Matéria que está na Folha de São Paulo desta quinta-feira, que transcrevo na íntegra após este prólogo, destaca a tal Comissão da Verdade que a turma do PT quer criar para enxovalhar as Forças Armadas. Justamente essa Instituição Democrática à qual a Nação é eternamente grata por ter livrado o Brasil das garras do comunismo. Esta é que é a verdade absoluta, límpida e cristalina.
Se não fosse a Revolução de Março de 1964, o Brasil teria se tornado uma República Socialista do tipo cubano e hoje sua população viveria num país zumbi tendo de retirar cupons estatais para adquirir alimentos em postos públicos controlados por uma nomenklatura comunista, como ocorre em Cuba e na Coréia do Norte. Mais recentemente o racionamento de alimentos também começou na Venezuela que, como postei mais abaixo, vive uma crise econômica depois que embarcou na aventura comuno-bolivariana do tirano Hugo Chávez.
Agora, se for para criar mesmo uma Comissão da Verdade que esta verdade seja dita com todas as letras. E vamos perguntar para a canalha comunista, a começar pela Dilma e seus sequazes terroristas o que pretendiam nos anos 60 do século passado, uma democracia ou uma ditadura comunista? A Nação - sobretudo as novas gerações - não pode ser enganada e ludibriada por essde bando de embusteiros comunistas que tentaram por todos os meios cubanizar o Brasil. Não fossem as Forças Armadas o Brasil estaria neste século XXI como no tempo do boi e do arado, já que toda a infra-estrutura em telecomunicações, transporte e energia elétrica que permitiu o desenvolvimento do Brasil foi implantada nos governos militares. Depois dos militares nada mais foi feito na área da infra-estrutura. NADA!
E tem mais. Nos últimos oito anos de governo desses comunistóides malandros e incompetentes o que se tem visto é marketing comunista, lavagem cerebral nas universidades, insegurança pública, aumento desmedido do banditismo, narco-tráfico e destruição dos valores morais e éticos, corrupção, mensalão e iniqüidades correlatas.
Quem viveu durante os governos militares sabe bem o que eu estou falando. As pessoas podiam transitar sem medo pelas ruas de qualquer cidade do país a qualquer hora e dia e da noite. Foi um interregno de paz, progresso e segurança como nunca houve neste País. Digo sem titubear que foi o único período da história republicana em que houve o respeito à lei e à ordem, a base para a efetivação verdadeira dos Direitos Humanos.
Falar em Comissão da Verdade para execrar as Forças Armadas e as polícias que são Instituições Democráticas da República, não admito. Agora, se for para debater e revelar a verdade sobre a Revolução de Março de 1964 serei o primeiro a me colocar à disposição para dar o meu depoimento pessoal. Até porque naquela época, infelizmente, eu estava patinando no esquerdismo. Conheço perfeitamente o outro lado do balcão.
Tenho muita força, saúde e disposição para continuar lutando pela democracia e devo às Forças Armadas brasileiras este meu testemunho já que é a única forma de purgar a minha estupidez de um dia ter apoiado essa vagabundagem esquerdista e, ao mesmo tempo, contribuir para restabelecer a verdade dos fatos. Compreendo o jornalismo desse ponto de vista inarredável: a verdade dos fatos.
Espero que os líderes militares da ativa, juntamente com os da reserva, se unam para defender de forma intransigente as Forças Armadas que no seu histórico tem como maior galardão o fato de terem livrado o Brasil de uma ditadura comunista. Esta é a verdade. E lanço sem medo o desafio para que me provem o contrário do que acabei de discorrer nestas linhas. E antes que que esqueça no dia 31 deste mês de março comemora-se o 47º Aniversário da Revolução que mudou para sempre o Brasil livrando-o do flagelo do comunismo.
Reproduzo como segue esta matéria rançosa que está na Folha de São Paulo desta quinta-feira:
Em documento enviado ao Ministério da Defesa, o Comando do Exército critica a criação da Comissão da Verdade, alegando que "poderá provocar tensões e sérias desavenças ao trazer fatos superados a nova discussão".
Em documento enviado ao Ministério da Defesa, o Comando do Exército critica a criação da Comissão da Verdade, alegando que "poderá provocar tensões e sérias desavenças ao trazer fatos superados a nova discussão".
A comissão foi proposta pelo Executivo ao Congresso para reconstituir a história da época da ditadura militar (1964-1985). Está em tramitação e pode ser votada ainda neste semestre.
Segundo o texto, comissões desse tipo "costumam ser criadas em um contexto de transição política, o que não é o caso". Alega que se passaram quase 30 anos do fim do regime e que muitos envolvidos já morreram.
"Testemunhas, documentos e provas praticamente perderam-se no tempo, é improvável chegar-se realmente à verdade dos fatos", acrescenta o texto.
Sendo assim, continua, "o argumento de reconstrução da história parece tão somente pretender abrir feridas na amálgama nacional".
Apesar de defender o direito das famílias dos desaparecidos políticos de buscar seus corpos, o documento do Exército faz críticas: "O que não cabe é se valer de causa nobre para promover retaliações políticas e manter acesa questão superada".
DEFESA
Em nota distribuída ontem, em resposta ao jornal "O Globo", que divulgou a informação, a Defesa informa que o documento não foi redigido no atual governo, mas sim em setembro de 2010.
Foi, segundo a nota, resposta a pedido do ministério às três Forças -"praxe" quando se trata de tema da pasta levado ao Congresso.
A Defesa diz também que "a manifestação do Exército foi superada, ainda no ano de 2010, em face da posição inequívoca do ministro da Defesa [Nelson Jobim] a favor" da criação da comissão.
Acrescenta que "há entendimento perfeito entre ministros da Defesa, da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos no encaminhamento da matéria, com a qual as Forças Armadas estão em absoluta consonância".
As críticas, porém, refletem posição de oficiais e comandos das três Forças, que consideraram necessário "marcar posição", mas não devem bater de frente com a autoridade civil.
A secretária nacional dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, a quem a comissão será subordinada, disse que não comentaria o documento, cuja existência disse conhecer só pela imprensa. (Da Folha de S. Paulo desta quinta-feira)
