TRANSLATE/TRADUTOR

terça-feira, outubro 31, 2017

OS 'NEOLUDITAS' DO SEC. XXI E O MEDO DO FUTURO TECNOLÓGICO: OS CASOS DO UBER, INTERNET BANKING E DEMAIS APLICATIVOS QUE VIERAM PARA FICAR.

Acima os 'ludditas' destruindo teares automatizados à época graças a máquina a vapor. Guardadas as devidas proporções se vê agora no Brasil a ação dos "neoluditas" que brigam contra o avanço da ciência e da tecnologia. As mudanças que estão ocorrendo vieram para ficar. Como aconteceu em 1810 na Inglaterra.
A vocação do Brasil para o atraso é algo espantoso. Reedita-se no século XXI neste Brasil brasileiro o caso dos "luditas", adeptos de Ned Ludd, o inglês que liderou uma rebelião dos artesãos em 1810 na Inglaterra contra a então nascente mecanização da indústria graças à descoberta da máquina a vapor.
Insuflados por Ned Ludd hordas de operários invadiram as nascentes fábricas de produção em escala destruindo os teares que passaram a ser tocados pelas máquinas a vapor.
Iniciou-se ali um ciclo virtuoso da produção industrial e a economia deu um salto espetacular graças ao incremento da produção e abertura de novas frentes e modalidades de trabalho.
Guardadas as devidas proporções neste momento se vê no Brasil a ação de “neoluditas’ que emulando Ned Ludd terçam armas contra o avanço tecnológico que começou com o aplicativo Uber e avança para outros setores de transporte, inclusive o aéreo.
Segundo matéria postada na coluna do jornalista Cláudio Humberto, no site Diário do Poder, o movimento contra o Uber deve alcançar não só o transporte terrestre. Os bancários querem ir à Justiça para acabar com o ‘internet banking’. Leiam:
Pode refletir em outros aplicativos uma eventual decisão do Congresso que proíba ou dificulte a utilização do Uber ou Cabify. Uma decisão equivocada pode condenar o Brasil ao atraso: assim como na Câmara já tramita proposta do lobby de hotéis para eliminar o aplicativo Airbnb, de aluguel de imóveis por temporada, bancários aguardam a derrota do Uber para pedir à Justiça o fim de aplicativos de internet banking. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O ministro Moreira Franco (Secretaria de Governo) espera que Michel Temer vete qualquer prejuízo a avanços como aplicativos do tipo Uber.

“O que não pode é prejudicar a sociedade para manter os privilégios de algumas pessoas”, afirma Moreira Franco, sobre a briga Uber x táxi.

Relator no Senado, Pedro Chaves (PSD-MS) quer substituir o PLC 28 da Câmara pelo PLS 530, do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

Estudo em quatro cidades americanas mostra que para cada dólar de receita do Uber, seis dólares foram economizados pelos usuários. 

segunda-feira, outubro 30, 2017

PRESTÍGIO DE BOLSONARO ENLOUQUECE O ESTABLISHMENT. COMO ACONTECEU NOS ESTADOS UNIDOS COM TRUMP. QUEM VIVER VERÁ!

Os institutos de pesquisas no Brasil continuam fazendo o jogo do establishment, igualzinho ao que ocorreu durante a última campanha presidencial nos Estados Unidos. E formam um par perfeito com seus amiguinhos nas redações dos jornais e televisões. Organizados de forma estratégica esses institutos que fazem sondagens tendo em vista o pleito presidencial brasileiro em 2018 têm um cronograma. Se revezam e vão ajustando os índices de preferência do eleitorado. Não se sabe, no entanto, quais os critérios estatísticos das pesquisas e como são definidos os campos de sondagem.

Além disso, ninguém sabe quem financia essas pesquisas. Se fosse em Luxemburgo a pesquisa poderia até mesmo ser feita pelo telefone. Mas no caso do Brasil, país de dimensões continentais, uma pesquisa em nível de eleição presidencial é um trabalho e tanto, ainda que equipes sejam terceirizadas.

Entretanto, os custos dessa empreitada não são pequenos. E aí retornam as indagações: quanto custa cada uma dessas pesquisas e quem paga? Afinal, os institutos de pesquisa não trabalham de graça. Quantas pessoas são mobilizadas, quais os critérios técnicos da amostragem? Os campos? E por aí vai.

Agora à noite zapeando pela internet constatei que saiu mais uma pesquisa. Todos os veículos de mídia publicam os resultados. Não há qualquer novidade. Todas as pesquisas conferem ao condenado Lula da Silva, uma folgada vantagem vindo em segundo lugar Jair Bolsonaro. E os outros que estão na rabeira, inclusive figurões sob o comando de Fernando Henrique Cardoso? A julgar pelo que dizem esses jagunços de gravata que repudiam Bolsonaro, no segundo turno todos correrão para o abraço com Lula caso em segunda instância sua pena não for turbinada. 

Soma-se a essa estratégia do establishment por conta do TSE o fato de que a decisão de manter as velhas e obsoletas urnas eletrônicas coloca em dúvida a lisura do pleito. Isto porque nesse velho sistema não é possível uma auditoria caso surjam suspeitas de fraude.

Neste caso, a repetição ad nauseam de pesquisas eleitorais com determinados índices de preferência dos eleitores contribui para validar um eventual resultado computado por meio de urnas sem qualquer confiabilidade.
PESQUISAS FALHARAM
É interessante notar que durante a última campanha eleitoral nos Estados Unidos nenhum instituto de pesquisa aventou a possibilidade de vitória de Donald Trump que até o último momento amargou um segundo lugar sem qualquer chance. Abertas as urnas, o resultado foi bombástico. O Partido Democrata tinha inclusive montado um grande "comício da vitória" de Hillary Clinton. Até hoje os institutos de pesquisa não conseguiram explicar esta virada fenomenal. Muito menos os alegres rapazes e raparigas da grande mídia. O chefete do programa Manhattan Conection da Rede Globo, Lucas Mendes, chegou a dançar o minueto do desespero após a vitória de Trump e lascou o vídeo na internet, quando comparou - vejam só - a vitória de Trump ao ataque das torres gêmeas pelo terror islâmico.

Ao que parece, como aqui no Brasil, também não se sabe quem pagou os institutos de pesquisa e os jornalistas da grande mídia responsáveis pela grande farsa que começou nas primárias e desaguou nas urnas. A única diferença é que nos Estados Unidos ainda impera o velho e bom voto de papel. Aliás a Smartmatic foi banida do território norte-americano depois que criou asas e influía por meio de poderoso lobby para vender seu sistema para o Tio Sam que, velho de guerra, não caiu na esparrela.

