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sábado, novembro 29, 2014

DOLEIRO YOUSSEF, O DELATOR DO PETROLÃO, PASSA MAL E É INTERNADO DE URGÊNCIA EM HOSPITAL DE CURITIBA.

Doleiro Alberto Youssef no hospital em Curitiba, por oocasião de sua internação em outubro deste ano
O doleiro Alberto Youssef passou mal na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, neste sábado e foi levado para o hospital Santa Cruz por volta das 14h30. De acordo com seu advogado, Antonio Figueiredo Basto, Youssef teve uma queda de pressão, está com fortes dores abdominais e febre alta. Um dos acusados e delatores do esquema de corrupção na Petrobras, Youssef é cardiopata. Esta é a quarta vez que é hospitalizado desde que foi preso na Operação Lava Jato.
De acordo com o hospital, ele foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Durante a tarde, passará por exames e, no fim do dia, um boletim médico com o estado de saúde do doleiro deve ser divulgado. Em outubro, Youssef teve uma queda de pressão e desmaiou na carceragem da Polícia Federal. Foi internado no dia 25 e, quatro dias depois, teve alta.
Réu da Operação Lava Jato, Youssef está preso desde março na carceragem da PF, em Curitiba, no Paraná.
Reportagem de capa de VEJA de outubro revelou que Youssef afirmou em depoimento à Polícia Federal que a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor no cargo, Luiz Inácio Lula da Silva, sabiam do esquema de desvios operado na Petrobras. Do site da revista Veja

PETROLÃO CHEGA À SUÉCIA E ENVOLVE A GIGANTE SKANSKA, UMA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO.

Lula, segundo a propaganda do PT, ensinou o caminho à Dilma.
A gigante sueca Skanska abriu investigação interna sobre o pagamento de propina a funcionários e autoridades brasileiros para viabilizar projetos com a Petrobras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). A safadeza envolveria as empreiteiras Camargo Corrêa e Engevix, enroladíssimas no Petrolão, e a Technit. Negócios no Brasil alcançam quase US$ 1 bilhão. O suecos gastaram US$ 73 milhões.
Segundo auditoria do Tribunal de Contas da União, o afano nas obras do Comperj podem ter causado prejuízos de US$ 9 bilhões à Petrobras
O presidente da Skanska para o continente, Johan Henriksson, acusou em rádio sueca “excesso de corrupção impedindo negócios” no Brasil.
O TCU informou que a obra no Comperj custaria US$ 6 bilhões, mas a Petrobras alterou o projeto e os custos saltaram para US$ 48 bilhões.
Pressionada pelo TCU, a Petrobras admitiu que o Comperj não é viável economicamente. E não tem como recuperar US$ 9 bilhões investidos. Do site Diário do Poder
OS TENTÁCULOS DO FORO DE SÃO PAULO
A sueca Skanska é uma das maiores empresas do mundo no setor da construção que engloba edificações que vão de casas para a classe média sueca até o gigantesco metrô que serpenteia o subsolo de New York e complexas obras na área petrolífera e de energia elétrica, conforme um vídeo institucional que está no site dessa empresa em português. 
Em que pese toda essa pujança, a Skanska parece ter sucumbido ao gigantesco petrolão, que já é tido como um dos maiores casos de corrupção do mundo. Afinal, desgraça pouca é bobagem, diz o velho adágio. Sob o império do PT o Brasil acaba ganhando destaque internacional, nem que seja na seção policial dos grandes diários europeus e norte-americanos!
Conforme já adverti várias vezes aqui neste blog todo esse processo de corrupção gigantesca surge no Brasil por um motivo, ainda que outro seja o enriquecimento ilícito. A nação tupiniquim é o principal país sob o comando do Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, que iniciou o processo de conversão de toda a América Latina ao "socialismo do século XXI". Essa modalidade de socialismo tem como principais apoiadores os grandes grupos empresariais do mundo, já que se desenha no horizonte a possibilidade infinita de gigantescas negociatas ao nível do setor público com todos os governos que adotam esse modelo neocomunista que na América Latina atende também pelo codinome de "socialismo bolivariano".
Logrando a conversão da América Latina na denominada "grande pátria bolivariana", algo que emula a ex-URSS, o Foro de São Paulo fará desaparecer a linha divisória entre o que é público e o que é privado. O caso do Petrolão foi um "acidente de percurso" nesse processo de pilhagem do Estado brasileiro. Lembrem-se que o Foro de São Paulo neste momento está ainda num processo de amealhar "recursos", normalmente "não-contabilizados", com a finalidade de demolir todas as instituições democráticas, substituindo-as por um simulacro de democracia. O objetivo de parte dessa corrupção é comprar o apoio de todos os setores públicos e privados à causa comunista. Isto está acontecendo em todos os países latino-americanos e já começa a ultrapassar as fronteiras cucarachas para alcançar os Estados Unidos e a Europa. Vejam o caso de Pasadena e agora da Skanska na Suécia. 
Quem se der ao trabalho de visitar o site da Skanska e de outros grandes grupos empresariais do planeta verá o quanto da novilíngua politicamente correta já contamina os textos de anúncios e vídeos institucionais. Constatará que essa empresa, como todas as outras, se esmera em adular os comunistas. Um dos conceitos politicamente corretos mais usados pelo neocomunismo do século XXI é o de "sustentabilidade", um troço que na verdade não quer dizer absolutamente nada, mais qualquer executivo emposta a voz para afirmar que sua empresa respeita de forma incondicional a "sustentabilidade". São conceitos aparentemente estranhos e vazios, mas que têm por objetivo, mais adiante, corroer a liberdade individual criando um cipoal de proibições e penalidades até para quem acenda um prosaico cigarro de tabaco. Em contrapartida as drogas pesadas são liberadas porque são "sustentáveis", segundo os ecochatos, uma das correntes ativistas do socialismo do século XXI.
A sorte, por enquanto, pois ninguém sabe o que aconteceerá mais adiante, foi a "insustentabilidade" do petrolão, desde o momento em que foi eviscerado o ventre podre da corrupção açulada pelo Foro de São Paulo e posteriormente revelada de forma nua e crua ao distinto público, graças, por enquanto, à revista Veja.
E, para concluir: no site da Skanska há uma matéria datada de 27 de setembro de 2013, anunciando que a empresa realizará uma obra no Brasil, orçada em R$ 111 milhões, para um "cliente confidencial".
A FORÇA DO PETROLÃO: DEMOLINDO OS CÓDIGOS DE ÉTICA CORPORATIVOS.
Esta foto, do site da Skanska, mostra a capa da revista 'Construindo' editada pela empresa, dedicada aos compromissos morais e éticos, seguida do seguinte texto em tradução livre do espanhol:
“Nosso Código de Conduta define como trabalhos todos os empregados da Skanska, mais além do lugar onde nos encontremos no mundo. Estamos orgulhos das práticas de comportamento dos negócio que temos estabelecido”Johan Karlström, Presidente e CEO de Skanska.
O documento mais importante da companhia é o Código de Couta, no qual se estabelece que a reponsabilidade fundamental de todas as Unidades de Negócios é desenvolver e manter uma atividade comercial economicamente sólida e próspera.
“Nossas intenções são claras. Não toleramos nenhuma forma de corrupção, suborno, atividades de competência desleal, discriminação ou acosso. Como colaboradores de Skanska, estamos obrigados a atuar ante qualquer tipo de violação ao Código de conduta. Esta é a a forma de cuidar nosso negócio e nossa marca”, afirma Herná Morano, Presidente e CEO de Skanska LA.

sexta-feira, novembro 28, 2014

AS VIAGENS DE LULA COMO GAROTO-PROPAGANDA DE PODEROSOS EMPRESÁRIOS, O PETROLÃO E O INSIDIOSO CONLUIO COM O FORO DE SÃO PAULO.

