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sexta-feira, dezembro 09, 2011

EM BUENOS AIRES, PIMENTEL DIZ QUE ESTÁ "TRAQUILÍSSIMO", EM RELAÇÃO ÀS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO QUE LHE ATINGEM!

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), disse nesta sexta-feira que está "tranquilíssimo" em relação às suspeitas levantadas pela imprensa de que teria feito tráfico de influência para beneficiar a empresa dele, a P-21 Consultoria e Projetos.

— As explicações que tinham que ser dadas foram dadas", disse Pimentel, em entrevista a jornalistas brasileiros, em Buenos Aires. E se referiu à conversa que teve com a presidenta Dilma Roussseff — Eu tenho certeza de que esse episódio está superado — concluiu.

Segundo Pimentel, não há motivos para o Congresso convocá-lo a dar explicações. Mas garantiu que irá, se for chamado.

— A obrigação de um ministro é atender às convocações do Congresso.

Pimentel está no meio de uma crise política desde que foram divulgadas pela imprensa informações sobre as relações da empresa de consultoria que ele abriu depois de deixar a prefeitura de Belo Horizonte, em 2009.

Os clientes da consultoria seriam empresas e entidades com as quais a prefeitura manteve contratos na época em que Pimentel era o titular do cargo. O ministro está na Argentina para uma reunião sobre comércio bilateral.

— A perspectiva é abrir uma negociação de curso mais longo para chegar a construir um mecanismo efetivo de integração produtiva entre as economias brasileira e argentina — disse ele.

Pimentel minimizou as reclamações de exportadores brasileiros de que a Argentina continua atrasando a concessão de licenças não automáticas de importação. Pelas normas da Organização Mundial do Comércio (OMC), a emissão dessas autorizações não deveria levar mais de 60 dias, mas os argentinos não têm cumprido os prazos.

— São dificuldades naturais, cada país tem seu processo de licenciamento — disse Pimentel. Do portal da RBS/Diário Catarinense


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sábado, abril 23, 2011

RESISTINDO À ERA DA MEDIOCRIDADE


O este vídeo e o texto que segue abaixo afanei do Augusto Nunes, que comemora o merecido sucesso de sua coluna que completa dois anos no portal da revista Veja. Augusto Nunes é dos poucos jornalistas atuando na grande imprensa brasileira que não se submete aos ditames da Era da Mediocridade. Referindo-se ao vídeo que reporta o discurso do escritor peruano Mario Vargas Llosa, assim se expressa:
Convidado para discursar na abertura da Feira do Livro de Buenos Aires, o escritor Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura de 2010, teve de enfrentar a ofensiva das patrulhas kirchneristas. Acusado de “reacionário e neoliberal” pelos pastores da intolerância, o romancista peruano revidou nesta quinta-feira com uma admirável dissertação sobre o tema “A liberdade e os livros”.  O vídeo mostra a coragem e a inteligência contracenando harmoniosamente. Vargas Llosa ensina que vale a pena resistir à Era da Mediocridade.

sexta-feira, abril 15, 2011

JOVENS JUDEUS REÚNEM-SE EM BUENOS AIRES. DEBATE PRIVILEGIOU REDE DE APOIO À LEGITIMIDADE DE ISRAEL.

Jovens profissionais judeus reuniram-se em Buenos Aires
Na última semana, mais de 45 jovens profissionais judeus de nove países participaram do 2º Seminário Regional para a América Latina, organizado pelo Congresso Judaico Latino- Americano e Chancelaria israelense, onde trabalharam temas da agenda internacional judaica; como desenvolver uma rede de apoio à legitimidade de Israel foi um dos principais assuntos debatidos. Durante quatro dias de intensos encontros ocorridos em Buenos Aires, e através de videoconferências, workshops, visitas guiadas e reunião com importantes referenciais, foram abordados os temas de terrorismo internacional, meios de comunicação em massa, relações diplomáticas e a situação do Oriente Médio.

Além disso, o Seminário propiciou encontros com Natan Sharansky, presidente da Agência Judaica; Aldo Donzis e Guillermo Borger, presidentes da DAIA e AMIA, respectivamente; Alberto Nisman, fiscal investiga a causa AMIA; Manuel Tenembaum, consultor do CJL; jornalistas dos meios de comunicação mais reconhecidos do país, e parlamentares da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai que viajaram especialmente para o encontro. Ami Mehl, diretor do Departamento de Comunidades Judaicas do Ministério das Relações Exteriores de Israel, comentou: “Para nós é de vital importância desenvolver atividades com os jovens da América Latina. A possibilidade de continuar formando profissionais destacados da região com os melhores especialistas nas mais diferentes temática é uma iniciativa que desponta como algo muito importante e útil, tanto para o Estado de Israel, como para cada uma das comunidades judaicas locais”. Do site Pletz - link permanente na coluna ao lado clicando sobre a bandeira de Israel


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segunda-feira, março 21, 2011

BUENOS AIRES, A CAPITAL DOS TRAPACEIROS E PUNGUISTAS. BLOG DE JORNALISTA ARGENTINO DÁ DICA PARA TURISTA ESCAPAR DA MALANDRAGEM

Calle Florida: reduto de trapaceiros e golpistas (Foto Estadão)
Conheci um comerciante argentino que se estabeleceu aqui em Florianópolis e por aqui ficou durante pelo menos uma década. Fui cliente de um café que ele manteve durante um bom tempo aqui na Ilha. Era pessoa bem informada, afável e educada. Certa feita perguntei para ele por que ele decidiu vir morar no Brasil um país eminentemente botocudo campeão da corrupção e onde as virtudes são exceção. Ao que ele respondeu: mas a Argentina é muito pior.
 

Nunca me esqueci dessa conversa que mantive com ele, especialmente pela análise que formulou sobre o caráter de seus próprios conterrâneos, nada positiva. Posteriormente teve que retornar para seu país por questões familiares.
Agora há pouco, zapeando pela internet, dei de cara com o blog do colega jornalista argentino Airel Palacios que já trabalhou no Brasil e que mantém um blog em português no portal do jornal O Estado de São Paulo.
Num extenso post ele se decida a instruir os turistas brasileiros que são chegados a fazer um visita a los hermanos, curtir Buenos Aires e conhecer os points principais. Alerta que todo o cuidado é pouco e detalha os mais variados golpes que são aplicados pela malandragem argentina e que os brasileiros metidos a espertos e sabichões caem como passarinhos numa arapuca. 
Conclusão: o meu amigo argentino tinha razão quando se referia à sua pátria. Da América do Sul conheço apenas San Jose, capital da Costa Rica e Montevidéu. Não são pujantes metrópoles como Buenos Aires, mas tudo indica um pouco mais civilizadas.
Vale a pena ler o post do Ariel Palacios na íntegra aqui. Segue um aperitivo. Todo o cuidado é pouco quando você se aventurar pelos principais pontos turísticos de Buenos Aires. Leiam:

Alguns pontos da cidade muito frequentados por turistas são o paraíso dos batedores de carteiras, entre eles:
- A Rua Florida: entupida em quase todos os horários – e cheia de turistas distraídos – é um prato-cheio para os batedores. Algumas das paralelas da rua Florida tampouco são recomendáveis.
- A Avenida 9 de Julio: a ampla avenida – e seu baixo policiamento – permite uma fuga rápida dos assaltantes.
- O Caminito: as redondezas da famosa rua “colorida” no bairro da Boca (que praticamente é somente frequentada por turistas, já que os próprios portenhos a consideram um mero clichê) também estão cheias de batedores, que conseguem esconder-se facilmente nos cortiços da área.
- Recoleta: o mais elegante bairro de Buenos Aires é alvo da ação dos “moto-chorros” (“moto-bandidos). Atenção para motos nas quais o motorista leva alguém na garupa. A pessoa que vai atrás é quem geralmente arrebata bolsas, relógios ou pacotes dos transeuntes.
Outra modalidade de roubo é o “truque da mostarda”, na qual um ladrão joga com uma bisnaga um pouco de mostarda nas costas ou no braço de alguém, sem que este perceba. Um segundo ladrão, cúmplice, passa ao lado da pessoa e a adverte: “ei, a senhora está com uma mancha de mostarda nas costas”. O ladrão prontifica-se para ajudar e rouba (ou seu colega ladrão) a vítima.
O filme “Nueve reinas” (Nove Rainhas), protagonizado pelo ator Ricardo Darín (no papel de um calejado picareta) exibe uma didática demonstração da ampla variedade de trapaças e roubos exercidos em Buenos Aires. Do portal do Estadão

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