TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador esterco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esterco. Mostrar todas as postagens

sábado, junho 11, 2011

ALIMENTOS ORGÂNICOS E BACTÉRIAS MORTAIS

A primeira coisa que me veio à mente quando foi noticiado o surto de contaminação na Alemanha pela bactéria Escherichia coli, foi o uso de adubos orgânicos, ou seja, o esterco, as fezes do gado. Antes do advento dos adubos químicos o esterco era muito usado. Com o aumento da população do planeta e a demanda em alta escala surgiram os adubos químicos, até que os milenaristas ecochatos se insurgiram contra o uso desses compostos químicos nas lavouras, denunciando o que passaram a denominar de 'agricultura química', embora a maioria desses militantes ecológicos viva em centros urbanos e não saiba nem mesmo como se planta um pé de alface.

Dado ao fato de que cartilha politicamente correta dissemina a prática da agricultura dita familiar e orgânica e abomina os adubos químicos nas lavouras, talvez esteja aí um dos pontos que devam ser considerados na investigação das causas do surto da E.coli.

Principalmente pelo fato de que a Europa é na atualidade o centro de difusão do ecochatismo, o que levou a sua população a procurar consumir esses produtos ditos orgânicos, embora essa mania esteja disseminada por tudo quanto é canto.

Seria importante que os veículos de comunicação ouvissem os especialistas nesta matéria e também a indústria que produz o adubo químico, livre portanto da contaminação bacteriana. Ver até que ponto avançou a qualidade do adubo químico e estabelecer o custo/benefício do seu uso em termos de segurança alimentar.

O site da revista Veja traz uma matéria a respeito desse problema da contaminação na Alemanha e mostra que os técnicos apontam entre as causas da contaminação dos alimentos o esterco de gado, haja vista que a E.coli tem no intestino desses animais o seu principal habitat. No entanto, essa matéria não fala sobre o consumo intensivo de produtos originários de fazendas 'orgânicas' e os riscos que podem trazer o consumo desse tipo de alimento se não forem aplicadas normas rígidas de assepsia.

Eis aí uma pauta interessante sobre saúde pública e que pode desmontar muitos mitos criados em torno de uma suposta qualidade excepcional dos produtos qualificados como orgânicos.