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quarta-feira, março 28, 2012

COMISSÃO DA VERDADE E A ROTINA DAS COBRAS

Este artigo do filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho, publicado no Diário do Comércio (transcrevo após este prólogo), diário paulistano mas que não tem a capilaridade e cobertura dos grandes veículos de comunicação, está absolutamente correto. Por isso mesmo permanecerá confinado nas páginas do valente Diário do Comércio e no site que o próprio Olavo de Carvalho mantém na internet e que deve ser visitado. O titulo original é A rotina das cobras.
A grande imprensa, cujas redações são patrulhadas pelo pensamento políticamente correto, para o qual é um sacrilégio tocar na palavra comunista, como também é um sacrilégio censurar os princípios contidos numa espécie de ideário de consenso quase absoluto, onde repousam os postulados dessa nova ordem de alcance universal. O resultado vocês mesmo podem aferir quando lêem os principais veículos da grande mídia, vêem as redes de televisão e ouvem o rádio. Até mesmo na internet a grande mídia estende o seu domínio absoluto. Escapam alguns poucos blogs independentes.
Olavo de Carvalho, que vive nos Estados Unidos, é dos raros jornalistas e pensadores brasileiros que faz um contraponto a essa canalhice institucionalizada que promove a lavagem cerebral da coletividade. Quem lê este blog pode notar que houve uma diminuição de links em direção à grande imprensa, porque suas matérias não passam de louvações aos governos. Isto dá a exata medida sobre essa funesta realidade que pretende transformar cada cidadão num ser imbecilizado pelo pensamento politicamente correto. Os meios de comunicação formam a opinião pública. É partir do que é divulgado, comentado e intrepretado, que se solidifica a opinião da maioria. 
Isto quer dizer que, ao final, teremos uma população majoritariamente idiota e capaz de convalidar sem ressalvas uma lei cassando as prerrogativas constitucionais que consagram a liberdade individual. A isso os comunistas denominam "reforma política". A primeira iniciativa nesse sentido foi a criação da denomina Lei Ficha Limpa que, a rigor, está acima da própria Constituição e das leis ordinárias dela emanadas e que, pasmem, nunca dispuseram que todas as iniquidades serão consentidas. O segundo ato em andamento destinado a solapar o Estado de Direito democrático e rasgar mais um pedaço da Constituição é a Comissão da Verdade, negar o direito líquido e certo, consagrado na Constituição, sobre o alcance da lei da anistia. É disso que trata o artigo de Olavo de Carvalho quando aponta com fatos como um sistema político-jurídico é destruído para no seu lugar ser edificado outro nos moldes comunistas para o proveito da nomenklatura e seus áulicos em detrimento da liberdade individual da maioria.
São artigos como este que jamais estarão publicados na grande imprensa. Por que isso acontece?, ora, porque uma das primeiras ações do movimento comunista sempre foi o controle da informação. 
Repito: a verdade dos fatos não está na grande imprensa que não serve mais para nada, a não ser promover a imbecilização coletiva em proveito de um projeto de poder que tem duas letras: PT. Leiam:
Se há uma lição que a História ensina, documenta e prova acima de qualquer dúvida razoável, é a seguinte: sempre que os comunistas acusam alguém de alguma coisa, é porque fizeram, estão fazendo ou planejam fazer logo em seguida algo de muito pior. Acobertar crimes sob afetações histriônicas de amor à justiça é, há mais de um século, imutável procedimento-padrão do movimento mais assasino e mais mentiroso que já existiu no mundo.
Só para dar um exemplo incruento: o Partido dos Trabalhadores ganhou a confiança do eleitorado por sua luta feroz contra os políticos corruptos, ao mesmo tempo que ia preparando, para colocá-lo em ação tão logo chegasse ao poder, o maior esquema de corrupção de todos os tempos, perto do qual a totalidade dos feitos de seus antecessores se reduz às proporções do roubo de um cacho de bananas numa barraca de feira.
Mas nem todos os episódios desse tipo são comédias de Terceiro Mundo. Nos anos 30 do século passado, o governo de Moscou promoveu por toda parte uma vasta e emocionante campanha contra as ambições imperialistas de Adolf Hitler, ao mesmo tempo que, por baixo do pano, as fomentava com dinheiro, assistência técnica e ajuda militar, no intuito de usar as tropas alemãs como ponta-de-lança para a ocupação soviética da Europa.
