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domingo, junho 05, 2011

CHÁVEZ VISITA DILMA NESTA 2a.FEIRA E TRAZ A TECNOLOGIA BOLIVARIANA DE AMORDAÇAR A IMPRENSA

Lula esteve há pouco na Venezuela e deve ter acertado a visita de Chávez ao Brasil como forma de desviar a atenção da imprensa que continua focada no escândalo Palocci. Será o clássico tiro pela culatra. Chávez está em baixa em seu país e os venezuelanos deveráo derrotá-lo nas próximas eleições. Ou quem sabe Chávez virá ao Brasil para mostrar para a Dilma como implantar uma ditadura bolivariana, a começar pela mordaça à Imprensa e o fechamento de veículos de comunicação, como fez em seu país?
Num país sério Chávez seria alvo de manifestação de protesto, pois é um ditador que liquidou a democracia em seu país. Fechou o Senado e criou uma assembléia integrada por seus áulicos. Aqui no Brasil a malta botocuda permanecerá calada e conivente com essa afrontosa visita do tirano, enquanto na Câmara dos Deputados avança um projeto de lei que cria a mordaça à Imprensa, da mesma forma como Chávez fez em seu país. Leiam este resumo do site da revista Veja sobre a situação em que Chávez deixou a Venezuela:

Uma pesquisa divulgada na última semana pelo jornal El Universal demonstrou que 51% dos eleitores da Venezuela querem um novo líder para seu país. O levantamento, realizado pela empresa Hinterlaces, é um sintoma de que o prolongado governo do presidente Hugo Chávez pode estar perto do fim. A falta de comida, a inflação, a violência e os problemas com a energia elétrica são apenas alguns dos motivos que têm levado os venezuelanos a desacreditarem o coronel, antes tão exaltado popularmente, e apostarem na oposição como fonte de esperança para o fim da era chavista, que já dura doze anos. É nesse clima de desprestígio que o presidente visita o Brasil para fechar acordos com Dilma Rousseff nesta segunda-feira.

A primeira tentativa de Chávez de chegar ao poder foi em 1992, quando liderou um golpe militar contra o então presidente Carlos Andrés Pérez. Por causa da desmobilização de seus aliados, o golpe se frustrou e Chávez acabou preso. Sua exposição, no entanto, rendeu-lhe as graças do povo, que o elegeu anos mais tarde, em 1998, presidente do país com 56% dos votos. O coronel chegou com discurso sedutor, esbravejando soluções e promessas. Mudou  o nome do país para República Bolivariana da Venezuela e garantiu que faria uma revolução socialista moderna, aliada à democracia.
Recessão – Aos poucos,  as medidas autoritárias do caudilho passaram a afetar diretamente o bolso e o conforto dos venezuelanos. "Produtividade e rentabilidade são conceitos do malvado capitalismo e do neoliberalismo", avisava o coronel em 2004. A má-utilização dos recursos vindos da exportação de petróleo – mais com a compra de armas que com investimento na produção interna – e a própria queda na produção do bem mais abundante do país provocou um grande impacto nas contas públicas. 
A oferta de alimentos ficou escassa e os preços subiram drasticamente. A população teve que adaptar a dieta ao que conseguisse encontrar. O governo criou mercados populares com a venda direta de produtos aos consumidores, mas não adiantou. “A equação de Chávez não fecha, ele está destruindo a economia e o povo está passando muita dificuldade“, comenta Norman Gall, diretor executivo do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, estudioso da América Latina que viveu seis anos na Venezuela. Leia MAIS

segunda-feira, março 21, 2011

FOGE O NEGO SINHÁ OIÁ IÁ IÁ IÁ; TRAZ O NEGO SINHÁ...OIÁ IÁ IÁ IÁ!

