TRANSLATE/TRADUTOR

sexta-feira, janeiro 30, 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' CONSTATA 'REAÇÃO EM CADEIA'. EMPREITEIROS DO PETROLÃO REVOLTADOS AMEAÇAM LULA E DILMA.

A reportagem-bomba da edição da revista Veja que chega às bancas neste sábado é quente. Chega a sapecar. É que a Operação Lava-Jato, cujo inquérito é conduzido pelo Juiz Sergio Moro, avança para a fase decisiva. Há uma penca de empresários grandalhões presos na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde corre o inquérito. São executivos e até mesmo os próprios donos das empreiteiras que estão envolvidas na roubalheira da Petrobras, fato conhecido como o petrolão, uma espécie de continuidade do mensalão. Sim, porque como todos sabem o PT não é um partido normal, mas uma organização revolucionária que dirige o Foro de São Paulo, o aparelho comunista fundado pelo Lula sob a orientação direta de Fidel Castro. A fundação do Foro se deu em 1990, em São Paulo.
Como partido revolucionário o PT, ao mesmo tempo que esquenta os bolsos de seus sequazes, procura fazer caixa com dinheiro alheio para comprar até a mãe do capeta, se é que o diabo tem mãe. O objetivo do PT é usar as instituições democráticas, como o Poder Judiciário e o Congresso Nacional para mais adiante, mediante subornos astronômicos com dinheiro público, aparelhar todas as instâncias da administração pública até não haver mais quaisquer resquícios de resistência. Na Venezuela o Foro de São Paulo já alcançou seus objetivos. O país foi cubanizado. 
No Brasil a coisa já está bem adiantada. Mas ainda restam de pé alguns patriotas em segmentos do judiciário, como é o caso do Juiz Federal Sergio Moro que, a partir de uma investigação rotineira sobre lavagem de dinheiro, puxou o fio de uma meada gorda. 
Segundo a reportagem-bomba de Veja, os executivos presos estão revoltados porque enquanto dormem pelo chão da carceragem e comem de marmita os políticos continuam leves e soltos desfrutando a boa vida do poder e do dinheiro. 
Todavia, em que pese essa situação humilhante e vexatória, esses grandalhões das empreiteiras ainda não abriram o bico. Até agora falaram apenas abobrinhas. Sem chance de obterem habeas corpus, haja vista as provas que pesam contra eles coligidas pela Justiça, resolveram partir para o ataque. Segundo a reportagem os outrora poderosos empreiteiros se sentem humilhados e agoniados com a prisão e, por isso, partiram para o tudo o nada ameaçando Lula e Dilma. Afinal, a roubalheira começou durante o governo de Lula e prosseguiu no governo da Dilma.
O mote principal da reportagem de Veja é revelar a estratégia dos executivos das construtoras na defesa dos processos da Operação Lava-Jato. Réus por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, eles estudam trazer para a cena do crime, com nomes e sobrenomes, o topo da cadeia de comando do petrolão
Resumindo: na fase decisiva da Operação Lava-Jato são todos contra todos, numa verdadeira briga de foice e martelo no escuro com reflexos vermelhos.
A coisa está feia como nunca antes neste país. Por isso mesmo vale a pena correr cedinho às bancas para obter o exemplar desta edição de Veja que, enquanto escrevo estas linhas, já causou mal-estar nas redações dos demais veículos da grande imprensa nacional. Nestas alturas diversas reuniões de pautas movimentam as redações à procura de matérias que minimizem o estrago, ou seja, viabilizem a manutenção da blindagem de Lula, Dilma et caterva.

EXCLUSIVO: O DIA EM QUE LULA E SEUS SEQUAZES COMEMORARAM O ENTERRO DA ALCA NUM DISCRETO HOTEL DE BELO HORIZONTE. VI TUDO DE PERTO.

Capa e contra-capa de CD distribuído sob o patrocínio da FIEMG - Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, anfitriã, em 1997, de um grande evento internacional destinado à criação da ALCA - Área de Livre Comércio das Américas em parceria com a Confederação Nacional da Indústria - CNI. Naquela época o Foro de São Paulo já estava agindo, como de fato agiu para abortar a iniciativa que haveria de desenvolver a América Latina e libertá-la para sempre do jugo comunista. CD dos meus arquivos contendo cânticos cucarachas. Eu estava lá.
O colunista do site de Veja, Leandro Narloch, dia desses postou uma matéria em sua coluna que me fez voltar no tempo, intitulada “A falta que nos faz a Alca”. Os mais jovens provavelmente nunca ouviram falar na Alca, a Área de Livre Comércio das Américas que integraria Estados Unidos, Canadá e demais países centro-americanos e sul americanos. Se tivesse vingado, a história seria outra.
Transcrevo primeiro o texto de Leandro Narloch e, em seguida comento. Ah, também ficará esclarecida a razão pela qual ilustra este post uma garrafa de cachaça. Leiam o que diz Narloch e em seguida o meu comentário.
Lembra da Alca, a Área de Livre Comércio das Américas?
Passei toda minha faculdade de jornalismo, no comecinho dos anos 2000, ouvindo discursos histéricos contra a Alca. Meus professores diziam que iríamos empobrecer ainda mais, que não haveria mais empregos no Brasil, que participar da Alca resultaria na submissão final do Brasil aos americanos. “A Alca não é uma proposta de integração, é uma política de anexação”, disse Lula em 2002.
Pois bem, não entramos na Alca. Mas o México entrou – assinou e manteve um acordo de livre comércio com os EUA e o Canadá, o Nafta. E agora que a economia dos Estados Unidos se recupera os mexicanos se dão muito bem. O aumento do consumo dos americanos aquece fábricas, motiva investimentos e cria de empregos no México. Em 2015, o PIB mexicano deve crescer 3,7%.
Um empurrão dos Estados Unidos era tudo o que o Brasil precisava neste momento, quando a criação de vagas é a menor desde 2002, a economia da Europa custa a engrenar e a da China perde velocidade.
Quem for demitido ou não encontrar emprego nas próximas semanas não deve reclamar dos patrões, como fizeram operários do ABC há algumas semanas. Devem pedir explicações ao Lula – e a gente como os meus professores, que tanto reproduziram o mito da Alca como instrumento de dominação do império.
EU VI TUDO DE PERTO...
MEU COMENTÁRIO: Por razões profissionais, na época em que foi tentada a criação da ALCA dirigia a área de comunicação da Federação das Indústrias de Santa Catarina - FIESC. Coincidentemente o presidente da Fiesc era o empresário Osvaldo Moreira Douat que também presidia o Conselho Internacional da Confederação Nacional da Indústria - CNI. Como seu assessor acabei participando de diversas reuniões nacionais e internacionais destinadas a tornar realidade a ALCA, incluindo um grande evento em San José, na Costa Rica, em 1998. 
Infelizmente, como bem nota o colunista Leandro Narloch, a ALCA foi golpeada de morte no seu nascedouro. Entre seus assassinos, como não poderia deixar de ser, estão Lula seus sequazes, leia-se: Foro de São Paulo, a organização comunista fundada pelo próprio Lula em 1990 por ordem de Fidel Castro que nessa época ainda estava vivo.
Poucos sabiam da existência do Foro de São Paulo. Eu particularmente, sequer imaginava e acredito que além de Olavo de Carvalho ninguém mais sabia da existência dessa organização que anos depois avançaria sobre todo o continente latino-americano. A internet  na América Latina ainda era incipiente, tanto é que tive que me valer do velho Fax na Costa Rica para remeter matérias para o Brasil. 
Mas antes do evento da Costa Rica, houve também uma grande reunião internacional da ALCA em Belo Horizonte em 1997, e por razões profissionais eu estava lá. Dado ao fato da importância e da complexidade do evento escalei o excelente jornalista Ricardo Garcia (hoje em dia vive em Brasília) , que integrava minha equipe na FIESC para me ajudar nos trabalhos.
Lembro que desembarcamos em Belo Horizonte no final da manhã de domingo. Escolhemos um hotel estrategicamente próximo à sede do evento que iniciava no dia seguinte, segunda-feira pela manhã. Aliás um hotel sem luxo, porém novo e de excelente qualidade, mas jamais imaginaria que ali estivessem também hospedados os chefões do PT, dentre eles, claro, Lula, que por ironia do destino três anos depois seria eleito presidente do Brasil.
Na segunda-feira, após os trabalhos da manhã decidimos retornar ao hotel para almoçar e descansar um pouco antes de voltar ao trabaho. Escolhemos uma mesa e enquanto compulsávamos o cardápio vi que mais à frente uma mesa estava sendo sendo ocupada por Lula, Zé Dirceu, Genoíno e mais outro petista que não me recordo o nome.
Conversaram com o garçon que imediatamente retornou trazendo numa bandeja a cachaça Havana, que custa atualmente uns R$ 700,00 a garrafa e só é encontrada em finas delicatesses. Enquanto o garçon derramava a água louca nos cálices, Lula, todo empertigado acendeu um charuto. Nessa época, vejam só, ninguém se opunha que alguém fumasse cigarros de tabaco num restaurante. Quando vi a cena fiquei surpreso. Ué? Esse Lula não anda chorando miséria por aí? Não é um operário? Que diabos está acontecendo? - pensei.
Evidentemente fui entender tudo anos depois, mormente quando estourou o escândalo do mensalão. Lula e seus sequazes tinham transformado aquele hotel em que me hospedara num “aparelho” do PT". Eles estavam ali como articuladores do Foro de São Paulo para impedir que a ALCA se transformasse em realidade. Infelizmente conseguiram. O movimento comunista internacional montara um poderoso aparato que já contava com os préstimos dos jornalistas infiltrados nas redações dos jornais e televisões e também de professores das universidades, conforme alude Narloch no seu texto que transcrevi acima. Os cursos de jornalismo foram criados com esse objetivo, ou seja, a promoção da lavagem cerebral dos estudantes transformando-os em militantes da causa comunista. E isto persiste até hoje!
Todos engravatados, Lula na cabeceira comandando. Os petralhas estavam ali ao meu lado, no restaurante, comemorando antecipadamente a destruição da ALCA no seu nascedouro. O “socialismo do século XXI”, dava um passo decisivo para tomar todo o continente latino-americano, como de fato ocorreu nos anos subsequentes.
De soslaio via Lula inebriado, deitando falação entre goles de cachaça e baforadas de fumaça extraídas do encorpado charuto, quem sabe um mimo que recebera de Fidel Castro em uma daquelas reuniões em Havana, na 'Casa de Protoloco', destinadas a impedir a libertação da América Latina do jugo comunista. Os vagabundos conseguiram. A morte da ALCA no seu nascedouro deixou o caminho livre para que esse bando de psicopatas chegasse ao poder.
O resultado está aí. Na Venezuela o tiranete Nicolás Maduro já baixou uma lei destinada a liberar o uso pelas as forças armadas e as polícias de armas letais para serem acionadas contra eventuais manifestantes.
Todos têm de obedecer quietos nas filas dos supermercados em busca de alimentos; têm de conviver com o espectro da fome calados. Como acontece em Cuba há mais de meio século!
No Brasil, o antepasto do que vem por aí é o petrolão. Mas esta é outra história que só está no começo...

