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sexta-feira, janeiro 20, 2012

O AVESSO DO AVESSO!

O Ministério Público (MP) de São Paulo deve concluir em março a investigação sobre a operação policial na região do centro paulistano conhecida como cracolândia. Segundo o promotor de Direitos Humanos e Saúde Pública, Arthur Pinto Filho, o inquérito aberto no último dia 10 está "andando muito bem" e busca provas sobre os abusos cometidos pela Polícia Militar (PM) e a Guarda Civil Metropolitana (GCM).
"Estamos ouvindo algumas pessoas que são moradoras de rua e viram a atuação da PM naqueles primeiros dias", disse. De acordo com ele, atuação das corporações no início da ação foi "muito lamentável". "Uma violência geral e irrestrita contras as pessoas de lá, sem verificar quem é criança, quem é adolescente".
Com o fim da apuração, o MP pretende entrar com as ações judiciais até o início de abril. O promotor ressaltou que também poderão ser indiciados os responsáveis por comandar a operação que ocupou as ruas onde era livre o uso e o tráfico de crack. "Até onde a gente consegue analisar a ação das autoridades, elas praticaram improbidade [administrativa]", destacou.
O promotor espera ainda que com o depoimento dos comandantes da polícia seja possível determinar quem deu a ordem para o início da ação, ponto que até o momento não foi esclarecido. "Sabemos que quem comandou foi a PM, agora não temos clareza de quem deu essa ordem para o comandante". As autoridades serão chamadas para depor após o fim da coleta de relatos sobre atuação na cracolândia.
Além das denúncias de abuso, o Ministério Público apura se o estado e o município estavam aparelhados para dar assistência aos dependentes químicos. " Na nossa maneira de ver, não estavam", destacou. Para avaliar essa atuação, o MP está ouvindo médicos e especialistas da área de saúde. Do site do jornal O Estado de S. Paulo

MEU COMENTÁRIO: A maioria dos cidadãos não é constituída de viciados, traficantes e malandros. São trabalhadores que juntos constroem o Brasil, geram riqueza, recolhem impostos. Assim, têm o direito de receber o mesmo apoio do Ministério Público.
Mas o que parece é que está havendo uma inversão de valores. 
Cerca de 90% da violência que sitia os cidadãos brasileiros procede do tráfico de drogas. Quantas pessoas já foram mortas por bandidos em busca de dinheiro para comprar o crack?
Causa espanto que o Ministério Público condene a ação da polícia sob o comando do governo de São Paulo que procura - e pelo que se sabe continuará com a ação anti-droga - acabar com as cracolândias, verdadeiros viveiros de marginais e traficantes que contribuem para ampliar o consumo de drogas que causa a morte de milhares de pessoas pelo Brasil a fora, inclusive em pequenas cidades do interior do país.
Os cidadãos trabalhadores e honestos que pagam impostos estão sendo usados como fonte de recursos para custear o tratamento daqueles que se drogam.
Os cofres estatais são nutridos por gente séria, cumpridora da lei e respeitadora da ordem. É esse extrato da sociedade que tem de ser respeitado, porquanto é o que mantém vivo o tecido social e faz a Nação existir.
O que acabo de afirmar nestas linhas não é novidade nenhuma, mas a verdade dos fatos.
Os trabalhadores brasileiros de todos os níveis exigem segurança para ir e vir e protestam contra o assédio e a violência imposta pela horda de traficantes e viciados em entorpecentes.

