Transcrevo a seguir partes do texto que está no portal da Folha.com, destacando reportagem da revista britânica The Economist, enfocando a inusitada benemerência brasileira no plano internacional, constituída pela doação de dinheiro brasileiro a vários países, principalmente africanos e que faz parte dessa ensandecida corrida de Lula pelo protagonismo internacional.
Vejam só. Enquanto Lula tira uma de bom samaritano com dinheiro alheio, porquanto é dinheiro público gerado pelo trabalho de milhões de brasileiros e o distribui à vontade em campanha política pessoal no plano internacional, a maioria dos brasileiros sobrevive com salários baixissimos e enfrenta uma inflação mascarada, paga a maior taxa de juros do mundo, a gasolina mais cara do mundo e a carga tributária mais alta do mundo.
O Estado sob Lula e seus sequazes, está longe de restituir pelo menos a metade do que é arrecadado em serviços, segurança, educação, saúde e bem-estar social.
Os jornalistas do The Economist, ao que parece, foram abduzidos pela bandalha do PT. Sei lá se não estão também eles a comer caraminguás oficiais, haja vista que os brasileiros ficam pasmos em saber que Lula anda por aí com cheques em branco na mão e preenchendo-os do jeito que quer e entregando a quem considerar que lhe pode ser interessante para inflar o seu ego botocudo que visa algum cargo na ONU ou no Banco Mundial.
Os jornalistas da The Economist dizem meia verdade nesta matéria. Não sabem que o Brasil continua sendo o lixo ocidental e que não consegue sequer acabar com o mosquito da dengue que continua matando brasileiros. Cidades como o Rio de Janeiro estão sitiadas pelo crime organizado; a educação é uma porcaria e as universidades idem. O país não produz nada de ciência e tecnologia e continua sendo apenas um exportador de produtos primários sem nenhum valor agregado.
O PT, o partido de Lula, é o campeão brasileiro de escândalos, se não for top mundial. O último foi a fabricação de um dossiê fajuto contra a oposição que contou com a escandalosa quebra de sigilo fiscal de um líder da oposição.
Além de tudo, Lula e o PT associam-se com o que há de mais nefasto no planeta, como a grotesca parceria com o tirano do Irã levando água ao moinho do antissemitismo que revive Hitler na figura nojenta e sanguinária de Ahmdinejad, o títere dos aiatolás assassinos e que financiam o terrorismo internacional.
Convenhamos. Falar em Brasil "potência soft" é uma piada de mau gosto. E digo mais: uma vagabundagem, um mentira histriônica que não condiz com a tradição da The Economist e que leva todos os brasileiros conscientes a supor que Lula e seus sequazes estão agraciando os editores britânicos com algo mais que uma eventual simpatia.
No mais, é odioso ver Lula distribuindo dinheiro para um punhado de tiranos africanos que oprimem seus povos sonegando-lhes a liberdade, a democracia e o acesso a educação. E mais odioso ainda é ver The Economist a contar essa lorota fajuta que agride os brasileiros por se tratar de uma trama perversa que faz parte do tétrico e horroroso projeto de Lula, do PT e do Foro de São Paulo, para impor um regime coumunista no Brasil. Esta é a verdade e a pauta de excelência para esses ingleses ondulantes desenvolverem.
Leiam:
Em busca do status de potência global, o Brasil vem se posicionando na comunidade internacional em diferentes áreas. Além da recente participação no acordo nuclear com a Turquia e o Irã e a batalha pelo assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, o país já se tornou um dos maiores doadores internacionais para áreas de risco ou financiamento de projetos, diz a revista britânica "The Economist".
A reportagem indica que o orçamento oficial da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) é de R$ 52 milhões, mas um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido e o Centro de Pesquisa em Desenvolvimento Internacional do Canadá mostra que no total uma série de agências do governo brasileiro gastam ao menos 15 vezes mais do que isso em seus próprios programas de assistência
A revista britânica apontou que Brasília contribui com cerca de R$ 35 a R$ 44 milhões por ano com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), mas de acordo com o chefe do programa da ONU no país o valor real seria de R$ 177 milhões.
Outras iniciativas brasileiras incluem: R$ 531 milhões ao Programa Mundial de Alimentos da ONU, R$ 619 milhões à reconstrução do Haiti; pequenas ações em Gaza, e cerca de R$ 5,8 bilhões em empréstimos comerciais que empresas brasileiras privadas concederam a países pobres desde 2008 por meio do BNDES.
Somando-se todas as frentes, o montante de ajuda internacional que o Brasil fornece a outros países chega a cerca de R$ 7 bilhões por ano -- menos do que a China, mas similar ao que tradicionais "generosos" doadores como o Canadá e a Suécia concedem a outras nações. E ao contrário dos ocidentais, o montante brasileiro triplicou desde 2008.
POTÊNCIAS OCIDENTAIS
O mundo ocidental se preocupa mais com os esforços chineses do que os brasileiros, afirma a revista, mas mesmo assim a crescente presença de financiamento do Brasil em países em desenvolvimento vem despertando a atenção das potências mais ricas.
Há também especificidades sobre a maneira brasileira de "ajudar outros países", diz a reportagem. Ao contrário das principais agências de desenvolvimento internacional como as dos EUA, Reino Unido, Canadá e União Europeia, o Brasil não impõe metas ou condições rígidas que devem ser atingidas pelos receptores dos recursos.
Para Marco Farani, chefe da ABC, os esforços brasileiros contam com a experiência que produziu o recente sucesso econômico no país. Brasília conta com programas de excelência como o tratamento de HIV/Aids para os mais pobres e esquemas sociais como o Bolsa Família e Bolsa Escola.
No entanto, a "Economist" argumenta que o país ainda recebe ajuda internacional de potências ocidentais e programas mundiais de desenvolvimento, o que faz com que a distinção tradicional entre doadores e receptores perca sentido no cenário atual.
"A abundância da assistência na África ajuda o Brasil a competir com a China e a Índia em termos de influência como potência [do tipo 'soft-power'] no mundo em desenvolvimento. Também faz com que o país obtenha apoio para sua busca solitária por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU", indica a "Economist".
Para o secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães Neto, os gastos se justificam com uma projeção do status de potência feita pelo governo. Já que poderes em ascensão como o Brasil um dia terão muito mais controle do cenário internacional, a redução da pobreza em países em desenvolvimento agora representará menos problemas no futuro. Leia AQUI o texto completo da Folha.com e AQUI o texto original da The Economist


2 comentários:
Alô Aluizio
como digo repito e repetirei:
Isto tudo é fabricação de CAIXA DOIS,TRÊS E QUATRO para todas as campanhas futuras de política comunista no Brasil.
Podem fazer greves e piquetes por meses a fio que virão ajudas "devolvidas"lá de fora.
O Brasil necessita URGENTE uma política de fiscalização de ENTRADA DE DINHEIRO,via ONGs,Fundações,Sindicatos,etc e que NÃO PASSAM EM CRIVO FEDERAL e tampouco são prestadas as contas devidas da utilização.
abraços
Pois e caro Aluizio enquanto estou lendo o que voce escreveu sobre os absurdos de lula estou ouvindo o Olavao la na A Lingua falar sobre a Ingrid Bittencourt que esta exigindo milhoes e milhoes de indenizacao nao as FARC mas ao governo da Colombia que a libertou, pode? Ai da para ver como esses comunistas sao desgracados e mal agradecidos e lula e Dilma nao poderiam ser diferentes. Ate quando lula faz fazer caridade para governos genocidas com o nosso dinheiro, sem que o autorizemos?
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