O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, condenou nesta quinta-feira o uso da máquina pública nas eleições e criticou o que chamou de "máquina de fazer mentiras" contra sua campanha.
"Eu penso que usar a máquina pública com objetivo eleitoral não é bom para a eleição, e não é justo do ponto de vista de valores da nossa sociedade, numa eleição em que as pessoas devem fazer seu julgamento individual", disse ele em entrevista à rádio "Tupi".
Serra voltou a dizer que o uso da máquina na campanha de sua adversária petista, Dilma Rousseff, ocorre porque "ela não anda com as próprias pernas". "Ela é fruto de marketing, foi construída. A verdadeira Dilma não está aparecendo, é produto de uma construção da qual faz parte a máquina do governo [federal]."
Segundo o tucano, existe uma máquina de inventar mentiras contra sua campanha. "Estão dizendo que eu quero privatizar os Correios. Eu quero é estatizar os Correios, que agora está apropriado por partidos políticos. É uma fábrica de mentiras que daqui a pouco vai cobrar quinquênio, férias em dobro e adicionais trabalhistas."
TREM-BALA
O tucano ainda condenou o uso de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para financiar o trem-bala.
"Estão dizendo que o trem-bala será construído com recursos privados. Acho difícil, são R$ 35 bilhões, precisamos ver como será financiado, porque se tiver dinheiro do BNDES, então não é financiamento privado, é dinheiro público."
Para Serra, o dinheiro do BNDES não deve ser usado para financiar fusões e aquisições de empresas, movimento intensificado nos últimos quatro anos.
"O BNDES usa recursos do Tesouro, subsidiado por todos nós. Ele deve usar o dinheiro para criar empregos no Brasil e não frigoríficos que estão criando empregos lá fora. Nem financiar fusões de empresas porque esses processos acabam cortando empregos."
Para ele, o dinheiro do banco deve financiar a produção de bens de capital. Do site Folha.com

7 comentários:
Aluizio,
O Trembala abalou os Trilios retriliados fetos em ratálios podem retaliar para restaurar e o Santo Inácio e sua dilema vão pagar por tudo que fez e faz.
Se o Bené continuar sendo Deboné Dezonesto, que é Gené que dizem ser Genético da Geni Genocídi, vai haver suicidi e suicida.
Procuradora estuda ação que pode tirar Dilma do páreo e pode ter guerra de Sibila Sivile.
A vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau disse que requisitou as fitas da cerimônia de lançamento do edital do trem-bala para estudar a possibilidade de entrar com uma ação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por abuso de poder político e uso da máquina pública em favor da candidata do governo, Dilma Rousseff.
A ação também pode ser feita contra a candidata do PT. Sandra disse que, pelo que ela leu nos jornais, em tese, houve abuso de poder político e uso da máquina pública. "Isso é absolutamente proibido", afirmou. Esse tipo de ação que Sandra estuda ingressar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se acatada, pode resultar até na cassação da candidatura da pessoa beneficiada pelo uso da máquina do governo.
Pela ação, o presidente Lula pode ser punido com multa e até responder uma ação por abuso de poder político. Na terça-feira, durante a cerimônia oficial de lançamento do edital do trem-bala que ligará São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, o presidente Lula promoveu Dilma, atribuindo a ela a responsabilidade pelo projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV).
"A verdade é a seguinte: eu não posso deixar de dizer que nós devemos o sucesso disso tudo que a gente está comemorando a uma mulher", disse o presidente, em solenidade no Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória do governo. "Na verdade, nem poderia falar o nome dela porque tem um processo eleitoral, mas a história a gente também não pode esconder por causa de eleição", completou.
"A verdade é que a companheira Dilma Rousseff assumiu a responsabilidade de fazer esse TAV, e foi ela quem cuidou, junto com a Miriam Belchior, junto com a Erenice (atual ministra da Casa Civil)", continuou, sob aplausos de uma plateia de funcionários comissionados, políticos da base aliada e militantes.
Lula vai dizer, "eu não sabia". Eu não sabia que a Dilma não criou o Trembala, pois é a mulher que faz tudo e a Dilminha faz tudo acontecer, ou seja, me tirar do poder.
Meu Cara Aluízio,
Você é uma pessoa de largo tirocínio e parece importante colher a sua opinião. E de outras pessoas vividas. Informando respeitosamente o Blog do Noblat - não é propaganda de espaço A ou B, sugiro a leitura de um tópico que fala de violações na campanha e o comentário pessoal do titular do blog. A pergunta é bem simples: como você entendeu? Até breve!
