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sábado, junho 07, 2008

Chávez, o bufão, cria a lei do dedo-duro.

Em Cuba, a figura do dedo-duro é institucionalizada: todo quarteirão tem um Comitê de Defesa da Revolução (CDR), cuja função é patrulhar a conduta dos moradores.

Até mudar de casa sem autorização do governo é motivo para ser denunciado. Os espiões do regime usam e abusam do poder, a ponto de extorquir os vizinhos.

O bufão Hugo Chávez acaba de copiar o modelito cubano e decretou a delação obrigatória.

Nunca é demais lembrar. Lula e seus sequazes são amiguinhos do bufão.
Por isso, jamais você ouvirá um pio de reprovação por parte do esquerdismo jurássico e idiota que insiste nas teses comprovadamente furadas do comunismo.

Lá está Cuba caindo aos pedaços com o seu comandante moribundo, se é que já não está morto. Os áulicos dos Estados policiais, dominados por líderes carismáticos, costumam esconder o cadáver do caudilho para evitar um soluço no poder capaz de por em perigo o controle da situação.

No desenho acima, o tipo perfeito do idiota esquerdista. Lamento não saber o nome do autor desse desenho para lhe dar o crédito. Diz tudo. Com base nesse “modelo”, você pode indentificá-los.


Eles andam por aí, em todos os lugares e, em especial, nas universidades, onde muitos são professores, ou então gritando slogans em passeatas de baderneiros e desocupados. Adoram desancar o neoliberalismo e destilar o antiamericanismo.

Eles são os primeiros a se tornar os dedos-duros num Estado policial.
ATENÇÃO LEITORES: rolem a página que há muita informação para ler aí embaixo!

8 comentários:

Anônimo disse...

Aluizio, está ótimo teu blog, como sempre, antecipando as notícias da veja que só chegam aos domingos aqui no Sul.
Ontem teve um jogo de futebol, claro que não perdi meu tempo para vê-lo.
Ma hoje, ao saber que o Brasil perdeu por dois a zero, logo conclui que o
bunda, digo dunga, recebeu orientações explícitas do presiMente lulla para facilitar as coisas para o líder da América latrina, o viadão enrustido do bufão chaves.
A petrobrás foi dada de graça, esmolas a todo instante são doadas com o nosso suado dinheirinho, a Itaipú vai bro brejo logo mais em Setembro. Cansei...chega!
Ah! bom apetite lá no Quatro Estações!!!!!!

Anônimo disse...

eu tenho nojo do chaves e de lula eu sou anti-lula e anti-pt temos que em 2010 tirar essa corja do planalto mesmo que na ponta da baioneta impregnada de zarabatana o veneno mortal de rãs

Anônimo disse...

"Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos.Mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe." (Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.) e o traidor se chama se lula

Anônimo disse...

Hoje, em resposta à tragédia do tsunami, pessoas estão doando alimentos e outros tipos de assistência, e os EUA estão liderando de longe essa ajuda. Enquanto Lula apenas fala em ajudar os pobres e quando ajuda faz bem pouco, o evangélico Bush faz muito mais do que falar.Logo depois de saber do desastre, os Estados Unidos ajuntaram um pacote de assistência no valor de 15 milhões de dólares, despacharam equipes de emergência e patrulhas navais e, quando se soube realmente da extensão do desastre, destinaram outros $20 milhões — totalizando em assistência imediata $35 milhões — com a promessa de que mais ajuda está a caminho.

Na lista de países que estão ajudando, os Estados Unidos estão em primeiro lugar (como geralmente acontece). Apesar disso, Jan Egeland, Subsecretário de Assuntos Humanitários da ONU, criticou os Estados Unidos por suas recentes iniciativas de cobrar menos impostos dos cidadãos. Egeland chamou os americanos de “avarentos” e afirmou que se o governo americano cobrasse mais impostos dos cidadãos haveria mais dinheiro para dar para os países afetados pelo tsunami.

Ele criticou as “nações ocidentais” (insinuando os Estados Unidos) por “crerem que eles estão realmente sobrecarregando demais os trabalhadores que pagam impostos e por crerem que esses trabalhadores querem pagar menos impostos”.

