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| Elio Aponte, presidente da ORVEX, discursa frente ao Consulado |
Várias organizações venezuelanas em Miami (EE.UU) protestaram nesta sexta-feira frente ao Consulado Geral da Venezuela rechaçando o suposto "trabalho de espionagem", articulado pela consulesa, Líbia Antonieta Acosta Noguera, contra o os exilados da Venezuela nessa cidade da Flórida.Sob o tema "Não à conspiração, não espionagem de funcionários consulares", alertaram sobre a "perseguição política" posta em marcha por Livia Acosta contra os "os venezuelanos que fugimos de nosso país e pedimos refúgio nos Estado Unidos", disse José Antonio Colina, diretor da organização Venezuelanos Perseguidos Políticos no Exílio (Veppex).
Nesse contexto, Colina, organizador da concentração, se somou às vozes que denunciam a consulesa venezuelana em Miami, Livia Acost, como pertencentea ao Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), da mesma forma o vice-cônsul, Edgard González Belandria.
A intenção dos funcionários de inteligência venezuelanos como Acosta é "monitorar, visualizar e acompanhar todas as atividades que os exilados realizam no Estado da Florida (EE.UU), ressaltou Colina, que calcula em 4.500 os venerzuelanos aos quais já foi concedido o status de asilo político.
A esta cifra teria que acrescentar outros 3.700 casos pendentes de concessão de asilo político, para uma comunidade de cerca de 120 mil venezuelanos radicados na Florida, afirmou Colina.
"Miami é a cidade do mundo com maor número de venezuelanos com asilo político que fugiram em virtude da perseguição pelo governo de Hugo Chávez", acrescentou José Antonio Colina. Leia AQUI a reportagem completa - en español
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