Já Mr. Donald Trump manteve sua certeza na vitória sorrindo. Coube aos jornalistas capachos de Obama e dos Clintons apresentar Trump sempre de cara feia e ameaçadora. Não adiantou. O eleitorado americano sentiu o cheiro de carne queimada e cravou em Trump. No Colégio Eleitoral não foi diferente.

Não há como comparar o Brasil com os Estados Unidos. Mas, guardando-se as devidas proporções, não tem como não fazer um paralelo entre a eleição presidencial americana e a que acontecerá no Brasil em 2018.

O establishment tupiniquim e até mesmo de além mar, está nervoso. A Polícia Federal dia desses disse que aquelas malas de dinheiro descobertas no cafofo do ex-Ministro de Lula são apenas a ponta de um iceberg. Isso é um perigo em véspera de eleição!

Vê-se no horizonte, portanto, dias conturbados que são apimentados pela extraordinária performance de Bolsonaro, o único político que pode andar pelas ruas e aeroportos com tranquilidade que só é quebrada pelo assédio alegre de seus eleitores.
ESQUEMA INTERNACIONAL
E a força de Bolsonaro é tão grande que quando esteve nos Estados Unidos os esquerdistas montaram uma arapuca para o presidenciável na Universidade de Washington, armada por um professor muito amigo da turma do PT e que andou há alguns meses aqui no Brasil proferindo palestras no âmbito do Itamaraty. O staff de Bolsonaro flagrou o lance do petralha norte-americano e suspendeu a palestra deixando os psicopatas de Washington falando sozinhos. Os trastes tinham preparado o cenário com toda a grande mídia presente. 

Tudo isso comprova a evidente viabilidade eleitoral de Jair Bolsonaro, fato que atemoriza os comandados de Fernando Henrique Cardoso entre os quais se encontram Lula e seus sequazes. O chefão é e sempre foi o FHC. 

E para completar: qualquer tentativa de melar o resultado do pleito presidencial de 2018, tenham certeza, terá reação. Para os bons entendedores, meia palavra basta.

Afinal, é a hora e a vez de prevalecer a verdade. Ou, ainda, é a chance derradeira de salvar a Nação, como aconteceu nos Estados Unidos na eleição presidencial do ano passado. 

Todo o noticiário, comentários e notinhas veiculadas pelo jornalismo a soldo na grande mídia são espuma. A verdade vai se impor. A Nação não vai aceitar qualquer tipo de golpe do establishment com a finalidade de turbar o resultado do pleito. Quem sabe bem do que estou falando é o Fernando Henrique Cardoso. Sim, ele é o poderoso chefão. Por enquanto...

Sponholz: Corruptos serão punidos nas urnas!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

domingo, outubro 29, 2017

CONHECER A VERDADE HISTÓRICA É FUNDAMENTAL PARA SALVAR A CULTURA OCIDENTAL. JOGUE NO LIXO A CARTILHA BUNDALELÊ IMORAL E MENTIROSA QUE A ESCOLA OBRIGA SEU FILHO A LER.


Este vídeo da Prager University com tradução e legendas do sempre excelente site Tradutores de Direita, apresenta uma importante reflexão a respeito da influência britânica no mundo, coisa que a historiografia de viés esquerdista dominante no sistema de ensino descura, quando não reescreve a história adaptando-a a uma narrativa conveniente ao processo comunista dito 'revolucionário' cujo legado tem sido a opressão, a fome (vide a Venezuela e Ciuba) e os assassinatos em massa. 

Portanto vale muito a pena ver este vídeo sintético mas que oferece de forma didática informações e reflexões fundamentais para entender os fundamentos da cultura ocidental que vêm sendo vilipendiados sobretudo no que diz respeito à questão moral. Aliás, uma velha tática da doutrinação comunista. Aliás, a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) e eleição de Donald Trump nos Estados Unidos são dois eventos que se combinam e constituem os marcos fundamentais dessa batalha em defesa da civilização ocidental que postula manter seus fundamentos culturais, econômicos e políticos, justamente aqueles disseminados pelo velho Império Britânico.

Recomendo também que leiam o texto a seguir dos Tradutores de Direita comentando o conteúdo do vídeo. Informações como estas que jamais aparecerão na grande mídia, muito menos no deletério Fantástico, programa da Rede Globo especializado em promover a lavagem cerebral bundalelê imoral e pervertida. E não permitam que os cérebros de seus filhos sejam conspurcados pelo veneno esquerdista da mentira destilada pelas escolas. Leiam:

Um império surge quando uma nação domina várias outras. Muitas pessoas reagem imediatamente ao som desta palavra por associa-la a opressão, submissão, roubo, etc. A história revela que praticamente nenhum continente esteve imune ao surgimento dos império, nem mesmo a América, que conviveu com o Império Inca, Asteca e Maia. O tema deste vídeo da Prager University diz respeito a influência do Império Britânico e seu legado no mundo que, apesar das nuances, permitiu avanços extraordinários aos países que governou. Entender a influência do Império Britânico, que deixou suas impressões digitais nos territórios que controlou, decorre de entender a história da Inglaterra visto que tamanha influência e poder não poderiam ter existido se não fossem as sólidas raízes de sua cultura.
Talvez o primeiro grande marco para a liberdade tenha começado com a promulgação da Magna Carta, que conferia mais poderes aos aristocratas diante de um rei que tudo podia e que não pagava por seus erros. Mais tarde, na época da dinastia Tudor, o pais foi se consolidando religiosa e militarmente, atingindo por fim, o controle dos mares após derrotar a Incrível Armada espanhola, iniciando ai o seu período de colonização no além-mar. Um pouco mais adiante, as invasões napoleônicas que se alastraram ferozmente pela Europa foram barradas (por terra e mar) pelos ingleses, os únicos capazes de confrontar de igual para igual o exército francês. No entanto, na época, o ambiente cultural já criava raízes na Grã-Bretanha, garantindo o crescimento intelectual, que daria mais tarde origem a revolução industrial e a noção de livre mercado, fatores que mudaram não somente a história econômica do mundo mas também atingiram populações fora do âmbito do Império Britânico. Dentro deste período a veia abolicionista, cultivada por religiosos fervorosos, se tornou realidade, fazendo com que o Império Britânico fosse o primeiro no mundo a proibir a escravatura em seus territórios. A Inglaterra livrou tribos árabes do Império Otomano e acabou dando aval para a criação do moderno Estado de Israel. Lutou contra a opressão e teve um papel preponderante nas duas grandes guerras mundiais, acabando por ceder mais tarde a autonomia, ou liberdade, a vários de seus territórios pondo um ponto final a seu domínio imperial. Mesmo assim, alguns países preferiram permanecer debaixo do cetro da Inglaterra visto que o legado de liberdade já se fazia sentir, sem a necessidade de ressentimentos.
E quais foram essas impressões digitais que os britânicos deixaram por onde passaram? A construção de uma pesada infraestrutura (barragens, portos, estradas-de-ferro, rodovias, pontes, etc) que ainda hoje garantem o funcionamento de várias de suas ex-colônias. A influência da Common Law, cujo sistema permite uma mudança pratica e ativa da lei, que não fica somente nas mãos de reis ou parlamentos, mas também dos tribunais, cujo sistema de casos precedentes desburocratiza boa parte das decisões tomadas adiante. O legado político, filosófico e econômico, que se faz sentir ainda hoje, mesmo em países que estiveram fora de sua alçada. A noção de liberdade religiosa, individualismo e igualdade dos cidadãos perante a lei. A influência cientifica que abriu portas para uma revolução sem precedentes que ainda hoje nos tem guiado para novos mundos e ideias. E muito mais se pode dizer, visto que tentar encaixar séculos de contribuição em um pequeno post nunca fará justiça a rica história e o legado deixado pelos britânicos ao mundo. Não foi à toa que a língua inglesa se sobrepôs ao francês e ao latim com sua hegemonia cultural repercutindo no mundo até os dias de hoje e nesse vídeo, o historiador e autor H.W. Crocker III explica os motivos pelos quais devemos refletir sobre o que aprendemos a respeito do Império Britânico.
Tradução: Renan Poço
Revisão: hsilver
Texto: Israel Pestana - 
Thanks to Prager University: http://PragerU.com

sábado, outubro 28, 2017

REPORTAGEM-BOMBA DE 'ISTOÉ' REVELA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DE PIMENTEL, O GOVERNADOR PETISTA DE MINAS GERAIS.


TRAFICÂNCIAS: Fernando Pimentel recebeu propina para defender interesses de empresas (Crédito: ISTOÉ/Beto Barata)

A reportagem bomba de ISTOÉ, assinada pelo jornalista Ary Filgueira, que transcrevo como segue, é mais um petardo contra não apenas o petismo mineiro, mas o partido inteiro, já avariado desde que a Operação Lava Jato puxou o fio da meada do petrolão. Leiam:

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, está com o olhar voltado para 2018, quando pretende disputar a reeleição. Antes disso, porém, terá de prestar contas à Justiça por seus atos no governo Dilma Rousseff. Pimentel já é réu em três ações da Operação Acrônimo e pode ser alvo de um novo processo. Relatório da Polícia Federal concluído em setembro aponta o petista como chefe de uma organização criminosa. No documento, a PF afirma que ele recebeu propina para defender interesses de empresas no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O cerco a Pimentel se fechou após o indiciamento de oito pessoas ligadas a ele. Entre elas, a própria primeira-dama de Minas, Carolina de Oliveira. A mulher de Pimentel vai responder por corrupção passiva. Além de Carolina, foi indiciado pelo mesmo crime o ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, apontado como parceiro do atual governador de Minas nas maracutaias que lesaram o banco. Como Pimentel tem foro privilegiado, a PF pediu autorização ao Superior Tribunal de Justiça para indiciá-lo. Mas o STJ ainda não se pronunciou.
As denúncias da PF contra Pimentel e os demais acusados remetem ao período entre 2011 e 2014, quando ele foi titular do Ministério do Desenvolvimento. De acordo com as investigações, à frente daquela pasta, o atual governador recebia propina para exercer tráfico de influência no ministério e no BNDES. Uma das empresas favorecidas pela atuação criminosa de Pimentel foi o Grupo Casino. Em 2011, o Casino conseguiu barrar a fusão entre o Pão de Açúcar e o Carrefour graças a atuação de Pimentel e Luciano Coutinho.
Uma forma de prejudicar o negócio entre as duas empresas foi impedir que o BNDES concedesse apoio financeiro ao empresário Abílio Diniz. Para dificultar a liberação do empréstimo, o então presidente do BNDES concordou em inserir de última hora uma cláusula condicionante de ausência de litígio. Ou seja, o Pão de Açúcar não poderia ter qualquer disputa judicial com os franceses do Grupo Casino para se habilitar ao crédito que permitiria a fusão com o Carrefour. Assim, o negócio não foi adiante.
INTERMEDIÁRIA: Dinheiro era repassado por meio de Carolina de Oliveira, mulher de Pimentel (Crédito: ISTOÉ/Luiz Costa)

