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quinta-feira, janeiro 01, 2009

A MAIOR IDIOTICE DO SÉCULO XXI

Não pode ser mais idiota esse acordo ortográfico da língua portuguesa. É pura perda de tempo e de energia com uma coisa que não tem nenhum valor.

Tal iniciativa só serve para comprovar que 99,9% de brasileiros, portugueses e os habitantes de mais meia dúzia de países que falam o português e que estão entre os mais atrasados do mundo, têm cérebros retardados. Da mesma forma os países de idioma espanhol também estão na mesma condição.

Se o mundo dependesse dos povos originários da península ibérica, por certo estaríamos ainda hoje ainda vivendo em cavernas.

Não existe um só país desenvolvido cujo idioma seja o português.

Os países civilizados e organizados que avançam no conhecimento científico e tecnológico e que moldaram a civilização ocidental são anglo-saxões.

O resto é lixo puro. Como é esse acordo ortográfico cretino sem qualquer utilidade.

A prova de que isso é uma idiotice é o fato de ter sido criado por portugueses e brasileiros.

A ciência haverá de comprovar a minha hipótese: no processo de evolução da espécie incidem diferentes variáveis que determinam cérebros mais ou menos botocudos.

A partir daí, quem sabe, a engenharia genética poderá impedir a proliferação de botocudos.


Isto se até lá um asteróide de grandes proporções não colidir com a Terra. Esta não é uma mera e diletante hipótese, já que tem comprovação científica.

3 comentários:

Anônimo disse...

E não existe nenhum país desenvolvido em que a religião oficial seja a CATÓLICA!!!

Toth disse...

Os portugueses trouxeram as únicas coisas que este país tem de bom: a cultura cristã católica (e não a falsa cultura protestante), o civilização ocidental, o regime monarquista (hoje a república definha e os moderninhos continuam querendo jogar a culpa nas costas dos portugueses que não mandam mais no país há mais de 100 anos) e um país de dimensões continentais repleto de riquezas.
Se os brasileiros não sabem como lidar com essas coisas, o problema é totalmente deles.
Dependesse apenas da vontade dos brasileiros e hoje estaríamos arrancando piolhos uns dos outros e comendo de cócoras pois o brasileiro tem uma predileção natural para tudo o que não presta. Cem anos de república foram o suficiente para vocês devastarem um legado patrimonial invejável, que pouquíssimos povos tiveram.
O resto da verborragia desse artigo lamentável é pura lusofobia bem ao estilo lulista, que diz a miséria do país é resultado de "quinhentos anos de atraso e exploração"

Anônimo disse...

Que espécie de "jornalista" é você? Que afirmação mais esdrúxula sobre o atraso de Países onde a lingua portuguesa seja o idioma oficial? A obtenção de uma resposta satisfatória requer que se examine, com certo afinco e um pouco de inteligência (que lhe falta), a economia mundial dos últimos 500 anos. E certo que sempre existiram países mais ricos e mais pobres; esta desigualdade era tida, nessa altura,como obra de Deus. Mais ainda: o papa dividira o mundo entre as duas maiores potências marítimas, Espanha e Portugal, para que «a fé cristã fosse levada a todos os povos». Para estes dois Estados da Europa do Sul, o verdadeiro objetivo da sua ação era, com efeito, a exploração das riquezas destes «povos sem fé», por exemplo, as especiarias da índia, os escravos da África e o ouro da América do Sul.A opinião de uma necessária desigualdade da riqueza das nações foi aceita até, mais ou menos, ao século XVIII;a única diferença residia no domínio das principais potências, Espanha e Portugal, por Estados melhor armados e detentores de uma economia mais desenvolvida.Nesta nova constelação de poderes, os vencedores eram, em primeiro lugar,a Inglaterra, a França, a Holanda e algumas cidades comerciais da Alemanha,para as quais o resto do mundo se transformou num campo de exploração. Significa isto que não foram vítimas do mercantilismo destes poderosíssimos países apenas as províncias mais fracas, mas também os Estados mais fortes, como a Península Ibérica ou a imensa Rússia. O mercantilismo tomou-se, deste modo,a primeira teoria consistente para explicar as relações entre áreas ricas e pobres e não a língua, como você, Aluízio, equivocadamente, afirma. Seu equívoco se dá por pura ignorância na questão do saber HISTÓRIA, que é o balizamento necessário para que possamos viver livres de afirmações tolas, cujo intuíto é mera encenação para se mostrar culto. O que, com certeza, Você tem demonstrado em contrário.