Essa declaração mostra o modo como a ONU normalmente pensa. Pensa em usar o sofrimento humano como desculpa para promover os próprios planos econômicos esquerdistas da ONU.

O fato é que é exatamente por causa dos impostos “avarentos” dos EUA que americanos individuais dão $34 bilhões por ano em assistência particular. Essa quantia enorme reduz o orçamento total da ONU, do qual os americanos pagam mais de 20%. Os americanos pagam mais da metade do orçamento total do Programa Mundial de Alimentos. Eles pagam 25% do orçamento das tropas de manutenção da paz.

Só para que todos saibam, o único país cuja oferta inicial de assistência se aproximou dos Estados Unidos foi o Japão, com $30 milhões. O Canadá veio com $4 milhões.

E quanto aos “generosos” franceses? O governo francês está enviando apenas $139.000.
RESPEITEM OS UNITED STATES OF AMERICA EU LEU LEUTRAIX FICO HORRORIZADO COM TANTO ANTI-AMERICANISMO NO BRASIL LEU LEUTRAIX

Anônimo disse...

Uma das manifestações ideológicas mais comuns entre nós, brasileiros, é o velho e obsessivo antiamericanismo. Existem algumas explicações para a persistência desse fenômeno, entre elas, a falta de informação, o complexo de inferioridade e a mentalidade totalitária, sejam na sua expressão nazista, comunista ou islâmica.
Se tivéssemos um conhecimento mais apurado da realidade americana, poderíamos até fazer algumas críticas, mas elevaríamos a qualidade da discussão, entre nós, sobre a maior potência mundial. Porém, a ignorância sobre os EUA é tão grande que nem mesmo nas universidades encontramos especialistas no assunto, apenas os velhos e bobos militantes procurando desancar o “imperialismo ianque”.
Longe de querer suprir essa lacuna, gostaria apenas de apresentar algumas poucas características daquele país que já seriam suficientes para mantermos com ele uma relação independente, mas cortês.
Os americanos nunca imigraram em massa para outros países. Pelo contrário, seu poder e riqueza crescentes resultam, inclusive, da sua capacidade de atrair e absorver imigrantes. Essa tendência se mantém. Hoje, os EUA recebem mais imigrantes do que todo o resto do mundo junto. A capacidade espantosa de cubanos, mexicanos, russos, brasileiros, italianos, japoneses, chineses e outros de se fixar e criar riqueza é uma parte-chave da história de sucesso dos EUA. São mais de 60 milhões de imigrantes, reforçados anualmente por mais 1 milhão. Isto sem contar o sorteio anual de 50.000 green-cards.
O impacto econômico das remessas desses imigrantes para os seus países de origem é significativa. Os latino-americanos, por exemplo, enviam legalmente mais de US$ 50 bilhões, por ano, para seus familiares. Para vocês terem uma referência comparativa, o volume de todo o investimento direto estrangeiro no Brasil no ano de 2006 foi de US$ 19 bilhões.
Ao mesmo tempo em que os EUA garantem boa parte da alegria do mundo, com sua produção cultural pop (filmes, best-sellers, rock, jazz, blues etc.) também concentram o maior número de centros de excelência científica do mundo. A título de ilustração, entre as 30 melhores universidades do planeta, 22 são americanas. Eles também estão no topo do ranking do Prêmio Nobel. De 513 Nobel científicos já concedidos, os ianques abocanharam 232, quase a metade. O Brasil ainda está virgem nessa disputa.
O PIB americano é o maior do mundo. No último quarto do século 20, o país acrescentou US$ 5 trilhões a seu PIB anual, que já atinge mais de US$ 10 trilhões. Os consumidores americanos garantem o emprego de milhões de trabalhadores em redor do mundo com seu incrível déficit comercial de 700 bilhões de dólares anuais.
Uma família de quatro pessoas com renda anual de até US$ 19.971 é considerada pobre nos EUA. Aqui no Brasil, isso equivale a R$ 42.868 ao ano, ou R$ 3.572 ao mês. A renda per capita deles é de US$ 35.400, a nossa ainda patina nos US$ 2.800. O IDH deles é 0.939. O topo desse índice é ocupado pela Noruega 0.956. O brasileiro... deixa pra lá.
Os americanos também foram os grandes responsáveis pela derrota dos dois regimes que mais assassinaram no século XX – o nazismo e o comunismo – e não há outra força que possa enfrentar o primeiro grande totalitarismo do século XXI – o islamismo. Como nunca fugiram da defesa do Ocidente, espero, sinceramente, que se mantenham nesta linha.
Há quem ainda acredite no mito de que eles são ricos porque exploram pobres países indefesos. Para essas pessoas, as relações econômicas internacionais são um jogo de soma zero, para que um ganhe é necessário que o outro perca. Essa mentalidade estacionou no mercantilismo. Sair dela, para os honestos, só com estudo.
Entretanto, a grandeza da nação americana pode ser explicada de outras formas, uma delas é aquela que aponta para a sua firme convicção no papel dos indivíduos como fontes de inventividade e competitividade, o que faz com que eles se saiam bem em, praticamente, todas as áreas de seu interesse. Mas, poderíamos explorar outros caminhos explicativos do sucesso dos EUA: forte investimento em educação, ciência, tecnologia, respeito à lei, incentivo ao associativismo civil (50 entre 100 americanos fazem trabalho voluntário), ampla liberdade econômica, política etc.
Durante a próxima visita ao Brasil do representante oficial do nosso principal parceiro comercial, os militantes dos tais “movimentos sociais” prepararão vários protestos. Eles sabem o que fazem? Sabem. São os mesmos que no passado, na guerra fria, ficaram com as ditaduras totalitárias de esquerda. Aqueles que pularam de alegria quando um de seus ídolos (Bin Laden) cometeu um dos mais covardes ataques a civis na história da humanidade. São essas mesmas figurinhas que entram em transe quando vêem sociopatas como Fidel Castro. Foram eles que poucos dias atrás promoveram passeatas e homenagens ao gorila Hugo Chavéz e aplaudiram Evo Morales quando esse índio de araque roubou um pedaço da Petrobras, sob o olhar atoleimado e leniente do Apedeuta.
Observando esses militantes apatetados e o cenário mundial no momento, qual seria a alternativa aos valores e modelos societais representados pelos americanos? O populismo corrupto das experiências latino-americanas? A ditadura socialista de miseráveis construída pelos cubanos? O capitalismo de Estado da ditadura comunista chinesa? O totalitarismo islâmico? O estatismo paralisante da Europa continental?
God saves América!