Os exemplos poderiam multiplicar-se ilimitadamente. Em todos os casos, a regra é a máxima atribuída a Lênin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.”
Se o acusado realmente cometeu crimes, ótimo: desviarão a atenção dos crimes maiores do acusador. Se é inocente, melhor ainda. Durante os célebres Processos de Moscou, onde o amor ao Partido levava os réus a confessar crimes que não haviam cometido, Bertolt Brecht, ídolo literário maior do movimento comunista, proclamou: “Se eram inocentes, tanto mais mereciam ser fuzilados.” Não foi mera efusão de servilismo histriônico. A declaração obscena mostra a funda compreensão que o dramaturgo tinha da premeditação maquiavélica por trás daquela absurdidade judicial. Como o bem e o mal, na perspectiva marxista, não existem objetivamente e se resumem à resistência ou apoio oferecidos às ordens do Partido, a inocência do réu é tão boa quanto a culpa, caso sirva à propaganda revolucionária – mas às vezes é muito mais rentável. Condenar o culpado dá aos comunistas o ar de justiceiros, mas condenar o inocente é impor a vontade do Partido como um decreto divino, revogando a moral vigente e colocando o povo de joelhos ante uma nova autoridade, misteriosa e incompreensível. O efeito é devastador.
Isso não se aplica somente aos Processos de Moscou. Perseguir o general Augusto Pinochet por delitos arquiconhecidos dá algum prestígio moral, mas condenar o coronel Luís Alfonso Plazas a trinta anos de prisão por um crime que todo mundo sabe jamais ter acontecido é uma operação de magia psicológica que destrói, junto com o inimigo, as bases culturais e morais da sua existência.
Na presente “Comissão da Verdade”, os crimes do acusado são reais, mas menores do que os praticados pelo acusador. A onda de terrorismo guerrilheiro na América Latina data do início dos anos 60, e já tinha um belo currículo de realizações macabras quando, em reação, os golpes militares começaram a espoucar. Computado o total das ações violentas que, partindo de Cuba, se alastraram não só por este continente, mas pela África e pela Ásia, a resposta dos militares à agressão cubana mostra ter sido quase sempre tardia e moderada, sem contar o fato de que, pelo menos no Brasil, veio desacompanhada de qualquer guerra publicitária comparável à que os comunistas, inclusive desde a Europa e os EUA, moviam contra o governo local. Sob esse aspecto, a vantagem ainda está do lado dos comunistas. Os delitos cometidos pelos militares chamam a atenção porque uma rede de ONGs bilionárias, secundada pela militância esquerdista que domina as redações, não permite que sejam esquecidos. Nenhuma máquina de publicidade, no entanto, se ocupa de explorar em proveito da “direita” as vítimas produzidas pela Conferência Tricontinental de 1966, pela OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade, 1967) ou, hoje, pelo Foro de São Paulo. Numa disputa travada com tão escandalosa desproporção de recursos, a verdade não tem a menor chance. Na tão propalada ânsia de restaurar os fatos históricos, ninguém se lembra sequer de averiguar a participação de brasileiros nas ações criminosas empreendidas pelo governo de Fidel Castro em três continentes. Encobrindo esse detalhe, fugindo ao cotejo dos números, trocando os efeitos pelas causas e partindo do pressuposto tácito de que os crimes praticados a serviço de Cuba estão acima do julgamento humano, a “Comissão da Verdade” é, de alto a baixo, mais uma farsa publicitária montada segundo o modelo comunista de sempre. Seu objetivo não é o mero “revanchismo”, como ingenuamente o pensam os militares: é habituar o povo a conformar-se com um novo padrão de justiça, no qual, a priori e sem possibilidade de discussão, um lado tem todos os direitos e o outro não tem nenhum.
A única coisa estranha, nessa reencenação um script tradicional, é que suas vítimas ainda procedam como se esperassem, de seus julgadores, alguma idoneidade e senso de equilíbrio, sentindo-se surpreendidas e chocadas quando a igualdade perante a lei lhes é negada – tanto quanto os cristãos se sentem repentinamente traídos quando o governo Dilma volta atrás no seu compromisso anti-abortista de campanha. Não há nada de surpreendente em que as cobras venenosas piquem. Surpreendente é que alguém ainda se surpreenda com isso.

