaram que adotaram a economia de mercado, com o objetivo de não assustar investidores nacionais e internacionais, e desarmaram resistências, escolhendo uma competente equipe econômica, que desempenha papel distante dos moldes petistas, mas relevante para manter a economia em marcha e assegurar investimentos externos. É a melhor parte do governo.
A partir daí, todos os seus atos foram e são de controle crescente da sociedade. Passo a enumerar os sinais que justificam os meus receios:
1) MST - Trata-se de um movimento que pisoteia o direito, desobedecendo ordens judiciais, invadindo propriedades produtivas - muitas vezes, destruindo-as - e prédios públicos. Embora seu principal líder dê-se o direito de chamar o ministro Pallocci de ``panaca``, recebe passagens grátis do governo para pregar a desordem e a subversão. O ministro da Reforma Agrária, que o incentiva, diz, todavia, que o fantástico número de invasões - o maior que já se verificou, na história do país - é normal. Esse senhor, que saiu do MST, apóia abertamente as constantes violações da lei e da Constituição. A idéia básica é transferir toda a terra produtiva para as massas do MST.
2) Judiciário - A reforma objetiva calar um poder incômodo, que, muitas vezes, no exercício da sua função, impõe limites ao Executivo. Por isto o governo defende o controle externo desse poder, quando não admite a imposição de controle semelhante para outras carreiras do Estado, como, por exemplo, a Receita Federal e a Polícia Federal.
3) Jornalismo - O Conselho Federal do Jornalismo não objetiva outra coisa que calar os jornalistas, visto que hoje já há mecanismos legais (ações penais e por danos morais) para responsabilizar os que comentem abusos no exercício da profissão.
LEIAM E REPASSEM Pt 1
4) Controle da produção artística - Como na Rússia e na Alemanha nazista, pretende o governo controlar a produção artística, cinematográfica e audiovisual.
5) Agências reguladoras - Pretende-se suprimir a autonomia que a legislação lhes outorgou, para atuarem com base em critérios técnicos, e submetê-las mais ao controle do chefe do Executivo e menos dos ministérios, como se pode constatar dos anteprojetos que a imprensa já trouxe à baila.
6) Energia elétrica - O projeto é nitidamente re-estatizante.
7) Reforma Trabalhista - Pretende-se retirar o poder normativo da Justiça do Trabalho, reduzindo a força de um poder neutro.
8) Sistema ``S`` - Estuda-se, nos bastidores, retirar dos segmentos empresariais as contribuições para o Sistema ``S``, que permitem que Senai, Sesc etc. funcionem admiravelmente na preparação de mão-de-obra qualificada e recuperação de jovens sem estudo, com o que se retirará parte da força da livre iniciativa, representada pelas CNA, CNC, CNI e outras, de reagir a regimes autoritários. A classe empresarial ficará enfraquecida, se isto ocorrer.
9) Universidade - O fracasso da universidade federal está levando ao projeto denominado ``Universidade para todos``. Por ele, revoga-se, mediante lei ordinária, a imunidade tributária outorgada pela Constituição, retirando-se das escolas privadas - que fazem o que o governo deveria fazer, com os nossos tributos, e não faz - 20% de suas vagas. Como essas escolas já têm quase 30% de inadimplência, o projeto é forma de inviabilizá-las ou transferi-las para o governo.
10) Sigilo bancário - Embora haja cláusula imodificável, na Constituição, assegurando que o sigilo bancário só pode ser quebrado mediante autorização judicial, há projeto para permitir à Polícia Federal a sua quebra. Se ato desse teor for editado, terá, o governo, até as próximas eleições, acesso aos dados financeiros da vida de todos os cidadãos brasileiros, o que lhe permitirá um poder de fogo e de pressão jamais visto, nem mesmo durante o período de exceção militar.
Poderia enumerar outros pontos.
Não ponho em dúvida, volto a dizer, a honestidade dos integrantes do governo, até porque conheço quase todos, sou amigo de alguns, e estou convencido de que acreditam que essa é a melhor solução para o Brasil. Como eu não acredito que seja - pois entendo que nada substitui a democracia e que qualquer autoritarismo é um largo passo para a ditadura - e como não foi esse o programa de governo que os levou ao poder, escrevo este artigo na esperança de levar pelo menos os meus poucos leitores a meditarem em se é este o modelo político que desejam para o nosso país.
(*) - Ives Gandra da Silva Martins - Jurista, renomado professor de Direito
Fonte: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=11116&cat=Ensaios&vinda=S
Já passou da hora de se retomar, com muita enfase, o movimento "O Sul é meu país". Patriotas, homens de bem têm a obrigação de adotar uma postura firme, sem caráter político-patidário, para dar fim a essa verdadeira campanha de desmoralização que atinge e ofende o nosso estado e por tabela os outros dois estados do sul.
Vamos reagir ou nos encaminhar para o redil e sermos tosquiados por mais muitos anos.
Fica aí a proposta!
Eduardo.45
Jáque tocaram no movimento O Sul é meu País, gostaria de informar que tenho muito orgulho de ter participado dele como tesoureiro da seção local aqui da cidade. Obviamente o tesoureiro não tinha muito a fazer porque o caixa estava sempre em zero.
Mas atualmente creio que não seria necessário uma separação total, mas sim adotar o mesmo esquema usado dos EUA: estados independentes e soberanos e poder central apenas para as questões de segurança nacional, soberania, etc.
Afinal, se todo o dinheiro gerado em SC ficasse aqui, estaríamos no paraíso!!!
Qualquer iniciativa para nos livrarmos do cancer petralhossauro é valida mas devemos começar logo, antes que seja tarde!
Eduardo.45
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