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sexta-feira, janeiro 27, 2012

EM MEMÓRIA ÀS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO! SALVE ISRAEL E O POVO JUDEU!

Kassab sancionando a lei 15059/2009 que inclui no calendário 
oficial da cidade de São Paulo o Dia Municipal em Memória às Vítimas do Holocausto
Transcrevo, após este prólogo, texto do vereador do PSDB de São Paulo, Floriano Pesaro, alusivo à celebração do Dia em Memória às Vítimas do Holocausto. Pesaro foi autor do projeto transformado em lei sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab em 2009. O blog associa-se à celebração desse dia consagrado à Memória de milhares de judeus torturados e mortos nos campos de concentração do Estado nazista alemão sob a ditadura do lazarento assassino Adolf Hitler. 
Embora o nazismo tenha sido derrotado pelas forças democráticas aliadas em 1945, sob o bendito comando dos Estados Unidos, o movimento nazista internacional continua ativo acumpliciado na atualidade com o movimento comunista internacional que se traveste de várias formas. No Brasil, é representado pelo PT, na Venezuela pelo chavismo e em toda a América Latina pelos demais partidos esquerdistas. Na Europa os nazistas comandam os partidos piratas e ambientalistas.  Todas essas variáveis do nazismo apóiam o movimento islâmico internacional que pretende varrer Israel do mapa e nazificar todo o Ocidente.
O pano de fundo do palco desse teatro de terror é amparado pelo pensamento politicamente correto. A máquina de propaganda desses potenciais assassinos antissemitas é grande mídia internacional. Em todos os países do mundo são os jornalistas, em sua maioria antissemitas, que se encarregam de mistificar os fatos e de mentir sistematicamente produzindo uma lavagem cerebral em escala planetária que abre o caminho para uma nova ordem mundial nazi-fascista que visa a destruição dos valores que orientaram até aqui a Civilização Ocidental. Estes valores fundamentais são: a democracia e a liberdade. Por enquanto um país pequenino e difícil de enxergar no mapa mundi é que sustenta, ainda, estes valores: ISRAEL e os demais judeus que se espalham pelo mundo. Calcula-se que a população de judeus no mundo não ultrapasse 0,2% da população mundial, estimada atualmente em 7 bilhões. Incluindo-se aí a população de Israel. 
Tem-se, daí, que um fio tênue, frágil e quase imperceptível sustenta os valores mais caros dos seres humanos: a liberdade e, sobretudo, a vida!
Segue o texto de Floriano Pesaro:
Hoje, mais uma vez, é 27 de Janeiro, data em que celebramos o dia em Memória às Vítimas do Holocausto. Quando comecei a escrever este texto pensei: Sei bem que já estive aqui, diante de uma tela em branco, numa data igual, escrevendo sobre as vítimas do Holocausto. Sei bem que milhões e milhões de palavras foram escritas por milhares e milhares de pessoas sobre  estas mesmas vítimas. Sei também que, neste momento no mundo todo, somos mais milhares e milhares reunidos reverenciando estas pessoas.

E sei ainda mais, sei com a certeza interior de meu ser, que tudo isso é muito pouco.

Entretanto, diante da enormidade da tragédia, diante das incontáveis vidas perdidas e afetadas pela barbárie, diante do inenarrável dano à causa humana e ao bom juízo do homem comum, sei também que este pouco é o nosso principal instrumento de cura.

Diante do irreparável, utilizamos a palavra, a retórica e a memória como tratamentos que aliviam esta ferida aberta na alma de todos os sobreviventes e descendentes deste sacrifício cometido. Apenas gestos como este hoje podem mitigar a sensação de absurdo que o desastre nazista suscita.

Conforme os anos passam, quando pouco a pouco se esvaem as vidas dos sobreviventes - nossos pais, avôs e bisavôs -  só o que nos resta é repetir suas histórias, suas memórias, suas lágrimas e seus pesadelos. Devemos escrever livros, artigos, gravar depoimentos, criar bancos de dados, produzir filmes, enfim, NÃO DEIXAR ESQUECER.

Tão essencial é a memória destas vítimas que incontáveis lugares no mundo escolheram determinar um dia para esta homenagem. O dia 27 de Janeiro evidenciou-se como marco específico em Homenagem às Vitimas do Holocausto. A cidade de São Paulo, desde 2009, e a partir de um projeto de lei de minha autoria (Lei 15.059/2009)  também participa desta comunidade mundial que reconhece a importância desta homenagem.

E aqui estamos, mais uma vez, reverenciando nossos caídos. Nós, como comunidade judaica, que fomos atingidos por esse descalabro numa escala abissal, devemos ainda mais carregar esta bandeira da memória. São as características inerentes de nosso povo, a recordação e a narrativa,  que nos servirão  como conhecimento e alerta para que o futuro aprenda com o passado.

Assim, hoje, mais uma vez, que as palavras brotem, que as homenagens se multipliquem, que possamos dar o kavod que os mortos e os sobreviventes da tragédia merecem.

Um comentário:

Anônimo disse...

Caro Aluizio,

A aliança digamos "estratégica" entre o Nazismo e o Comunismo, não é propriamante uma novidade.
A Polonia que o diga.Em dando certo, só restariam dois combatentes no octógono e aí resolvem no braço.
Parabens,