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quinta-feira, outubro 27, 2011

ORLANDO SILVA PARA PRESIDENTE DA COMISSÃO DA VERDADE

É claro que o título deste post é uma ironia, pois é com ironia que, a bem da verdade verdadeira, faço as minhas considerações sobre essa tal de Comissão da Verdade que se destina a estigmatizar o melhor governo que o Brasil já teve até hoje, ou seja, o período dos ditos governos militares. 
Sim, porque se os militares não tivessem colocado para correr esse mesmo bando de comunistas que vem pilhando os cofres públicos de forma debochada, o Brasil hoje seria um país zumbi, como é Cuba ou a Coréia do Norte.
Já disse aqui inúmeras vezes que depois dos governos militares nenhuma obra de infra-estrutura de vulto foi construída no Brasil. Não fossem os governos militares estaríamos ainda hoje no nível das sociedades afro-asiáticas mais atrasadas do planeta. E, ainda por cima, sob o chicote de uma camarilha comunista como ocorre em Cuba ou na Venezuela, onde os governos mantêm seus calabouços lotados de presos políticos. É isso, no mínimo, que se deveria ensinar às crianças e aos jovens que são o futuro da Nação.
Desejo ardentemente estar vivo ainda para ver uma Comissão da Verdade sendo instituída para investigar os governos comunistas do PT!
O Senado da República abençoou nesta quarta-feira, dia 26 de outubro de 2011, a vagabundagem comunista e lançou no esgoto a democracia. Lavrou uma execração oficial às Forças Armadas, abominando o respeito à lei e à ordem e cuspindo sobre o pavilhão nacional. Endossou a lavagem cerebral que a malta comunista vem realizando nos jovens desde o primeiro ano do ensino fundamental até a universidade e que os transformam em robôs idiotas, analfabetos funcionais que babam a baba da ignorância e da estupidez do ideário comunista.
Enfim, os senadores de todos os partidos - especialmente os da dita oposição - renderam-se à ditadura do PT e de seus comunistas aliados. Obedeceram de joelho à pauta da bandalha comunista. Uniram-se num revanchismo perverso e cretino, qual seja o de desacreditar e perseguir as Forças Armadas da Nação.
Não conheço nenhum país verdadeiramente democrático, livre e desenvolvido que estigmatize suas Forças Armadas. No caso brasileiro vai-se mais além, o Senado negou-se a reconhecer um dos maiores feitos históricos das Forças Armadas que foi livrar o Brasil das garras do comunismo. Convenhamos, isto não é pouco. 
E não venham me dizer os comunistas que postulavam ou postulam a democracia e a liberdade. 
E termino como iniciei: Orlando Silva para presidente da Comissão da Verdade. Afinal, ele é um líder comunista e está desempregado. 

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domingo, setembro 18, 2011

BRASIL, UM PAÍS DO PASSADO!

Para aceitar um acordo em torno da aprovação da Comissão da Verdade, a oposição quer garantias objetivas da imparcialidade do grupo governamental, que fará a narrativa oficial das violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. 

A escolha dos sete membros da futura comissão, segundo o projeto de lei que pode ser votado ainda nesta semana, é exclusiva da presidente Dilma Rousseff.


Em reunião na semana passada com o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), o DEM ponderou que os critérios de escolha previstos no projeto são subjetivos -"reconhecida idoneidade e conduta ética", por exemplo.


"Mas e se o escolhido participar do diretório de um partido, pode?", pergunta o deputado ACM Neto (DEM-BA).


Segundo ele, o ideal é que o próprio texto seja mudado antes de ser votado, contemplando novas condições, ainda a serem combinadas.