PARCERIA SUSPEITA
No relatório enviado ao STJ, os investigadores da PF afirmaram que “todos os indícios apontam que Fernando Pimentel, utilizando-se do seu cargo, foi auxiliado por Luciano Coutinho com o escopo de atender à solicitação feita pelo ministro, para viabilizar a inserção da cláusula condicionante no pedido de Abílio Diniz”.
Em contrapartida, o Grupo Casino efetuou pagamento para a empresa do jornalista Mário Rosa, a MR Consultoria. Também indiciado pela PF, Rosa, por sua vez, cedeu 40% (R$ 2,8 milhões) dos valores à mulher de Pimentel, Carolina de Oliveira. O dinheiro foi transferido para a empresa de Carolina, a OLI Comunicação. Mas não há registro de que a empresa da primeira-dama tenha realizado qualquer tipo de serviço para a MR Consultoria.
O relatório da PF também identificou doações de campanha por fora dos lançamento oficiais. Pimentel teria recebido R$ 3,2 milhões de sindicatos e de um escritório de advocacia. Os repasses passaram antes por empresas de fachada. Uma delas era do assessor especial de Pimentel, Otílio Prado, dono da OPR Consultoria Imobiliária. A outra é a MOP Consultoria e Assessoria de Marco Antônio, chefe da Casa Civil e Paulo Moura, secretário de governo, ambos da administração de Pimentel.
A gestão de Luciano Coutinho no BNDES é alvo de outra investigação no Tribunal de Contas da União. Auditoria do TCU identificou que, durante o governo Lula , o BNDES, que é subordinado ao Mdic, causou prejuízos aos cofres públicos na compra de ações do Grupo JBS em 2008, pelas quais pagou 20% acima do preço de mercado. O dano ao erário provocado pela operação malsucedida chegou a R$ 303 milhões.
O negócio teve como origem a compra do frigorífico National Beef Packing e da divisão de carnes bovinas da Smithfield Foods, ambos nos Estados Unidos, pela JBS, de Joesley Batista. Para ajudar na aquisição das empresas, o BNDES investiu R$ 2,6 bilhões ao adquirir ações da JBS. O dinheiro virou capital para a operação com as empresas estrangeiras. Entre 2005 e 2014, o banco repassou mais de R$ 10 bilhões para Joesley.
Outro ponto que chama a atenção na operação financeira envolvendo o banco público é o fato de o negócio com as empresas estrangeiras e a JBS ter sido realizado em tempo recorde de um mês. Os pareceres aprovando a negociação foram classificados como precários pelo TCU.
Com tantos desvios apontados pela Polícia Federal e outros órgãos de controle, dificilmente Fernando Pimentel, Carolina de Oliveira e Luciano Coutinho vão escapar ilesos dos processos que respondem. O que tende a matar pela raiz o projeto político do governador de Minas.
O ESQUEMA DE PIMENTEL
O governador Fernando Pimentel é apontado como chefe de uma organização criminosa que usou empresas de fachada para conseguir recursos via caixa dois para a sua campanha ao governo do Estado em 2014. Eis os indiciados pela PF:
Fernando Pimentel
Segundo a PF, Fernando Pimentel recebeu R$ 3,2 milhões por meio de empresa de fachada. Um dos pagamentos foi feito pelo Grupo Casino, que contou com o esforço do então ministro para impedir a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour
Carolina de Oliveira
Mulher de Pimentel usou sua empresa OLI Comunicação para receber R$ 2 milhões em 2012 do Grupo Casino, mas nunca prestou serviços à empresa francesa
Mr consultoria
Um dos repasses feitos à empresa de Carolina foi através da MR Consultoria, empresa de Mário Rosa. O contrato de fachada com a Casino chegou a R$ 8 milhões, segundo a PF

Luciano Coutinho
Indiciado por corrupção passiva, o ex-presidente do BNDES inseriu cláusula condicionante de ausência de litígio para dificultar apoio financeiro para a fusão do Pão de Açúcar e Carrefour. (Do site da revista ISTOÉ)

sexta-feira, outubro 27, 2017

PRESIDENTE DONALD TRUMP LANÇA MEGA CAMPANHA DESTINADA A COMBATER A EPIDEMIA DAS DROGAS


Enquanto no Brasil há algum tempo o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou as "passeatas da maconha", nos Estados Unidos o Presidente Donald Trump iniciou uma mega campanha de combate às drogas anunciada em solenidade realizada na Casa Branca.

O evento ocorreu ontem, no mesmo dia em que o Comandante da PM do Rio de Janeiro foi assassinado por bandidos que há muito tempo dominam as favelas cariocas onde imperam as quadrilhas de traficantes.

Dia desses a polícia apreendeu aqui no Brasil, no porto de Santos, toneladas de cocaína que seriam exportadas, quem sabe para a Europa e Estados Unidos. Como a cocaína é utilizada em micro doses dá para ter uma ideia de quantos seres humanos consomem o bagulho.

O assunto é tratado de forma condescendente pela grande mídia que registra esses eventos como normais e corriqueiros quando não eleva à condição de 'sagrado' esse mal disseminado em toneladas.

Por tudo isso a iniciativa do Presidente Donald Trump é louvável sob todos os aspectos. Afinal, o Presidente da maior potência do planeta coloca todo o seu prestígio e força no sentido de coibir o uso de opiáceos.

Sob todos os aspectos é uma grande iniciativa. Oxalá seja imititada pelas demais lideranças do nosso Ocidente. 

Como se pode notar no vídeo acima que está postado na página oficial do Presidente Donald Trump, a disseminação das drogas é considerada como uma epidemia que tem de ser combatida. 

Sponholz: Colarinho branco...

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

quinta-feira, outubro 26, 2017

FORÇAS ARMADAS CONSTITUEM O ÚLTIMO OBSTÁCULO PARA O SOCIALISMO, ADVERTE BOLSONARO PERANTE MILITARES EM REUNIÃO DE COMISSÃO NO CONGRESSO.



Na abertura dos trabalhos da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional o deputado e presidenciável Jair Messias Bolsonaro, pediu a palavra para, numa rápida alocução, prestar homenagem às Forças Armadas, ali representadsa por diversos militares.

Bolsonaro, como mostra o vídeo, chamou a atenção para um fato: o descaso dos governos - a partir principalmente do governo de Fernando Henrique Cardoso e os demais que lhe sucederam - para com as Forças Armadas.

Isso foi o bastante para refrescar minha memória. Lembro até hoje, quando visitei destacamento da Aeronáutica aqui em Florianópolis acompanhando uma autoridade local, justamente no período do governo de FHC. Sai de lá apavorado depois de constatar a penúria das instalações daquela importante unidade militar.

Em suas rápidas palavras no vídeo acima Bolsonaro faz uma sintética retrospectiva do descaso dos governos, especialmente a partir de FHC. Sim, porque os esquerdistas de modo geral, especialmente o comunista Fernando Henrique Cardoso e seus asseclas que são a referência dita “educada” desse bando de psicopatas que até hoje continua fazendo de tudo para achincalhar, desprezar e pisotear as nossas Forças Armadas.

Com absoluta e total razão o deputado presidenciável Jair Bolsonaro foi direto ao ponto ao destacar que as Forças Armadas do Brasil constituem o último obstáculo ao socialismo em nosso país e o que povo brasileiro sabe disso e confia nas Forças Armadas.

No final de sua rápida alocução Bolsonaro afirmou que se chegar à Presidência da República trará os militares novamente para a Mesa Ministerial.

A primeira coisa que a dita ‘redemocratização’ fez foi liquidar com os Ministérios do Exército, Marinha e Aeronáutica que passaram a ser comandas pelo Ministério da Defesa.

De lá para cá o Ministério da Defesa tem sido ocupado por comunistas e, durante o desgoverno do PT, os militares foram convocados para matar mosquitos.

Concluindo: um país em que suas Forças Armadas são desprezadas e achincalhas não poderá dar certo nunca.

