Enquanto a Oposição faz um belo programa de televisão no horário eleitoral apresentando suas críticas com civilidade e educação e mostrando a biografia limpa do seu candidato, o Lula encomendou ao Ciro Gomes que comande a baixaria contra José Serra. E Ciro já entrou em campo para alegria dos Eremildos da Folha de São Paulo que acabam de conceder o espaço de um jornal inteiro para ele destilar suas mentiras e grosserias.
Quem lucra com isso? Ora, a Oposição, que permanece fazendo um jogo limpo e reafirmando a sua fé nos valores democráticos, nos valores da família, da vida e da liberdade; respeitando a fé dos religiosos.
De saída, Ciro Gomes tratou de desqualificar bispos, padre e pastores em sua entrevista ao portal Folha.com. Mente sem cerimônia afirmando que sobre a questão do aborto as posições de Dilma e José Serra são iguais. Ora, isto é uma tremenda mentira, quando todos sabem que José Serra sempre foi católico praticante. Isto não é novidade para ninguém. Sempre foi contra o aborto.
E mente na seqüência de sua alocução, segundo a Folha, "afirmando que posições defendidas por "mulás, talebans e aiatolás" são usadas pela oposição para tentar fraudar o resultado da eleição".
Ciro Gomes agride os religiosos qualificando-os pejorativamente de 'mulás, talebans e aiatolás'. Calunia a oposição e, por tabela, os mais de 33 milhões de eleitores que votaram em José Serra no 1° turno. Acusa a aliança oposicionista de utilizar as manifestações dos religiosos para - o quê mesmo? - fraudar a eleição. Trata-se de uma mentira histriônica. Todos que são religiosos sabem que bispos, padres e pastores se manifestaram, cada um a sua maneira e de acordo com sua respectiva igreja e se mantém distantes, muito distantes da campanha de José Serra.
Pelo viés religioso não dizem nenhuma novidade. A postura de católicos e evangélicos sempre foi e será contra o aborto, embora de um lado e de outro sempre poderá haver algum trânsfuga. Mas os respectivos credos são irredutíveis nessa questão imbricada no dogma religioso. Se as igrejas transigissem nesse aspecto simplesmente desapareceriam. Tanto é que o Padre José Augusto, aquele que agora é perseguido pelo PT, disse: "podem me matar, me prender"; enquanto o bispo de Guarulhos, conforme vocês podem constatar em post mais abaixo, afirmou que nada fará mudar seu voto contra Dilma.
Como vocês podem ver até o dia da eleição Ciro Gomes, o apoiador da Dilma e serviçal do Lula, falará com o fígado. Não respeitará nem os religiosos, nem os 33 mihões eleitores de Serra, nem os 20 milhões de Marina, ninguém. Aliás, no que respeita aos eleitores de Marina Silva o porta-voz da Dilma já disse que são todos eleitores do PT. A conferir.
Nessas alturas eu acho que os verdadeiros mulás, aiatolás e talebans estão é do lado da Dilma, já que Lula e o PT são amigos íntimos de Ahmdinejad, o tirano islâmico do Irã, que pune mulheres com a chibata e as assassina a pedradas.
Fala, Ciro Gomes, fala. Você começa a carrear mais uns bons votinhos para José Serra.
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De saída, Ciro Gomes tratou de desqualificar bispos, padre e pastores em sua entrevista ao portal Folha.com. Mente sem cerimônia afirmando que sobre a questão do aborto as posições de Dilma e José Serra são iguais. Ora, isto é uma tremenda mentira, quando todos sabem que José Serra sempre foi católico praticante. Isto não é novidade para ninguém. Sempre foi contra o aborto.
E mente na seqüência de sua alocução, segundo a Folha, "afirmando que posições defendidas por "mulás, talebans e aiatolás" são usadas pela oposição para tentar fraudar o resultado da eleição".
Ciro Gomes agride os religiosos qualificando-os pejorativamente de 'mulás, talebans e aiatolás'. Calunia a oposição e, por tabela, os mais de 33 milhões de eleitores que votaram em José Serra no 1° turno. Acusa a aliança oposicionista de utilizar as manifestações dos religiosos para - o quê mesmo? - fraudar a eleição. Trata-se de uma mentira histriônica. Todos que são religiosos sabem que bispos, padres e pastores se manifestaram, cada um a sua maneira e de acordo com sua respectiva igreja e se mantém distantes, muito distantes da campanha de José Serra.
Pelo viés religioso não dizem nenhuma novidade. A postura de católicos e evangélicos sempre foi e será contra o aborto, embora de um lado e de outro sempre poderá haver algum trânsfuga. Mas os respectivos credos são irredutíveis nessa questão imbricada no dogma religioso. Se as igrejas transigissem nesse aspecto simplesmente desapareceriam. Tanto é que o Padre José Augusto, aquele que agora é perseguido pelo PT, disse: "podem me matar, me prender"; enquanto o bispo de Guarulhos, conforme vocês podem constatar em post mais abaixo, afirmou que nada fará mudar seu voto contra Dilma.
Como vocês podem ver até o dia da eleição Ciro Gomes, o apoiador da Dilma e serviçal do Lula, falará com o fígado. Não respeitará nem os religiosos, nem os 33 mihões eleitores de Serra, nem os 20 milhões de Marina, ninguém. Aliás, no que respeita aos eleitores de Marina Silva o porta-voz da Dilma já disse que são todos eleitores do PT. A conferir.
Nessas alturas eu acho que os verdadeiros mulás, aiatolás e talebans estão é do lado da Dilma, já que Lula e o PT são amigos íntimos de Ahmdinejad, o tirano islâmico do Irã, que pune mulheres com a chibata e as assassina a pedradas.
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