A proposta da oposição não é conflitante com a do governo. Desde o início das negociações, ele afirma não querer levar para a comissão eventuais disputas partidárias e diz que os membros não devem ser nem militares nem perseguidos pela ditadura (1964-1985).


O que o governo não quer é mexer no projeto. Avalia que, se enxertar uma emenda da oposição, teria que ceder também a setores da esquerda que criticam o texto. 


Para convencer seus opositores, afirma que o projeto já contempla a pluralidade dos membros e que a escolha de Dilma terá bom senso.


Outro receio da oposição é que a comissão acabe alimentando ações do Ministério Público Federal. 


No mês passado, a subprocuradora-geral da República Gilda Pereira de Carvalho mandou circular aos Estados pedindo aos procuradores da República que priorizem ações contra agentes públicos envolvidos na repressão. Da Folha de São Paulo deste domingo

MEU COMENTÁRIO: Num país cujo governo está imerso permanentemente num mar de corrupção; quando há mais de uma década não é construída uma mísera obra de infra-estrutura; quando a violência e a bandidagem impunes imperam em todo o território nacional num estado de total insegurança; quando a educação e a saúde permanecem em estado de caos; quando a saúde pública é uma piada já que 99% das cidades brasileiras não possuem esgoto tratado (vejam o caso da infestação de moscas varejeiras em hospital do Rio de Janeiro) e a dengue e a febre amarela continuam matando brasileiros; quando o PT, o partido do governo, defende a censura à imprensa é algo surrealista ver tempo e energia perdidos nesse debate bizantino em torno dessa tal Comissão da Verdade que não passa de uma armação grosseira do plano do PT de implantar o comunismo no Brasil. Esta é que é a verdade sobre essa Comissão da Mentira!
Ora, se uma Lei da Anistia foi aprovada sob a égide dos cânones legais; se a redemocratização é uma verdade irrefutável; se uma Constituição emergiu de uma Assembléia Nacional Constituinte em 1988 com ampla participação de todos os setores da sociedade, falar em Comissão da Verdade com a finalidade única de execrar as Forças Armadas é um ato criminoso.
Até porque, como já afirmei de forma recorrente aqui no blog, aquilo que chamam de "golpe militar de 1964", foi na verdade uma ação que livrou o Brasil das garras do comunismo. Desafio que me provem o contrário! Desafio os subversivos dos anos 60 do século passado a provarem que lutavam pela democracia e a liberdade!
O Brasil na verdade nunca foi um país do futuro, mas de passado. Tanto é que em todas as áreas é uma das nações mais atrasadas do mundo.
Se não fosse a ação militar de 1964, acreditem, a coisa seria bem pior. Hoje seríamos uma grande Cuba, sob os grilhões de uma cambada de comunistas assassinos. 

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segunda-feira, setembro 12, 2011

COMISSÃO DA VERDADE? OS SUBVERSIVOS QUE APRENDIAM A PRÁTICA DO TERROR EM CUBA NOS ANOS 60 DESEJAVAM UM REGIME DEMOCRÁTICO?