Entende-se: até hoje durante toda a sua história o Brasil nunca progrediu tanto quanto nos governos militares. Por isso os facínoras comunistas tentam de todas as formas desprestigiar ao máximo as nossas Forças Armadas de tal sorte que inclusive tentam apagar o período de maior progresso do Brasil banindo da historiografia nacional a importante e fundamental contribuição das nossas Forças Armadas.

Se pudessem, os comunistas fariam os brasileiros trafegarem outra vez em estradas de barro, ver TV em preto e branco, iluminarem seus lares com lampiões, viajarem no lombo de mulas e se comunicarem por meio de sinais de fumaça.

A verdade é que os governos militares tiraram o Brasil do atoleiro histórico elevando-o à condição de 7a. economia do planeta.

quarta-feira, outubro 25, 2017

TEMPO DE DÚVIDAS

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
“A civilização brasileira, como a personagem de Machado de Assis, chama-se veleidade, sombra coada entre sombras, ser e não ser, ir e não ir, a indefinição das formas e da vontade criadora” - Raymundo Faoro.

Tudo indica que nossa veleidade se acentuou neste quase admirável mundo novo Ocidental, no qual o ser humano se desestabiliza, se angustia e se perde nas dúvidas. Prevalece a ditadura da esquerda, não a do proletariado porque essa não vingou, mas do politicamente correto através do qual ser tachado de intolerante, preconceituoso, conservador, estigmatiza quem ousa ostentar tais características. 
Não é possível relembrar em um pequeno artigo as teorias de Marx e Engels, passando por Lenin e Stalin até chegar à Antonio Gramsci e Louis Althusser que enfatizaram a importância das superestruturas. Porém, há um pensamento comum entre eles que está sendo utilizado atualmente.
Marx e Engels enfatizarem a importância fundamental do que chamaram de infraestrutura (base econômica, modos de produção). Também pregaram o fim da propriedade burguesa, da liberdade e da individualidade burguesas, da família burguesa, da moral e da religião burguesas, que são as superestruturas, para que estas se harmonizassem com a infraestrutura.
Gramsci distinguiu na superestrutura a “sociedade política” e a “sociedade civil”, sendo que esta última se assenta na persuasão e diz respeito à ideologia em todos seus aspectos (religião, filosofia, direito, ciência, arte, cultura, etc.) e às instituições que as criam e difundem (escolas, igrejas, meios de comunicação). Como a sociedade civil, na visão do pensador é “primitiva e gelatinosa”, a revolução socialista pode se limitar ao essencial: apropriar-se do aparelho coercitivo do Estado e em seguida desenvolver uma verdadeira sociedade civil em harmonia com a infraestrutura.
Observe-se que Louis Althusser voltou ao tema e apresentou o problema da autonomia relativa das superestruturas, que chamou de aparelhos ideológicos do Estado (A.I.E), como o religioso (Igreja), o educacional (escolas, universidades), o familiar, o jurídico, os partidos políticos, o sindical, a mídia, o cultural (teatro, belas artes, literatura).
Destaca-se, segundo Althusser, a escola, que tem posição privilegiada por inculcar a ideologia dominante desde a infância. Donde se conclui, que será fundamental que o Aparelho repressivo do Estado domine completamente os Aparelhos ideológicos.
O que acontece hoje mostra que a esquerda não desapareceu sob o fracasso soviético ou debaixo dos escombros do Muro de Berlin. Revive através de táticas mais sutis, baseadas na superestrutura e a escola se torna o grande foco através do qual se pode despersonalizar a delicada mente em evolução de crianças e jovens através do ensino da permissividade, da amoralidade, da dúvida sobre o sexo.
Afrouxam-se, assim, normas sociais consensuais e intuições da consciência são neutralizadas para que não mais se distinga entre o certo e o errado. Abole-se diferenças entre os sexos e decreta-se que não existem mais meninos e meninas. Isso é ensinado em escolas “moderninhas” em obediência a diretrizes do MEC.
Imagine-se as futuras gerações que poderão advir desse processo, despersonalizadas, problemáticas, cheias de dúvidas, sem parâmetros morais em que possam se amparar. Entusiasmados, os sub-humanos servirão ao Estado totalitário comunista com fervor e sujeição. Será algo que nem Marx em toda sua imaginação poderia conceber. Especialmente, se a tecnologia e a ciência, que avançam com grande rapidez, forem apropriadas pelo partido único ou dominante, ou melhor, pela nomenclatura.
Alguns dirão que incursionei na ficção científica. Será? Especialmente durante o governo petista foi concreto e não ficcional o incessante trabalho feito nas escolas junto às crianças e jovens no tocante a chamada ideologia de gênero. Nisso se notabilizou o então ministro da Educação, o petista Fernando Haddad.
Nas universidades se acentuou a doutrinação de esquerda, feita não por “intelectuais orgânicos” oriundos do proletariado como profetizou Gramsci, mas por professores da classe média convertidos ao petismo ou docentes oportunistas que se intitulam petistas para obter os privilégios e regalias que só são dados aos companheiros.
No tocante a destruição da família composta por mãe, pai e filhos, impressiona a doutrinação homossexual feita através de novelas, revistas e jornais. Destaca-se a TV com sua poderosa influência sobre comportamentos, costumes e valores, que antes eram transmitidos pela família e pela religião, instituições que aos poucos vão perdendo a capacidade educativa e de influência.
E eis que surge uma especial “arte” com seu apelo à zoofilia, à pedofilia, à homossexualidade.
Nesse tempo de dúvidas, algo também se desenvolve sobre o que se denomina de esquerda e de direita. Permanece a dicotomia do “nós contra eles”, mas à luta de classes difícil de ser levada à efeito, foi substituída pela luta racial (negros contra brancos), pela luta de “gêneros” (heterossexuais contra homossexuais) e outras esquisitices, mantendo assim a chama do ódio entre os contendores.
Ser de esquerda, como reza o politicamente correto, é ser intrinsecamente bom, a favor do aborto, antissemita, contra os Estados Unidos, defensor de ditaturas venezuelana como a cubana, a venezuelana, etc. e ser amoral.
A direita é classificada sempre de radical, fascista, intolerante, preconceituosa, conservadora, atrasada.
Mas nem a esquerda nem a direita como são taxadas, existem. Quando pessoas se revoltam contra a manipulação mental de seus filhos ou da dita arte, não são de direita, mas expressam seus valores morais e religiosos.
No momento a esquerda brasileira conta com a volta de Lula da Silva para se consolidar. O futuro dirá se queremos ser escravos de nós mesmos.