Acima o presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, abaixo o majestoso edifício-sede da empresa em São Paulo.
A Odebrecht vive a expectativa da iminente prisão de seus principais dirigentes, no âmbito da Operação Lava Jato, diante da suspeita de que a empreiteira seria a mais beneficiada pelo esquema de contratos obtidos mediante cartel, fraude em licitações e pagamento de propinas a autoridades e funcionários. A favorita dos governos Lula e Dilma, inclusive na Petrobras, concentra quase 53% de todos os contratos.
Fontes da Odebrecht afirmaram que o “clima” na cúpula da empresa é desolador, com os preparativos para enfrentar a decretação de prisões.
No despacho em que mandou prender poderosos empreiteiros, o juiz federal Sérgio Moro cita a Odebrecht pelo menos 14 vezes.
Moro explica, na decisão, que não prenderia os diretores da Odebrecht “por hora”, sugerindo que a providência não estava descartada. Do site Diário do Poder/ Coluna Cláudio Humberto
EXPLICAÇÕES NECESSÁRIAS
Os que acompanham este blog sabem que este é um espaço de defesa da democracia, da liberdade, sobretudo a liberdade individual. Ao mesmo tempo este espaço defende o capitalismo,  a liberdade de mercado, a livre iniciativa, os empresários e empreendedores de todas as áreas. 
Mas, por outro lado, este blog deplora e condena qualquer iniciativa que tente estabelecer a confusão entre as esferas pública e privada. Aliás, esta é a essência do Estado Moderno que se contrapõe às monarquias absolutistas e a toda e qualquer ditadura à direita ou à esquerda do espectro político pois ambas se sustentam justamente do escandaloso contubérnio entre os entes públicos e privados. 
Com a notícia de possível envolvimento no petrolão de uma das maiores empresas brasileiras, a Odebrecht, segundo revela a coluna do jornalista Cláudio Humberto do site Diário do Poder, conforme a transcrição acima, vem a lembrança o fato do rumoroso caso da construção do porto de Mariel em Cuba, realizado pela Odebrecht. Digo rumoroso porque até hoje os cidadãos brasileiros que sustentam o erário desconhecem o valor do aporte feito à ditadura cubana para financiar o gigantesco porto de Mariel. Sabe-se apenas que os recursos foram alocados pelo BNDES, mas o governo do Lula e da Dilma carimbaram a operação de secreta, virando as costas para o Congresso Nacional, invocando o sigilo bancário que, no caso, não cabe de forma nenhuma porque o BNDES é um banco público. Como é dinheiro público o contrato de financiamento desse porto teria, por disposição Constitucional, de passar pelo crivo do Poder Legislativo. 
A manobra do governo do PT configura, portanto, uma ilegalidade. Só isso seria motivo suficiente para o impeachment da Presidente da República. Estranhamente, o Congresso permaneceu calado, sobretudo os parlamentares oposicionistas, pois já nem falo da famigerada 'base alugada' que se prepara para golpear mais uma vez a Constituição no caso da vergonhosa e criminosa maquiagem da LDO, que significa atirar no lixo a lei de responsabilidade fiscal. Neste caso supõem-se que no futuro imediato novas obras que tanto precisa o Brasil e os brasileiros serão realizadas não no Brasil, mas em Cuba e outras ditaduras comunistas ditas bolivarianas.
Vêm à tona, igualmente, as viagens de Lula como garoto-propaganda de empreiteiras como a Odebrecht. O fato não só foi admitido pelo presidente dessa empresa, Marcelo Odebrecht, mas ele próprio escreveu um artigo na Folha de S. Paulo, edição de 7 de abril de 2013, intitulado "Viaje mais, presidente", embora Lula já estivesse na condição do ex-presidente. Nesse escrito, Marcelo Odebrecht é incisivo, sente-se à vontade para defender Lula como garoto-propaganda de sua empresa no exterior, revelando sem qualquer pejo a proximidade e a intimidade que desfruta com Lula. 
Dito isto, conclui-se que já existe no Brasil, a exemplo da Venezuela, a classe dos "boliburgueses", neologismo criado na Venezuela para designar os poderosos empresários bolivarianos, formado por duas palavras: burguês e bolivariano. São eles, lá como aqui, os principais sustentáculos do projeto comunista do Foro de São Paulo. Transcrevo na íntegra o artigo do Marcelo Odebrecht. Leiam:
VIAJE MAIS, PRESIDENTE
Minha tendência natural perante assuntos que despertam polêmicas, como as reportagens e os artigos publicados nas últimas semanas sobre viagens do ex-presidente Lula, é esperar a poeira baixar.
Dessa vez, resolvi agir de modo diferente porque entendo que está em jogo o interesse do Brasil e o legado que queremos deixar para as futuras gerações.
As matérias, em sua maioria em tom de denúncia, procuraram associar as viagens a propósitos escusos de empresas brasileiras que as patrocinaram, dentre elas a Odebrecht.
A Odebrecht foi, sim, uma das patrocinadoras da ida do ex-presidente Lula a alguns dos países citados. E o fizemos de modo transparente, por interesse legítimo e por reconhecer nele uma liderança incontestável, capaz de influenciar a favor do Brasil e, consequentemente, das empresas brasileiras onde quer que estejam.
O ex-presidente Lula tem feito o que presidentes e ex-presidentes dos grandes países do hemisfério Norte fazem, com naturalidade, quando apoiam suas empresas nacionais na busca de maior participação no comércio internacional. Ou não seria papel de nossos governantes vender minérios, bens e serviços que gerem riquezas para o país?
Nos últimos meses, o Brasil recebeu visitas de reis, presidentes e ministros, e todos trouxeram em suas comitivas empresários aos quais deram apoio na busca de negócios.
Ocorre que lá fora essas ações são tidas como corretas e até necessárias. Trazem ganhos econômicos legítimos para as empresas e seus países de origem e servem para a implementação da geopolítica de governos que têm visão de futuro, como o da China, por exemplo, que através de suas empresas, procuram, cada vez mais, ocupar espaços estratégicos além fronteiras.
Infelizmente, aqui o questionamento existe, talvez por desinformação. Permitam-me citar alguns números. A receita da Odebrecht com exportação e operações em outros países, no ano de 2012, foi de US$ 9,5 bilhões e nossa carteira de contratos de engenharia e construção no exterior soma US$ 22 bilhões.
Para atender a esses compromissos, mobilizamos 2.891 empresas brasileiras fornecedoras de bens e serviços. No conjunto, elas exportaram cerca de 60 mil itens. Dessas, 1.955 são pequenas empresas e, no total, geraram 286 mil empregos em nosso país. É uma enorme cadeia de empresas e pessoas que se beneficia de nossa atuação em outros países e, obviamente, se beneficia também do apoio governamental a essa atuação. Esse apoio se dá, dentre outras formas, com os financiamentos do BNDES para exportação que, no caso da Odebrecht, é bom que se frise, representam 18% da receita fora do Brasil.
Estamos em 22 países, na grande maioria deles há mais de 20 anos, e exportamos para outros 70. Como ex-presidente, Lula visitou sete, e esperamos que ele e outros governantes visitem muitos mais.
Esses números falam por si, mas decidi me manifestar também porque não quero que disso fiquem sentimentos de covardia ou culpa para as pessoas que trabalham em nossa organização.
Quero minhas filhas e os familiares de nossos integrantes de cabeça erguida, orgulhosos do que nós e outras empresas brasileiras temos feito mundo afora, construindo a Marca Brasil para além do samba e do futebol, ao mesmo tempo em que contribuímos para a prosperidade econômica e justiça social nos países e comunidades onde atuamos.
A inserção internacional nos tornou um país socialmente mais evoluído e comercialmente mais competitivo porque gerou divisas, criou empregos, permitiu trazer novas tecnologias e estimulou a inovação.
O tratamento que está sendo dado por muitos às viagens do ex-presidente Lula é míope e reforça entre nós uma cultura de desconfiança.
Caminhar na construção de uma sociedade de confiança, fundada no respeito entre empresas, entre estas e o poder público e entre o poder público e a sociedade será muito bom para todos nós.
MARCELO ODEBRECHT, 44, engenheiro civil, é presidente da Odebrecht S.A., empresa holding da Organização Odebrecht
CONCLUINDO
Quem leu o artigo acima constata que Marcelo Odebrech conclui com a seguinte afirmação: "Caminhar na construção de uma sociedade de confiança, fundada no respeito entre empresas, entre estas e o poder público e entre o poder público e a sociedade será muito bom para todos nós."
Sim. Eu e todos os brasileiros concordamos com a afirmação. Entretanto, não são os valores morais e éticos destacados por Odebrecht que parecem nortear as relações entre os empresários e o governo do PT. Que o diga o deletério e escandaloso caso do petrolão.

quinta-feira, novembro 27, 2014

JOAQUIM LEVY E LUIZ TRABUCO: OS FIADORES BOLIBURGUESES DO FORO DE SÃO PAULO NO BRASIL.

