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quarta-feira, maio 18, 2011

A LÍNGUA DE TRAPO DO PT

O militonto está de volta
Já tinha dito aqui que essa suprema estupidez de provar que o errado é o certo tem um objetivo muito claro que é justificar a boçalidade ignorante do Lula, do Tiririca, da Dilma e da totalidade dos petistas e seus satélites. O Reinaldo Azevedo descobriu o oráculo dessa fantástica estupidez. Está localizado na Universidade de Brasília, aquela onde os estudantes têm espaço reservado para consumir maconha e bebidas alcoólicas em nome de uma palavra que serve para purificar todo o tipo de sacanagem: diversidade.
Mas o curioso é que levando ao pé da letra o que defende o oráculo do 'português coloquial', qualquer falante estaria autorizado a denominar homossexual de 'bicha', 'veado', boiola', 'fresco', 'sapatão'. Igualmente poderia se referir aos negros não como 'afrodescendentes', mas como 'negão', 'tição', crioulo' e por aí vai.
Tanto é que a autora do livro do MEC que autoriza o sujeito dizer 'nóis vai', defendeu sua 'teoria', argumentando que alguns alunos reclamam que quando procuram falar corretamente em suas comunidades são rotulados de homoafetivos, ou seja, de 'veado' para usar um designativo coloquial predominante naquelas áreas onde a educação não chegou.
No entanto, são esses mesmos militantes da causa politicamente correta que se socorrem da norma culta para criar termos assépticos e polidos como 'homafetividade' e 'afrodescendente', a mostrar que as palavras corretas de adequadas têm importante função ligada às boas maneiras, ao respeito e à civilidade e tipificam a cosmovisão dominante.
A questão do falar correto e dentro das normas gramaticais implica justamente o contrário do que pretendem esses anarquistas da linguagem. Defender a consagração do erro gramatical só contribui para aumentar a avassaladora ignorância da maioria dos brasileiros, razão primeira que impede o acesso a centenas de milhares de pessoas à principal conquista humana: o conhecimento, que só foi possível ser sistematizado a partir da gramática que permitiu a estruturação das bases da ciência. Tanto é que o conceito de 'exclusão social' é uma falácia esquerdista criada com base nas mentiras e vigarices do marxismo. Não existe  o excluído, mas o ignorante!
Só para se ter uma idéia da conseqüência nefasta que é o desconhecimento das normas gramaticais está no fato de que impede, por exemplo, o aprendizado de outro idioma, já que a gramática é universal.
Ora, constata-se portanto que a observância de falar e escrever de forma correta não é apenas o que miseravelmente esses cretinos preconizam como luxo. E uma das formas de promover o conhecimento é justamente fazer crítica permanente do erro! 
Outro aspecto que é descurado por esses ditos 'especialistas' da academia é que a língua é um dos fatores fundamentais para o sentido territorial de Nação. Graças à observância da norma culta, guardados os regionalismos, os brasileiros se comunicam normalmente do Oiapoque ao Chuí. A integridade do território nacional decorre em grande medida, se não exclusivamente, da homogeneidade da língua.
Não sou especialista na matéria, mas me orgulho de não ser estúpido. O que alinhei aqui dá uma idéia do estrago que o governo do PT promove na área a educação. Em todos os aspectos o Brasil está sendo destruído completamente.
E a tolerância apática a essa ação deletéria do petismo decorre especialmente da ignorância geral e irrestrita da maioria do povo brasileiro. 
Uma das causas dessa boçalidade crônica, acreditem, está justamente no fato de que os falantes desconhecem seu próprio idioma, já que não conseguem diferenciar o que é sujeito, predicado e complemento. Portanto, não falam, emitem grunhidos.
Quando os petistas falam em cultura eu sei que se referem à cultura do milho, do feijão e da banana, o que de certa forma me tranquiliza. Pelo menos, por enquanto, ainda teremos o que por à mesa na hora da refeição. Por enquanto...

