Pelo menos a grande imprensa brasileira tem o Reinaldo Azevedo e mais alguns pouquíssimos jornalistas que não praticam a deletéria louvaminha de apoio ao petismo e seus satélites. No caso do desastre ocasionado pelas chuvas no Rio de Janeiro, Reinaldo foi ao ponto e colocou uma realidade, ou seja, a contumaz esperteza do governador carioca Sérgio Cabral que está em viagem de férias no exterior enquanto bombeiros e voluntários procuram por cadáveres que se amontoam sobre os escombros da tragédia. E aponta de forma oportuna que o tratamento dispensado pelo jornalismo petralha que domina a maioria das redações no que concerne ao efeito das chuvas em São Paulo e no Rio de Janeiro tem as suas nuances.
Enquanto Alckmin e Kassab são apedrejados pelos jornalistas a soldo do PT, no Rio de Janeiro verifica-se da parte deles uma condescendência que chega às raias do ridículo. Entretanto a maioria dos consumidores de notícias não descobriu ainda os blogs independentes e que se atêm aos fatos. Por isso, essa grande parcela da população brasileira é impiedosamente bombardeada por um noticiário miseravelmente maquiado de acordo com os interesses políticos do PT e seus áulicos.
Por isso transcrevo na íntegra post do Reinaldo intitulado Cabral em viagem de férias? É uma questão de vergonha na cara. Leiam:
Enquanto Alckmin e Kassab são apedrejados pelos jornalistas a soldo do PT, no Rio de Janeiro verifica-se da parte deles uma condescendência que chega às raias do ridículo. Entretanto a maioria dos consumidores de notícias não descobriu ainda os blogs independentes e que se atêm aos fatos. Por isso, essa grande parcela da população brasileira é impiedosamente bombardeada por um noticiário miseravelmente maquiado de acordo com os interesses políticos do PT e seus áulicos.
Por isso transcrevo na íntegra post do Reinaldo intitulado Cabral em viagem de férias? É uma questão de vergonha na cara. Leiam:
Acompanhei a cobertura que o Jornal Nacional fez da tragédia no Rio. Já são 257 mortos. Tristeza, melancolia, desastre. Havia estranhado a ausência do governador Sérgio Cabral. Onde estaria Sérgio Cabral? No desastre de Ilha Grande, no ano passado, ele também custou a dar as caras. Especulava-se que estivesse fora do país. Não! É provável que descansasse numa casa de veraneio em Mangaratiba. Deve ter demorado a aparecer porque, sei lá, não tinha considerado a coisa tão grave assim.
Há pouco, o Jornal Nacional informou que Sérgio Cabral está em viagem de férias. Fora do país. Sei. Há algo mais previsível do que o desastre das águas nesse período? A única coisa que varia é o número de mortos. Ou seja: Cabral fugiu das chuvas e do noticiário. Ele só comparece quando é para partir para o abraço de exultação. Até o da solidariedade ele se nega a dar.
O JN foi bonzinho com ele. Destacou uma frase sua no jornal O Globo condenando as ocupações irregulares. Ah, bom! Bobo é Gilberto Kassab, que decide mostrar a cara quando a enchente cobre as ruas de São Paulo. O governador inteligente é aquele que foge da enxurrada, dos soterramentos e dos cadáveres.
A viagem de Cabral já era indecente antes mesmo de o mundo vir abaixo. Agora que veio, vamos ver quanto tempo ele vai demorar para voltar. Sua presença não ressuscita ninguém, sei disso. Mas é uma questão de vergonha na cara!