(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

Sponholz: Mortadelas & traição.

terça-feira, outubro 24, 2017

O CREPÚSCULO ISLÂMICO SOBRE A ALEMANHA

Quem quiser saber a respeito da última eleição na Alemanha e o impacto da imigração na demografia e na cultura desse país recomendo muito a leitura do artigo que segue. Minha recomendação não se ampara na simples curiosidade mas, sobretudo, no seu impacto no que tange à cultura ocidental que vem sofrendo o maior ataque de sua história por meio daquilo que se convencionou tipificar e conceituar como "globalismo".

A União Européia, da qual a Alemanha é ponta de lança, é a experiência mais bem acabada de como rasgar fronteiras e liquidar com os Estados-nação tendo em vista a consecução de um velho projeto de "governo mundial". Aliás, essa ânsia de um poder global já havia sido alentada por Adolf Hitler, expressa no "lebensraum", ou seja, o conceito de "espaço vital" concebido por Friedrich Ratzel.

Entretanto, o que já era fava contada pelos arautos do globalismo sofreu um revés exatamente na Alemanha na última eleição. O artigo que segue publicado pelo site Gatestone reúne informações preciosas, justamente aquelas que os leitores jamais encontrarão nos veículos da grande mídia nacional e internacional. Pelo contrário, os jornalistas da grande mídia sequer abordam a temática do globalismo como também cuidam de dourar a pílula em favor da União Europeia e de Angela Merkel.

Portanto, este artigo é uma preciosidade para todos aqueles leitores sequiosos pelas informações que 99,9% dos jornalistas escamoteiam ou criam uma narrativa que corresponda ao interesse do movimento globalista. 
==============================================
Por Guy Millère (*)
Do site Gatestone