Se não há nenhum senador e deputado da Oposição para dizer eu digo: a verdade é que se não fossem os militares terem tomado o poder em 1964, o Brasil teria se transformado numa grande Cuba. Esta é a verdade histórica.
Os vagabundos do PT não têm moral para questionar nada. Muito menos os governos militares. Se não fossem os militares o Brasil hoje não teria nem estradas, nem energia elétrica e nem telecomunicações e nem aeroportos. Estaríamos usando lamparinas e viajando de carro de boi, falando em telefone à manivela, esperando mais de uma hora por uma ligação de longa distância. 
Depois dos governos militares não se fez mais nenhuma grande obra de infra-estrutura no Brasil. E agora os bobalhões ajudados por esse jornalismo cretino debatem a 'mobilidade urbana'. É um troço completamente idiota. E ninguém é capaz de levantar a voz contra essa pasmaceira que está transformando o Brasil num caldeirão de violência e total imobilidade. Vive-se uma perigosa omissão que ainda nos custará a liberdade!
Há dois momentos únicos na história da história do Brasil em que houve planejamento de longo prazo com objetivos definidos e modernizadores, que foram o governo de JK e os militares. E depois de JK a anarquia dos comunistas tentou solapar a democracia. Foi por esta razão exclusiva que os militares tomaram o poder. Esta é a verdade histórica que o PT e os demais comunistas querem tentar mudar. Se conseguirem fazer isso terão como cúmplices a poltronice da oposição e a conivência e o apoio dos jornalistas, a categoria que reúne o maior número de bobalhões e cretinos, quando não são apenas reles caçadores de caraminguás e empregos oficiais. 
Eu digo isso porque sou jornalista e sei muito bem o que estou falando. A classe de jornalistas é a que contém o maior número de diletantes, irresponsáveis, ignorantes e incompetentes. Os cursos de jornalismo são uma piada. Bom, basta ler os jornais, ver as televisões e escutar o rádio. 
A única mídia que veicula alguma coisa de forma consequente são os blogs graças à internet, mesmo assim de forma rala, haja vista que dando uma navegada pelos sites do PT de seus áulicos a soldo com dinheiro público, encontram-se as maiores barbaridades. Muitos desses sites são editados por jornalistas que inclusive defendem a censura à imprensa que denominam de 'controle da mídia'.
Os governos militares reorganizaram o país e retornaram aos quartéis e o Brasil voltou à sua costumeira esculhambação, ou seja, à condição de lixo ocidental. O nível de impunidade tomou tamanha proporção que hoje se tornou um perigo andar pelas ruas que estão infestadas de bandoleiros, assassinos, traficantes e perversos de todos os tipos. Em favor deles são invocados os direitos humanos, enquanto para a gente decente que resta na sociedade brasileira é atribuída a função de pagar impostos para manter este estado de anarquia. Alguém já ouviu algum petista defender a lei e a ordem e censurar os bandidos?
Querer constituir uma denominada "comissão da verdade', justamente para execrar o que houve de melhor no Brasil que foram os governos militares; para desmoralizar as Forças Armadas e as polícias, enfim, para exaltar a anarquia e jogar a pá de cal sobre a cova em que são enterradas a democracia, a lei e a ordem, é crime de lesa-pátria, um ato ignominioso.
Acusam os governos militares de violência. Então e indago: pode haver maior violência contra uma Nação do que a destruição da democracia? Ou aqueles subversivos assassinos dos anos 60 que aprendiam a prática do terrorismo em Cuba desejavam um regime democrático?
Os petistas, comunistas e correlatos podem até enganar meio mundo, mas jamais enganarão Aluizio Amorim. 
Gastarei até a última letra para denunciar esse bando de impostores safados, oportunistas e corruptos.

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quinta-feira, março 10, 2011

BRASIL COMEMORA O 47º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DE 31 MARÇO DE 1964. QUEREM COMISSÃO DA VERDADE? VAMOS AOS FATOS!