A ESCASSEZ BATERÁ ÀS PORTAS DO BRASIL SOB O PT ASSESSORADO POR TRABUCO E LEVY. NA VENEZUELA OS CIDADÃOS EMPOBRECEM E JÁ PASSAM BOA PARTE DOS DIAS EM BUSCA DE ALIMENTOS.


O receituário econômico do Foro de São Paulo já foi adotado pela Venezuela chavista. É o país onde o sistema de dominação comunista está mais avançado no continente sul americano. A escassez de alimentos, medicamentos e todos os gêneros de primeira necessidade já é uma realide. Essa escassez também já começa a se fazer sentir no âmbito dos bens duráveis, incluindo peças de reposição em automóveis e demais veículos.

A tendência da Venezuela é se transformar numa nova Cuba. Entretanto, cenas como as deste vídeo são escamoteadas do grande público por meio da edição seletiva e filtrada nas redações da grande mídia, sobretudo nas redes de televisão, a mostrar que o "controle da mídia" proposto por Lula e seus sequazes já está em funcionamento. O curioso é que a censura à imprensa no Brasil se dá por obra e graça dos próprios jornalistas, já que em sua maioria os jornalistas brasileiros apoiam o Foro de São Paulo e os partidos sob o controle dessa organização transnacional comunista,  como o PT, o PSUV na Venezuela, o peronismo de Kirchner na Argentina, por exemplo. No Chile e no Uruguay já há projeto de lei de controle a mídia para ser votado pelos respectivos parlamentos controlados pelo Foro de São Paulo.

Na Bolívia e no Equador a censura à imprensa já está em vigência há um bom tempo. Na Venezuela, restam poucos veículos de mídia imprensa resistindo. As redes de rádio e televisão já são controladas totalmente pels andróides comunistas controlados pela ditadura cubana, cujo títere obediente é o tiranete Nicolás Maduro.

Estou esperando para ver a dupla Trabuco e Levy, os homens do Bradesco a serviço do Foro de São Paulo, fazerem andar a máquina assassina comunista no Brasil. O objetivo é destruir a classe média verdadeira, ou seja, aqueles mais de 51 milhões de brasileiros que votaram na oposição na última eleição presidencial.

Destruindo a classes média, acreditam Trabuco e Levy, o Bradesco atinge o nirvana das finanças, quando então, na antessala da diretoria do portentoso Bradesco, haverá duas estátuas: uma de Lula e outra da Dilma, em tamanho natural. 

E eu que pensava que nesta altura da vida não iria mais me surpreender...

quinta-feira, janeiro 29, 2015

A NOTÍCIA MAIS IMPORTANTE DO DIA NÃO SERÁ MANCHETE NA GRANDE IMPRENSA BRASILEIRA

Modelo de coturno tipo militar, ideal para aplicar um poderoso pontapé nos traseiros desses ladravazes e mentirosos que estão destruindo o Brasil.
Olhem aí: com menos de um mês no ar o site O Antagonista, editado por apenas dois jornalistas, Diogo Mainardi e Mario Sabino, continua ensinando o que é e o que não é notícia. Constata-se que quando o PT está em maus lençóis, como de fato está desde que explodiu o famigerado petrolão, a grande mídia transforma nota de rodapé em manchete,  ou seja, escamoteia a verdade para manter intocável o lamaçal de escândalos e roubalheiras do petrolão. Vê-se que a petralhada infiltrada nas redações, alguns disfarçados e sorrateiros, continua dando o tom para o noticiário.
Assiste-se a um esforço concentrado para jogar uma pá de cal sobre o petrolão. Contudo, graças aos antagonistas é possível saber a verdade dos fatos, que está resumida numa nota sintética no que respeita ao tamanho e imensa no que tange ao conteúdo. Se não fosse o “controle da mídia” exercido pelos sabujos do PT nas redações dos grandes veículos, este seria o mote para manchete. Leiam:
Até o momento, a notícia mais relevante do dia não é manchete de nenhum grande portal. Foi dada pelo Globo: a brava moçada do Ministério Público Federal solicitará à Justiça, nos próximos dias, que as empreiteras do Petrolão sejam proibidas de fazer novos contratos com o poder público. É o exato contrário do que querem, com desinteresse e desprendimento, a presidente Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira de esquerda, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Disse Dilma: "As empresas têm de ser preservadas, as pessoas que foram culpadas é que têm de ser punidas, não as empresas." Disse Cardozo: "Há um desejo claro de que não se afaste a punição, mas que não se crie situação que atrapalhe a vida econômica dos brasileiros." Disse o procurador Deltan Dallagnol: "As empreiteiras são protagonistas de um grande e danoso esquema criminoso de sangria de recursos públicos que ocorre há muitos anos. Se as empresas se organizaram em cartéis para fraudar licitações e aumentar ilegalmente suas margens de lucro, não faz sentido alegar que foram vítimas de achaques por seus cúmplices."
O Antagonista concorda com o Ministério Público. Que as empreiteiras do Petrolão sejam retiradas do circuito das concorrências públicas em todos os níveis. Existem outras de fora do cartel da sujeira que poderão absorver, com o aumento de contratos públicos, trabalhadores das empresas vetadas. Que deixem entrar também empreiteiras americanas, submetidas a rígidos controles pelo governo dos Estados Unidos. E, por falar em atrapalhar a vida econômica dos brasileiros, é isso que essas empresas malandras estão fazendo. A confiança dos investidores no Brasil está abaixo de zero por causa delas.
Não dá para separar as empresas dos corruptores, porque os donos das empresas são os corruptores. Não é de hoje. A quem duvida, recomendamos a leitura de "Minha Razão de Viver", um relato autobiográfico de Samuel Wainer. O jornalista cupincha de Getúlo Vargas era leva-e-traz dessas empreiteiras nos anos 50. Elas são protagonistas de lambanças há mais de meio século e, assim, devem ser eliminadas pelos antagonistas honestos. Do site O Antagonista

Sponholz: Brasil no vermelho e comendo milho.