Olhar de enfado: uma coisa muito estranha
Segundo o Reinaldo Azevedo, o que segue após este prólogo é a letra do 'Abadá da Capoeira'. Está na conclusão de um post que ele escreveu a respeito daquilo que já foi transformado numa obrigação a qualquer autoridade estrangeira que visite o Brasil: assistir a uma sessão de capoeira, sem falar na indefectível incursão a uma das favelas do Rio de Janeiro. 
E há coisas intrigantes. Obama e sua família foram obrigados a ver duas apresentações de capoeira. Na foto acima, como bem observou o Reinaldo, as obaminhas olham com certo enfado àquela coisa primitiva sob o rufar de atabaques marcado pelo som repetitivo de um instrumento de uma corda só muito esticada que repousa sobre uma cabaça que lhe amplia o som. 
Quem quiser levar a sério o Brasil, leia os jornais desta segunda-feira falando sobre a visita do Obama. A Folha de São Paulo está impagável.
Eis a letra do 'Abadá da Capoeira', que segundo os antropólogos e cientistas sociais brasileiros (argh!) é uma coisa muito importante, complexa e profunda. Os Obamas que o digam. Credo!

Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía,
Traz o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Traz o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Traz o nego sinhá (Coro)
Paranauê, (Coro), paranauê paraná
Paranauê, (Coro), paranauê paraná
Paranauê, (Coro), paranauê paraná
Paranauê, (Coro), paranauê paraná
(Coro)
Oô, oô, oô oô oô
Oô, oô, oô oô oô
(Coro)
Oô, oô, oô oô oô
Oô, oô, oô oô oô
Oiá iá iá ía
Foge o nêgo sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía,
Traz o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Traz o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Traz o nego sinhá (Coro)
Paranauê, paranauê paraná
Paranauê, paranauê paraná (Coro)
Paranauê, paranauê paraná
(Coro)
Oô, oô, oô oô oô
Oô, oô, oô oô oô
(Coro)
Oô, oô, oô oô oô
Oô, oô, oô oô oô
(Coro)
Oô, oô, oô oô oô
Oô, oô, oô oô oô
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía,
Traz o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Traz o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Foge o nego sinhá (Coro)
Oiá iá iá ía
Traz o nego sinhá (Coro)
Paranauê, paranauê paraná
Paranauê, paranauê paraná (Coro)
Paranauê, paranauê paraná
Paranauê, paranauê paraná (Coro)
Paranauê, paranauê paraná
Paranauê, paranauê paraná (Coro)
Paranauê, paranauê paraná
Paranauê, paranauê paraná (Coro)


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sexta-feira, março 18, 2011

SEGURANÇA DE OBAMA VAREJA O RIO DE JANEIRO

O Ancelmo Gois deu mais uma furada nos jornalões. Depois de ter antecipado que Obama não vai mais falar numa espécie de comício programado para a Cinelândia, uma das áreas mais violentas do centro do Rio de Janeiro, postou na sua coluna foto que flagra o gigantesco helicóptero do Obama dando razantes sobre o entorno da sede do Flamengo, onde foi improvisado um heliponto capaz de permitir o pouso da gigantesca aeronave. No arremate da nota Ancelmo indaga 'com todo o respeito' se é necessário que a segurança obâmica tenha de dar esses razantes na área. Ao que eu retruco, cá com meus botões, que todo o cuidado é pouco e os americanos não são trouxas. Se fossem, os Estados Unidos seriam o Brasil...hehe...onde a Cidade Maravilhosa é a capital mundial do narco-terrorismo.

OBAMA RECUA E CANCELA 'COMÍCIO' NO RIO

De acordo com o que informou o colunista Ancelmo Gois na edição desta sexta-feira do GLOBO, o governo americano decidiu cancelar o discurso de Obama para o público na Cinelândia. A decisão é que o presidente americano fale para um público menor dentro do Teatro Municipal.
Ainda segundo Gois, o governo americano não revelou a razão do cancelamento, mas a justificativa mais provável é que tenha sido por cautela, em função do aumento da tensão na Líbia.
O jornalista afirma, ainda, que o prefeito Eduardo Paes, ao saber da notícia, quase caiu para trás, mas manteve o bom humor e fez uma piada:
- Pelo menos, não entro para a história da cidade como o prefeito que fechou o Amarelinho - brincou. Do portal de O Globo