Matéria que está na Folha de São Paulo desta quinta-feira, que transcrevo na íntegra após este prólogo, destaca a tal Comissão da Verdade que a turma do PT quer criar para enxovalhar as Forças Armadas. Justamente essa Instituição Democrática à qual a Nação é eternamente grata por ter livrado o Brasil das garras do comunismo. Esta é que é a verdade absoluta, límpida e cristalina.
Se não fosse a Revolução de Março de 1964, o Brasil teria se tornado uma República Socialista do tipo cubano e hoje sua população viveria num país zumbi tendo de retirar cupons estatais para adquirir alimentos em postos públicos controlados por uma nomenklatura comunista, como ocorre em Cuba e na Coréia do Norte. Mais recentemente o racionamento de alimentos também começou na Venezuela que, como postei mais abaixo, vive uma crise econômica depois que embarcou na aventura comuno-bolivariana do tirano Hugo Chávez. 
Agora, se for para criar mesmo uma Comissão da Verdade que esta verdade seja dita com todas as letras. E vamos perguntar para a canalha comunista, a começar pela Dilma e seus sequazes terroristas o que pretendiam nos anos 60 do século passado, uma democracia ou uma ditadura comunista? A Nação - sobretudo as novas gerações - não pode ser enganada e ludibriada por essde bando de embusteiros comunistas que tentaram por todos os meios cubanizar o Brasil. Não fossem as Forças Armadas o Brasil estaria neste século XXI como no tempo do boi e do arado, já que toda a infra-estrutura em telecomunicações, transporte e energia elétrica que permitiu o desenvolvimento do Brasil foi implantada nos governos militares. Depois dos militares nada mais foi feito na área da infra-estrutura. NADA! 
E tem mais. Nos últimos oito anos de governo desses comunistóides malandros e incompetentes o que se tem visto é marketing comunista, lavagem cerebral nas universidades, insegurança pública, aumento desmedido do banditismo, narco-tráfico e destruição dos valores morais e éticos, corrupção, mensalão e iniqüidades correlatas. 
Quem viveu durante os governos militares sabe bem o que eu estou falando. As pessoas podiam transitar sem medo pelas ruas de qualquer cidade do país a qualquer hora e dia e da noite. Foi um interregno de paz, progresso e segurança como nunca houve neste País. Digo sem titubear que foi o único período da história republicana em que houve o respeito à lei e à ordem, a base para a efetivação verdadeira dos Direitos Humanos.
Falar em Comissão da Verdade para execrar as Forças Armadas e as polícias que são Instituições Democráticas da República, não admito. Agora, se for para debater e revelar a verdade sobre a Revolução de Março de 1964 serei o primeiro a me colocar à disposição para dar o meu depoimento pessoal. Até porque naquela época, infelizmente, eu estava patinando no esquerdismo. Conheço perfeitamente o outro lado do balcão. 
Tenho muita força, saúde e disposição para continuar lutando pela democracia e devo às Forças Armadas brasileiras este meu testemunho já que é a única forma de purgar a minha estupidez de um dia ter apoiado essa vagabundagem esquerdista e, ao mesmo tempo, contribuir para restabelecer a verdade dos fatos. Compreendo o jornalismo desse ponto de vista inarredável: a verdade dos fatos.
Espero que os líderes militares da ativa, juntamente com os da reserva, se unam para defender de forma intransigente as Forças Armadas que no seu histórico tem como maior galardão o fato de terem livrado o Brasil de uma ditadura comunista. Esta é a verdade. E lanço sem medo o desafio para que me provem o contrário do que acabei de discorrer nestas linhas.  E antes que que esqueça no dia 31 deste mês de março comemora-se o 47º Aniversário da Revolução que mudou para sempre o Brasil livrando-o do flagelo do comunismo.
Reproduzo como segue esta matéria rançosa que está na Folha de São Paulo desta quinta-feira:

Em documento enviado ao Ministério da Defesa, o Comando do Exército critica a criação da Comissão da Verdade, alegando que "poderá provocar tensões e sérias desavenças ao trazer fatos superados a nova discussão".
 
A comissão foi proposta pelo Executivo ao Congresso para reconstituir a história da época da ditadura militar (1964-1985). Está em tramitação e pode ser votada ainda neste semestre.

 
Segundo o texto, comissões desse tipo "costumam ser criadas em um contexto de transição política, o que não é o caso". Alega que se passaram quase 30 anos do fim do regime e que muitos envolvidos já morreram.

 
"Testemunhas, documentos e provas praticamente perderam-se no tempo, é improvável chegar-se realmente à verdade dos fatos", acrescenta o texto.
Sendo assim, continua, "o argumento de reconstrução da história parece tão somente pretender abrir feridas na amálgama nacional".

 
Apesar de defender o direito das famílias dos desaparecidos políticos de buscar seus corpos, o documento do Exército faz críticas: "O que não cabe é se valer de causa nobre para promover retaliações políticas e manter acesa questão superada".

DEFESA
Em nota distribuída ontem, em resposta ao jornal "O Globo", que divulgou a informação, a Defesa informa que o documento não foi redigido no atual governo, mas sim em setembro de 2010.

 
Foi, segundo a nota, resposta a pedido do ministério às três Forças -"praxe" quando se trata de tema da pasta levado ao Congresso.