Os boliburgueses Joaquim Levy e Luiz Trabuco. Abaixo seus novos companheiros.
Lula , dilma e seus sequazes poderão fazer o diabo. Nem mesmo com o apoio do Bradesco e demais bancos, mais a trupe de mega-empresários que lambem os pés do PT, conseguirão demover o sentimento que se agiganta no Brasil de repúdio total ao governo petista. Um sinal disto que estou afirmando vem diretamente do mercado. A Bovespa murchou nesta quinta-feira e o bom, velho e seguro dólar manteve a alta. Quem tem algum dinheirinho compra dólar que nunca, jamais, perde o valor. 
Esse festejado Joaquim Levy, indicado pela Dilma para a Fazenda, não passa de um boliburguês que já foi lacaio de Lula. E o nível de apoio irrestrito desses banqueiros que se divertem remunerando a poupança e aplicações correlatas como CDB, com menos de 1 dígito e emprestando por algo ao redor de 8% ao mês! , é realmente um maná. Se essa história for contada para um americano, alemão ou japonês, não acreditarão. 
Para aqueles menos avisados soa estranho que empresários e banqueiros sejam os maiores apoiadores dos comunistas do PT. Vejam que o presidente do Bradesco, o Luiz Trabuco, sujeitou-se ao marketing do PT, quando foi ter com a Dilma para dizer que não poderia aceitar o cargo de ministro da Fazenda. É claro que, na ocaisão, Trabuco ofereceu seu subordinado Joaquim Levy, que já era um velho conhecido da turma do PT.
Tanto Trabuco, como Levy e demais banqueiros e mega-empresários são os boliburgueses que apoiam todos os governos comunistas bolivarianos. Esse neologismo foi criado na Venezuela, para qualificar os empresários e banqueiros que apoiam o chavismo. Boliburguês é a junção de bolivariano com burguês, coisa típica do empresariado latino-americano que é patrimonialista desde criancinha.
Ora, esse comunismo do século XXI, cuja aplicação é coordenada pelo Foro de São Paulo, não promove mais a guerrilha na selva, não assalta bancos. Ao contrário, assalta os cofres públicos e convida os empresários e banqueiros para serem seus parceiros. O botim é dividido para manter o poder incólume.
Esse neo-comunismo emergiu da falência da ex-URSS e da ex-Alemanha Oriental, renasceu no mesmo momento em que um monte de alemães trepados no Muro de Berlim, num transe libertário mostrado ao vivo e em cores por todos os veículos de comunicação. Não tem nada mais a ver com o velho comunismo que ascendeu ao poder na Rússia em 1917. Nesse novo modelo se tem uma ditadura disfarçada pela liberdade de mercado, como ocorre na China. Todavia é uma camarilha que detém todo o poder. Zero de liberdade política e censura total aos meios de comunicação e à internet.
Na China o Partido Comunista Chinês é o dono de uma Nação com cerca de 1,3 bilhão de habitantes que vivem um pouquinho melhor que no velho comunismo depois que as empresas ocidentais capitalistas lá se instalaram. 
O que os analistas econômicos e políticos falam nos jornalões e nas televisões nesta quinta-feira é tudo mentira. Renovo o meu apelo: boicotem Folha de S. Paulo, Estadão, Globo e desliguem as televisões. Todas as matérias desses veículos de mídia fazem parte  dessa encenação ridícula e mentirosa voltada a salvar o governo do PT.
Joaquim Levy, Trabuco, Barbosa e demais tombinis, fazem parte da estratégia petista de poder perpétuo, ou seja, obedecem o projeto formulado pelo Foro de São Paulo e, claro, não estão empoleirados no poder pelo salário de ministro ou de presidente do Banco Central. Isso, para essa gente é troco. No máximo uma noitada de orgia em Paris.
CLASSE MÉDIA SERÁ GARROTEADA
O único efeito dessa modificação na área econômica do governo petista será sentido pela classe média verdadeira. Não essa que anda por aí a bordo desses carrinhos de entrada, mas aquela que cumpre a lei, estuda, trabalha, é responsável e tem um projeto de vida que evidentemente não se encaixa nos planos do Foro de São Paulo. Isto quer dizer a classe média verdadeira será utilizada para pagar a conta da roubalheira, principalmente via Imposto de Renda e demais tributos que incidem até sobre o ar que respiramos.
O resultado disso tudo fará com que a classe média verdadeira desapareça, sobrando apenas a nomenklatura do Foro de São Paulo associada aos Levys e Trabucos e, de outro, um bando de miseráveis que vivem às expensas do Estado via bolsas família e correlatos.
Resta saber se o que virá por aí. Há duas hipóteses: O Levy mete o trabuco no traseiro da classe média brasileira que ficará caladinha e contente, ou decidirá ir para as ruas para o confronto. Nesta hipótese as Forças Armadas brasileiras convocadas pelo Lula e pela Dilma, vão para as ruas reprimir os que protestam contra o sistema bolivariano ou se juntam às massas enfurecidas e bombardeiam o Palácio do Planalto, detonando o PT e o Foro de São Paulo para sempre.
Se os leitores tiverem algum palpite sobre o que poderá acontecer aproveitem para comentar. Se gostaram deste post também podem compartilhar pelas redes sociais. Vamos aproveitar enquanto o PT do Lula, da Dilma e os Trabucos, não corta os cabos da internet.

O ASSASSINATO DA DEMOCRACIA. FALTA APENAS A APROVAÇÃO DO DECRETO BOLIVARIANO DOS SOVIETES DO PT E O PLEBISCITO CONSTITUINTE ADMINISTRADO PELA SMARTMATIC

Há alguns dias os jornalões e televisões, por meio de seu séquito de repórteres que zelam diariamente pela desinformação dos brasileiros cumprindo missão do PT  na cobertura do que se passa no Congresso Nacional, perguntaram para o Renan Calheiros se o decreto 8.243, baixado pela Dilma criando os tais "conselhos populares" que teriam a incumbência de formular políticas públicas, na verdade uma versão cabocla dos "sovietes" de Lenin, teria alguma chance de passar no Senado. 

Do alto de sua "autoridade" e "credibilidade", Calheiros não foi taxativo, mas deu a entender que a proposta bolivariana seria detonada.

Raposa velha, Renan Calheiros iniciava o esquema que seria acionado dias depois, quando a proposta de maquiagem da LDO desabou sobre o Congresso. Algo mais ou menos assim: se o PT não concede ao PMDB os cargos que deseja, tudo que venha do Palácio do Planalto será liminarmente detonado pela base alugada. O contrário também é verdadeiro: se for atendido naquilo que lhe interessa, o PMDB aprova tudo, inclusive o decreto dos sovietes.

Em rápidas palavras é isso que está acontecendo. E não há nenhuma dúvida de que a bandalha do PMDB seguirá em frente com a mesma estratégia. Sendo assim, não será surpresa se saciada a sua voracidada, passada essa fase de "negociação" que faltamente terá a anuência petista, não será de estranhar de forma alguma que a "base alugada" no Congresso aprovará o decreto bolivariano da Dilma, criando os "conselhos populares". Afinal, que diferença fará isso se o Congresso Nacional se transformou num órgão que já não representa de maneira nenhuma o povo brasileiro? 

Com a licença geral e irrestrita para que o Executivo faça o que quiser com o dinheiro público quando a responsabilidade fiscal ir para o ralo, o que pode ocorrer nesta quinta-feira, o Poder Legislativo na verdade deixou de ter qualquer função. Passará ser igual à Assembléia Nacional bolivariana da Venezuela e o ato de legislar será executado dentro do Palácio do Planalto enquanto o Congresso Nacional se tornará uma repartição pública destinada a homologar sem maiores delongas todo e qualquer projeto do Executivo. Tudo igual à Venezuela, faltando apenas que por aqui seja aprovada a tal "lei habilitante" que na Venezuela concede ao chefe do Executivo o poder de legislar por decreto. 

Isto quer dizer que estamos assistindo em câmera lenta - nem tão lenta assim - as instituições democráticas sendo demolidas uma a uma até que não reste o menor resquício de democracia representativa e a liberdade se torne uma quimera.

Ato contínuo, esse Congresso já emasculado, aprovará o plebiscito da "constituinte da reforma política do PT", quando os brasileiros serão convocados novamente a votarem nas urnas eletrônicas e os serviços eleitorais serão levados a efeito pela Smartmatic, a empresa venezuelana contratada pelo TSE, que se tornou célebre no pleito do plebiscito na Venezuela que deu poder perpétuo para o finado caudilho Hugo Chávez. E lá tudo foi tão bem preparado pelo G2 cubano, que antes de morrer Chávez determinou que Nicolás Maduro seria seu sucessor. Posteriormente embarcou para Havana, onde receberia novos tratamentos para o câncer...

Até hoje não se sabe ao certo onde foi parar o cadáver do defunto caudilho.

O COMUNISMO REAL E OS IDIOTAS

Dia desses o PT realizou uma daquelas suas assembléia gerais e dali extraiu um documento anunciando as suas pretensões políticas. Dentre elas, a mais importante, a conquista da "hegemonia". 
Pois bem, um artigo de Olavo de Carvalho que está em seu site, explica bem qual o sentido de "hegemonia" para os comunistas. Ou alguém é capaz de acreditar que o PT é um partido democrático e que o comunismo acabou com o fim da URSS e a queda do Muro de Berlim.
Leiam que vale a pena para entender qual é a jogada dos comunistas do PT. Artigos desta natureza jamais serão publicados pela grande mídia brasileira justamente pela sua consistência e veracidade. Aliás, o debate político verdadeiro há um bom tempo foi banido dos jornalões e das redes de televisão no Brasil, cujas redações estão hoje dominadas pelos esbirros do Foro de São Paulo. O título original é "O comunismo real". Portanto, volto a reafirmar: não leia a Folha de S. Paulo, Estadão, O Globo e desligue sua televisão. A menos que você deseje se tornar um idiota. Leiam: 
Nos dicionários e na cabeça do povinho semi-analfabeto das universidades, a diferença entre capitalismo e comunismo é a de um “modo de produção”, ou, mais especificamente, a da “propriedade dos meios de produção”, privada num caso, pública no outro. Mas isso é a autodefinição que o comunismo dá a si mesmo: é um slogan ideológico, um símbolo aglutinador da militância, não uma definição objetiva. Se até os adversários do comunismo a aceitam, isto só prova que se deixaram dominar mentalmente por aqueles que os odeiam – e esse domínio é precisamente aquilo que, no vocabulário da estratégia comunista, se chama “hegemonia”.
Objetivamente, a estatização completa dos meios de produção nunca existiu nem nunca existirá: ela é uma impossibilidade econômica pura e simples. Ludwig von Mises já demonstrou isso em 1921 e, após umas débeis esperneadas, os comunistas desistiram de tentar contestá-lo: sabiam e sabem que ele tinha razão.
Em todos os regimes comunistas do mundo, uma parcela considerável da economia sempre se conservou nas mãos de investidores privados. De início, clandestinamente, sob as vistas grossas de um governo consciente de que a economia não sobreviveria sem isso. Mais tarde, declarada e oficialmente, sob o nome de “perestroika” ou qualquer outro. Tudo indica que a participação do capital privado na economia chegou mesmo a ser maior em alguns regimes comunistas do que em várias nações tidas como “capitalistas”.
Isso mostra, com a maior clareza possível, que o comunismo não é um modo de produção, não é um sistema de propriedade dos meios de produção. É um movimento político que tem um objetivo totalmente diferente e ao qual o símbolo “propriedade pública dos meios de produção” serve apenas de pretexto hipnótico para controle das massas: é a cenoura que atrai o burro para cá e para lá, sem que ele jamais chegue ou possa chegar ao prometidíssimo e inviabilíssimo “modo de produção comunista”.
No entanto, se deixaram a iniciativa privada à solta, por saber que a economia é por natureza a parte mais incontrolável da vida social, todos os governos comunistas de todos os continentes fizeram o possível e o impossível para controlar o que fosse controlável, o que não dependesse de casualidades imprevisíveis mas do funcionamento de uns poucos canais de ação diretamente acessíveis à intervenção governamental.
Esses canais eram: os partidos e movimentos políticos, a mídia, a educação popular, a religião e as instituições de cultura. Dominando um número limitado de organizações e grupos, o governo comunista podia assim controlar diretamente a política e o comportamento de toda a sociedade civil, sem a menor necessidade de exercer um impossível controle igualmente draconiano sobre a produção, a distribuição e o comércio de bens e serviços.
Essa é a definição real do comunismo: controle efetivo e total da sociedade civil e política, sob o pretexto de um “modo de produção” cujo advento continuará e terá de continuar sendo adiado pelos séculos dos séculos.
Aprática real do comunismo traz consigo o total desmentido do princípio básico que lhe dá fundamento teórico: o princípio de que a política, a cultura e a vida social em geral dependem do “modo de produção”. Se dependessem, um governo comunista não poderia sobreviver por muito tempo sem estatizar por completo a propriedade dos meios de produção. Bem ao contrário, o comunismo só tem sobrevivido, e sobrevive ainda, da sua capacidade de adiar indefinidamente o cumprimento dessa promessa absurda. Esta, portanto, não é a sua essência nem a sua definição: é o falso pretexto de que ele se utiliza para controlar ditatorialmente a sociedade.
Trair suas promessas não é, portanto, um “desvio” do programa comunista: é a sua essência, a sua natureza permanente, a condição mesma da sua subsistência.
Compreensivelmente, é esse mesmo caráter dúplice e escorregadio que lhe permite ludibriar não somente a massa de seus adeptos e militantes, mas até seus inimigos declarados: os empresários capitalistas. Tão logo estes se deixam persuadir do preceito marxista de que o modo de produção determina o curso da vida social e política (e é quase impossível que não acabem se convencendo disso, dado que a economia é a sua esfera de ação própria e o foco maior dos seus interesses), a conclusão que tiram daí é que, enquanto estiver garantida uma certa margem de ação para a iniciativa privada, o comunismo continuará sendo uma ameaça vaga, distante e até puramente imaginária. Enquanto isso, vão deixando o governo comunista ir invadindo e dominando áreas cada vez mais amplas da sociedade civil e da política, até chegar-se ao ponto em que a única liberdade que resta – para uns poucos, decerto – é a de ganhar dinheiro. Com a condição de que sejam bons meninos e não usem o dinheiro como meio para conquistar outras liberdades.
Ao primeiro sinal de que um empresário, confiado no dinheiro, se atreve a ter suas próprias opiniões, ou a deixar que seus empregados as tenham, o governo trata de fazê-lo lembrar que não passa do beneficiário provisório de uma concessão estatal que pode ser revogada a qualquer momento. O sr. Silvio Santos é o enésimo a receber esse recado.
É assim que um governo comunista vai dominando tudo em torno, sem que ninguém deseje admitir que já está vivendo sob uma ditadura comunista. Por trás, os comunistas mais experientes riem: “Ha! Ha! Esses idiotas pensam que o que queremos é controlar a economia! O que queremos é controlar seus cérebros, seus corações, suas vidas.”
E já controlam.

QUE VENHA O 'TEA PARTY' BRASILEIRO

Tea Party, o movimento popular conservador americano que se transformou em pouco tempo num poderoso instrumento de defesa da democracia e da liberdade nos Estados Unidos. Sim, porque lá também esses pilares que tipificam a civilização ocidental são objeto do assédio da malta comunista.
O texto que segue é de autoria de Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal e foi publicado nos sites Reaçonaria e Mídia Sem Máscara, que têm link permanente aqui neste blog. Destaque para os 15 pontos que orientam o movimento conservador americano Tea Party. A recente vitória nas eleições legislativas nos Estados Unidos conferindo ao Partido Republicano a maioria nas ruas Casas do Congresso deve muito, se não tudo, a esse movimento popular independente e que vive de doações privadas de cidadãos comuns. Leiam:
Em 2009, os EUA foram confrontados com um de seus piores pesadelos: Barack Obama era tudo que seus adversários acusavam e muito mais.
Mesmo para um povo que já passou por tantas guerras e ameaças, nunca houve nada parecido com isso. A lembrança do presságio de Abraham Lincoln voltava com força total: “a América nunca será destruída de fora para dentro. Se um dia falharmos e perdermos nossas liberdades será porque nós mesmos nos destruímos.”
Neste mesmo ano nasce um movimento espontâneo e popular batizado de “Tea Party”, lembrando o “Boston Tea Party”, evento histórico ocorrido em 16 de dezembro de 1773 e que desencadeou uma série de eventos que terminariam na independência dos EUA dois anos e meio depois.
John Hancock, rico e influente comerciante americano, foi um dos idealizadores e patrocinadores da invasão dos três navios da Companhia Britânica das Índias Orientais. Colonos disfarçados de índios entraram nas embarcações, pegaram todo o carregamento de chá e jogaram ao mar. John Hancock foi o primeiro a assinar a declaração de independência dos EUA e até hoje seu nome é sinômino de assinatura no país.
O Tea Party é um movimento que se define como popular, vive de doações privadas de cidadãos comuns. É formado e apoiado por americanos que amam a América e estão dispostos a lutar contra qualquer ameaça à segurança, soberania e ordem do país mais livre, próspero e bem sucedido da história da humanidade. Segundo seu estatuto, o Tea Party possui 15 crenças “não negociáveis”:
1. Imigrantes ilegais estão no país ilegamente
2. A defesa dos empregos domésticos é indispensável
3. Forças armadas robustas são essenciais
4. Grupos de interesse e lobistas devem ser retirados da vida pública
5. Posse legal de armas é sagrada
6. O governo precisa ser reduzido
7. As contas públicas devem ser equilibradas
8. O déficit público tem que acabar
9. Programas de resgate de empresas e pacotes de estímulos são ilegais
10. É preciso reduzir os impostos sobre renda
11. É preciso reduzir os impostos para empreendedores
12. Políticos devem estar disponíveis para o cidadão comum
13. A intromissão do governo na vida do cidadão deve ser freada
14. O inglês é a língua oficial do país
15. Valores da família tradicional devem ser encorajados
Tea Party ganhou as ruas em 2010, ano de eleição legislativa em que o Partido Republicano foi francamente beneficiado pela participação do movimento na vida pública. A imprensa, é claro, ficou horrorizada e até hoje promove uma perseguição absurda, fruto de um patrulhamento ideológico abjeto, ao Tea Party. O movimento não se intimidou em 2010, em 2012 e agora em 2014, ajudando a dar uma vitória realmente acachapante para a direita americana contra os inimigos internos do país.
Que os brasileiros de bem, que foram às ruas dia 15 deste mês de novembro, inspirem-se nos bravos americanos do Tea Party e não se intimidem com o assédio moral da imprensa, dos CQCs da vida, e continuem mostrando que o quarto poder da república é você.

Sponholz: As pesquisas do baiano bolivariano.


quarta-feira, novembro 26, 2014

EXCLUSIVO: BRASIL SOFRE GOLPE DE ESTADO COMUNISTA EM CÂMERA LENTA. FOI ASSIM NA VENEZUELA E EM VÁRIOS PAÍSES LATINO-AMERICANOS.


O vídeo acima mostra episódios de contestação de parlamentares oposicionistas ao golpe executado pelo PMDB no Congresso, já que esse partido preside ambas as Casas, a Câmara e o Senado. O objetivo da trama é rasgar a LDO, adaptando-a aos interesses de Lula, Dilma e seus sequazes, leia-se: Foro de São Paulo. É disto que vou falar neste artigo. Prestem a atenção, particularmente os senadores e deputados da Oposição.
Constata-se nesse vídeo que os parlamentares oposicionistas, como líder Ronaldo Caiado, empenham-se em desconstruir e denunciar a armação comanda por Renan Calheiros, que na condição de presidente do Senado preside o Congresso. Renan, do alto de seu impassível cinismo pisoteou o Regimento Interno, a lei do Congresso que rege a condução dos trabalhos parlamentares.
Nesta minha rápida análise não vou me ocupar do que ocorreu nos debates em torno da votação da LDO. Os jornalistas que cobrem o Congresso já o fizeram e está em diversos jornais e sites noticiosos. Recomendo que leiam o resumo dos acontecimento no site da revista Veja que é o único que ainda oferece um adequado nível de confiabilidade. Esqueçam portanto Folha de S. Paulo, Estadão, Rede Globo e congêneres.
O que eu quero chamar atenção dos leitores e inclusive dos próprios parlamentares da oposição é justamente aquilo que não será apontado por nenhum analista político da grande mídia e também por nenhum senador ou deputado da oposição, ainda que se louve o trabalho de lideranças como o deputado e senador eleito Ronaldo Caiado.
Refiro-me ao fato de que o fulcro dos debates gira em torno da ilegalidade do ato praticado pelo governo da Dilma. Circunscreve-se apenas ao fato - que reconheço sem nenhuma dúvida ser de alta gravidade - de que o governo do PT com o apoio do PMDB está rasgando a Lei de Diretrizes Orçamentárias, promovendo uma maquiagem e atira no lixo a responsabilidade fiscal, facultando ao governo fazer uso do dinheiro público da maneira que lhe der na telha. Em outras palavras, o PT está jogando no lixo da reponsabilidade fiscal que lá atrás, quando estava na oposição, já havia votado contra.
O que de fato está ocorrendo e que não entrou no debate até agora sobre a maquiagem desse dispositivo legal fundamental para controlar o gasto público, vincula-se aos objetivos do famigerado Foro de São Paulo, a organização comunista bolivariana fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 e que tem por objetivo transformar todos os países latino-americanos em repúblicas comunistas bolivarianas.
Como já me referi em outras oportunidades, a investida do movimento comunista internacional no século XXI difere completamente do velho comunismo que desabou com o esfacelamento da União Soviética e a queda do Muro de Berlim. Aliás, esses dois eventos são os marcos fundamentais do início de uma nova estratégia do comunismo. Em linhas gerais, os comunistas do século XXI não estão mais fazendo guerra de guerrilhas nas selvas e nem assaltando bancos. Eles utilizam as próprias instituições democráticas para destruir a democracia. Dentre essas instituições estão o processo eleitoral, o Legislativo e o Judiciário.
O erro fatal da oposição é tratar o PT como um partido democrático, quando na verdade o PT é um movimento comunista e não um partido político normal. Acabar com a lei de responsabilidade fiscal é mais um passo dado de acordo com o projeto de dominação total do Foro de São Paulo. Ou alguém é capaz de imaginar que aquilo que agora está acontecendo não estava planejado? É claro que estava! 
Ao ser aprovada essa degola da LDO, que parece ser favas contadas nesta altura dos acontecimentos, o Foro de São Paulo dá um passo praticamente definitivo para enterrar a democracia e a liberdade. O Executivo passa a se sobrepor ao Legislativo que se tornará uma instituição decorativa e simplesmente homologatória dos atos do governo, como já acontece atualmente na Venezuela. Lá, inclusive, o Senado foi simplesmente fechado. O sistema legislativo passou a ser unicameral, com uma Assembléia Nacional de deputados, sob o estrito controle do chavismo. Neste estágio do avanço comunista bolivariano a oposição é apenas mantida para conferir um verniz de suposta “legalidade democrática”. E, quando por ventura, o caldo engrossa, a ditadura bolivariana manda às favas qualquer pudor político encarcerando e torturando dissidentes e até mesmo o principal líder oposicionista, como no caso da Venezuela, onde permanece preso, entre outros políticos, o coordenador do partido Vontade Popular, o economista e professor Leopoldo Lopez.
Este é o esquema do Foro de São Paulo, ou seja, o que se conceitua como “socialismo do século XXI”, onde aparentemente permanecem em funcionamento as instituições democráticas, porém totalmente aparelhadas pelo partido. Isto já está acontecendo em toda a América Latina, com destaque para Venezuela, Equador, Bolívia, El Salvador, Nicarágua e Argentina e o Brasil. Escapam, por enquanto, o Paraguai, o Chile e a Colômbia, embora também esses países vivam sob constante ameaça e assédio do Foro de S. Paulo e até mesmo dos terroristas comunistas das FARC, como e o caso da Colômbia..
Verão que o vídeo acima, ao que parece editado pelo próprio Partido Democratas - DEM, encerra com a seguinte pergunta: “Como é que se pode conseguir o impeachment da presidente, se o Congresso que vai aprová-lo é cúmplice dela?”
Com se viu até aqui dá para ter uma ideia de quanto o debate político que se trava no Congresso, como também ocorreu na campanha eleitoral, está divorciado de uma terrível realidade, já que se perde em debates técnicos, burocráticos, legais e administrativos, fato que emascula a discussão essencial, de extrema gravidade e que está na esfera política e ideológica, ou seja, as instituições democráticas do Brasil estão sendo golpeadas em câmera lenta. Há 12 anos, ou seja, desde que o PT ascendeu ao poder!
Por todas essas razões é que faz sentido os apelos que circulam principalmente pelas redes sociais no Brasil defendendo uma intervenção militar constitucional de modo a impedir que a democracia e a liberdade dos brasileiros sejam golpedas. Se os próprios parlamentares oposicionistas admitem o aparelhamento completo do Poder Legislativo pelos cupinchas de Lula, expresso agora de maneira escancarada e cínica, que alternativa restará à sociedade brasileira?

terça-feira, novembro 25, 2014

CONHECIDA CAÇADORA DE CORRUPTOS NOS ESTADOS UNIDOS NA COLA DOS ENVOLVIDOS NO PETROLÃO. PETROBRAS JÁ FOI NOTIFICADA.

Durante conferência em Washington sobre a Lei contra Atos de Corrupção no Exterior, a procuradora-geral assistente do Departamento de Justiça do governo dos Estados Unidos, Leslie Caldwell, responsável pelos casos de corrupção ocorridos fora do território americano, defendeu a prisão de mais pessoas corruptas, em vez de punir companhias e seus acionistas. “O nosso histórico de sucessos nesses processos (mais recentes) nos permite mostrar aos executivos que, se eles participam de atos de corrupção, como influenciar indevidamente um funcionário público estrangeiro, individualmente terão uma perspectiva muito real de ir para a prisão”, disse ela, segundo de Daniel Fariello, do jornal O Globo.
A Petrobras admitiu ter sido notificada da investigação aberta pela SEC (a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) sobre os casos de corrupção revelados pela OperaçãoLava Jato, da Justiça Federal do Paraná. A legislação americana permite ao Departamento de Justiça e à SEC, com dose extra de rigor, investigar e punir empresas estrangeiras, sob alegação de que elas podem comprometer a competitividade de companhias americanas. Os casos são ainda mais rigorosos quando as empresas têm ações ou ativos nos EUA ou competem com empresas globais, como a Petrobras.
Caso a Justiça americana comece a responsabilizar e punir com cadeia executivos de empresas envolvidas em fraudes, dirigentes da Petrobras e de empresas envolvidas nos escândalos da estatal poderão ser impedidos de pisar em solo americano e até em outros países, sob risco de prisão.
Se forem responsabilizados nos EUA, pode-se repetir com eles a situação do deputado Paulo Maluf (PP-SP). Indiciado pela Justiça de Nova York em 2007 por roubos de fundos públicos, transferência de recursos de origem ilícita e conspiração, Maluf seria preso se pisasse nos EUA. A partir de 2010, a situação se agravou com sua inclusão na difusão vermelha da Interpol. Isso o impede de deixar o Brasil e de passar por qualquer um dos 188 países signatários da organização policial internacional.
Uma eventual condenação pela Justiça americana, porém, não pode redundar em prisão no Brasil e em extradição, já que a Constituição impede a extradição de brasileiro nato. Assim, eles só serão presos no Brasil se condenados aqui.
Se a Operação Lava-Jato levou para a prisão presidentes e diretores de grandes empreiteiras tradicionais, e pôs em xeque as operações da maior empresa do Brasil, nos EUA a Petrobras, seus executivos e conselheiros deverão enfrentar rigor ainda maior. No âmbito das pessoas jurídicas, os EUA tendem a punir as empresas não só pelos atos, mas pela falta de controles anticorrupção, explica Richard Craig Smith, chefe de Investigações Regulatórias e Governamentais do escritório Norton Rose Fullbright em Washington, e ex-procurador do DoJ.
- As empresas também podem ser consideradas vítimas de processos de corrupção pelas autoridades americanas, mas apenas se tiverem os controles internos e comprovarem que seus processos são suficientemente acurados para indicar essas situações – disse Smith. Do site Diário do Poder

Sponholz: Uma conhecida digital marca o petrolão!


O POVO BRASILEIRO NÃO SUPORTA MAIS A MORDAÇA ANESTÉSICA QUE OS POLÍTICOS VAGABUNDOS E A MÍDIA MENTIROSA E VENAL DESEJAM LHE IMPOR

O povo na avenida Paulista, em São Paulo, em passeata gigantesca contra o PT e o Foro de São Paulo, no dia 15 de novembro de 2014, apesar da grande mídia que fez de tudo para esvaziar essa manifestação legitima que foi organizada por meio das redes sociais.
O texto que segue após este prólogo é o editorial da primeira edição impressa do jornal Mídia Sem Máscara, a versão em papel do tradicional site que foi fundado pelo jornalista, escritor e filósofo Olavo de Carvalho. Para comprar o Mídia Sem Máscara impresso, clique aqui e não deixe de ler este texto que reflete o clima de mal-estar que toma conta da maioria do povo brasileiro, principalmente depois da misteriosa apuração do segundo turno da eleição presidencial e que vem crescendo turbinado pelos explosivos escândalos protagonizados pelos filhotes do Foro de São Paulo, a organização comunista transnacional fundada por Lula e Fidel Castro e que comanda a política em toda a América Latina e tem por objetivo transformar o Brasil numa republiqueta comunista de viés cubano-venezuelano.
Este blog, como os ilustres leitores podem notar, não dará mais links e nem reproduzirá textos da grande mídia nacional, principalmente os jornais vagabundos e mentirosos como a Folha de S. Paulo, Estadão, O Globo e similares. Este blog tem um compromisso radical com a democracia representativa e as liberdades civis e, muito especialmente, o direito individual e jamais abrirá mão deste compromisso.
Endosso o editorial do Mídia Sem Máscara que tem a assinatura do grande Olavo de Carvalho. E acreditem, este editorial sintetiza aquilo pulsa de forma inistente e sem trégua nos corações e mentes dos brasileiros decentes e honestos enojados que estão de ver a Nação vilipendiada pelo bando de psicopatas que está no poder. A luta para desalojá-los do aparelho estatal está apenas começando. Leiam:
A VOZ DO POVO
O Brasil é o único país da galáxia no qual apuração secreta é coisa democrática e exigir recontagem de votos é antidemocrático. O tom de aparente sinceridade, até de inocência, com que tantas pessoas consideradas cultas enunciam esses julgamentos mostra que os últimos vestígios de educação política desapareceram do cérebro nacional. Só a educação política? Não. A racionalidade em geral. A total insensatez tornou-se critério de normalidade.
Carl Schmitt, o desafortunado filósofo que meio involuntariamente ajudou a formular os planos do Estado nazista, definia a política como aquele campo da atividade humana no qual nenhuma resposta racional às dúvidas é possível e onde, portanto, só o que resta é reunir os "amigos" contra os "inimigos".
Há muitas situações que são incontornavelmente políticas, nesse sentido. Uma eleição é o exemplo mais típico. É impossível provar racionalmente que X será melhor ou pior governante que Y. Pode-se conjeturar o futuro em termos de probabilidade razoável, mas nem todos os melhores cálculos probabilísticos do mundo, somados, poderão jamais eliminar a sua própria margem de erro e provar racionalmente que ninguém deve apostar nela. A decisão, portanto, é política em sentido estrito.
Apuração de votos, no entanto, não é uma questão política de maneira alguma. É uma questão de aritmética e de verificação idônea.
Também não é de maneira alguma uma tomada de posição política afirmar que uma apuração secreta, inacessível a qualquer averiguação popular ou recontagem de votos, é uma aberração autoritária incompatível com a idéia de “democracia”, mesmo tomada na sua acepção mais elástica. É uma questão de lógica, de pura comparação de conceitos.
E não é uma questão política saber o sentido da palavra “democracia”. É uma questão de consulta ao dicionário. Democracia sem transparência, democracia onde todo mundo é obrigado a aceitar, sem questionamentos, a palavra de um funcionário estatal altamente suspeito de parcialidade e o parecer técnico de uma empresa já mil vezes acusada de fraude, não é democracia em nenhum sentido identificável da palavra. No entanto, todo o establishment político e midiático deste país, todas as mentes iluminadas e pessoas maravilhosas repetem que é, e chamam de “extremista de direita” quem insista em exigir eleições limpas, com apuração controlada pelo povo. Quem é extremista, nós ou o beautiful people que quer nos fazer engolir essa politização forçada, esse schmittianismo psicótico?
O simples fato de que respondam com uma rotulação ideológica pejorativa a uma afirmação auto-evidente já mostra que querem transferir a discussão do campo da razão para o da guerra política nua e crua. Não querem saber se você diz a verdade. Só o que lhes interessa é se você está no grupo dos “amigos” ou dos “inimigos”. E no mesmo instante em que fazem isso têm ainda a cara de pau de discursar contra o “fanatismo” e a “radicalização”.
Apuração secreta é fraude. É fraude em si mesma, independentemente de pequenas fraudes pontuais que possam ocorrer também. É fraude e é a negação ostensiva de todo princípio democrático.
Não podemos aceitar essa imposição de maneira alguma, quer venha do governo, da mídia chique ou de uma oposição vendida, frouxa e cúmplice.
Muito menos é uma questão política saber se o Foro de São Paulo é ou não é a maior e mais poderosa organização política que já existiu no continente, se nele se irmanam ou não se irmanam partidos legais com organizações criminosas, se nele os destinos das nações são ou não são decididos em segredo, pelas costas dos povos. Tudo isso é fato tão bem documentado que até os mais fiéis e destacados membros dessa organização o confessam. O sr. Lula em primeiro lugar.
Mas, para os nossos políticos que se dizem “de oposição”, falar disso é “extremismo de direita”. São eles que politizam tudo, são eles que fogem do campo dos fatos verificáveis para o dos carimbos ideológicos.  E, no entanto, os extremistas somos nós.
Continua vigorando, com total e unânime aprovação da classe política, o acordo que segundo o sr. Fernando Henrique Cardoso existe entre o seu partido e o PT: Nada de divergências ideológicas ou estratégicas, apenas disputa de cargos, donde a redução do confronto partidário a dois itens : corrupção e má administração. Isso é disputa de prefeitura do interior. É rebaixamento da República brasileira à condição de papagaio amestrado, que só diz o que o dono manda.
Por mais "dura" que seja a oposição prometida por quem se autonomeia opositor no Congresso Nacional, enquanto ela se limitar a questões de incompetência administrativa e roubo, sem mencionar o maior dos crimes, que é o Foro de São Paulo, continuará subserviente ao pacto de contornar divergências ideológicas.
É esse tipo de mordaça anestésica que o povo não suporta mais. É por isso que, saltando por cima dos representantes que se recusam a representá-lo, hoje ele sai às ruas para dizer o que eles não querem que ninguém diga.
Pois agora vão ter de ouvi-lo e segui-lo, ou ficar para trás e ser jogados na lata de lixo do esquecimento. Do site Mídia Sem Máscara

AO PISOTEAR A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL DILMA COMETE CRIME DE RESPONSABILIDADE E ABRE A PORTA PARA PROCESSO DE IMPEACHMENT



O senador Aloysio Nunes disse em entrevista à TVEJA neste vídeo que a oposição vai trancar a pauta e impedir a votação no texto que altera a LDO para eliminar a meta de superávit de 2014. Mas segundo o parlamentar, ainda que a lei seja alterada o crime já foi cometido. “No rigor da lei há motivos para processo de impeachment de qualquer forma”, afirmou o senador, nesta entrevista à jornalista Joice Hasselmann. Veja esta entrevista e leia o texto abaixo para saber tudo o que está sendo tramado pelo governo do PT com a conivência dos vagabundos, imorais, picaretas e mentirosos do PMDB e seus sequazes.
Em uma força-tarefa capitaneada por parlamentares governistas, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta segunda-feira, após três horas de dessão, o texto-base do projeto do Executivo que autoriza o governo a descumprir a meta de economia prevista para o pagamento da dívida pública, o chamado superávit primário. O texto foi enviado ao Congresso há duas semanas e acaba com o limite fixo de 67 bilhões de reais para o abatimento das desonerações tributárias e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A medida ainda tem de ser aprovada em plenário, o que pode acontecer já nesta terça-feira durante sessão do Congresso Nacional. Os parlamentares ainda permanecem no Congresso para a votação dos destaques.
Na semana passada, a matéria foi aprovada a toque de caixa na comissão graças a uma manobra de aliados do Planalto. Sob protesto da oposição, a sessão foi anulada e retomada nesta segunda, dia atípico de trabalhos deliberativos no Congresso Nacional. No esforço para a  aprovação do projeto, outras três reuniões da CMO estavam agendadas para esta terça-feira, mas, com o apoio da “tropa de choque” governista, entre eles dos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), o texto foi aprovado já nesta noite após mais de duas horas de sessão.
PROPOSTA DO PT É CRIMINOSA!
A proposta encaminhada ao Congresso permite que o governo desconte do resultado primário os gastos com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias concedidas em 2014. O Ministério do Planejamento justificou a mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) devido ao baixo crescimento da economia brasileira. Se aprovado, na prática, o projeto desobriga o Executivo de realizar um superávit, já que de janeiro a setembro os gastos com o PAC somam 47,2 bilhões de reais e as desonerações chegam a 75,7 bilhões de reais, segundo dados do Tesouro. E esse montante total de 123 bilhões de reais deve subir até o fim do ano.
“Esse é mais um momento de muita preocupação para essa Casa, que não tem nada a ver com o crime praticado pelo governo da presidente Dilma em omitir da população o não cumprimento da meta fiscal. A presidente apresentou nos últimos dias do ano um projeto para tentar transferir para o Congresso Nacional essa responsabilidade. O governo simplesmente apresenta um projeto para não ter responsabilidade com nada e a partir daí todo crime realizado será convalidado por essa Casa”, disse o líder do DEM, o deputado Ronaldo Caiado (GO). “Qualquer atitude que comprometa o orçamento é crime. Não somos nós que estamos dizendo isso, está na Constituição. A não ser que vamos aprovar aqui uma anistia a todos os consumidores, porque é o que o governo federal está querendo. O que o governo vai dizer agora quando as dívidas não forem pagas? Que está tudo bem? O que o governo está sinalizando é que a lei de Responsabilidade Fiscal não vale nada para o país”, afirmou o deputado Izalci (PSDB-DF).
JUCÁ, O CARA DE PAU.
O texto aprovado nesta segunda traz apenas uma mudança em relação ao encaminhado pelo governo: a que troca a expressão “meta de superávit” por “meta de resultado”, já que não se sabe se 2014 fechará com déficit ou com superávit primário. A alteração foi feita pelo relator Romero Jucá (PMDB-RR). Deputados e senadores de oposição apresentaram 80 emendas – todas rejeitadas pelo relator.
A aprovação da matéria dá aval para a presidente Dilma Rousseff anunciar o novo ministro da Fazenda. Na semana passada a presidente chegou a escolher o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy para comandar a pasta, mas decidiu aguardar a deliberação da proposta no Congresso Nacional. Com isso, o novo titular da Fazenda seria anunciado em cenário onde o governo teria resolvido, ainda que por meio de manobra, o desajuste fiscal.
TUMULTO: OPOSIÇÃO PRESSIONA
A aprovação do projeto se deu em meio a tumulto e bate-boca entre parlamentares governistas e de oposição. A confusão começou após o presidente do colegiado, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), encerrar a discussão sem dar a palavra ao deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), inscrito entre os oradores. O tucano elevou o tom contra Ribeiro: “Eu me inscrevi para falar. Eu não sou moleque”, disse, aos gritos e com o dedo em riste. “Ninguém é moleque aqui. Vossa Excelência fique calado. Eu gostaria que Vossa Excelência se sentasse”, rebateu. No plenário, um grupo de manifestantes ergueu faixas de protesto criticando a medida do governo. A maior parte dos protestantes não pôde entrar na sala da CMO. Do site da revista Veja

segunda-feira, novembro 24, 2014

REDES SOCIAIS E MANIFESTAÇÕES ANTI-PT PODEM LEVAR AO IMPEACHMENT DA DILMA. PETISTAS ESTÃO APAVORADOS E ECOMENDARAM PESQUISA PARA MEDIR INSATISFAÇÃO DOS BRASILEIROS.

Mais uma fotomontagem das milhares que circulam pelas redes sociais ridicularizando o PT e os petistas. Clique sobre a imagem para vê-la ampliada.
Uma das notícias mais interessantes desta segunda-feira é que o PT está apavorado com o antipetismo que se espalha como uma rastilho de pólvora por todo o Brasil. Mas não é só isso. O PT teme o movimento oposicionista surgido nas redes sociais que resultou na mega manifestação anti-PT em São Paulo e em praticamente todas as capitais e cidades mais importantes do Brasil. E o principal: o PT, segundo reportagem do site do Estadão, considera que essa reação em ampla escala contra o PT pode servir como sustentáculo popular para pedidos de impeachment da Dilma.
Essa matéria do Estadão, como tantas outras do mesmo naipe, é daquelas matérias apaixonadas onde o repórter, normalmente um lacaio de Lula e seus sequazes, derrama lágrimas pelo fato de que o PT passou a ser odiado de Norte a Sul do país.
Não forneço mais links de reportagens do Estadão, Folha de S. Paulo e O Globo. Não irei me referir mais à grande mídia, com exceção da revista Veja e seu site.
Aqui neste blog esses vagabundos e mentirosos da grande mídia brasileira que vivem lambendo o rabo dos comunistas não serão mais mencionados.
Feita esta rápida digressão retorno ao assunto principal. Segundo consta, o PT encomendou uma pesquisa para um tal instituto Marissol (seria uma extensão do Ibope ou DataFolha?) Eis aí o que parece ser uma boa pauta de jornalismo investigativo, haja vista como se sabe, está lá no site do Governo, que o Ibope presta serviços de pesquisas qualitativas para o governo do PT.
Mas essa matéria do Estadão é tão ridícula, mas tão ridícula e subserviente em relação a Lula e seus sequazes, que o repórter informa que a pesquisa qualitativa a ser realizada busca descobrir por que a maioria do povo brasileiro está cuspindo na cara da turma do PT. E isso não deixa de ser até mesmo cômico, quando sabe sabe que o PT está completamente desmoralizado não só pelas roubalheiras, mas sobretudo pelo seu plano de instalação de um sistema comunista bolivariano no Brasil. As pessoas levaram mais de uma década para perceber. E agora perceberam. Agora já sabem o que é o Foro de São Paulo, já sabem qual é a estatura moral do PT e já sabem exatamente o que pretendem Lula e seus sequazes.
E não são apenas meia dúzia de brasileiros que sabem de tudo isso. São milhões! e desta feita contam com as redes sociais e os blogs independentes que Lula, o bebum de Rosemary, pretende por isso mesmo censurar, calar.
E o movimento anti-PT que está longe de qualquer partido político, até porque o os ditos de oposição nada fazem, não irá parar. As manifestações anti-PT estão apenas começando.
Foi assim recentemente na Tailândia, uma monarquia constitucional e democrática. O volume de corrupção e sacanagens variadas promovidas pelo Partido Vermelho de lá foi tão grande que o povo foi para as ruas. O Partido Vermelho os recebeu a bala! Morreu gente.
O povo então mobilizado pediu ao Rei uma intervenção militar que depôs o governo, prendeu a primeira ministra vermelha e seus asseclas e novas eleições foram marcadas.
A matéria do Estadão que acabo de me referir pode ser até mesmo algum balão de ensaio. Poder ser mais uma armação do próprio PT. Não se pode mais acreditar na grande mídia brasileira. Os jornalistas em 99% da categoria, são esbirros do PT. Tanto é que eles mesmos defendem a censura à imprensa, que o PT denomina de ‘controle social da mídia’ a ser exercido por os tais conselhos populares previstos no dec. 8.243 que já foi derrubado na Câmara, mas precisa passar pelo Senado. Os senadores vagabundos do PMDB estão usando esse decreto que liquida com o próprio parlamento para negociar com o PT cargos e interesses políticos.
Nada disso que discorri neste texto é ventilado pela grande mídia brasileira que perdeu totalmente a confiabilidade por ter se tornado serviçal do PT e do Foro de São Paulo.
Cuspam nesses jornais! Boicotem a grande imprensa. Desliquem a televisão. Troquem tudo isso pela mídia alternativa da internet e blogs independentes como este aqui.
Olha, pessoal. Eu até que gostaria de escreve textos analíticos sérios e bem elaborados. Mas confesso que esses políticos vagabundos e ladravazes e mentirosos não merecem a mínima consideração.

Sponholz: 'Nera', a imperadora do petrolão!


A VINGANÇA DE PAULO FRANCIS

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Em seu artigo, “Justiça a Paulo Francis, Ainda que Tardia”, de 23/09/2014, a professora de Direito Internacional da Universidade de São Paulo, Maristela Basso, recorda que anos atrás, no programa Manhattan Connection, Paulo Francis “sugeriu a privatização da Petrobras e chamou atenção para o fato de que seus diretores desviavam dinheiro para contas na Suíça, e era preciso investigar”. Mas, o jornalista não tinha as provas necessárias, sendo então denunciado pelo presidente da Petrobras, Joel Rennó e mais sete diretores que o processaram através do Poder Judiciário dos Estados Unidos.  “A indenização aos diretores, mais custas e honorários foi estipulada em 100 milhões de dólares”, quantia impossível de ser paga por Paulo Francis. Como consequência ocorreu sua morte, em fevereiro de 1997, em Nova Iorque, por um enfarte fulminante.
O que diria hoje o brilhante Francis diante do assombroso, estrondoso, o mais gigantesco escândalo entre os muitos ocorridos no governo petista, chamado de petrolão e que agora começa vir à tona graças ao eficiente trabalho do juiz Sérgio Moro, da Polícia Federal e do Ministério Público?
Durante anos funcionários de carreira foram alçados por Lula a diretores da Petrobras. Eles funcionavam como receptadores de empreiteiras, que pagavam propinas para obter contratos de grandes obras da Petrobras, sendo que 1% a 3% eram repassados a partidos como o PT, PMDB e PP, segundo se sabe até agora. Tais repasses faziam com que as empreiteiras superfaturassem o custo das obras.
Ao mesmo tempo, um intricado sistema de lavagem de dinheiro era organizado pelo doleiro Alberto Youssef, que se encontra preso e optou pela delação premiada. Também o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto da Costa, que se encontra em prisão domiciliar, seguiu o caminho da delação expondo juntamente com Youssef o assalto á Petrobras, do qual ambos participaram assiduamente.
Mais prisões aconteceram como a do ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, indicado pelo mensaleiro José Dirceu, de quatro presidentes de grandes empreiteiras e de 15 executivos, na 7ª etapa da Operação Lava Jato denominada Juízo Final. O chamado “operador” do PMDB, Fernando Antonio Falcão Soares, cognome Fernando Baiano, entregou-se a polícia depois de permanecer foragido e deve ter grandes falcatruas a contar se optar pela delação premiada. Muitos outros ainda devem comparecer á Justiça, pois há uma extensa relação de políticos cujos nomes permanecem em sigilo.
A perda da Petrobras com os desvios pode chegar a 21 bilhões, segundo o banco americano Morgan Stanley. Tudo se passou durante os mandatos de Lula da Silva, sendo que Dilma Rousseff deles participou como ministra de Minas e Energia, depois ministra da Casa Civil, tendo sido também presidente do Conselho da Petrobras. Rousseff foi eleita presidente da República e a roubalheira se estendeu pelos quatro anos de seu primeiro mandato.
Por isso, quando petistas com aquele cacoete de atribuir sempre aos outros seus erros, falam que a culpa de tudo é dos governos anteriores, estão certos. Anteriormente foram oito anos de Lula da Silva e quatro de Dilma Rousseff. Mesmo assim estes não viram, não ouviram, não sabem de nada.
Some-se aos descalabros da Petrobras a condição econômica do País. Como bem resumiu Celso Ming, “a situação atual é de paradeira, alta inflação, contas públicas degradadas e deterioração das contas externas” (O Estado de S. Paulo, 19/11/2014).
Diante de tantas dificuldades o PT vai chocando seus ovos de serpente, dos quais na hora certa nascerão venenosíssimas urutus. Entre eles  podem ser citados:
1 – O Decreto 8.243 que constitui os Conselhos populares, espécie de sovietes compostos pelos chamados movimentos populares ligados e sustentados pelo PT. Caberá a eles se sobrepor ao Legislativo e ao Judiciário. O Decreto já foi rejeitado pela Câmara, mas deverá voltar ao Congresso.
2 – O recente manifesto do PT que aponta para o objetivo de alcançar a hegemonia e se refere, entre outras coisas de cunho autoritário, à censura dos meios de comunicação.
3 – A visita não oficial ao Brasil de Elias Jaua, ministro-chefe das milícias bolivarianas da Venezuela. Posteriormente ele aparece no vídeo de um canal de TV estatal venezuelana assinando um convênio com o MST na cidade de Guararema, a 80 quilômetros de São Paulo. Esses convênios na verdade são cursos de treinamento para a revolução socialista.
4 – A insidiosa campanha contra a polícia acusada de matar pessoas. Não se menciona o número de assassinatos de pessoas por bandidos, nem quantos policiais morreram heroicamente para proteger a população. Só falta pedir que a polícia ande desarmada para enfrentar facínoras fortemente armados.
Diante de tanta degradação e de um futuro nebuloso, o que diria o brilhante polemista, o corajoso jornalista Paulo Francis? Pena que ele não pode mais se expressar, mas, pelo menos está vingado. 
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é sócióloga www.maluvibar.blogspot.com.br