FALTA DE REAÇÃO INSTITUCIONAL À ROUBALHEIRA DO PETROLÃO DETONA A CONFIANÇA DA SOCIEDADE NA INTEGRIDADE DA LEI E DA JUSTIÇA

Juiz Sérgio Moro, que preside o inquérito do petrolão (Foto: revista Veja.
Dois egressos da grande mídia, Diogo Mainardi e Mario Sabino. O primeiro, ex-articulista da revista Veja; o segundo ex-chefe de redação também de Veja, e isto não é coincidência, haja vista que a revista Veja se tornou o único veículo da grande imprensa brasileira que faz jornalismo de verdade. O resto gosta de ouvir advogados de criminosos nas antessalas dos tribunais. Não que eles não devam ser ouvidos. Mas não só eles, mormente quando, no caso, preside o inquérito do petrolão, a maior roubalheira da história do Brasil, o Juiz Federal Sérgio Moro.
Diogo Mainardi e Mario Sabino dirigem, editam e escrevem o site jornalístico O Antagonista. Já me referi em outra oportunidade a eles aqui no blog. Pela notoriedade e competência de Mainardi e Sabino, O Antagonista já nasce grande e pode ser considerado um veículo da grande mídia. Em menos de um mês disponível na internet já é um sucesso. 
Econômico nos textos e oferecendo a possibilidade de leitura rápida e agradável, O Antagonista diz tudo o que nenhum escrevinhador e/ou falador postado em jornalões e grandes redes de televisão diz. Não que não saibam. Não dizem porque há muito tempo já são penas alugadas de Lula e seus sequazes. Alguns em troca de caraminguás oficiais, outros porque cumprem missão do Foro de São Paulo nas redações. E é bom que se diga, até mesmo na redação da revista Veja esses infelizes estão infiltrados. Se revelam naqueles textos e reportagens onde são introduzidos os conceitos da ideologia do pensamento politicamente correto, quando fatos são relativizados.
Por tudo isso, O Antagonista surge como um oásis no meio desse deserto de inteligência. Por isso mesmo é que há algum tempo, conforme podem notar os leitores, me recuso a transcrever qualquer reportagem, artigos, notas e editorais de coisas como Folha de S. Paulo, Estadão e O Globo e similares ou oferecer links endereçando os leitores a esses veículos de mídia. 
Quando regressava à sede do blog ouvi no meu carro a rádio CBN passando a mão na cabeça de Cerveró, ex-chefete na Petrobras. O noticiário reproduzia justamente entrevistas com os advogados do indigitado Cerveró envolvido no petrolão.
Como os antagonistas Mainardi e Sabino, este modesto blog também está enojado com esse lamaçal de roubalheiras e mentiras. E mais enojado ainda como os ditos “coleguinhas”, (como jornalista com mais de 40 anos de profissão, sempre deplorei esse dimininutivo “coleguinhas”) alguns velhos guerra e para os quais a história vivida não valeu nada, a provar que a velhice não traz nenhuma sabedoria a ninguém. Tanto é que a maioria desses (argh!) “coleguinhas”, continua com as quatro patas no chão. Se mentem desabusadamente para sugarem caraminguás estatais ou fazem isso por ideologia, tanto faz, estão fornecendo a prova de todas as minhas afirmativas.
Sobra então muito pouco ou quase nada da grande imprensa brasileira. A chegada de O Antagonista, a par da competência de seus editores, é digna de nota. Além disso também contribui para convalidar centenas de textos que já escrevi denunciando o desmantelamento do jornalismo brasileiro coisa que ficou escancarada depois que a bandalha do PT e seus acólitos, aí incluídos banqueiros e mega-empresários, se adonaram do Estado brasileiro.
E, como informei em parágrafo acima, enquanto a CBN, o sistema nacional de rádio da Rede Globo passava a mão na cabeça de Cerveró e suas moscas varejeiras esticavam os microfones em direção aos advogados do ex-chefete da Petrobras, O Antagonista publicava o seguinte texto que transcrevo a íntegra e assino embaixo. Diz tudo:
SÉRGIO MORO FALA NOS AUTOS... E COMO FALA!
Um juiz só deve falar nos autos: o bordão deveria ser seguido à risca, mas no Brasil só se seguem as linhas tortas. Sergio Moro, contudo, é exceção. Imperturbável, técnico, avesso ao histrionismo, ele é o exato contrário de Joaquim Barbosa, que perdeu a admiração de boa parte dos brasileiros com a mesma velocidade com que a ganhou.
À frente de um bravo pelotão da Justiça Federal do Paraná, Sergio Moro vem desenrolando o maior escândalo da história do Brasil, inclusive a futura, arriscaríamos dizer, com alguma esperança. Por isso mesmo, vem sendo bombardeado por advogados, no interior do Judiciário venal (O Antagonista sabe e um dia dará os nomes) e pela imprensa petista, tanto a comprada com o dinheiro público como a vendida à ideologia.
Um juiz só deve falar nos autos, e Sergio Moro o fez hoje, naquela que foi a declaração mais importante do dia. Depois de Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira de esquerda, dizer de maneira atabalhoada e oblíqua que as empreiteiras envolvidas no escândalo precisam ser preservadas, o comandante da Operação Lava Jato lavou a nossa alma ao responder ao Supremo Tribunal de Justiça sobre a necessidade de manter presos os executivos da OAS. Extraímos dois momentos da fala de Sergio Moro, sempre nos autos: 
a) "A falta de reação institucional diante de indícios da prática sistemática e duradoura de graves crimes contra a Administração Pública mina a confiança da sociedade na integridade da lei e da Justiça. Os problemas se avolumam e os custos para sua resolução se tornarão cada vez mais maiores."
b)  "A única alternativa eficaz para afastar o risco à ordem pública seria suspender os atuais contratos da OAS com a Petrobras e com todas as outras entidades da Administração Pública direta ou indireta, em todos os três âmbitos federativos. Somente dessa forma, ficaria afastado o risco de repetição dos crimes. Entretanto, essa alternativa não é provavelmente desejada pelo acusado ou por sua empresa e teria, sem cautelas, impactos negativos para terceiros, como demais empregados e para aqueles dependentes ou beneficiados pelas obras públicas em andamento."
Sereno, irônico, direto, sem prosopopeias — assim é Sergio Moro. Do site O Antagonista

Sponholz: O balanço da Petebras.


quarta-feira, janeiro 28, 2015

SOB PROTEÇÃO JUDICIAL, EX-CHEFE DE SEGURANÇA DE CHÁVEZ ABRE O BICO E REVELA ÀS AUTORIDADES AMERICANAS AS LIGAÇÕES DO PODER CHAVISTA NA VENEZUELA COM O NARCOTRÁFICO.

Diosdado Cabello, o presidente da Assembléia Nacional Bolivariana, o número 2 na hierarquia do poder chavista agora envolvido num vasto esquema do narcotráfico em conluio com as FARC. (Foto de Veja) 
Um capitão de corveta que foi chefe de segurança do caudilho Hugo Chávez tornou-se peça-chave de uma investigação das autoridades americanas sobre ligações entre o chavismo e o narcotráfico. Sob proteção judicial, Leamsy Salazar chegou nesta segunda-feira aos Estados Unidos como testemunha do caso, informou o jornal Miami Herald.
Segundo a publicação, Salazar afirma que a organização conhecida como Cartel de los Soles é dirigida pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello. “Esse é o golpe mais duro já dado no chavismo. Este é o homem que revelou todos os segredos. Foi chefe de segurança de Cabello e chefe de segurança de Chávez”, disse uma fonte ligada à investigação. “Ele foi a pessoa de maior confiança de Chávez”, acrescentou a fonte, que acompanhou Salazar no voo até Washington.
O Miami Herald afirma que o capitão chegou aos EUA com agentes da Divisão de Operações Especiais da Agência Antidroga (DEA) que há meses estão em contato com Salazar. O ex-chefe de segurança também envolve Cuba nas acusações, dando proteção e ajudando nos envios regulares de droga do cartel por meio de rotas que partem da Venezuela em direção aos EUA, informou o jornal ABC, de Madri.
O diário espanhol afirma que o cartel, composto basicamente por militares (e cujo nome deriva de um emblema dos uniformes dos generais venezuelanos), tem o monopólio do tráfico de drogas na Venezuela. Os entorpecentes são produzidos pelas Farc e chegam ao destino final, nos EUA e na Europa, por meio de cartéis mexicanos.
Esta foto publicada há algum tempo pela revista colombiana Semana, mostra um dos principais chefes das FARC, o famigerado terrorista Iván Márquez, pilotando uma possante motocicleta Harley Davidson, provavelmente numa rua de Caracas, segundo a publicação. O terrorista está vestido com o uniforme das Farc. Essas motocicletas de fabricação norte-americana custam caro. Mas isso não é nada no mundo do tráfico de drogas que movimenta bilhões de dólares por dia. O discurso desses comunistas fustiga de forma permanente o capitalismo, sobretudo os Estados Unidos, que acusam de "império". Um contraste? Não, não! Todos os comunistas são assim mesmo. Só os idiotas e oportunistas acreditam nesses vagabundos assassinos. Em tempo: as FARC fazem parte do Foro de São Paulo, presidido por Lula.
Membro da Casa Militar, encarregada da segurança presidencial, Salazar foi assistente pessoal de Chávez durante quase dez anos. Depois da morte do coronel, o presidente da Assembleia – que também é primeiro-vice-presidente do governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) – requisitou seus serviços. Como pessoa próxima, Salazar viu Cabello dando ordens diretas para a partida de lanchas carregadas com toneladas de cocaína, segundo fontes próximas à investigação.
Em uma situação específica citada pelo ABC, um caminhão carregado com cerca de dez milhões de dólares em dinheiro foi detido no terminal marítimo de Puerto Cabello, o mais importante da Venezuela. O veículo procedia dos Estados Unidos os investigadores acreditam que poderia ser um pagamento por droga recebida. Dias depois, em seu programa semanal de televisão, Cabello acusou a oposição de ser destinatária do dinheiro, sem apresentar nenhuma prova.
Filho de Chávez
Segundo o jornal espanhol, também há indícios sobre o uso de aviões da estatal de petróleo PDVSA para transportar droga, em voos organizados pelo filho de Chávez e o filho de Germán Sánchez Otero, que foi embaixador de Cuba em Caracas até 2009. O transporte seria feito com a conivência do ex-embaixador e de outros funcionários cubanos.
A investigação envolvendo Diosdado Cabello está ligada à acusação formal feita no ano passado pelas promotorias federais de Nova York e Miami contra o general venezuelano Hugo Carvajal, que foi chefe da Direção de Inteligência Militar. Conhecido como ‘el Pollo’, Carvajal foi detido em julho na ilha holandesa de Aruba, vizinha da Venezuela, a pedido dos EUA, que reclamaram sua extradição. No entanto, ele acabou sendo liberado.
Carvajal vinha sendo considerado o grande operador do Cartel de los Soles, mas segundo Salazar ele obedecia as ordens de Cabello. Em seu perfil no Twitter, o presidente do Parlamento venezuelano reagiu às acusações dizendo que “cada ataque contra minha pessoa fortalece meu espírito e meu compromisso”.
O deputado Pedro Carreño, líder da bancada do PSUV, colocou a CIA na história, dizendo que a agência de inteligência americana “comprou a consciência do ex-guarda-costas de Cabello para ligá-lo ao narcotráfico”. “Estamos com você diante desta infâmia, camarada!” “Todos sabemos como trabalha a direita internacional. Ninguém duvida da honra do nosso presidente da Assembleia Nacional”, reafirmou o deputado em entrevista coletiva. Segundo o jornal venezuelano El Nacional, ele ainda ameaçou ao dizer que o “povo venezuelano” defenderá Cabello. Do site da revista Veja

segunda-feira, janeiro 26, 2015

Sponholz: A charge que a Folha de S. Paulo não publica.


PERSEGUIDO E AMEAÇADO PELOS BOLIVARIANOS DE CRISTINA KIRCHNER, JORNALISTA QUE NOTICIOU A MORTE DO PROCURADOR ARGENTINO SE REFUGIOU EM ISRAEL.

O jornalista Damian Pachter, do Buenos Aires Herald: perseguido pelos bolivarianos de Cristina Kirchner, agora está são e salvo em Israel. (Foto do site da revista Veja)
Primeiro jornalista a noticiar a morte do procurador Alberto Nisman em sua conta no Twitter, o argentino Damian Pachter, do jornal Buenos Aires Herald, confirmou que se refugiou em Israel neste domingo, segundo o jornal La Nación. O repórter, que também tem cidadania israelense, deixou a Argentina após afirmar que sua vida estava correndo perigo. Antes de chegar ao Oriente Médio, ele passou pelo Uruguai e pela Espanha. Ele publicou, neste domingo, em seu perfil no Twitter que está "a salvo em Tel Aviv".
Nos últimos dias, o jornalista vinha dizendo que seus telefones estavam grampeados e que estava sendo seguido por desconhecidos. Ele afirmou a colegas trabalho que não voltaria à Argentina "durante este governo". "Me mandaram uma indireta", disse, acrescentando que não pôde buscar "roupa nem dinheiro" em casa.
Pachter publicou também neste domingo um artigo no jornal israelense Haaretz, no qual explica os motivos da sua fuga da Argentina. No texto, ele afirma que sofreu intimidações e passou muitas noites sem dormir. "A Argentina se converteu em um lugar escuro conduzido por um sistema político corrupto", escreveu. 
Nisman foi encontrado morto com um tiro em seu apartamento em Buenos Aires, dias após denunciar a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e o chanceler Héctor Timerman por negociar um plano para garantir impunidade e "acobertar fugitivos iranianos", referindo-se aos acusados do ataque terrorista contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em 18 de julho de 1994. Do site da revista Veja

domingo, janeiro 25, 2015

A MARCHA DAS PANELAS NA VENEZUELA, AS CABEÇAS VAZIAS DA OPOSIÇÃO DEMOCRÁTICA E O AVANÇO DO FORO DE SÃO PAULO

Milhares de pessoas sairam às ruas neste sábado novamente na Venezuela para protestar contra a tirania comunista bolivariana de Nicolás Maduro e seus sequazes. Se olharmos como atenção para as fotografias e vídeos da Marcha das Panelas Vazias que ocorreu em Caracas e em mais algumas cidades venezuelanas, veremos que se parecem  com as últimas manifestações de oposição que ocorreram no Brasil. Da mesma forma, essas passeastas também se parecem com aquelas havidas recentemente na Argentina e até mesmo em Paris após o atentado do terror islâmico que, aliás, continua degolando cidadãos ocidentais enquanto os chefes de Estado das nações democráticas fazem que não vêem.
Tanto em Caracas, como em São Paulo, Venezuela, Buenos Aires e Paris se notarem bem as manifestações populares tem impacto zero no que concerne aos seus objetivos.
Isto decorre de um fato: a ausência do embate político e ideológico. Exemplo flagrante vem da França quando dias depois do atentado e das manifestações a grande mídia divulgou pesquisas revelando que o desastrado dirigente socialista francês François Hollande saiu fortalecido politicamente em decorrência do macabro e funesto episódio da matança.
A França não é a Venezuela ou o Brasil. Mas no contexto global e geopolítico se igualam. O mesmo vale para a Alemanha onde meia dúzia de malucos islâmicos conseguiram barrar uma manifestação da direita que a grande mídia qualifica de xenófoba, quando não a acusa de reeditar o nazi-fascismo. 
Guardadas as devidas proporções o jogo político é jogado de maneira uniforme em nível global. Entretanto, o fato mais curioso ocorre na América Latina que talvez seja o único continente do planeta onde as ações e reações na esfera da política ocorram rigorosamente de forma sincronizada. Este sincronismo fica evidente pela forma como agem os agentes políticos e seus partidos.
Fotomontagem que circula pelas rede sociais a partir da Venezuela
O TRIUNFO DO MAL
Enquanto as oposições em todos nesses países estão completamente desarticuladas ziguezagueando como baratas tontas os partidos esquerdistas agem de forma coordenada não apenas em seus respectivos países mas em termos continentais. Variam apenas algumas estratégias de ação que se vinculam a questões econômicas e culturais. Se na Venezuela, no Equador e na Bolívia o dito regime bolivariano, eufemismo para edulcorar tiranias comunistas, torna-se mais efetivo e escancarado, no Brasil, na Argentina ou no Chile ainda se terça armas com um resquício de democracia.
Os fatos políticos não acontecem por acaso. São operados e protagonizados pelos agentes políticos. Um sincronismo político de abrangência continental, como é o caso presente na América Latina, não é obra do acaso. Chega-se aqui, portanto, a uma indagação: como isto foi e é possível? A resposta que pode desagradar os menos avisados ou imbecis de todos os gêneros é apenas uma: a organização esquerdista transnacional Foro de São Paulo que em 1990, num congresso em São Paulo, transformou em realidade uma estratégia desenhada por Fidel Castro. Era uma questão de vida ou morte para a ditadura comunista, cubana haja vista que a debacle da URSS significava o fim do subsídio russo. Vem daí o projeto da tal “pátria grande”, ou seja, a transformação de todo o continente sul americano numa versão cucaracha da ex-URSS.
Como o Brasil havia se redemocratizado e a anistia geral e irrestrita deu status de cidadão  àqueles psicopatas que tentaram dar o golpe comunista em 1964, a Nação brasileira por sua grandeza econômica e influência geopolítica foi escolhida para concretizar o esquema formulado por Havana. Acresce a isto o fato de que Lula e seus sequazes já tinham pronto e organizado o PT. Lula estava em ascensão e por isso foi convocado por Fidel Castro para presidir e liderar o Foro de São Paulo fato que se concretizou naquele famigerado congresso na capital Paulista em 1990.
Portanto, o Foro de São Paulo está em campo há 24 anos anos. São quase um quarto de século de permanente atividade em todo o continente latino-americano. Mas o maior avanço desse plano comunista se deu a partir de 2002, quando Lula foi eleito presidente do Brasil e empossado em 2003.
SÍNDROME DA AVESTRUZ
Se a Marcha das Panelas Vazias na Venezuela ou as rececentes manifestações pós-eleitorais no Brasil ou ainda os protestos na Argentina têm, guardadas algumas nuances específicas, a mais absoluta semelhança como aludi no início destas linhas, isto decorre justamente de uma realidade: aqui no Brasil, na Venezuela ou em qualquer país sul americano, as reações populares acontecem na medida em que se aprofundam as ações do Foro de São Paulo. 
Enquanto as oposições democráticas em todos os países sul americanos continuarem com a síndrome da avestruz negando-se a encarar e enfrentar a realidade dos fatos, ou seja, admitir a existência e a atividade permanente do Foro de São Paulo seguirá perdendo eleições sucessivamente até que seja exterminado o último bastião de resistência. 
Uma das mais bem sucedidas estratégias do Foro de São Paulo, que impulsiona o dito comunismo do século XXI no continente, é disfarçar a tirania comunista com eleições supostamente democráticas, limpas e autênticas. Trata-se de um estratagema que reveste de legalidade todas as ilegalidades. As instituições democráticas, os Poderes Legislativo e Judiciário, tornam-se pantomimas depois de completamente aparelhados pelo partido. No caso brasileiro é o PT; na Venezuela e PSUV, o partido chavista; na argentina o peronismo e assim por diante em todos os países sul americanos.
Quem se der ao trabalho de acompanhar a política internacional no âmbito latino-americano constatará com facilidade que tudo o que estou discorrendo aqui e agora é a verdade absoluta. As variações no que tange ao avanço ou retrocesso estratégico do Foro de São Paulo se devem particularmente a realidades regionais e fatos diversos.
Se na Venezuela já esqueceram das sucessivas fraudes eleitorais que levou o defunto caudilho Hugo Chávez ao poder e mais recentemente o seu sucessor Nicolás Maduro, isso se deve particularmente ao descalabro econômico que degenerou na escassez de alimentos e demais bens de primeira necessidade. Isto é, a escassez, diga-se de passagem, também é uma forma de reprimir o povo e apagar a memória recente dos fatos políticos, pois a ausência de alimentos deixa todos desnorteados.
Fotomontagem criada na Venezuela que mostra a trágica realidade: os grandes supermercados com as gôndolas vazias.
CONFUSÃO E DIVERSIONISMO
Pelo Twitter informava-se neste sábado que enquanto milhares de pessoas batiam panelas vazias nas ruas, outro tanto se acumulava nas filas nas portas dos supermercados. Por ironia do destino, ou pela estratégia do Foro de São Paulo, neste sábado, justo no dia da marcha, apareceram de forma repentina no comércio alguns alimentos que haviam desaparecido durante as últimas semanas. O próprio tiranete Maduro apareceu num desses mercados estatais fazendo comícios relâmpagos acusando a oposição de promover uma “guerra econômica”.
Com a maioria dos veículos de mídia na mão - a totalidade das redes de televisão e rádio - o controle dos meios de comunicação pelo governo é total. O que continua de pé como mídia mais ou menos livre faz parte do processo de dourar a pílula, de fazer crer ao mundo que não há censura à imprensa. Como frisei, as tiranias comunistas do século XXI  utilizam todas as instituições democráticas para mascarar um dos sistemas ditatoriais mais truculentos já aparecidos na face da Terra. Qualquer partido comunista do passado é pinto magro perto do esquema do Foro de São Paulo. 
Dentre as instituições democráticas é a grande mídia a principal responsável pelo avanço desse neo-comunismo no continente sul americano. Mesmo aqueles veículos de mídia que se alinham mais à direita do espectro político também têm em suas redações a infiltração de elementos do Foro de São Paulo. A maioria dos jornalistas na atualidade cultiva o esquerdismo e isso já começa nas universidades ou, quiçá, no jardim de infância. Ao lado da mídia é a área educacional em todos os seus estágios controlada pelos agentes do Foro de São Paulo. É essa área a mais sensível e onde se aplica uma permanente lavagem cerebral mistificada pela ideologia do “pensamento politicamente correto”. 
Como podem ver pelo que declinei nestas linhas a questão fundamental que se coloca neste momento para salvar os últimos resquícios de democracia em nossos respectivos países é que as lideranças democráticas que restam ainda com algum poder e influência encarem de frente a questão em toda a sua abrangência. E isso começa por um mergulho na realidade política continental. Essas lideranças têm de agir de forma política e ideológica e isso significa que têm de admitir que o inimigo da democracia e da liberdade é o Foro de São Paulo. 
Fora disso é dar tiro n’água. O embate que tem de ser travado no Brasil, na Venezuela, na Argentina, em todas as Américas, incluindo sim os Estados Unidos é ao nível político e ideológico de forma a banir para sempre o espectro comunista seja qual for a denominação que lhe dêem.
Se isso não acontecer, passeatas, marchas, manifestações variadas pacíficas e democráticas servirão mais para levar água ao moinho do Foro de São Paulo, porquanto apenas revestirão de democracia uma farsa.

Sponholz: Um país de bobalhões!


MARCHA DAS PANELAS VAZIAS: VENEZUELANOS VOLTAM ÀS RUAS CONTRA A TIRANIA DA DITADURA COMUNISTA BOLIVARIANA.


O povo venezuelano saiu às ruas neste sábado para protestar contra a ditadura bolivariana de Nicolás Maduro, filhote do defunto caudilho Hugo Chávez e títere da ditadura cubana.

Neste domingo postarei aqui no blog uma análise sobre o que está acontecendo na Venezuela e, simultaneamente, no Brasil, como de resto em toda a América Latina.

O vídeo acima mostra cenas da Marcha das Panelas Vazias. Uma escassez de alimentos sem precedentes castiga o povo venezuelano.

AQUI fotos e informações sobre a Marcha das Panelas Vazias (en español)

CINEGRAFISTA AMADOR DESMONTA FALÁCIA DO 'SECALHÃO TUCANO' APONTADO PELO PT E REVELA VERDADEIRO OÁSIS NA SERRA DA CANTAREIRA COM BARRAGEM ATOLADA DE ÁGUA


Circula pelas redes sociais este vídeo acima postado no Canal MCC Guarulhos (Movimento Contra a Corrupção) no Youtube, mostrando que uma represa do sistema Cantareira, em São Paulo, está abarrotada de água.

O cinegrafista amador circula de carro ao longo da Barragem Paulo de Paiva Castro, que integra o Sistema Produtor Cantareira que fornece água para São Paulo. A barragem fica no sopé da Serra da Cantareira, ocupando em certo trecho os dois lados da rodovia como se pode observar no vídeo.
Informa também que a Guarda Florestal permanece vigiando a área e não permite fotografias e nem filmagens da barragem, motivo pelo qual o cinegrafista foi obrigado a filmar tudo de dentro de seu veículo em movimento.

Ele indaga por que essa barragem não é mostrada e por que a Guarda Florestal impede que as pessoas fotografem e filmem a represa?

De fato, as fotografias que aparecem na grande imprensa mostram barragens sem água. Nesta filmagem se nota claramente que chove e há umidade expressiva no entorno da represa sem vestígios de seca, como tem aparecido nas fotografias que estampam os jornais e revistas, bem como reportagens de emissoras de televisão.

Em contrapartida, blogs e páginas petistas alardeiam o que qualificam como "secalhão tucano", para lançar a culpa sobre o governo paulista do PSDB pela estiagem que castiga não apenas o Estado de São Paulo para também o Rio de Janeiro e adjacências.

sábado, janeiro 24, 2015

BANDITISMO, POLÍTICA REVOLUCIONÁRIA E O PAPEL DA POLÍCIA - UMA ENTREVISTA COM OLAVO DE CARVALHO.

Olavo de Carvalho: o banditismo como arma de guerra revolucionária.
Transcrevo como segue inclusive com o texto de abertura a entrevista que o jornalista, escritor e filósofo Olavo de Carvalho concedeu ao site do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF). Entrevista como esta jamais será veiculada pela grande mídia já que se contrapõe à narrativa dominante da engenharia social por meio da ideologia do politicamente correta, voltada à domesticação das massas. Os bandidos passam a ser os guardiães do poder dos comunistas do Partido dos Trabalhadores, no caso brasileiro, enquanto nos porões do Palácio do Planalto prepara-se uma lei para desmilitarizar as polícias militares ao mesmo tempo em que a grande mídia inteira e seus jornalistas idiotas e criminosos se encarregam de desmoralizar as polícias.
Por tudo isso, esta entrevista de Olavo de Carvalho merece ser lida com atenção, principalmente pelos senadores e deputados e seus assessores. Leiam:
O filósofo Olavo de Carvalho é certamente o mais comentado intelectual brasileiro da atualidade. É autor de vários livros, dentre os quais O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do website de media watch e opinião Mídia Sem Máscara, escreve para o jornal Diário do Comércio, de São Paulo. Também ministra aulas online em seu Seminário de Filosofia (www.seminariodefilosofia.org) e preside o The Inter-American Institute (http://theinteramerican.org), de cujas atividades participam grandes nomes da intelectualidade dos EUA e da América Latina.
Olavo prontamente se dispôs a dar seu parecer ao Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) sobre questões relacionadas à política brasileira, a gestão da segurança pública, o trabalho das polícias, desarmamento e a criminalização da atividade policial no cenário cultural.
Sinpol-DF: Segundo as estatísticas do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2013, cerca de 490 policias foram mortos no Brasil. De 2009 para cá, o número chega a 1.170 policiais. O número total de homicídios no país ultrapassa os 50 mil. São números alarmantes que indicam um estado de guerra civil não declarada. Porém, ao noticiar tais estatísticas, a imprensa deu destaque às mortes de civis provocadas por confronto com as forças policiais, para concluir que a polícia brasileira “mata muito”. O senhor concorda?
Olavo de Carvalho: Pelo menos, desde os anos 60 do século passado, a esquerda internacional e nacional não esconde seu propósito de utilizar o banditismo como arma de guerra revolucionária para a conquista do poder total.
A ideia, sugerida inicialmente por Herbert Marcuse, é aplicada em diferentes dimensões. No aspecto cultural, trata-se de mostrar os criminosos como vítimas inocentes da injustiça social, legitimando as suas ações delituosas como forma de protesto. Expliquei isso na série de artigos “Bandidos e Letrados” (Jornal do Brasil, 26 de dezembro de 1994), cuja leitura recomendo a vocês para que eu não precise me repetir aqui.
Um segundo aspecto é a aproximação direta entre militantes políticos armados e gangues de assaltantes, narcotraficantes e sequestradores. Expliquei isso nos capítulos finais do livro A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci, cuja quarta edição foi publicada em 2014 pela Vide Editorial. Com isso passa-se da mera guerra cultural à criação de um poder armado capaz de abalar a ordem social.
O terceiro passo é desarmar a população civil e, em seguida, a própria polícia, sob os pretextos mais rebuscados e estapafúrdios, enquanto as quadrilhas de criminosos se armam cada vez mais, com a complacência, senão a ajuda ativa do partido governante (o traficante Fernandinho Beira-Mar descreveu em detalhes como comprava cocaína das Farc – quadrilha associada ao PT no quadro do Foro de São Paulo – em troca de armas trazidas do Líbano).
Não é preciso dizer que, num país onde ocorrem de cinquenta a setenta mil homicídios por ano, a polícia matar dois mil bandidos não é de maneira alguma um fenômeno anormal ou escandaloso, e a mídia, ao apresentá-lo assim, está apenas prosseguindo à guerra cultural acima mencionada e fazendo a ponte entre ela e o planejado desarmamento da polícia.
O Brasil está numa fase avançadíssima de guerra revolucionária – muito mais avançada do que em 1964, com a diferença essencial de que agora a mídia praticamente inteira se tornou um instrumento auxiliar do movimento comunista, encarregando-se de desinformar e anestesiar a população para que não perceba o que está se passando, bem como de instigar o ódio a todos que possam constituir obstáculos à consecução dos seus objetivos totalitários.
Sinpol-DF: Uma das queixas mais frequentes no meio policial é a extrema desvalorização pela qual passa a profissão. Os policiais brasileiros sofrem um verdadeiro “bullying” institucional. Em meio a difícil missão de manter a ordem e garantir a lei numa sociedade tomada pelo crime, são difamados pela mídia, criticados por intelectuais, desrespeitados pelos cidadãos e perseguidos pelo Ministério Público e pelo Judiciário. Parece que trabalhar pela segurança pública no país tornou-se algo proibitivo. A que o senhor atribui isso?
Olavo: A explicação é simples: um partido revolucionário aliado à gangues internacionais de narcotraficantes e terroristas tomou o poder, controla todos os setores da administração federal, do sistema judiciário, da máquina eleitoral e, mais sutilmente, da própria mídia, e está empenhado em neutralizar ou destruir todos os seus adversários potenciais. Sempre que um partido revolucionário sobe ao poder numa democracia, por via eleitoral, sua conduta revela uma ambiguidade desnorteante, pois ele tem de se fazer de guardião da mesma ordem pública que ele está tentando destruir. A polícia, cuja subordinação não é a nenhum partido, continua a cumprir a sua obrigação normal de manter a ordem pública, e isto basta para fazer dela um temível obstáculo no caminho das ambições revolucionárias.
Sinpol-DF: No enfrentamento ao crime, as forças policiais vivem hoje uma espécie de “guerra assimétrica”, na qual um dos lados “pode tudo” e o outro, representado pelo Estado, está adstrito a uma série de regras e procedimentos que criam embaraços à sua atuação, sem contar os inumeráveis questionamentos legais e judiciais que são feitos a posteriori, no conforto dos gabinetes, desconsiderando as dificuldades inerentes à atividade policial, que lida com situações-limite. O senhor pode comentar isso?
Olavo: Enquanto continuarmos a identificar o Estado com o partido revolucionário que se apossou dele e que ainda o controla mediante a fraude eleitoral da apuração secreta – fenômeno jamais visto em nenhuma democracia do Ocidente –, a polícia continuará dividida entre duas lealdades: de um lado, à lei e à ordem; do outro, ao governante que, fingindo defendê-las, tudo faz para destruí-las. A única solução do dilema é seguir a lei e a ordem, ignorando as falsas autoridades que semeiam o ódio à polícia e favorecem descaradamente o banditismo.
***
Trecho do ensaio “Bandidos e Letrados”, citado por Olavo na entrevista, e publicado no Jornal do Brasil em 26 de dezembro de 1994 (depois reproduzido em O Imbecil Coletivo, Rio, Faculdade da Cidade Editora, 1997).
Não conheço um único bom livro brasileiro no qual a polícia tenha razão, no qual se exaltem as virtudes da classe média ordeira e pacata, no qual ladrões e assassinos sejam apresentados como homens piores do que os outros, sob qualquer aspecto que seja. Mesmo um artista superior como Graciliano Ramos não fugiu ao lugar-comum: Luís da Silva, em Angústia, o mais patológico e feio dos criminosos da nossa literatura, acaba sendo mais simpático do que sua vítima, o gordo, satisfeito e rico Julião Tavares — culpado do crime de ser gordo, satisfeito e rico. Na perspectiva de Graciliano, o único erro de Luís da Silva é seu isolamento, é agir por conta própria num acesso impotente de desespero pequeno-burguês: se ele tivesse enforcado todos os burgueses em vez de um só, seria um herói. O homicídio, em si, é justo: mau foi cometê-lo em pequena escala.
Humanizar a imagem do delinqüente, deformar, caricaturar até os limites do grotesco e da animalidade o cidadão de classe média e alta, ou mesmo o homem pobre quando religioso e cumpridor dos seus deveres — que neste caso aparece como conformista desprezível e virtual traidor da classe —, eis o mandamento que uma parcela significativa dos nossos artistas tem seguido fielmente, e a que um exército de sociólogos, psicólogos e cientistas políticos dá discretamente, na retaguarda, um simulacro de respaldo “científico”.
(O ensaio pode ser lido na íntegra em http://www.olavodecarvalho.org/livros/bandlet.htm)

JOSÉ CARLOS BUMLAI, O AMIGO ÍNTIMO DE LULA, É PEÇA-CHAVE DO PETROLÃO, SEGUNDO REPORTAGEM ESPECIAL DE 'VEJA'.

José Carlos Bumlai, com Lula (foto da revista Veja)
Um dos grandes pecuaristas do país, José Carlos Bumlai conta que visualizou em sonho sua aproximação com Luiz Inácio Lula da Silva, quando ele era apenas aspirante à Presidência. Com a ajuda de um amigo comum, Bumlai conheceu o petista e o sonho se realizou. O pecuarista tornou-se íntimo de Lula. O sonho embutia uma profecia que ele só confidenciou a poucos: a aproximação renderia excelentes resultados para ambos. Assim foi. Lula chegou ao Planalto, e Bumlai, bom de negócios, bem-sucedido e rico, tornou-se fiel seguidor do presidente, resolvedor de problemas de toda espécie e, claro, receptador de dividendos que uma ligação tão estreita com o poder sempre proporciona. No governo, só duas pessoas entravam no gabinete presidencial sem bater na porta. Bumlai era uma delas. A outra, Marisa Letícia, mulher de Lula.
Desde 2005, sabia-se em Brasília que Bumlai também tinha delegação para tratar de interesses que envolvessem a Petrobras. Foi ele, por exemplo, um dos responsáveis por chancelar o nome do hoje notório Nestor Cerveró, um desconhecido funcionário da estatal, para o posto de diretor internacional da empresa. Em sua missão de conjugar interesses públicos e privados, Bumlai tinha seus parceiros diletos, aos quais dedicava atenção especial. Não demorou para que começassem a chegar ao governo queixas de empresários descontentes com “privilégios incompreensíveis” concedidos aos amigos do amigo do presidente.
Uma das reclamações mais frequentes envolvia justamente a Petrobras e uma empreiteira pouco conhecida até então, a UTC, que de repente passou a assinar contratos milionários com a estatal, ao mesmo tempo em que surgia como uma grande doadora de campanhas, principalmente as do PT. Gigantes da construção civil apontavam Bumlai como responsável pelos “privilégios” que a UTC estava recebendo da Petrobras. Hoje, a escalada dos negócios da UTC é uma peça importante da Operação Lava-Jato, que está desvendando o ultrajante esquema de corrupção montado no coração da estatal para abastecer as contas bancárias de políticos e partidos. A cada depoimento, a cada busca, a cada prova que se encontra, aos poucos as peças vão se encaixando. A última revelação pode ser a chave do quebra-cabeça. Bumlai, o amigo íntimo do ex-presidente que tinha entrada livre ao Palácio do Planalto, está envolvido até o pescoço no escândalo de corrupção montado na Petrobras durante o governo petista. Do site da revista Veja

Sponholz: Colhendo os frutos podres de 12 anos de reinado do PT! Apaga Brasil!


sexta-feira, janeiro 23, 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' ANTECIPA O RESULTADO DO DESCALABRO DO INFAUSTO GOVERNO DO PT, O DUPLO APAGÃO. OU: QUE SAUDADE DOS GOVERNOS MILITARES.

Sem qualquer dúvida a revista Veja continua sendo o único veículo de mídia impressa que traz a cada final de semana reportagens especiais cujas pautas se chegaram às redações dos jornalões devem ter sido solenemente deletadas. Há alguns anos, na jurássica época que antecedeu a revolução tecnológica essas pautas poderiam permanecer nas gavetas ou nas agendas dos jornalistas. Na atualidade, a patrulha ideológica do PT infiltrada nas redações de praticamente todos os veículos de mídia deleta tudo; tudo o que realmente é relevante. Por isso todos os jornalões impressos além da mídia televisiva invariavelmente dão destaque para aquilo que não tem o mínimo interesse jornalístico. Por isso a revista Veja, é bom lembrar, sofreu aquele ataque de um grupo petista que tentou invadir a sede do Grupo Abril na véspera da última eleição. Segundo a direção do PT tratava-se de um "bolsão" mais radical da linhagem petralha.

Acontece que se as luzes ainda acendem e se das torneiras saem alguma água é justo reconhecer que toda a infraestrutura que faz o Brasil permanecer ainda em funcionamento se deve justamente àqueles anos ditos de chumbo dos bolsões radicais aos quais aludiu o general-presidente antecipando que iriam entregar, como de fato entregaram, o Brasil para os civis. Nessa época Lula já liderava um bando de comunistas vagabundos que renegavam o velho PCB, conhecido com o "partidão". O PT então nascia para ser muito mais comunista do que qualquer partido comunista que já aparecera então na face da Terra. O plano de chegar ao poder era de longo prazo, como de fato foi, enquanto a ideia fixa pelo poder total e perene pela silenciosa guerra de posição incruenta e aparentemente civilizada preconizada pelo corcunda italiano dava seus primeiros passos. 

O passo definitivo foi dado em 1990, quando os comunistas soviéticos resolveram mudar todas as estratégias de luta pelo poder. O tenebroso Muro de Berlim foi detonado em 1989. A URSS tinha sido esfacelada e seu ponto mais avançado no Ocidente, a ilha de Fidel Castro, se viu de uma hora para outra órfã dos subsídios da União Soviética. Por isso os comunistas liderados por Fidel Castro acertaram com Lula, então o "grande líder" do  dito "sindicalismo de resultados" nascente, que havia chegado a hora de dar a volta por cima. Isso aconteceu em 1990, com a fundação do Foro de São Paulo, a organização criada para transformar todo o continente sul americano num apêndice de Cuba que, embora pobre, esfacelada e com um povo famélico, se tornaria o centro difusor do dito "socialismo do século XXI". Presidiu a fundação do Foro o próprio Lula, assessorado por José Dirceu, tendo como secretário o famigerado Top Top Garcia, o aspone que se transformou em virtual chefe do Itamaraty.

O resultado dessa nefasta operação neo-comunista terá os seus primeiros efeitos concretos mais desastrosos sobre os 202 milhões de Brasileiros, (segundo o último censo do IBGE esta é a população atual do Brasil) neste ano de 2015. 

A reportagem-bomba de Veja desta semana anunciando o racionamento de energia elétrica e água no Brasil que de fato já está acontecendo não é resultado de eventual incúria de S. Pedro, mas a ausência total de atualização da infraestrutura em todos os níveis.

Em 1970, durante um ano mais ou menos, trabalhei como auxiliar de escritório da então Companhia Metropolitana de Água de São Paulo - Compasp, a estatal que daria origem mais adiante a atual Sabesp. Morei em Atibaia e trabalhei num escritório da Comasp em Narazé Paulista, ao lado de uma obra gigantesca que cavava um túnel imenso que faria depois fluir a água de uma grande represa que integra o sistema Cantareira. O slogan da Comasp era "Água para São Paulo até o ano 2000". 

No ano de 1970 quando o Brasil foi campeão na Copa do Mundo do México e se ouvia a todo instante a famosa marchinha "Pra Frente Brasil, salve a Seleção", "70 milhões em ação...". Sim, nessa época o Brasil tinha uma população estimada de 70 milhões. São Paulo deveria ter algo em torno de 5 milhões? (Vou conferir depois). E nesta época o Brasil nunca cresceu tanto e nunca se viu na história do país a profusão de obras que mudaram para sempre a feição econômica do Brasil que persistia sendo, até o advento dos governos militares, a de um país agro-pastoril que funcionava na base do boi e do arado.

Atualmente o Brasil tem 202 milhões de habitantes e São Paulo se tornou uma megalópole com cerca de uns 13 milhões de habitantes, enquanto a região metropolitana dobra este número (a conferir).

De lá para cá nunca mais se viu nenhuma obra como aquela levada a efeito pela Comasp, como também não mais se viu obra como a fabulosa Itaipu e outras usinas hidrelétricas, sem falar nas termonucleares de Angra dos Reis, que os ecochatos malhavam sem parar. Hoje ninguém ousa questioná-las. 

Conclusão: depois dos governos militares nenhuma obra de infraestrutura de vulto foi realizada no Brasil. Planejamento de longo prazo deixou de existir. Nem mesmo de médio prazo. Nada. Nada mais foi feito, nem mesmo o trabalho de manutenção desses equipamentos. Visitei Itaipu há alguns anos e fiquei impressionado com o gigantismo daquela obra, justo ela, que fora objeto de uma campanha contrária deflagrada pelos trados ideológicos. Hoje em dia o governo do PT não consegue edificar casinhas 6 X 9 do programa Minha Casa, Minha Dívida. Quem bota fé nessa loucura bolivariana, vejam só, é Trabuco & Levy, homens fortes do Bradesco, ainda que mais pareçam uma dupla sertaneja. 

E quando morei em Atibaia, volta e meia circulavam rumores sobre a presença de pelotões do Exército fortemente armados vasculhando a área em busca de subversivos, ou seja, os comunistas que hoje estão no poder. Ouvi notícia de estouro de alguns "aparelhos" montados por esses psicopatas. Eu era apenas um jovem e, como tal, já sujeito à influência da campanha de desmoralização das Forças Armadas levada a efeito pelo jornalismo pelego e mentiroso já infiltrado nas redações da grande mídia.

Passados todos esses anos posso afirmar sem nenhum medo de errar que se as luzes ainda acendem, se a água ainda corre pelas tubulações de São Paulo e de todas as demais cidades brasileiras, se há rodovias asfaltados interligando o país isso se deve aos governos militares.

Agora convenhamos, os governos militares com certeza não tinham ideia do que viria adiante. Os bolsões sinceros mas radicais, como se referiu o general-presidente pronto para entregar o Brasil ao Deus dará, haveriam mais adiante de ser expurgados do seio da Revolução de 1964. Banidos os ditos "radicais", provavelmente haveria um batalhão de bobalhões de olho grande antevendo a chance de alcançar uma alta patente militar nem que fosse para bater continência para o Lula e a Dilma. Tal desiderato fatídico, para o azar dos brasileiros de bem, acabou se concretizando.

Este é o resumo honesto da história, embora não seja o mote da reportagem-bomba de Veja, mas ainda assim é importante que todos comprem a revista neste sábado, antes que Lula acione o Cardozão para tentar comprar todos os exemplares e, ato contínuo, incinerá-los. Lendo a reportagem constatarão o que é bom para a tosse. Por certo a infausta realidade haverá de mexer nos porões mais recônditos do cérebro de muitos brasileiros, abrindo o alçapão que confina os instintos mais vingativos dos seres humanos. Oxalá isso aconteça. 

quarta-feira, janeiro 21, 2015

VICE-PRESIDENTE DO PSDB VÊ DETERIORAÇÃO DO GOVERNO DO PT E FALA EM NECESSIDADE DE 'TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA' PARA EVITAR O CAOS

O vice-presidente do PSDB levanta a hipótese da necessidade de uma "transição democrática" para salvar o Brasil
O vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, publicou um texto em seu blog nesta terça-feira, 20, sugerindo que seja aberto um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Apesar de não mencionar o termo, o tucano afirma que a “tarefa” da oposição, diante da crise econômica e dos desdobramentos das investigações de corrupção na Petrobras, será pensar numa maneira de fazer uma “transição democrática”, pois a petista não teria condições políticas de terminar o mandato.
“Como (Dilma) vai resistir quatro anos em um quadro de superação difícil, se não impossível? Como e quando será possível uma transição democrática, supondo que a situação não possa ser mantida pelos quatro anos desse mandato?”, escreve Goldman. Segundo ele, pensar no que fazer diante desse quadro é “questão posta para a oposição”. “É a nossa tarefa”, completa.
Questionado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, se estava sugerindo que a oposição deveria entrar com um pedido de impeachment contra a presidente, Goldman disse que esse seria “um caminho legal”, mas afirmou que era preciso debater o assunto, porque ele ainda não tinha “uma resposta”. “O País aguenta que essa gente continue dirigindo o País por mais quatro anos? Eu acho que não. Mas nós não temos a resposta para o passo seguinte”, afirmou.
No texto, o tucano diz que o início desta semana pareceu um prenúncio do “fim do mundo”, já que na segunda-feira, 19, o País passou um por um apagão de energia que atingiu 10 Estados e o Distrito Federal. Ele também criticou os recentes anúncios de aumento de impostos feitos pela equipe econômica do governo e disse que Dilma está tomando todas as medidas que prometeu que não tomaria durante a campanha eleitoral. Por fim, cita o escândalo da Petrobras que, segundo ele, mostra “uma total deterioração do governo e dos partidos que o sustentam”.
Desde que o candidato o tucano Aécio Neves perdeu as eleições do ano passado, os petistas acusam o PSDB de querer “vencer no tapetão” e tentarem forçar um “terceiro turno” eleitoral. O partido têm incentivado, por exemplo, que os seus militantes participem de manifestações que pedem o impeachment da presidente e adotou medidas que questionam a legitimidade do pleito, como uma auditoria do resultado das eleições que teve início nesta semana em Brasília. Do site Diário do Poder