Original em inglês: Islamic Sunset on Germany
As previsões indicavam que as eleições legislativas na Alemanha levariam Angela Merkel à vitória. Os resultados foram bem diferentes do esperado. A "vitória" de Merkel mais parece um desastre: a Aliança Democrata Cristã (CDU/CSU) conquistou 33% dos votos - 9% a menos de que há quatro anos, o pior desempenho desde 1949. O Partido Social-Democrata (SPD), que governou o país sob a liderança de Merkel nos últimos quatro anos, perdeu mais de 5% dos votos despencando de 25,7% para 20% - o pior resultado de sua história. Já o partido Alternativa para a Alemanha (AfD), partido conservador nacionalista criado em 2013 obteve 12,6%, entrará pela primeira vez no Parlamento. Die Linke, esquerda marxista, conquistou 9%. Como nem o SPD nem o Die Linke participarão do próximo governo e, como o AfD se opõe radicalmente às políticas de Merkel, ela terá somente dois parceiros a escolher: o libertário Partido Liberal Democrata (FDP) e Os Verdes: o posicionamento dos dois sobre a maioria dos temas, ao que tudo indica, é incompatível.
Angela Merkel continuará sendo chanceler por falta de uma oposição viável, principalmente porque não havia outra opção convincente: há seis meses, dois terços da população alemã queria que outro tomasse o seu lugar. Apenas 8% queriam que ela permanecesse no cargo. Martin Schultz, ex-presidente do Parlamento Europeu, candidato do SPD, não apresentou nada de novo em uma campanha medíocre.
Caso Merkel consiga formar uma coalizão, será uma precária e instável coligação de partidos que irá manter a Alemanha à beira da paralisia e tornar o país o homem doente da Europa do Século XXI.
Na realidade a Alemanha já é um país doente e Angela Merkel faz parte da doença.
Em 1945 a Alemanha se encontrava em ruínas. O país foi reconstruído, gradualmente se tornando a locomotiva da economia europeia. Ao recuperar a força, não se firmou politicamente, mantendo-se discreta, humilde, arrependida, silenciosamente envergonhada. Em virtude de seu papel na guerra, ela relutava em recriar um exército quando as potências da OTAN pediram que ela o fizesse. Preferindo adotar um posicionamento reconciliador levando-a à "Ostpolitik": política de reaproximação com os países do bloco soviético.
Pelo fato do nacionalismo ter levado ao nacional socialismo, a Alemanha rejeitava qualquer forma de nacionalismo. Pelo fato da Alemanha ter cometido genocídio, ela ficou impregnada de aversão e repúdio de si mesma e de sua própria identidade.
A Alemanha se voltou à construção europeia procurando se definir europeia para não chamar a si mesma de alemã.
Essa abordagem durou até a queda do Muro de Berlim e a reunificação do país. A reunificação foi vista pela maioria dos alemães como fruto da humildade e discrição.
Angela Merkel, que parecia personificar uma Alemanha reunificada e próspera, herdou essa abordagem ao se tornar chanceler em 2005.
INÍCIO DA ISLAMIZAÇÃO
Problemas vieram à tona. A economia alemã continuava próspera, mas a pobreza estava aumentando (em 2005, 17% dos alemães eram considerados oficialmente pobres, ganhando metade da renda média nacional) e o número de trabalhadores pobres estava se multiplicando.
taxa de natalidade era extremamente baixa. Ela começou a diminuir em 1967 e açodadamente despencou para 1,5 filhos por mulher. A população, como um todo, estava envelhecendo.
A Alemanha começou a trazer migrantes turcos para compensar a falta de mão-de-obra. Em 2000 o número de migrantes atingiu a casa dos 3,5 milhões.
A importação de mão-de-obra de migrantes muçulmanos trouxe consigo a lenta islamização do país. Nas principais cidades foram construídas mesquitas. Escolas corânicas foram abertas. O Islã foi incorporado ao currículo das escolas públicas.
Merkel sempre buscava o consenso trabalhando com os sociais-democratas durante oito dos doze anos que ocupou o cargo de chefe de governo.
Os alemães, ao que tudo indica, aceitavam esse procedimento até que ela decidiu abrir as fronteiras da Alemanha para uma avalanche de refugiados e migrantes do Oriente Médio, em agosto de 2015. Mais de 1,5 milhão de pessoas entraram no país, sem nenhum tipo de critério, em sua maioria jovens do sexo masculino com direito à reunificação familiar.
As alegações segundo as quais os refugiados iriam se assimilar sem maiores problemas começaram a bater de frente com a realidade. Os estupros se multiplicaram. A violência se agravou.
Em 2016 quase a metade dos crimes cometidos em Berlim foram perpetrados por novos migrantes. As redes jihadistas tomaram forma. Tiveram início os atos terroristas. O antissemitismo muçulmano levou a ataques a sinagogas. Os custos do estado de bem estar social saltaram exponencialmente.
Merkel não se arrepende. Finalizada a apuração ela sequer parou para pensar: ela salientou que se tivesse que abrir novamente as fronteiras do país, ela o faria. Procurou impor suas decisõessobre imigração em cima de relutantes países europeus como Hungria, República Tcheca e Polônia. Merkel continua articulando.
A vergonha ainda está presente em milhões de mentes alemãs, mas indo embora. Há alguns anos um levantamento revelou que quase 70% dos alemães ficaram irritados por continuarem a serem responsabilizados ainda hoje pelos crimes cometidos contra os judeus. Aproximadamente 25% dos entrevistados concordaram com a seguinte afirmação: "muitos judeus usam o Terceiro Reich da Alemanha para levar vantagem". Recentes pesquisas de opinião revelaram que entre 33% e 50% dos alemães veem Israel como o equivalente político da Alemanha nazista. É comum o governo alemão fingir que está dando lições de moralidade a Israel, mas jamais critica líderes terroristas como Mahmoud Abbas.
ANTIAMERICANISMO FANÁTICO
A Alemanha continua em seu posicionamento de condescendência, defendendo e fortalecendo os laços econômicos com regimes inescrupulosos como o Irã. O exército alemão está tão mal equipado que em vez de armas usa cabos de vassouras nos exercícios militares. Pesquisas de opinião mostram que a população alemã acredita que a principal ameaça à paz mundial não vem do Irã ou da Coreia do Norte, mas dos Estados Unidos. A Alemanha é hoje o país mais antiamericano do mundo ocidental. Stern a revista semanal mais famosa da Alemanha, recentemente colocou na capa do semanário uma imagem de Donald Trump fazendo a saudação nazista coberto pela bandeira americana.
O desempenho da economia é baixo. A economia alemã baseia-se essencialmente na atividade industrial e não está adaptada para a era digital. O crescimento do PIB diminuiu, o desempenho inovador é tímido, a produtividade encontra-se estagnada. Desde 2008 o aumento da produtividade foi de apenas 0,5%. O programa para suspender o funcionamento de usinas nucleares em nome da "proteção ao clima" causou o aumento generalizado do preço da energia elétrica, as famílias e as empresas arcam com o ônus financeiro de bancar um dos custos de energia elétrica mais elevados do primeiro mundo. Os imigrantes sem qualificação profissional do mundo muçulmano não têm condições de substituírem os profissionais alemães qualificados que se aposentam ou que falecem. O número de pobres continua crescendo. A capacidade de receber imigrantes chegou ao limite, as condições de vida em muitos abrigos são precárias: o chão não é limpo regularmente e fica sujo de sangue, urina, fezes durante dias, a invasão de baratas é frequente. O representante alemão da Imigração disse recentemente que apenas um terço a um quarto dos refugiados que vieram para a Alemanha tem condições de entrar no mercado de trabalho. Os demais irão depender das benesses do governo pelo resto de suas vidas.
As doenças praticamente erradicadas, como a tuberculose, estão de volta. Não há mais vacinas porque os europeus pararam de fabricá-las.
média de idade da população na Alemanha é de 46,8 anos. A gradual substituição da população não muçulmana pela muçulmana está em andamento. Quarenta por cento das crianças com menos de cinco anos nascidas na Alemanha têm raízes estrangeiras. Desde 2005 a população de recém-chegados aumentou 24%, enquanto a população autóctone encolheu 5%.
Demógrafos salientam que a menos que as tendências atuais sejam revertidas, os alemães serão minoria em seu próprio país, eventualmente num espaço de tempo de quinze a vinte anos.
Nada no momento indica que esta tendência irá mudar.
PRAGA POLITICAMENTE CORRETA
O grosso da imprensa alemã está permeada com a correção política. Jornais e revistas defendem o multiculturalismo e não abordam as mazelas mais urgentes do país: crescimento econômico enfraquecido, envelhecimento populacional e islamização. Inúmeros jornalistas, professores e escritores sustentam que a cultura alemã não existe. Quando livros que criticam o Islã estão em vias de se tornarem best-sellers, os autores são imediatamente demonizados. Deutschland schafft sich ab ("A Alemanha está se abolindo") foi um enorme sucesso em 2010, mas o escritor, Thilo Sarrazin, foi de pronto tratado como "racista" e marginalizado de todos os debates políticos. Rolf Peter Sieferle, ex-assessor de Angela Merkel, escreveu vários artigos descrevendo a autodestruição da Alemanha. "Uma sociedade que não sabe a diferença que há entre ela e as forças que a dissolvem moralmente gasta mais do que arrecada" ressaltou ele em 2015. Insultado e rejeitado por aqueles com quem costumava trabalhar, cometeu suicídio em setembro de 2016. Uma coletânea de suas observações foi publicada após sua morte: Finis Germaniae ("O fim da Alemanha").
O partido político Alternativa para a Alemanha (AfD) promete sacudir o Bundestag". Os 12,6% dos votos conquistados, sem dúvida, lhe darão expressividade. Seus líderes são tratados pela mídia e por outros partidos políticos como se fossem a encarnação do diabo. O Ministro de Relações Exteriores Sigmar Gabriel soou o alarme em relação à entrada de "nazistas de verdade" no parlamento. Um cacique do partido Die Linke, de extrema-esquerda perguntou: "será que não aprendemos as lições da guerra?". Os líderes judeus estão assustados: o Dr. Josef Schuster, presidente do Comitê Central dos Judeus da Alemanha ressaltou que o partido AfD usa estratégias comumente usadas por aspirantes a "ditaduras fascistas".
Contudo, o partido AfD não é nazista. Seus integrantes temem que a Alemanha e os alemães desapareçam sob o peso do Islã. Os nazistas eram antissemitas, militaristas, socialistas, almejando a conquista. O AfD não é antissemita, nem militarista, nem socialista e não quer conquistar outros países. Os líderes judeus da Alemanha estão assustados porque acreditam que se o AfD é hostil a uma minoria, no caso os muçulmanos, poderá também ser hostil a outras minorias. Eles provavelmente estão equivocados. Não há comparação entre muçulmanos e judeus. O AfD apoiou fortemente o direito de Israel de existir e o direito de Israel de combater a ameaça islâmica posicionada contra o país.
Integrantes do AfD fizeram declarações polêmicas sobre soldados alemães e sobre o Memorial do Holocausto de Berlim.
Ao mesmo tempo, o AfD é atualmente o partido mais pró-Israel da Alemanha. É também o único partido que prevê de forma contundente o verdadeiro perigo da Alemanha tombar em um crepúsculo islâmico.
É possível que a Alemanha se recupere? Veremos. O que está em jogo, no entanto, é de longe muito mais do que a Alemanha.
(*) Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris, é autor de 27 livros sobre a França e a Europa.

domingo, outubro 22, 2017

POR QUE A SUÍÇA É O PAÍS MAIS SEGURO DO MUNDO? ORA, PORQUE TODOS SEUS CIDADÃOS NÃO SÓ TÊM DIREITO DE ANDAR ARMADOS. O PRÓPRIO GOVERNO ESTIMULA O PORTE DE ARMAS.