Anônimo disse...

Cara, esse discurso antiamericano, e por conseqüência o discurso pró-americano, já está mais do que datado. Ninguém mais é antiamericano. Os que são estão desatualizados, mas garanto que são poucos. Ninguém mais fala das guerras democratizantes deles. Acho até que eles estão precisando de mais uma pra voltar ao centro das atenções.

A moda hoje é ser antichinês. A China sim é o foco das atenções hoje. Ela dita a economia mundial atualmente. Os EUA, tudo bem... tiveram sua chance, aproveitaram, fizeram e aconteceram... há os que idolatrem, por falta de inteligência (porque apenas burros tem ídolos), há os que odeiem, por inveja e por burrice também. Mas está totalmente fora de moda (tanto amar quanto odiar os EUA).

tunico disse...

Aluizio, eu não sei se o Huguito inovou. Acho que ele copiou o modelo petista. Há anos que os petistas infiltrados em repartições públicas e até em empresas privadas brasileiras aproveitam o acesso a informações confidenciais para delatar adversários. Os pioneiros nisso foram Gushiken, Berzoini que quando funcionários do BANESPA, do Banco do Brasil, tinham acesso a contas de clientes e se os clientes eram adversários políticos as divulgavam quando lhes interessava.Lembra o caso do caseiro? Um borra-bota petralha vasculhou a conta do coitado e passou a informação pro Palocci.

Sobrevivente disse...

Pô, Aluízio!

O que realmente me chamou a atenção foi a tainha recheada ao forno.

Bem, o resto (quase tudo) é o Acampamento Banânia.

Sorry!

Steve