 
A Defesa diz também que "a manifestação do Exército foi superada, ainda no ano de 2010, em face da posição inequívoca do ministro da Defesa [Nelson Jobim] a favor" da criação da comissão.

 
Acrescenta que "há entendimento perfeito entre ministros da Defesa, da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos no encaminhamento da matéria, com a qual as Forças Armadas estão em absoluta consonância".

 
As críticas, porém, refletem posição de oficiais e comandos das três Forças, que consideraram necessário "marcar posição", mas não devem bater de frente com a autoridade civil.

 
A secretária nacional dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, a quem a comissão será subordinada, disse que não comentaria o documento, cuja existência disse conhecer só pela imprensa. (Da Folha de S. Paulo desta quinta-feira)

sexta-feira, janeiro 07, 2011

JORNAL DIZ QUE DECLARAÇÃO DE GENERAL SOBRE TERRORISMO CRIOU MAL-ESTAR NO GOVERNO

O general de Exército José Elito Carvalho Siqueira, 64, novo ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), graduou-se na mesma época e na mesma brigada de paraquedistas que combateu a Guerrilha do Araguaia (1972-1975).
 
Nomeado para o primeiro escalão de um governo que se diz disposto a construir narrativa oficial sobre as mortes e desaparecimentos na ditadura, Elito assumiu o cargo na segunda-feira se posicionando contra a criação da Comissão da Verdade e dizendo que os desaparecidos são um "fato histórico" do qual "nós não temos que nos envergonhar ou vangloriar".

 
A declaração deu origem a um pedido de explicações da presidente e ex-guerrilheira Dilma Rousseff e criou mal-estar no governo. Dilma aceitou a alegação de que ele teria sido mal interpretado.

 
Procurado pela Folha, Elito não esclareceu se atuou ou não no combate à guerrilha.

 
O currículo de Elito divulgado pelo GSI omite a data da passagem do oficial pela brigada que combateu no Araguaia. Diz apenas que, após se tornar oficial, em 1969, foi "classificado no Regimento Escola de Infantaria, sediado no Rio" e cita os cursos "básico de paraquedista, ações de comandos, mestre de salto, forças especiais e salto livre", sem precisar onde ele atuou.

 
Livros sobre a Guerrilha do Araguaia descrevem que até 330 paraquedistas da unidade, contemporâneos de Elito, atuaram no conflito, que resultou na morte de 59 guerrilheiros do PC do B, de 16 soldados do Exército e de dez moradores da região, segundo o jornalista Elio Gaspari.

 
Elito entrou no Exército aos 17 anos, como cadete, 15 dias após o golpe de 1964.

 
A Folha apurou que Elito atuou na Brigada de Infantaria Paraquedista da Vila Militar do Rio entre 1970 e 1973, quando virou instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras. A informação foi confirmada por três oficiais: um general da ativa (que pediu anonimato), um general e um coronel da reserva.

 
Ao mesmo tempo, Elito graduou-se no curso de Forças Especiais, tropa de elite do Exército treinada em técnicas de contraterrorismo e ações contra guerrilha. O período de Elito nos paraquedistas coincide com boa parte da participação da brigada no Araguaia -de 1971 a 1975.

 
Um colega de turma de Elito confirmou que o general atuou com os paraquedistas ao tempo em que houve o combate à guerrilha, mas disse que ele não integrou as equipes levadas ao Araguaia.

 
O coronel da reserva Lício Augusto Ribeiro Maciel, que combateu por mais de um ano no Araguaia, elogia Elito, mas acredita que o general não lutou no Araguaia.

 
"Todo mundo o coloca como trabalhador, honesto, ético. Acho que não vai se dar bem nesse governo, não vai se submeter a um governo de uma guerrilheira. É um desperdício", declarou Maciel.

 
O oficial da reserva Sebastião Rodrigues de Moura, o "major Curió", disse não se recordar do nome de Elito, mas observou que havia uma separação de comandos entre o Serviço Nacional de Informações, no qual ele estava lotado, e os paraquedistas. Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira