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quinta-feira, março 31, 2016

ENTREVISTA BOMBA! ENGENHEIRO DA PETROBRAS REVELA QUE AVISOU DILMA DA COMPRA SUPERFATURADA DE PASADENA.

Otávio Pessoa Cintra: revelação bombástica. Foto: Veja/Marcelo Tabach
Sua identidade nunca foi revelada, mas ele está no melhor lado da Lava Jato. Como informante, ajudou a Polícia Federal a dar os primeiros passos para desvendar o esquema de corrupção na Petrobras. Seu nome é Otávio Pessoa Cintra. Ele é engenheiro, tem 55 anos e é funcionário da estatal há 30 anos. De 2003 a 2005, Cintra ocupou o cargo de gerente da Petrobras América, braço da estatal no exterior, com sede em Houston, no Texas, Estados Unidos. Ali, ele teve contato com o escândalo que está na origem de tudo: a compra, altamente superfaturada, da refinaria de Pasadena, também em Houston. Em entrevista a VEJA, Cintra garante: "Pasadena era um projeto secreto". A história de Cintra mostra como um funcionário da estatal teve acesso a informações comprometedoras e tentou, sem sucesso, alertar seus superiores para o que estava acontecendo. Ele conta que mandou recado para a então ministra Dilma Rousseff na época. E soube, há dois anos, que seu recado chegou à destinatária. "Tomei conhecimento em 2014 que Dilma sabia de tudo."
O engenheiro conta que, no segundo semestre de 2005, já exasperado com as tentativas frustradas de denunciar a roubalheira na Petrobras, procurou o deputado Jorge Bittar, do PT do Rio de Janeiro, então influente na ala ética do partido. Na época, a Petrobras estava sob a presidência de José Sérgio Gabrielli. Cintra contou ao deputado o que sabia, deu detalhes do rombo de Pasadena e pediu que o assunto fosse levado a Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Em 2014, encontrou Paulo César de Araújo, o assessor que intermediara seu encontro com Bittar, e quis saber o destino de sua denúncia de nove anos atrás. A resposta que ouviu: "O Bittar levou o assunto ao Gabrielli e ao Gabinete Civil da Presidência da República". Depois desse diálogo, Cintra ficou certo de que Dilma foi informada do que se passava na Petrobras mas não tomou atitude alguma.
Otávio Cintra começou a auxiliar a Polícia Federal em 28 de abril de 2014. Prestou um depoimento formal no qual detalhou o que sabia sobre Pesadena, sobre operações ilegais envolvendo a compra de blocos de exploração de petróleo em Angola e casos de superfaturamento, além de citar nomes de funcionários que, mais tarde, se tornariam estrelas do escândalo, como o ex-diretor Nestor Cerveró, e o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Suas revelações foram registradas num documento de dezessete páginas, anexado ao processo da Lava Jato. A identidade do informante, no entanto, ficou sob segredo até agora.
Depois de prestar seu depoimento sigiloso à Polícia Federal, Cintra ainda tentou levar o assunto adiante. Procurou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que encaminhou o engenheiro ao deputado Antônio Imbassahy, então membro da CPI da Petrobras. Imbassahy tentou convocar Cintra para depor formalmente na CPI, ocasião em que poderia denunciar publicamente tudo o que sabia. O requerimento de sua convocação nunca foi votado. Clique AQUI para ler a entrevista 

'MORTADELA DAY': O DOM DE ILUDIR DO PT. QUEM PAGA A CONTA? SIGAM O DINHEIRO.

Kit Mortadela: Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Em mais um Mortadela Day, o PT promove manifestações bizarras nesta quinta-feira. Trata-se de uma mega-montagem, uma jogada de marketing com alto investimento. Os comunistas são assim mesmo. Eles são capazes de qualquer coisa para se manter no poder. Eles não têm o mínimo senso do ridículo e não hesitam a lançar o país inteiro na desgraça como fizeram na Venezuela. O esquema é o mesmo que aconteceu há 57 anos em Cuba. De lá para cá a primeira coisa que começou a faltar foram os alimentos. E a situação permanece assim desde que a família de Fidel Castro se tornou proprietáriia da Ilha.
O jornal online Metrópole, de Brasília, conforme anotou O Antagonista postou uma boa reportagem desse evento burlesco. O PT montou barracas onde distribuem o ‘kit-manifestação”: água e bandeiras. Em caminhões chegam as marmitas que são entregues de graça aos manifestantes fantasiados de vermelho. Alguns admitem que receberam R$ 30,00 a título de “ajuda de custo”, para vir a Brasilia. É um troço surrealista. Clique AQUI para ler a reportagem e ver mais fotos

SENADO VAI OUVIR CHANCELER SOBRE PLANO DE FUGA DE LULA PARA A ITÁLIA

A Comissão de Relações Exteriores do Senado vai pedir explicações ao chanceler Mauro Vieira sobre o plano secreto de fuga do ex-presidente Lula, revelado por VEJA. Reportagem desta semana de VEJAdetalha o plano sigiloso do petista para pedir asilo à Itália como suposto perseguido político e, na prática, escapar de uma provável punição a ser imposta a ele na Operação Lava Jato. O ministro de Relações Exteriores vai prestar esclarecimentos aos senadores às 10 horas do dia 14 de abril.
Nesta quinta-feira, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) apresentou requerimento para que o ministro Mauro Vieira prestasse informações sobre o plano de fuga de Lula. Para a senadora, como o Brasil tem estruturas democráticas sólidas, não se justificaria dar guarida ao ex-presidente.
Lula é investigado na Operação Lava Jato por ter recebido favores de empreiteiras que atuaram no petrolão e escondido patrimônio recebido dessas construtoras. Segundo reportagem de VEJA, para se livrar de ter de expiar a culpa atrás das grades, o petista pretendia pedir asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, e se apresentar como um perseguido político. Em troca da anistia, VEJA revelou que Lula aceitaria ficar dez anos fora do Brasil.
Também no dia 14 de abril, o ministro Mauro Vieira terá de dar explicações à CRE sobre circulares telegráficas do Itamaraty alertando embaixadas brasileiras sobre o risco de um "golpe" contra a presidente Dilma Rousseff. O autor dos telegramas, conforme informou o jornal O Globo, é o ministro Milton Rondó Filho, que chefia uma seção de combate à fome no Ministério. Depois do episódio, Rondó foi advertido e perdeu o direito de emitir quaisquer comunicações para as representações brasileiras no exterior. Do site de Veja

DEPUTADO ALELUIA DENUNCIA PETISTA GUILHERME BOULOS À PROCURADORIA DA REPÚBLICA POR INCITAÇÃO AO CRIME

Dep. José Carlos Aleluia
O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) entrou com representação na Procuradoria da República no Distrito Federal contra o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente do Povo Sem Medo, Guilherme Boulos. Na ação, o parlamentar baiano pede apuração de prática de infrações penais. “Em entrevistas à imprensa, o senhor Boulos vem incitando o crime. Com os movimentos que se diz liderar, ele ameaça tirar a paz do país, incendiando-o com greves, ocupações e mobilizações, se houver o impeachment da presidente Dilma e for decretada a prisão de Lula”, diz Aleluia.
Para o deputado democrata, a conduta do coordenador do MTST se constitui em grave atentado à paz pública ao incitar, estimular e instigar publicamente a prática de ato criminoso. “O senhor Boulos já anuncia atos desta natureza criminosa em várias cidades do país. Ele não pode ficar impune. O delito de incitação ao crime, de acordo com o Código Penal, prevê pena de três a seis meses de detenção ou multa”.
Na representação, Aleluia requer que o Ministério Público Federal instaure inquérito para apuração da conduta criminosa prevista nos artigos 286 e 288-A do Código Penal. “O Brasil não pode virar o paraíso dos foras da lei, como pretende esse senhor Boulos, que, desrespeitando as leis de nosso país, quer estabelecer sua vontade no grito, de maneira violenta, ilegal e autoritária. Ele precisa entender que vivemos sob o estado democrático de direito. O Brasil não é a Venezuela”, assinala o deputado. Do site Diário do Poder

Sponholz: The end.


quarta-feira, março 30, 2016

DILMA ROUSSEFF NÃO ESCAPARÁ DO IMPEACHMENT. SOBRAM CRIMES DE RESPONSABILIDADE.

Juristas Janaína Paschoal e Miguel Reale Jr. deram uma aula de direito em suas argumentações irrefutáveis, além das provas concretas, de que houve o crime de responsabilidade de Dilma Rousseff. A turma do PT pode espernear, mas o impeachment é favas contadas. Foto: Veja.
Em sessão tumultuada, os juristas que apresentaram denúncia contra a presidente Dilma Rousseff prestaram depoimento nesta quarta-feira à comissão do impeachment. Aos deputados, o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior e a advogada Janaína Paschoal acusaram a presidente da República de recorrer a expedientes que configuram tanto o crime de responsabilidade quanto crimes comuns ao maquiar os cofres públicos e fazer promessas durante a campanha eleitoral que, por causa do déficit fiscal, não poderiam ser cumpridas. "Crime não é apenas pôr a mão no bolso do outro e tirar dinheiro. Crime também é eliminar as condições desse país de ter desenvolvimento, cuja base é a responsabilidade fiscal", disse Reale Júnior.
Os juristas são autores da denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma. O fundador do PT, Hélio Bicudo, também assina o documento. Ele não compareceu à sessão nesta quarta, mas esteve representado por sua filha, Maria Lúcia.
DILMA E O PT ESTÃO FERRADOS
Os autores da ação acusam a presidente de infringir a lei brasileira em ao menos três momentos: na prática das chamadas pedaladas fiscais, já condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na edição de decretos financeiros sem a autorização do Congresso, o que é proibido, e no comportamento "omisso-doloso" de Dilma no episódio do escândalo do petrolão. "Eu tenho visto várias frases que dizem que impeachment sem crime é golpe. Essa frase é verdade. A questão é que estamos diante de um quadro que sobram crimes de responsabilidade", afirmou a advogada Janaína Paschoal.
"Foi necessário baixar decretos não autorizados, abrindo credito não autorizado, quando se sabia que o superávit não era real. Foi necessário lançar mão de pedaladas fiscais porque do outro lado estava acontecendo uma sangria. Isso tudo é um conjunto de uma mesma situação que, ao meu ver como eleitora, como cidadã brasileira, mostra que nós fomos vítimas de um golpe. Para mim, vítima de golpe fomos nós", continuou Paschoal.
SEQUESTRARAM A ESPERANÇA
De forma didática, Reale Júnior comparou as maquiagens feitas no orçamento a um cheque especial. "As pedaladas fiscais se constituíram num expediente malicioso por via do qual foi escondido o déficit fiscal que transformaram despesa em superávit. Falseou-se o superávit primário, falseou-se a existência de uma capacidade fiscal que o país não tinha", disse o ex-ministro da Justiça. "É tal como um cheque especial: jogou-se para frente uma imensa dívida que só com relação às pedaladas fiscais alcançou 40 bilhões de reais. Essas dívidas não foram registradas. Isso constitui crime de falsidade ideológica, que é omitir declaração juridicamente importante", continuou, reforçando que a prática continuou acontecendo em 2015, ou seja, no atual mandato de Dilma.
"O que aconteceu é que de repente percebeu-se que o Estado estava falido. E a consequência foi emissão de títulos e aumento dos juros que tinham sido artificialmente reduzidos. Esse aumento levou a um processo inflacionário, a uma redução da atividade econômica, e o que é pior de tudo, levou à expectativa de mudança (...) à perda da confiança e da credibilidade. Sequestraram a nossa esperança", continuou Reale Júnior.
Ao fim das explanações, os juristas foram aplaudidos de pé por deputados pró-impeachment. Eles ergueram, ainda, cartões vermelhos que carregavam a frase "impeachment já". Parlamentares governistas, por outro lado, acusaram os autores de denúncia de transformarem a comissão em um comício político.
Nesta quinta-feira, será a vez de depoentes ligados ao governo prestarem esclarecimentos. Participarão da comissão o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ricardo Lodi Ribeiro. Do site de Veja

KATIA ABREU, A NEO-COMUNA, QUERIA FICAR NO MINISTÉRIO DA DILMA CONTRARIANDO DECISÃO DE SEU PARTIDO, O PMDB.

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu (PMDB), foi flagrada trocando mensagens de texto nesta quarta-feira em que afirma que ela e outros cinco ministros do PMDB pretendem se licenciar do partido para permanecer em seus cargos no governo de Dilma Rousseff. O diálogo foi registrado durante evento do programa Minha Casa Minha Vida e divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo.
Segundo a publicação, a ministra informou seu interlocutor que a decisão foi tomada na casa de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado. Nesta terça-feira, Renan Calheiros, que já havia sediado a reunião que selou a estratégia de o partido deixar, por aclamação, a base de apoio do governo petista, recebeu os ministros Eduardo Braga (Minas e Energia), Kátia Abreu (Agricultura), Marcelo Castro (Saúde) e Helder Barbalho (Portos) para discutir como eles poderiam burlar a regra estabelecida pelo PMDB de deixar os cargos de confiança do governo.
A notícia sobre a permanência dos ministros peemedebistas ocorre um dia depois de o PMDB ter desembarcado oficialmente do governo. Na reunião que anunciou o rompimento da legenda com o governo da presidente Dilma, na terça-feira, deputados da ala rebelde do PMDB avisaram que já preparam uma punição para os ministros que resistirem em deixar seus cargos: vão acionar a Comissão de Ética da legenda pedindo a expulsão dos governistas.
Após ter a troca de mensagens revelada, Kátia Abreu postou no Twitter que "continuará no governo e no PMDB". Mas admitiu que pode perder o cargo de ministra para que a presidente Dilma abrigue outros aliados em busca de votos contra o impeachment. "Deixamos a presidente à vontade caso ela necessite de espaço para recompor sua base", afirmou. Do site de Veja

PT TUMULTUA MAS É DERROTADO E COMISSÃO DO IMPEACHMENT AVANÇA PARA DERRUBAR DILMA

A tentativa dos deputados governistas de conter o avanço da comissão do impeachment, que chega nesta quarta-feira à sua sexta sessão, foi barrada pelo presidente do colegiado, deputado Rogério Rosso (PSD-DF). A derrota no colegiado gerou bate-boca e gritos acalorados entre deputados da base e da oposição.
Aliados da presidente Dilma Rousseff questionaram a possibilidade de audiência com pessoas ligadas à acusação e à defesa antes da manifestação formal de Dilma Rousseff sobre as denúncias por crime de responsabilidade. Conforme o regimento, e em decisão chancelada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Dilma tem até dez sessões para dar explicações ao colegiado - prazo que se encerra na próxima segunda-feira.
O comando da comissão do impeachment agendou para esta semana as oitivas, contrariando parlamentares aliados da presidente Dilma, que tentavam empurrar os depoimentos e, assim, atrasar a comissão. "As diligências no âmbito da comissão destinam-se exclusivamente ao esclarecimento da denúncia, e não à produção de provas. A realização de diligências antes do término do prazo de defesa não acarreta qualquer prejuízo para os direitos da denunciada e podem contribuir muito para a compreensão dos deputados", disse Rosso.
A posição do presidente da comissão provocou uma imediata reação de aliados de Dilma. A deputada Jandira Feghali (PCdoB) anunciou que vai recorrer da decisão. O deputado Weverton Rocha (PDT-MA), outro aliado, insistiu na suspensão dos trabalhos e iniciou uma discussão com oposicionistas. Em meio à gritaria, o relator da comissão, Jovair Arantes (PTB-GO), entrou em campo: "Isso aqui, com todo respeito, não é uma Câmara de Vereadores", bradou. Após a confusão, o jurista Miguel Reale Júnior, autor da denúncia contra Dilma, iniciou o seu depoimento. Do site de Veja

Sponholz: Conta tudo pra nós, Moro!


EM OFÍCIO AO STF JUIZ SERGIO MORO AFIRMA QUE LULA TENTOU INTIMIDAR, OBSTRUIR OU INFLUENCIAR INDEVIDAMENTE A JUSTIÇA.

Juiz Sergio Moro enviou ofício do STF onde narra de forma minuciosa as tentativas de Lula de obstruir a Justiça
Em ofício ao Supremo Tribunal Federal, juiz da Operação Lava Jato transcreve 12 interceptações telefônicas que pegaram ex-presidente 'intencionando ou tentando obstruir ou influenciar indevidamente a Justiça'
No ofício que enviou ao Supremo Tribunal Federal para explicar porque mandou grampear o ex-presidente Lula e porque deu publicidade aos áudios, o juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, cravou que o petista quis ‘intimidar’ e ‘obstruir’ as investigações de que era alvo. Para o magistrado, a conduta de Lula pode ‘configurar crime de obstrução à Justiça’ – tipificado na Lei 12.850/13, que define organização criminosa.
“Mesmo sem eventual tipificação, condutas de obstrução à Justiça são juridicamente relevantes para o processo penal porque reclamam medidas processuais para coartá-las”, anotou o juiz.
Moro transcreveu, na peça de 30 páginas, doze interceptações telefônicas da Polícia Federal anexadas aos autos da Operação Aletheia, desdobramento da Lava Jato que pegou Lula e a ele atribui a propriedade do sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP) – o que é negado veementemente pela defesa do petista.
O juiz chamou a atenção para um grampo em especial, no qual Lula disse a seu interlocutor ‘eles têm que ter medo’, em referência aos investigadores que vasculham sua vida. Para Moro, o ex-presidente fez tal afirmação ‘sem maiores pudores’.
“Não se trata de uma afirmação que não gere naturais receios aos responsáveis pelos processos atinentes ao esquema criminoso da Petrobrás. Entendeu este Juízo que, nesse contexto, o pedido do Ministério Público Federal  de levantamento do sigilo do processo se justificava exatamente para prevenir novas condutas do ex-presidente para obstruir a Justiça, influenciar indevidamente magistrados ou intimidar os responsáveis pelos processos atinentes ao esquema criminoso da Petrobrás. O propósito não foi, portanto, politico-partidário.”
Um grampo que Moro transcreve pegou Lula com o ministro Nelson Barbosa, da Fazenda. O ex-presidente demonstra contrariedade com a ação da Receita no Instituto Lula e na LILS Eventos e Palestras. Aparentemente, ele sugere ao ministro que cobre do Fisco investigações em emissoras de TV e até na fundação do adversário político Fernando Henrique Cardoso.
“O ex-presidente contatou o atual ministro da Fazenda buscando que este interferisse nas apurações que a Receita Federal, em auxílio às investigações na Operação Lava Jato, realiza em relação ao Instituto Lula e a sua empresa de palestras. A intenção foi percebida, aparentemente, pelo ministro da Fazenda que, além de ser evasivo, não se pronunciou acolhendo a referida solicitação”, destaca Moro.
Para o juiz, ’em princípio, não se pode afirmar que o referido diálogo interceptado não teria relevância jurídico-criminal e, se tem, não se pode afirmar que a divulgação afronta o direito à privacidade do ex-presidente’. Leia TUDO e veja Documento

Sponholz: Justa causa.


IMPEACHMENT ESTÁ PREVISTO PARA 21 DE ABRIL PRÓXIMO, DATA CONSAGRADA A TIRADENTES, COM O POVO NAS RUAS.

Na Câmara dos Deputados o impeachment já é favas contadas. Foto: DP/Câmara
O impeachment da presidente Dilma Rousseff será votado na Câmara dos Deputados no feriado de 21 de abril, uma quinta-feira, segundo garantem os principais líderes partidários. A intenção do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), era pôr o assunto em votação no domingo 17 ou 24 de abril, com o povo na rua, mas a tendência é que seja realizado mesmo no Dia de Tiradentes. Com o povo na rua. A informação é do jornalista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Como restam poucos dias, haverá intensificação dos conchavos para garantir votos pró-impeachment (e pró-governo Temer) ou pró-Dilma.
A vitória do impeachment ou de Dilma passará pelo entendimento com as bancadas de 140 votos do PP, PR, PSD e PRB, o fiel da balança.
O Planalto tenta convencer PP, PR, PSD e PRB a aceitarem a “herança” de sete ministérios e 600 cargos abandonados pelo PMDB
O Planalto quer pressa na votação do impeachment, temendo as articulações, já iniciadas, com vistas a eventual governo Michel Temer. Do site Diário do Poder

Sponholz: Lula perde a vista para o mar.

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terça-feira, março 29, 2016

FIESP PARTE PRA CIMA COM A CAMPANHA "IMPEACHMENT JÁ". CNI E DEMAIS FEDERAÇÕES DE INDÚSTRIAS CONTINUAM ACOVARDADAS.

Demorou, mas boa parte dos grandes empresários brasileiros que comandam a principal Federação de Indústrias do Brasil, a FIESP, desceram do mundo. Até há pouco participavam de convescotes e palestras de Lula. Foi necessário que as águas do esgoto fétido do PT batessem nos seus traseiros e a falência da economia do país os ameaçasse. 

Agora há pouco acessando o site do jornal O Estado de S. Paulo verifiquei que a FIESP partiu pra cima, com um grande anúncio que faz moldura completa do site desse tradicional diário paulistano, como se vê na imagem acima. 

Como a FIESP é a mais poderosa organização empresarial do país certamente acabará levando de arrasto suas demais congêneres nos demais estados do país. Inclusive a Confederação Nacional da Indústria (CNI) que tem como dirigente do Conselho Nacional do SESI - Serviço Social da Indústria, o ex-ministro da Dilma e assecla de Lula, o indefectível Gilberto Carvalho. Esse petista é aquele que organizou dentro do Palácio do Planalto os tais "conselhos populares", versão dos famigerados "sovietes" da ex-URSS. 

Depois de estruturar esse aparelho comunista dentro do Planalto, destinado a "formular políticas públicas" fazendo tábula rasa do Legislativo, Dilma enviou ao Congresso Nacional o tal decreto 83.243 que chegou a ser debatido no plenário da Câmara. Não sendo matéria pacífica, pois a maioria dos deputados sentiu o cheiro de carne queimada, sumiu do mapa. Já nem sei se foi derrubado ou simplesmente engavetado pela turma do PMDB naquelas alturas unha e carne da malta comunista.

Seja como for, um dia tudo haveria de ficar muito claro e evidente. Já perdi a conta de quantos artigos e matérias postei aqui no blog denunciando a camorra petista. 

Todas as minhas advertências acabaram confirmadas. Centenas de vezes denunciei aqui no blog esses grandes empresários e dirigentes dos sindicatos patronais rendendo loas, rapapés e salamaleques em torno de Lula e seus sequazes. Fiz advertências. Antecipei os fatos que agora vêm à tona. 

Tivessem ouvido este modesto escriba e mais alguns poucos do jornalismo brasileiro por certo o Brasil não teria chegado a essa condição de país falido, detonado, esculhambado e vilipendiado pela malta comunista do PT e seus satélites.

Ainda assim, a própria CNI e demais Federações de Indústrias do Brasil continuam caladas exercendo a deletéria e covarde sabujice, submetendo-se à patrulha politicamente correta dos tarados ideológicos do movimento comunista. Trata-se de um contrassenso inexplicável.

Em boa hora a FIESP veio a campo dando um basta à destruição do Brasil, ao aniquilamento do poder aquisitivo dos cidadãos que se traduz no caminho mais curto para a venezuelização do Brasil.

Nesta fase é o impeachment. Depois vem a tarefa de proscrever todos os partidos de viés comunista.  

GRITANDO "FORA, PT!", O PMDB ROMPE COM O PT E ABANDONA O GOVERNO DILMA.

O desembarque do PMDB deixando órfãos os petistas se deu em clima de comício com os gritos "Fora, PT", "Fora, PT".
Vislumbrando a possibilidade de assumir o Palácio do Planalto, o PMDB sacramentou nesta terça-feira o fim da aliança com a presidente Dilma Rousseff. O partido, que estava havia mais de uma década na órbita do governo petista, decidiu abandonar Dilma em seu mais crítico momento político e agora tenta, nos bastidores, usar da crise como um trampolim para chegar ao poder.
A reunião do diretório nacional foi comandada pelo senador Romero Jucá (RR) e se deu a toque de caixa: durou exatos quatro minutos. Ao abrir a cerimônia, Jucá lembrou a convenção do último dia 12 de março, quando o PMDB definiu que iria discutir o desembarque em até 30 dias, e colocou em votação moção apresentada pelo diretório da Bahia, que pedia o rompimento com o governo. A proposta foi aprovada aos gritos e aplausos: "O PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do partido PMDB", anunciou o senador. Em seguida, peemedebistas gritaram "Fora, PT" e cantaram o Hino Nacional.
Entre os caciques do PMDB, a avaliação é que, mesmo tendo se beneficiado no passado em momentos menos tortuosos do governo Dilma Rousseff, "o político não pode afundar junto com o governo". A debandada peemedebista, gestada há meses por um insatisfeito Michel Temer, escancara a estratégia de tentar se descolar do processo de impeachment, que avança a passos largos na Câmara dos Deputados, e garantir sobrevida, ainda que momentânea, ao partido que gravita na órbita do PT desde a ascensão de Lula ao Palácio do Planalto. "Não podemos ser reféns do governo", disse um cacique peemedebista. Nas palavras de um peemedebista, não é possível haver solidariedade se isso significar "suicídio político". 
Internamente, também amplia o quadro de esgarçamento da relação PT-PMDB a percepção de peemedebistas de que o governo de Dilma Rousseff não tem condições de controlar o avanço da Lava Jato, operação que promete jogar por terra mandatos de ilustres políticos do partido. Estão atolados em denúncias de corrupção nomes de proa da sigla, como os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e do Senado, Renan Calheiros (AL), os senadores Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO). O próprio vice-presidente Michel Temer apareceu recentemente como citado na delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral.
PMDB POSSUI MAIORES BANCADAS
Mesmo com o desmoronamento da massa de apoio ao cambaleante governo Dilma, alguns ministros indicados pelo partido opunham-se em abrir mão do cargo. O titular de Minas e Energia, Eduardo Braga, ex-líder do governo e um dos peemedebistas mais próximos da presidente, resistiu, mas depois entendeu que precisava deixar o cargo. Alvo da Operação Lava Jato, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves e um dos mais próximos do vice Michel Temer abriu a fila dos demissionários ao entregar nesta segunda-feira a Pasta do Turismo. Alves perde o foro e, se as investigações contra ele avançarem no petrolão, pode ter seu caso analisado pelo juiz federal Sergio Moro, de Curitiba. "Ele chorou menos desta vez", disse um aliado ao descrever a decisão do chefe do Turismo de abrir mão da pasta.
Também entre os ministros peemedebistas reticentes em abandonar o governo, uma das possibilidades é que políticos com cargos majoritários, como a senadora e ministra da Agricultura, Kátia Abreu, deixem a legenda ou pelo menos se licenciem para manter o posto na Esplanada. Situação semelhante ocorre com o ministro da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, que disse ter pedido ontem à presidente Dilma e ao vice Michel Temer para continuar à frente do posto executivo.
O PMDB representa hoje as duas maiores bancadas no Congresso Nacional e era tido pelo Planalto como o contrapeso ao processo de impeachment. Além de não contar mais com a legenda, o governo deve amargar um efeito avassalador do desembarque peemedebista: o abandono de outros aliados, como o PP, PSD e PR, que esperavam a decisão do PMDB para chancelar a saída da base governista. Do site da revista Veja

O RECADO CERTEIRO DE MICHEL TEMER

Impedido de participar em Portugal de congresso internacional de Direito em Portugal, por injunções de ordem política que todos conhecem, o vice-Presidente Michel Temer enviou um vídeo em que profere uma rápida palestra e saúda os advogados e juristas que participam desse conclave.

Michel Temer combina ao longo de sua vida duas carreiras simultâneas: o magistério e a política. Doutor em Direito, Temer é um constitucionalista e autor de inúmeras obras jurídicas nesta área e teve destacada participação na elaboração da Constituição brasileira de 1988. Inclui-se entre os mais destacados juristas brasileiros no âmbito do Direito Constitucional. 

Nesta sua rápida palestra em vídeo, em que dispensa o teleprompter, Temer faz um exercício de Direito Comparado, traçando um paralelo entre o constitucionalismo português e brasileiro. Em apenas 20 minutinhos Temer profere uma aula grandiosa e de incontida devoção ao constitucionalismo não apenas como marco regulatório do convívio social mas, sobretudo, como uma extraordinária conquista da racionalidade do Direito, baliza que promove a harmonia das ações e relações sociais. É o cerne da segurança jurídica, fator indispensável para o progresso social e econômico. Sem a segurança jurídica tem-se o caos e, como corolário, o nefasto totalitarismo de todos os matizes políticos.

Não deixa também de ser um recado elegante às vivandeiras do arbítrio e, por outro lado, uma manifestação de fé inabalável no Estado de Direito por ser este um facho luz poderoso que rompe as trevas da incerteza e induz à paz social.

Esta breve alocução de Michel Temer serve para dar uma ideia do quanto a inteligência, a educação, as boas maneiras, o respeito e sobriedade emanadas de uma autoridade tem fundamental importância na vida de uma nação. Em síntese, esta fala de Michel Temer soa como uma música maviosa nos ouvidos dos brasileiros, haja vista que vêm sendo vilipendiados há mais de uma década pela truculência e agressividade de um bando de desordeiros, grosseiros, arrogantes e mal-educados encastelados no poder.

DEBANDADA GERAL ESFARELA BASE ALIADA DO PT E ACELERA PROCESSO DO IMPEACHMENT

Com o anúncio do desembarque por "aclamação" do PMDB do governo, partidos da base aliada começaram a dar sinais mais fortes de que também podem desembarcar em breve. O partido do vice-presidente Michel Temer decide se rompe com a presidente Dilma nesta terça-feira, em reunião no diretório nacional. No comando do Ministério das Cidades, o PSD decidiu liberar seus 31 deputados para votar como quiserem em relação ao impeachment. No comando do Ministério da Integração Nacional, o PP cogita fazer o mesmo.
No PSD, a liberação dos deputados teve anuência do ministro das Cidades e presidente do partido, Gilberto Kassab. Dirigentes da legenda preveem que a bancada do partido no Senado, de três parlamentares, também deverá ser liberada. Pelos cálculos de lideranças da sigla, de 70% a 80% da bancada na Câmara deve votar a favor do impeachment. O cálculo foi feito antes da saída de ministros do PMDB e do anúncio prévio de que o desembarque será aprovado por aclamação.
No PP, o presidente da sigla, senador Ciro Nogueira (PI), admite que não terá como segurar suas bancadas na Câmara e Senado, principalmente após o desembarque do PMDB. Na semana passada, o partido já tinha informado Dilma dessa dificuldade. Pelos cálculos da direção do partido, dos 49 deputados da legenda, pelo menos quinze são declaradamente a favor do impeachment e outros 35 "aguardam" definição oficial da presidência da legenda sobre como votar. "Só conseguimos garantir os 35 votos para o governo se for para o governo ganhar. Se for para perder, não conseguimos", afirmou um interlocutor de Ciro. Para a direção do PP, o governo precisa reagir para tentar segurar a base.
Na semana passada, parlamentares do PP pró-impeachment entregaram ao presidente do partido uma lista com assinaturas de 22 deputados e de quatro dos seis senadores, pedindo a antecipação da convenção nacional da legenda, para votar o desembarque. Ciro prometeu marcar uma nova reunião das bancadas para tratar do assunto. O dirigente diz que quer "ganhar tempo" e só deixar uma decisão oficial sobre rompimento para depois que outros partidos anunciarem o desembarque.
Após a reunião do PMDB, marcada para esta terça-feira, esses partidos do centrão devem se reunir para avaliar como se posicionar. Assim como PP e PSD, o PR deve se reunir para alinhar um discurso. Apesar de mais da metade dos quarenta deputados do PR defender o impeachment, o ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, que é do partido, diz que, se depender dele, a sigla "não sai do governo de jeito nenhum". "Eu não saio do governo, faço parte do governo Dilma", afirmou o ministro, acrescentando que vai trabalhar para convencer o partido a ficar na base. Ele ressalta que o PR tem vários cargos no governo Dilma e não seria correto abandoná-lo agora.
No Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o PTB só deve tomar qualquer decisão de liberar a bancada ou desembarcar após o deputado Jovair Arantes (GO) apresentar seu relatório na comissão do impeachment. Apesar de, nos bastidores, a maioria dos dezenove deputados do PTB ser a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff, a sigla quer evitar que qualquer decisão da bancada levante suspeita sobre o trabalho do relator do impeachment, que é aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Do site da revista Veja

Sponholz: Sob nova direção.


segunda-feira, março 28, 2016

OAB PROTOCOLA PEDIDO DE IMPEACHMENT NA CÂMARA. DEPUTADOS DO PT ARREGIMENTAM ALOPRADOS PARA PROMOVER AGITAÇÃO. QUEREM GANHAR NO GRITO. NÃO LEVARÃO.

Aloprados com a boca suja de mortadela queriam impedir que a OAB protocolasse o processo de impeachment da Dilma. Quem promoveu a baderna foram os próprios deputados do PT que, neste caso, têm de ter seus mandatos cassados imediatamente. Está na hora de fazer uma limpeza geral. 
Sob protestos de militantes do PT arregimentados por deputados do partido, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou na tarde desta segunda-feira na Câmara dos Deputados um novo pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. A documentação será encaminhada para apreciação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Quando chegou à Câmara portando os seis volumes que em mais de 1.600 páginas compõem o pedido de impeachment, Lamachia foi recebido com protestos de petistas e militantes da União da Juventude Socialista (UJS), um dos movimentos sociais que apoiam o governo Dilma. Alvo de tentativas de agressão, o presidente da OAB foi isolado dentro do elevador privativo dos deputados. Por causa do tumulto, Claudio Lamachia não conseguu chegar até o protocolo da Câmara e entregou o pedido ao secretário-geral da Mesa Diretora, Silvio Avelino da Silva.
PETRALHADA ESPERNEIA
Desde a manhã desta segunda-feira os deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Elino Bhon Gass (PT-RS) andavam pelos corredores da Câmara acompanhados de servidores comissionados e militantes. Composto, entre outros, pelo agitador petista Rodrigo Grassi, o Pilha, ex-assessor da deputada Erika Kokay (PT-DF) com longa ficha na Polícia Legislativa, o grupo gritava "não vai ter golpe" e "a OAB apoiou a ditadura".
Mais cedo, Lamachia recebeu na sede da OAB em Brasília um grupo de advogados que discorda do apoio ao impeachment e cobrava uma consulta nacional a todos os integrantes da ordem. Eles protestaram com cartazes em frente ao prédio da OAB. "Isso deve ser encarado como uma divergência, não como um racha na OAB", ponderou Lamachia.
A nova denúncia por crime de responsabilidade tem por base, além das pedaladas fiscais que já constam no pedido de impeachment em tramitação no Legislativo, ajuizado pelos juristas Miguel Reale Jr, Hélio Bicudo e Janaina Paschoal, a tentativa de nomear o ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil para blindá-lo, com foro privilegiado, de um pedido de prisão preventiva, acusações da delação premiada do senador e ex-líder do governo Dilma Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e a renúncia fiscal em favor da FIFA na Copa do Mundo de 2014.
No último dia 18, o conselho federal da OAB aprovou em plenário o apoio ao impeachment da presidente por 26 votos a dois - os únicos contrários foram do membro honorário Marcelo Lavenère, representante de ex-presidentes, e da seccional do Pará.
O presidente da OAB afirmou que a decisão foi democrática. "A OAB envolveu mais de 5.000 dirigentes da ordem e os 27 Estados. A decisão é absolutamente técnica", disse o presidente da OAB Claudio Lamachia. "A questão política e partidária, as ideologias não nos pertencem."
Na semana passada, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), havia dito que não despacharia de imediato o pedido da OAB. Do site da revista Veja

Sponholz: A debandada e o abraço de afogados.

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A DISCRETA MOVIMENTAÇÃO DOS MILITARES

Um dos sinais reveladores do declínio da presidente Dilma no poder tem sido a aproximação dos chamados setores “de Estado” com a oposição. Representantes do Itamaraty, inconformados com a nova condição brasileira de “anão diplomático”, e a significativa interlocução com chefes militares, em geral muito discretos. Todos se mostram preocupados, mas concordam em um ponto: o governo Dilma acabou. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Um dos comandantes das três Forças pediu reunião urgente com o Líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (SP). Será nesta terça (29).
A inquietação dos comandantes militares reflete a caserna, onde estão brasileiros indignados clamando por mudança como quaisquer outros.
Os chefes militares rejeitaram a idéia do Planalto de decretar “Estado de Defesa” para coibir e reprimir manifestações, como na Venezuela.
As discussões sobre o “Estado de Defesa”, cogitado por Dilma, foram reveladas a políticos da oposição nas conversas com chefes militares. Do site Diário do Poder

domingo, março 27, 2016

Sponholz: As 4 fases da vida de um vigarista.

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SAIBA TUDO SOBRE O 'FORO PRIVILEGIADO'

Nunca se falou tanto em foro privilegiado como agora em decorrência dos acontecimentos políticos e policiais envolvendo figurões da República apanhados pela Operação Lva Jato. Muita gente, senão a maioria dos brasileiros, tirante aqueles que tiveram formação jurídica, tem dúvidas ou não sabe mesmo o que é, afinal, o tal foro privilegiado.

Como este blog se dedica a noticiar e analisar principalmente questões de ordem política, resolvi oferecer para os leitores um ótimo texto que explica de forma simples, direta e didática, o que é o foro privilegiado. O texto está no blog do Procurador Federal Wellington Saraiva. Transcrevo a abertura do post com link ao final para leitura completa. Vale a pena conferir:

O chamado foro privilegiado é o direito que algumas autoridades têm de ser investigadas e julgadas em determinado tribunal, quando suspeitas ou acusadas da prática de um crime.
Esse direito dá a essas autoridades um órgão diferente de julgamento do que é aplicável ao cidadão comum, o qual é normalmente julgado por juiz de primeira instância.
O foro privilegiado é também chamado, na linguagem técnica, de foro por prerrogativa de função, pois decorre do fato de certas pessoas ocuparem cargos protegidos por esse mecanismo.
As autoridades que têm direito ao foro privilegiado e os tribunais competentes para julgá-las estão previstos na Constituição da República. Clique AQUI para ler tudo.

Sponholz: Páscoa de Lula tem só chocolate amargo.


sábado, março 26, 2016

HANGOUT BOMBA! LOBÃO, ROMEU TUMA JR. E CLÁUDIO TOGNOLLI ANALISAM O QUE ESTÁ ROLANDO NOS PORÕES DO GOVERNO DO PT.

Está aí mais um hangout imperdível de Lobão tendo como convidados o delegado Romeu Tuma Jr. e o jornalista e escritor  Cláudio Tognolli. O hangout foi ao ar na noite desta sexta-feira no dia do aniversário de dois anos da Operação Lava-Jato. E esta foi a data escolhida por Tuma Jr. e Tognolli, para lançar o novo livro escrito em parceria: “Assassinato de Reputações 2 -  muito além da Lava-Jato”.
Além de comentarem o conteúdo de mais este livro-bomba, já que Romeu Tuma Jr. , esteve por dentro das entranhas do poder petista quando exerceu o cargo de Secretário Nacional de Justiça no governo de Lula, analisam todos os lances deste conturbado momento da história política brasileira e, sobretudo, o derretimento do PT  
Trata-se de um bate-papo histórico que eviscera a besta petralha deixando à mostra boa parte dessa história de horror cujo epílogo será o impeachment da Dilma e a proscrição do PT e seus satélites.

Sponholz: Ovos podres.


DEBANDADA DO PMDB ACELERA IMPEACHMENT

E O RONCO DAS RUAS CONTINUA
O anúncio do PMDB fluminense de que pretende se afastar da presidente Dilma Rousseff abalou a ala governista do partido e também o Palácio do Planalto. Em sentido inverso, deu força ao grupo peemedebista pró-impeachment, que decidiu acelerar o trâmite do processo na Câmara dos Deputados. A previsão é votar o pedido de afastamento antes de 17 de abril. O Planalto teme o reflexo da debandada peemedebista nos demais partidos da base.
Aliados do vice-presidente Michel Temer afirmaram nesta sexta-feira ao jornal O Estado de S. Paulo que ele se prepara para assumir o governo em maio e, por isso, também intensificou nos últimos dias as articulações no mundo político e empresarial nesse sentido.
A intenção do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), manifestada a aliados, é aprovar o impeachment o mais rápido possível. O relator do pedido de afastamento na Comissão Especial, Jovair Arantes (PTB-GO), já teria, segundo apurou o Estado, avisado Cunha de que vai apresentar parecer favorável à saída de Dilma.
Cunha também não desistiu de incluir a delação do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) no pedido de impeachment que tramita na Comissão Especial e tem como base as pedaladas fiscais (manobras contábeis) da atual gestão.
A pressa e o otimismo dos peemedebistas pró-impeachment também se deve às dificuldades do Planalto e do PT em definir na Justiça a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil. Sem o cargo e os poderes dele, Lula está praticamente impossibilitado de fazer a articulação com o PMDB e demais partidos da base. O petista, no entanto, recorreu ao Supremo em busca de recuperar o direito de assumir a pasta.
Neste sábado, Jorge Picciani conversará com o ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, indicado para o primeiro escalão em negociação direta do líder Leonardo Picciani com a presidente. Pansera e Leonardo deverão votar contra o rompimento com o governo na reunião do diretório nacional do PMDB, marcada para a próxima terça-feira. "Leonardo está desconfortável com essa situação, vai refletir, ele tem de ouvir a bancada. Pansera também tem grande dificuldade. Acredito que teremos dois ou três votos contra, mas o rompimento é o sentimento majoritário do PMDB do Rio. Leonardo é muito disciplinado, está desde os 15 anos no PMDB e hoje tem 36. Ele vai respeitar o que foi decidido pela maioria do diretório nacional", afirmou.
O presidente do PMDB-RJ disse ter recebido pesquisa do instituto GPP encomendada pelo diretório regional que apontou que 80,4% dos entrevistados no Estado foram contra a nomeação de Lula para a Casa Civil. "Não quero expressar minha opinião pessoal, o que digo é que estamos ouvindo a sociedade." Do site da revista Veja

O VERDADEIRO PROFISSIONAL DO CINEMA BRASILEIRO SEMPRE FOI O 'LANTERNINHA'

Nas próximos dias os brasileiros verão e publicação de manifestos em profusão defendendo o indefensável, ou seja, a manutenção do PT no poder. A Folha de S. Paulo, o pasquim esquerdista, publicou mais um desses manifestos em favor da corrupção e da roubalheira.

Desta feita assinados por "cineastas brasileiros" e pessoal que atua nessa área e naquela dita de "audiovisuais". No título da matéria sobre esse ajuntamento de hipsters com cacoete de cineastas o jornal avisa que o tal manifesto é assinado por "profissionais de cinema". Ficou melhor assim. Haja vista que o cinema brasileiro nunca existiu, porque não existem cineastas, diretores, artistas, roteiristas, etc. O cinema brasileiro sempre foi e será uma porcaria.

O profissional mais importante na área do cinema brasileiro sempre foi o 'lanterninha', que munido de uma lanterna acompanhava até a poltrona os retardatários quando a sala já estava escura.

Na verdade os ditos profissionais de cinema estão mais preocupados com o fato de que a caça de caraminguás no setor da dita "cultura" deverá ser extinta juntamente como a camorra do PT. 

VERBA SECRETA: GOVERNO DILMA JÁ TORROU ESTE ANO R$ 5,8 MILHÕES COM CARTÕES CORPORATIVOS.

Os gastos do governo Dilma com cartões corporativos em 2016, o ano da gravíssima crise econômica do Brasil, superaram os R$ 5,8 milhões em menos de dois meses. Mais da metade dos gastos, entretanto, não serão conhecidos pelo contribuinte, pois são mantidos no mais absoluto sigilo, sob desculpa de que a transparência das informações sobre as compras pode “comprometer a segurança da sociedade e do Estado”. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
A Presidência de Dilma segue com a maior fatura entre os órgãos da administração direta: R$ 1,8 milhão, mas 90% dos gastos são secretos.
Atrás da Presidência por pouco (R$ 1,4 milhão), o Ministério da Justiça, com a Polícia Federal, mantém sob sigilo mais de 98% dos gastos.
Em 2015, o governo Dilma conseguiu torrar mais de R$ 56,2 milhões com os cartões corporativos, quase tudo sigiloso, sem explicações. Do site Diário do Poder

Sponholz: A fuga de Lula.


sexta-feira, março 25, 2016

UM ESPANTALHO ZANZANDO NO PALÁCIO DO PLANALTO: REPORTAGEM DE 'ISTOÉ' REVELA OS 7 CRIMES DE DILMA.

Na terça-feira 22, a presidente Dilma Rousseff proferiu o seu mais inflamado discurso desde o início da crise política. O pronunciamento apoiou-se no pretenso argumento de que até agora ela não cometeu crime algum e que, por isso, estaria sendo vítima de um golpe contra a democracia. “Não cometi nenhum crime previsto na Constituição e nas leis para justificar a interrupção do meu mandato. Neste caso, não cabem meias palavras: o que está em curso é um golpe contra a democracia”, afirmou Dilma. 
A retórica repetida como ladainha em procissão é típica de mandatários em apuros, quando não há muito mais o que fazer senão aguardar o fim que se avizinha. Em seus últimos dias como presidente, em 1992, Fernando Collor recorreu ao mesmo expediente. “Custe o que custar, eu serei o primeiro a estar na defesa e no embate da nossa Constituição. As manobras interessam aos que formam o sindicato do golpe”, disse Collor em agosto daquele ano. Ironicamente, quem estava do outro lado da trincheira, defendendo a legitimidade das ações para apear Collor do poder, era o PT.  
Naquele momento de efervescência do País, muito semelhante ao vivenciado pelos brasileiros nos últimos dias, os petistas estavam amparados pela lei. “Não tem nenhum paralelo entre golpe e impeachment. O impeachment é uma solução constitucional”, disse em junho de 1992 o então deputado do PT, José Dirceu, em entrevista ao Roda Viva. De lá para cá, a Constituição, ao menos em sua essência, não mudou. Quem mudou foi o PT. Os dois pronunciamentos, de Dilma e Collor, embutem um sofisma destinado a ludibriar a população. 
A fala de Dilma, em especial, ignora as fartas evidências dos crimes atribuídos a ela e que dão legitimidade não só ao processo de impeachment em análise na Câmara como a outras iniciativas contra ela no Poder Judiciário, incluindo a investigação em tramitação no TSE para apurar irregularidades na contabilidade da campanha à reeleição. Para a Polícia Federal, Ministério Público e Justiça Eleitoral há fortes indícios de que Dilma tenha cometido ao menos sete crimes só neste mandato: o de responsabilidade, improbidade administrativa, extorsão, falsidade ideológica, desobediência, o de responsabilidade fiscal e eleitoral. 
OBSTRUÇÃO DA JUSTIÇA
Na seara criminal, a mais contundente das acusações contra a presidente é a inequívoca tentativa de, em ao menos quatro episódios diferentes, tentar barrar a Lava Jato. Obstruir a atuação da Justiça é crime. Tipificado no inciso 5 do Artigo 6º da Lei 1.079, que define os crimes de responsabilidade passíveis de perda de mandato. Há duas semanas, Dilma foi flagrada em interceptação telefônica, autorizada pelo juiz Sérgio Moro, numa conversa com o ex-presidente Lula para combinar os detalhes de sua nomeação para a Casa Civil. 
No diálogo, Dilma disse a Lula que enviaria a ele por intermédio de um emissário um “termo de posse” para ser utilizado “em caso de necessidade”. A presidente começava a atuar ali para impedir que Lula fosse preso. Àquela altura, o Planalto já tinha informações de que o Ministério Público, em Curitiba, estava pronto para pedir a prisão preventiva do petista. Em nota, o Planalto afirmou que o trecho do grampo no qual Dilma diz para Lula usar o termo de posse “em caso de necessidade” não se refere a uma precaução contra uma eventual prisão. 
E sim à possibilidade de que o ex-presidente não comparecesse à cerimônia de posse de novos ministros porque a ex-primeira-dama Marisa Letícia encontrava-se enferma em São Paulo. A versão não para em pé. As ações do Planalto confirmam a intenção de Dilma de livrar Lula dos problemas com a Justiça. Numa iniciativa nunca antes adotada na história republicana, a Presidência fez circular edição extra do Diário Oficial para dar a necessária publicidade legal ao ato de nomeação no mesmo dia em que foi assinado pela presidente. 
Ao mesmo tempo, Dilma colocou em marcha a seguinte estratégia, conforme apurou ISTOÉ: enquanto Lula ficaria com o termo de posse subscrito pela presidente, esta manteria consigo a documentação assinada pelo petista. Quando os agentes federais abordassem Lula, em São Paulo, ele assinaria a cópia do termo de posse já subscrito por Dilma. Em Brasília, a presidente assinaria o documento contendo a assinatura de Lula, encaminhando-o para publicação no Diário Oficial. E o novo ministro da Casa Civil evitaria a prisão. 
Lula não foi para a cadeia, mas a divulgação dos grampos inviabilizou a nomeação. Clique AQUI para ler a reportagem completa

Sponholz: Eles sabem o que fazem...


quinta-feira, março 24, 2016

EXCLUSIVO! REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA O PLANO SECRETO DE LULA PARA EVITAR A PRISÃO: PEDIR ASILO À ITÁLIA E DEIXAR O BRASIL.

A revista Veja que chega às bancas neste sábado vem com mais uma reportagem-bomba exclusiva: o plano secreto de Lula para evitar a prisão e pedir asilo à Itália e deixar o Brasil. Lula escolheu a Itália para escapar da cadeia porque a descendência italiana de sua esposa conferiu à família a dupla cidadania.

Numa crise que já revelou tramas e enredos antes inimagináveis, nada mais parece capaz de provocar surpresa nem espanto - e, no entanto, surpresa e espanto insistem em aparecer, diz a reportagem-bomba de Veja.

Se os "coleguinhas" da revista Veja pensavam que já tinham visto tudo estão enganados. Esse engano deriva do fato, como a maioria da grande mídia faz, de afastar de suas reportagens e análises políticas aquilo que é fundamental: o PT é um partido comunista. Haja vista que Lula, sob as ordens de Fidel Castro, é o fundador do Foro de São Paulo, a organização transnacional esquerdista destinada a comunizar todo o continente latino-americano e o Caribe. Para este blog não há nenhuma surpresa. Se pensam que já viram tudo estão enganados. Cumpre notar que o aparelhamento da grande mídia por parte do PT é tamanho que a revista Veja sobressai como um dos poucos veículos que não sucumbiu por inteiro à nefasta ocupação esquerdista. Há ainda uma chama libertária, embora tênue, ardendo no meio da redação.

E não foi por falta de aviso que tudo isso está vindo à tona. Há quase uma década escrevo sobre esses temas políticos com enfoque para a natureza ideológica do PT e como agem os comunistas. Mas o primeiro jornalista a revelar esse plano comunista diabólico foi Olavo de Carvalho que, perseguido nas redações da grande mídia, resolveu viver nos Estados Unidos. E a grande imprensa nacional continua perseguido Olavo de Carvalho ao tentar ignorá-lo. 
Segundo Veja, a reportagem apurou o fio da meada que leva a um plano secreto destinado a tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil, caso sua prisão seja decretada. O plano prevê que Lula pediria asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, depois de negociar uma espécie de salvo-conduto no Congresso, que lhe daria permissão para deslocar-se da embaixada até o aeroporto sem ser detido - e, do aeroporto, voaria para o país do asilo.

A cronologia do plano lulístico para escapar das malhas da lei foi descoberta por Veja e a partir deste sábado estará disponível nas bancas e para os assinantes digitais da publicação daqui a pouco já estará disponível.

De toda a sorte, a reportagem-bomba de Veja é super importante e joga um poderoso facho de luz sobre a penumbra produzida pela maioria da grande mídia vagabunda e aparelhada pelos acólitos de Lula e do PT. Sob essa penumbra pululam - perdoem o trocadilho - os grão-petralhas que formam o comitê central do PT e que, pasmem, dão as diretrizes editoriais de jornalões e redes de televisão.
Há centenas de jornalistas envolvidos no esquema do golpe comunista do PT. Quem viver verá. 

Leia aqui um resumo do conteúdo da reportagem-bomba de Veja.

MAIORIA ESMAGADORA DOS CATARINENSES QUER DILMA FORA DO PODER IMEDIATAMENTE E TEM REPULSA AO PT, SEGUNDO PESQUISA.

A maioria dos catarinenses quer o afastamento de Dilma da presidência, acredita nas denúncias contra o ex-presidente Lula e considera a corrupção o maior problema do país. Esses são alguns resultados da pesquisa do Instituto Mapa, divulgada nesta quinta-feira, que aborda as percepções dos catarinenses sobre alguns assuntos que estão em destaque na mídia nacional. 
O levantamento ouviu 1 mil pessoas em todas as regiões do Estado no período de 11 a 19 de março. Cerca de três em cada quatro entrevistados (76,8%) manifestaram o desejo de afastamento da presidente Dilma, sendo que 38,9% desejam o impeachment e 37,9% querem a renúncia da presidente; 16% querem que ela continue a governar até o final do mandato e 6,1% têm outras expectativas, como da volta do regime militar ou que Dilma atue de forma diferente. 
Já em relação às denúncias contra o ex-presidente Lula, cerca de um quarto da população pesquisada (72,3%) declararam acreditar que sejam verdadeiras. Além disto, 15% acreditam que parte é verdadeira e parte falsa, 6% creem serem falsas e outros 6% não formaram opinião sobre isso. Clique AQUI para ler TUDO e ver todos os INFOGRÁFICOS

PEDIDO DE PRISÃO PFEVENTIVA DE LULA FORMULADO PELO MP PAULISTA CONTINUA COM MORO. JUIZA DE SP NEGA RECURSO DO PT.

A juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal da capital paulista, negou nesta terça-feira um recurso para que a denúncia e o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula, formulados pelo Ministério Público de São Paulo, fossem decididos na Justiça estadual.
No último dia 14, a magistrada havia declinado da competência para o juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR), responsável pelos processos da Operação Lava Jato. Ela entendeu que a investigação dos promotores paulistas sobre a posse do tríplex reformado pela construtora OAS no Guarujá (SP) tem conexão com a Lava Jato e crimes de âmbito federal - Lula é acusado de ocultar patrimônio (lavagem de dinheiro) e de falsidade ideológica.
Tanto o Ministério Público quanto a defesa de Lula argumentavam que o processo deveria ser julgado na esfera de São Paulo e sugeriram que o inquérito é um desdobramento da investigação sobre desvios na Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), cuja ação penal corre na 5ª Vara Criminal. Eles agora deverão recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo, conforme a juíza. Os promotores e a defesa do ex-tesoureiro petista e ex-diretor da Bancoop João Vaccari Neto, preso na Lava Jato e reú na 5ª Vara Criminal paulistana, já interpuseram recursos em sentido estrito.
"Os argumentos utilizados nos presentes embargos pelos embargantes se mostram como irresignação com o decidido pela decisão que declinou da competência para a 13ª Vara Federal de Curitiba, e devem ser objeto de recurso à superior instância, sendo os embargos meramente infringentes", decidiu a juíza. "Com relação à alegada competência da 5ª Vara local para julgamento do feito, considerando que esta magistrada não possui acesso à investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal e às provas do processo da Lava Jato, esta será analisada caso o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba determine eventual desmembramento e/ou devolução dos autos."
Maria Priscilla também afirmou que os autos ainda não devem ser enviados ao Supremo Tribunal Federal porque a posse de Lula como ministro da Casa Civil (para blindá-lo do pedido de prisão) foi suspensa.
"Cabe ressaltar que não há de se falar em envio dos autos, neste momento, ao Supremo Tribunal Federal, tendo em vista que a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil foi suspensa por ordem do Ministro Gilmar Mendes da Suprema Corte, em decisão liminar vigente, nos autos do processo nº MS 34.070-DF. Caso o denunciado tome posse efetivamente do cargo no ínterim entre esta decisão e eventual recurso à Segunda Instância, os autos serão remetidos ao C. STF por determinação da Constituição Federal", escreveu. Do site da revista Veja