domingo, maio 15, 2011

OLHAR LIBIDINOSO DE GAY LEVA SHOPPING DE SP A COLOCAR SEGURANÇA NO TOALETE MASCULINO

Toalete masculino: agora sob severa segurança
O Shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, criou nos últimos meses um posto insólito: o de segurança de banheiro. Leandro, de 45 anos, foi recrutado para passar o dia montando guarda na porta do toalete masculino do 3.º piso, que atende as nove salas do cinema, a fim de evitar - ou inibir - paquera de homens no local.
Ele explica que o shopping precisou tomar uma providência, porque "teve gente que se sentiu incomodada (com olhares libidinosos dos gays)".
Em sua gestão como "segurança de banheiro", que já dura cerca de oito meses, Leandro ouviu apenas uma queixa, "de um senhor que avisou que havia um rapaz se exibindo".
A orientação do shopping, segundo Leandro, é mostrar ao "infrator" uma placa na parede com os dizeres: "A prática de ato obsceno em lugar público, ou aberto, ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano".
A assessoria do Frei Caneca disse que "a informação passada pelo segurança foi de interpretação pessoal".
"A função dele, como a de outros profissionais que permanecem fixos nas áreas de maior circulação, é de zelar pela segurança dos frequentadores. Nossa equipe se divide em profissionais que circulam pelos andares e outros que são mantidos fixos em pontos-chave", afirmou o superintendente do Frei Caneca, Carlo Zanetti, no mês passado.
Dias depois, a assessoria do shopping informou que a administração havia "repensado" seu sistema de segurança e retirado Leandro da porta do banheiro masculino. Na semana passada, porém, a reportagem voltou ao shopping em dias diferentes e verificou que o segurança permanece lá.
Pendurar a placa na parede do banheiro alertando para a punição em caso de ato obsceno é uma "inovação" do Frei Caneca. "Não é fantástico colocarem um segurança pra tomar conta da gente?", ironiza o empresário Lázaro Rodrigues, de 33, homossexual assumido e frequentador do shopping.
Educação. Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT), "as leis são para ser cumpridas".
"Se a prática de atos obscenos em lugares públicos é passível de penalidade, então isso vale para todo mundo. Ninguém, por causa da orientação sexual, está acima ou abaixo das determinações legais", diz Reis. "É uma questão até de educação", destaca.
O administrador de empresas homossexual Pedro Alceu dos Santos, de 30 anos, que passeia pelo shopping, diz que "pegação" entre gays acontece no mundo todo. "Em qualquer banheiro público pode ter gente atrás de sexo. Já vi isso em lugares movimentadíssimos de Londres e Nova York, para citar duas cidades bastante cosmopolitas. Não sei se um segurança vai resolver."
O Estado entrevistou clientes heterossexuais do Frei Caneca para saber o que eles acham de se manter ali um "segurança de banheiro".
O engenheiro Adílson Cabral, de 38 anos, e sua mulher, a fonoaudióloga Mara Lima, de 39, acharam graça da situação. "Qual a função dele ?", perguntou Mara, achando que se tratava de casos de assalto.
Ao saber que o problema era a eventual prática de sexo em público, e isso poderia incomodar frequentadores, riu mais ainda. "Isso acontece?" Para Adílson, não é tão estranho: "Volta e meia você percebe que tem cara olhando de maneira diferente. Mas em qualquer lugar tem". Do portal do Estadão

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sábado, fevereiro 05, 2011

VIOLÊNCIA BÁRBARA EM SANTA CATARINA: A CADA 8 HORAS OCORRE UM HOMICÍDIO!

Confira o mapa interativo dos homicídios em Santa Catarina
Uma pessoa é assassinada a cada oito horas em Santa Catarina. E os quatro homicídios registrados na sexta-feira, em Jaraguá do Sul, Blumenau, São José e Florianópolis mantiveram a média de três por dia que o Estado registra neste ano. Já são 103 desde janeiro.

O levantamento, feito pelos jornais do Grupo RBS em Santa Catarina, traz preocupação. A média deste o início do ano é maior que a registrada nos últimos anos — em 2010, foi de 2,4 mortes por dia. Em 2008, eram 2,1.

Entre as possíveis explicações está o período de férias, em que as ocorrências tendem a aumentar. No verão, mais gente está nas ruas, nos bares, e isso acaba refletindo no aumento do número de assassinatos.

Um dos dados mais interessantes é a motivação dos crimes. A polícia costuma associar a maioria dos homicídios ao tráfico de drogas. Mas, segundo o levantamento, as brigas e discussões são o principal motivo para os assassinatos.

— É a banalização da morte. O sujeito não gosta do que o outro diz no bar, tira uma faca e mata — resume Marlon Dias, especialista em Direito Criminal. 


