Sílvio Meira é um professor e pesquisador na área de tecnologia da Universidade de Pernambuco. No YouTube há várias entrevistas com Meira. Entretanto, decidi reproduzir esta que ele concedeu à Marília Gabriela. Não faz muito tempo que acompanho um programa da rádio CBN, creio que ocorre apenas um dia por semana, em que assuntos de tecnologia são submetidos ao crivo desse bem preparado professor.
O vídeo acima é o do final da entrevista. É o típico começo pelo fim. Mas a entrevista é ótima em todos os momentos e quem não viu pode ver todos cinco blocos. É muito interessante.
Já me referir aqui no blog, em algumas oportunidades, que não precisa criar nenhuma legislação especial para punir os ditos crimes cibernéticos. Os que defendem essa bobagem são analfabetos em tecnologia. Ao longo da entrevista Sílvio não diz isso dessa forma amarga, mas procura mostrar, por exemplo, que tudo o que acontece na internet está presente nas legislações do Brasil e de qualquer país do mundo. Isso apenas corrobora o que tenho afirmado.
Já a Marília Gabriela, embora seja uma razoável entrevistadora, suas perguntas soam aos ouvidos dos usuários de tecnologia e de todas as pessoas que não costumam brigar com fatos, como uma coisa meio fora de lugar. Não acredito que estivesse fazendo apenas o papel de advogada do diabo.
Uma das coisas importantes que deveria ser aventada nesta entrevista diz respeito às tentativas de amordaçamento da internet justamente por governos de viés autoritário esquerdista. Este é o caso do Brasil, Cuba, Coréia do Norte, China e, ainda, aqueles ditos da "primavera árabe", ou seja, as teocracias islâmicas.
Nas palavras de Sívio Meira vejo também corroboradas minhas intuições naquilo que é respeitante à tecnologia, sobretudo à internet. O virtual são ações concretas dos seres humanos operadas através da tecnologia. A tecnologia converte o ato de furtar, por exemplo, um pacote de dinheiro numa ação de um hacker que invade uma conta bancária e transfere o valor para sua própria conta.
Meira não disse isso. Mas está sugerido no contexto de suas respostas.
Aliás, a expressão monetária de bilhões de dólares dos bancos ao redor do mundo sempre foi um número virtual pois não existe concretamente em espécie. Haja vista se todos os depositantes dos bancos decidirem sacar ao mesmo tempo seus depósitos a banca quebra.
Gostei e gosto das colocações feitas por Sílvio Meira e o seu raciocínio lógico. Além disso gosto muito de tecnologia e me adapto de forma natural a todos os avanços tecnológicos. Voltarei oportunamente ao tema. Faz dias que estava para falar sobre isso e, particularmente, sobre o Sílvio Meira. Vale a pena ouví-lo, principalmente porque o Ministro de Ciência e Tecnologica do Brasil do PT é o Aloísio Mercadante... hehe...Antes que me esqueça, vale a pena também visitar o Blog do Meira
CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUZIO AMORIM NO TWITTER

2 comentários:
Para Aluízio,
Para Laguardia:
Reinaldo Azevedo,
Na verdade, o Lula é um excepcional Presidente da República, mesmo canceroso.
A estatística é uma ciência, um ramo da matemática, para aferição de dados e que é usada para aquilatar índices diversos, em especial para fornecer ao gestor e à sociedade os dados da conquista de avanços ou de recuos nas suas atividades envolvendo os bens públicos.
Na questão do IDH e sua modificação dentro do contexto de uma nação demanda décadas. A não ser quando existe uma catástrofe, modificando-se os índices, de forma abrupta para baixo. O IDH não se altera nada de forma repetina.
O Brasil tem 510 anos de história, de evolução e de conquistas sociais progressivas, não apenas a Era da Gestão do Lula.
O Lula por maior desenvolvimentista que pudesse observar no país, não poderia o Brasil ter alcançados índices exuberantes no espaço de oito anos. Seria até um milagre se o seu governo obtivesse.
Então, o Lula além de corrupto,demagogo, seria também um ¨Santo Milagreiro¨, um tipo Padre Ciço do Juazeiro a gerir à República Brasileira.
Não nos esquecendo que o Brasil para ter,efetivamente, melhoras importantes no IDH precisa de Escolas e de Qualidades. Seria até uma ousadia querer desenvolver o Brasil, com mudanças substantivas no IDH, com apenas a distribuição de Bolsas-família.
Abs, Madeiro.
Repare, meu caro Laguardia!
Abs, Madeiro
Tirando o fato do entrevistador ter se postado a favor do controle da mídia virtual pelos próprios usuários, não ouvi nada relevante na entrevista.
O Brasil empobreceu em todos os sentidos.
Postar um comentário