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terça-feira, maio 17, 2011

OLHEM AÍ! PROCURADORA DA REPÚBLICA PREVÊ AÇÕES CONTRA USO DE LIVRO DO MEC COM ERROS

Diante da denúncia de que o livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos - que foi distribuído a 485 mil estudantes jovens e adultos pelo Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação -, defende o uso da linguagem popular e admite erros gramaticais grosseiros como "nós pega o peixe", a procuradora da República Janice Ascari, do Ministério Público Federal, previu que haverá ações na Justiça. Para ela, os responsáveis pela edição e pela distribuição do livro "estão cometendo um crime" contra a educação brasileira.
- Vocês estão cometendo um crime contra os nossos jovens, prestando um desserviço à educação já deficientíssima do país e desperdiçando dinheiro público com material que emburrece em vez de instruir. Essa conduta não cidadã é inadmissível, inconcebível e, certamente, sofrerá ações do Ministério Público - protestou a procuradora da República em seu blog.
No domingo, o livro já tinha sido duramente criticado por educadores e escritores. O MEC confirmou que não pretende retirar a publicação das escolas, alegando que não tem ingerência sobre o conteúdo das obras. Afirmando que se manifestava como mãe e sem analisar o aspecto jurídico da questão, Janice disse que ficou chocada com as notícias sobre o livro com erros aprovado e distribuído pelo MEC. Os autores defendem que essa linguagem coloquial não poderia ser classificada de certa ou errada, mas de adequada ou inadequada.
- Ainda não estou refeita do choque sofrido com as notícias sobre o conteúdo do livro aprovado pelo MEC, no qual consta autorização expressa para que os alunos falem "Nós pega o peixe", "Os livro mais interessante estão emprestado" e por aí vai. Não, MEC e autores do livro, definitivamente isso não é certo e nem adequado - disse Janice Ascari.
Para MEC, debate é nas universidades
O MEC confirmou nesta segunda-feira que não cogita alterar o processo de seleção e avaliação de livros didáticos. As obras são lidas por professores de universidades públicas, a quem cabe selecionar os títulos que farão parte do catálogo nacional de livros. É com base nesse catálogo que escolas de todo o país escolhem as coleções que receberão gratuitamente, distribuídas pelo Programa Nacional do Livro Didático.
O MEC diz que o debate sobre a adequação ou não de uma obra didática deve ocorrer nas universidades, como é no sistema atual, e não dentro do ministério. Do contrário, segundo o MEC, haveria o risco de direcionamento político na escolha das obras a serem aprovadas para uso em sala de aula.
A professora Heloísa Ramos, autora do livro, discorda de que seja preciso modificar qualquer trecho. Ela argumenta que a frase discutida em seu livro trata de linguagem oral, e não escrita. E que a norma popular da língua é diferente da norma culta, mas não necessariamente errada, no caso da linguagem oral.
- Eu não admito mais que alguém escreva que o nosso livro ensina a falar errado ou que não se dedica a ensinar a norma culta - disse Heloísa. - Por que, em educação, todo mundo acha que conhece os assuntos e pode falar com propriedade? Este assunto é complexo, é para especialistas.
Professora aposentada de língua portuguesa da rede estadual de São Paulo, Heloísa presta serviços de consultoria e escreve uma coluna na revista "Nova Escola", dedicada a tirar dúvidas de professores. Segundo ela, o livro "Por uma vida melhor" é pioneiro ao destacar a importância da norma popular da língua, o que considera um avanço, no sentido de não menosprezar a fala da população menos instruída. Do portal de O Globo

MEU COMENTÁRIO: E a Nação assiste impassível a destruição do Brasil pelo governo do PT. O livro do MEC pretende validar o lulês e o tiririquês. E a autora ainda se diz 'professora' e o Ministério da Educação botocuda lava as mãos. É algo inaudito na história do Brasil. E tenho certeza isso não acontece nem em Burkina Faso.

O que causa espanto é a leniência daquilo que ainda resta de Oposição nesse  Congresso tiririca financiado pelo empresariado e os banqueiros brasileiros que deram dinheiro e apoio para a campanha do PT; dinheiro para comprar a eleição do poste,  para eternizar a escória da política no poder. Essa gente toda é escrota, pusilanime, picareta e vagabunda.
O mal que o PT já causou ao Brasil tornou-se crônico.
Lamento ter de usar palavras duras e até mesmo chulas. Mas este é o linguajar que essa escrotidão compreende.