Poucas pistas na maioria dos casos
A questão motivação e falta de pistas também preocupa: em cerca de um terço dos casos, a polícia não sabe dizer nem qual a razão para aquele crime. Pior. Em 63%, os supostos agressores estão livres. Em alguns, não foram sequer identificados.

Foi o que aconteceu, por exemplo, em um crime de repercussão em Laguna, no Sul de Santa Catarina. O policial Civil José Maria Mendonça, 47 anos, foi assassinado em casa. O corpo dele chegou a ser exumado para uma perícia. Até hoje, nenhum suspeito foi preso. No Meio-Oeste, outro policial morreu após uma discussão em um bar. Valdecir Alberto Ferreira, 45 anos, foi encontrado com o corpo cravejado de balas.

Resultado da impunidade: a população se sente ainda mais insegura
Onde há mais gente, há mais mortes. A relação é regra também em Santa Catarina. Oito das 10 cidades mais populosas estão no Litoral. E é justamente perto do mar que os homicídios mais acontecem. Joinville e Florianópolis, que têm o maior número de habitantes, estão também empatadas no topo do ranking.


Na Capital, um dos crimes de maior repercussão é a morte do argentino Raúl Baldo. Ele foi assassinado em Canasvieiras há um mês. Um suspeito de envolvimento foi preso. Mas o homem que teria feito os dois disparos está à solta.

O Norte do Estado tem duas cidades com números semelhantes, mas situações distintas. Jaraguá do Sul, que foi apontada no final do ano passado pelo Instituto Oswaldo Cruz como o menor índice de homicídios do Brasil (para cidades com 100 mil habitantes), já registrou duas mortes em 35 dias. Perto dali, São João do Itaperiú, de apenas 3 mil habitantes, teve o mesmo número. Foram dois casos em datas diferentes, e justamente com a motivação que costuma preocupar mais a polícia: latrocínio — roubo seguido de morte.

Mas o maior número de mortes continua acontecendo no Vale do Itajaí. Foram 29, distribuídos entre 10 cidades. Itajaí, com sete, é também a terceira do ranking estadual. Ali, dois foram mortos pela polícia, dois tinham envolvimento com tráfico e houve um latrocínio. Dois não foram esclarecidos. 

Homens, jovens e com armas de fogo
O levantamento mostra ainda que a imensa maioria das vítimas é de homens: cem. Mulheres, foram apenas três. E eles são, também, muito jovens. Metade tem até 35 anos. As armas de fogo são as mais utilizadas: quase três vezes mais que armas brancas como facas e facões. Do portal da RBS/Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: Este levantamento feito pelo jornal Diário Catarinense confirma todas as advertências que seguidamente venho fazendo aqui no blog. Quem acompanha o blog sabe disso. 
Entretanto, falta à reportagem do Diário Catarinense a defesa intransigente da adoção da TOLERÂNCIA ZERO e da condenção à deletéria e nefasta ação do governo federal ocupado pelo PT que nos últimos 8 anos promoveu a corrosão dos valores morais e éticos ao invocar os direitos humanos para bandidos e enxovalhar as Forças Armadas e as polícias nos setores em que não pôde aparelhar.
O maior culpado pelo aumento brutal da violência em todo o Brasil e até mesmo em Estados outrora ordeiros e tranqüilos como Santa Catarina é o governo do PT, liderado durante oito anos por um ignorante soberto, incompeetente e vaidoso, como são todos os seus sequazes.
No caso de Santa Catarina já exortei aqui no blog que o governador Raimundo Colombo endureça a repressão policial e implante um Plano de Segurança Pública que contemple a TOLERÂNCIA ZERO. A começar pela criação de barreiras nas estradas, rodoviárias e aeroportos e, evidentemente, blitz permanente nas ruas de todas as cidades. E esta ação deverá ser implacável. O fechamento de bares e botecos às 23 horas é uma medida que não poderá de forma nenhuma ser descartada, como ocorre na Inglaterra.
Caso se renda a idiotice politicamente correta seu governo será um desastre. Se ouvir o clamor dos cidadãos catarinenses de bem fará o maior governo de todos os tempos em Santa Catarina.
Comece já nesta segunda-feira, governador Raimundo Colombo!