Vale muito a pena ler este texto e ver o vídeo acima e depois compartilhar viralizando nas redes sociais. Os brasileiros têm o direito à liberdade que é tolhida desde que Lula e seus sequazes comunistóides chegam ao poder no Brasil e continuam nos ameaçando.

Ao fazer tábula rasa do referendum em que os brasileiros decidiram pelo direito ao porte de arma para defesa pessoal o desgoverno do PT e seus satélites comunistas decretaram o fim da liberdade de todos os cidadãos que hoje vivem homiziados em suas casas e não podem mais sair, ir passear nas praças, frequentar restaurantes, sobretudo à noite.

O Lula e seus sequazes terceirizaram com os criminosos o projeto de 'controle social' aplicado por todos os regimes comunistas, como acontece em Cuba, Coréia do Norte e agora na Venezuela.

E foram os parlamentares do Congresso Nacional que aprovaram o maldito "Estatuto do Desarmamento" inventado pelo PT, e que são os mesmos que continuam enterrados no lodaçal da mentira, da corrupção e da roubalheira em conluio com a bandalha do PT e seus áulicos, como o famigerado PSOL, a Rede da Marina Silva e demais comandados pelo Fernando Henrique Cardoso que também defende a liberação da maconha e demais entorpecentes.

Além deles a grande mídia e seus jornalistas esquerdistas estão entre os principais culpados por essa desgraça que se abateu sobre o povo brasileiro, que passou a viver numa verdadeira roleta russa e não arrisca mais colocar seus pés nas ruas, sobretudo à noite. A todo o momento jornalistas publicam matérias condenando o direito ao porte de arma para defesa pessoal. Fazem isso por ideologia, de graça? É o que saberemos num futuro muito próximo. Acreditem! O que posso dizer é que durante os quase 20 anos que trabalhei em redação de jornal foi onde eu encontrei o maior número de consumidores de drogas e defensores de todas as maiores e mais nefastas iniquidades. E isso não apenas continua, foi ampliado na mesma medida da proliferação dos 'cursos de jornalismo', dirigidos por psicopatas. 

O Brasil está entre os países mais violentos do mundo e onde favelas como a Rocinha, no Rio de Janeiro, cuja população é a mesma de Florianópolis, algo em torno de 500 mil habitantes, se transformou num verdadeiro "Estado paralelo" governado por bandidos. Se um grupo passa a ter em suas mãos o "monopólio da força" e domina determinado território funda um novo Estado, neste caso um "Estado Terrorista". Mas essa situação não se restringe apenas ao Rio de Janeiro, porquanto já alcança todo território brasileiro.

O vídeo acima refere-se Suíça, onde o porte de arma pelos cidadãos não é apenas um direito, mas uma obrigação de fato. A tradução e legendas é do sempre excelente grupo Tradutores de Direita que em sua página do Facebook postou junto ao vídeo o seguinte texto. Leiam:
O sagrado direito de defesa dos cidadãos foi abolido num golpe parlamentar engendrado pelo PT. Isso resultou no Estatuto do Desarmamento e fez picadinho da decisão plebiscitária do povo brasileiro. Por isso mesmo o povo brasileiro está hoje exposto à sanha dos bandoleiros. Trata-se de um velho e surrado esquema dos comunistas para o controle social por meio do terror. 
"Há poucas décadas atrás, o Mappin e a Mesbla faziam propaganda de armas de fogo em seus panfletos, a geração anterior de brasileiros era livre para comprar armas e os índices de criminalidade, pasmem, eram menores!
Anos e anos de doutrinação incutiram no brasileiro o medo das armas. Visto dos EUA e outros países onde a população é armada -- e os índices de violência são bem menores do que os do Brasil --, esse temor é algo verdadeiramente patético.
Ao contrário do que diz a máquina de propaganda marxista nas escolas e na mídia, a correlação entre altos índices de homicídio e armas de fogo simplesmente não existe. E a Suíça, com seus baixíssimos índices de criminalidade, é mais uma prova disso.
No polo oposto da carnificina brasileira que assassina pelo menos 56 mil ao ano, podemos ver a Suíça, país mais seguro do mundo, onde o governo não só permite que os cidadãos de bem portem armas, como também estimula a defesa pessoal por meio de eventos como o Feldschiessen, o maior festival de tiro do mundo. O governo brasileiro, hoje repleto de defensores de bandidos e vagabundos que querem a todo o custo empurrar o desarmamento civil goela abaixo da população — que, não custa lembrar, já rejeitou enfaticamente esse tipo de política no referendo de 2005 —, poderia aprender algo com a Suíça, se quisesse.
Os Tradutores de Direita dão total apoio ao PL 3722/12, para que os cidadãos possam novamente portar armas para se defender de forma plena. Ao contrário da Rede Globo, não precisamos mentir para defender o que acreditamos."

Tradução do vídeo e legendas de Ramiro Freire

LEIA TAMBÉM AQUI NESTE BLOG SOBRE O REFERENDO 23 de OUTUBRO de 2005 QUE FOI DESRESPEITADO PELOS ÁULICOS DE LULA NO CONGRESSO NACIONAL. NO TOTAL, 63,94%  DOS ELEITORES VOTARAM NÃO AO DESARMAMENTO, MAS O REFERENDO FOI SIMPLESMENTE DETONADO. NO SEU LUGAR APROVARAM O MALFADADO 'ESTATUTO DO DESARMAMENTO' E O BRASIL CHEGOU A ESTA DEPLORÁVEL INSEGURANÇA CUJO IMPACTO ULTRAPASSA A QUESTÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA CORROENDO A PRÓPRIA ECONOMIA NACIONAL. QUE O DIGAM OS CIDADÃOS DO RIO DE JANEIRO, A EX-CIDADE MARAVILHOSA HOJE CERCADA POR BANDIDOS!