Vale a pena ver esta clássica entrevista de Milton Friedman que revela as falácias por trás das bem intencionadas políticas de bem-estar social. Este vídeo é o primeiro de uma série de três. Lá no YouTube vocês podem ver os outros dois. A entrevista é de 1975.
Alguém poderá questionar, nos comentários, que a defesa da liberdade de mercado e da diminuição do tamanho do Estado não fazem mais sentido por causa da crise econômica. Tal assertiva revela uma idiotice absurda.
Entretanto, um post que escrevi mais abaixo demonstra a desgraça que é um Estadão gigantesco que opera empresas como a Petrobras que molestam e desrespeitam os cidadãos. Ou alguém é capaz de defender os investimentos dessa empresa em festas de São João tendo em vista colher a simpatia da gente simples do Nordeste para eleger o presidente da própria empresa ao Senado e ajudar na reeleição do Presidente da Bahia?
O gigantismo estatal só interessa ao amanuenses que controlam a burocracia e articulam sempre no seu interesse particular. Burocratas não dependem do voto. Por isso seu número tem de ser diminuto, como diminuto deve ser o Estado, esse ente opressor e autoritário, já que traz em si o germe do coletivismo que configura a antítese do individualismo que é a sede da liberdade.
Quanto maior o Estado, menor a liberdade dos cidadãos.
Os comentários estão abertos ao debate.
E, mesmo que você eventualmente não concorde com Friedman, veja e ouça o que ele diz e pense a respeito. E se for o caso, argumente contra. Mas pelo menos pense. Nunca se esqueça: aquilo que pode parecer evidente é, na maioria das vezes, o que não costuma ser pensado!

Um comentário:
Este manifesto está no blog do Diego Casagrande. Parece que a "imprensa" silenciou sobre ele.
13/04/2009 | 16:24
Associação dos Oficiais da BM manifestam apoio a Gilberto Thums
A Associação dos Oficiais da Brigada Militar divulgou nesta segunda-feira uma nota de apoio ao Procurador de Justiça Gilberto Thums. Na semana passada, ele informou que irá se afastar das questões que envolvem o Movimento dos Sem-Terra (MST) por estar sofrendo pressões de entidades de direitos humanos.
Abaixo, a nota na íntegra:
A Associação dos Oficiais da Brigada Militar vem a público manifestar seu apoio às iniciativas de restabelecimento das normas constitucionais e infraconstitucionais realizadas pelo Ministério Público do Estado do RS, em especial, pela iniciativa do procurador de justiça Gilberto Thums, em face das reiteradas ações de desrespeito à integridade física e do direito à propriedade perpetrada por chamados 'movimentos sociais' encabeçados pelo MST.
O histórico de esbulho e destruição deste autodenominado 'movimento social', que não passa de um movimento organizado que busca a instauração de um Estado totalitário em nosso país, requer do poder público, em especial do fiscal da lei, o MP, ações eficazes para que a lei não reste desmoralizada e o direito de cada cidadão de viver em paz em sua propriedade, no campo e na cidade seja respeitado.
O desgaste institucional do Ministério Público é uma mera decorrência de sua função, assim como nós, Policiais Militares, que apesar de ver nosso sangue derramado pelas ações criminosas do MST, convivemos com críticas ferozes de facções partidárias e organizações defensoras da desordem institucionalizada.
Nunca esqueçamos o saudoso Cabo PM Valdeci, assassinado a golpes de foice por integrantes do MST na Capital de nosso Estado, pois fatos como esse devem ser lamentados, porém não esquecidos.
É vergonhoso que o Ministério Público tenha de recuar por 'pressões' de quem desrespeita a lei, traz o terror aos produtores rurais e se coloca acima da Constituição.
Reiteramos nossa confiança no Ministério Público e nas instituições republicanas para que a escuridão não cubra os ideais democráticos conquistados a duras penas em nosso país.
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