Quem protege o Crimini, é porque comete crime.
Planalto promove Dilma em kit por voto em mulheres.
Distribuição do material, por parte do governo, começou no mês passado, pouco antes do início oficial da campanha eleitoral.
O governo federal produziu e distribuiu 215 mil cartilhas, 20 mil cartazes e 3 mil livros defendendo o voto nas mulheres. Também foi incluído no material um discurso de seis páginas da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
O kit foi enviado em caixas de papelão pela Secretaria de Políticas para as Mulheres ? órgão vinculado à Presidência da República ? a partidos políticos, deputados, senadores e demais candidatos nos Estados.
Por medo, campanha de Dilma pede e Planalto suspende distribuição de cartilhas. Decisão foi tomada após conversas entre AGU, departamento jurídico da campanha e Casa Civil.
O Palácio do Planalto mandou nesta quinta-feira, 15, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres interromper a distribuição do kit com cartilhas, livros e cartazes que pede voto para mulheres e inclui um discurso de seis páginas da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
A decisão foi tomada após conversas entre o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, o departamento jurídico da campanha de Dilma e integrantes da Casa Civil. A distribuição do kit foi revelada ontem pelo Estado.
Na manhã desta quinta-feira, o advogado da campanha de Dilma, Márcio Silva, telefonou para Luís Inácio Adams, que estava em Porto Alegre, para encontrar uma forma de apagar o incêndio político. Inicialmente, avaliaram que o melhor caminho seria recolher o material.
À tarde, após conversas com a secretaria e integrantes da Casa Civil, a decisão tomada pelo governo foi orientar a pasta para Mulheres a negar intuito eleitoral e garantir que não há mais publicações para serem distribuídas - embora nesta quinta o material tenha sido entregue numa conferência sobre mulheres em Brasília.
O episódio abriu uma crise interna porque, questionada, a Secretaria de Comunicação alegou à AGU que não foi consultada anteriormente sobre o assunto pela Secretaria para as Mulheres - responsável pela elaboração e distribuição dos kits.
Quem protege o Crimini, é porque comete crime.
Planalto promove Dilma em kit por voto em mulheres.
Distribuição do material, por parte do governo, começou no mês passado, pouco antes do início oficial da campanha eleitoral.
O governo federal produziu e distribuiu 215 mil cartilhas, 20 mil cartazes e 3 mil livros defendendo o voto nas mulheres. Também foi incluído no material um discurso de seis páginas da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
O kit foi enviado em caixas de papelão pela Secretaria de Políticas para as Mulheres ? órgão vinculado à Presidência da República ? a partidos políticos, deputados, senadores e demais candidatos nos Estados.
Por medo, campanha de Dilma pede e Planalto suspende distribuição de cartilhas. Decisão foi tomada após conversas entre AGU, departamento jurídico da campanha e Casa Civil.
O Palácio do Planalto mandou nesta quinta-feira, 15, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres interromper a distribuição do kit com cartilhas, livros e cartazes que pede voto para mulheres e inclui um discurso de seis páginas da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
A decisão foi tomada após conversas entre o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, o departamento jurídico da campanha de Dilma e integrantes da Casa Civil. A distribuição do kit foi revelada ontem pelo Estado.
Na manhã desta quinta-feira, o advogado da campanha de Dilma, Márcio Silva, telefonou para Luís Inácio Adams, que estava em Porto Alegre, para encontrar uma forma de apagar o incêndio político. Inicialmente, avaliaram que o melhor caminho seria recolher o material.
À tarde, após conversas com a secretaria e integrantes da Casa Civil, a decisão tomada pelo governo foi orientar a pasta para Mulheres a negar intuito eleitoral e garantir que não há mais publicações para serem distribuídas - embora nesta quinta o material tenha sido entregue numa conferência sobre mulheres em Brasília.
O episódio abriu uma crise interna porque, questionada, a Secretaria de Comunicação alegou à AGU que não foi consultada anteriormente sobre o assunto pela Secretaria para as Mulheres - responsável pela elaboração e distribuição dos kits.
Caro Anônimo:
Neste comentário o Noblat está certo. Bom, é o mínimo q alguém razoavelmente inteligente pode dizer respeito dessas notórias e flagrantes ilegalidades. Mas o TSE tem lá um punhado de apaniguados de Lula, não é? No mais, considero que o Noblat já está chegando meio atrasado.
Meu Caro Aluízio,
É, é razoável. Passou uma sensação de ameaça. Deixa pra lá! Atencioso de sua parte. Até breve!
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