Alô, você que assiste a canais estrangeiros de entretenimento como Sony, Fox, Warner, Discovery, NatGeo, History, TNT e HBO, entre outros, atenção: a partir de março de 2012, o seu cardápio e os pacotes que assina vão sofrer uma série de reformas. O primeiro sintoma será a multiplicação de produções nacionais na tela - com exceção dos étnicos e de notícias, vá lá - em razão das cotas de produção nacional exigidas pela nova regulamentação da TV por assinatura no Brasil.
O feito é fruto da Lei 12.485, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em setembro, após quatro anos de discussões. Enquanto as produtoras independentes comemoram os rendimentos que a nova legislação deve trazer à indústria do audiovisual no País, os canais internacionais se calçam para cumprir a lei sem desvirtuar a essência de seus conteúdos. "O assinante que liga a TV no TCM (Turner Classic Movies), por exemplo, espera ver os clássicos de Hollywood, ninguém espera ver conteúdo nacional", afirma o vice-presidente da Turner no Brasil, Anthony Doyle. Para ele, a TV paga deveria vender conteúdo diferente da TV gratuita. Leia MAIS
MEU COMENTÁRIO: Trata-se de uma lei completamente idiota que desfere mais um golpe à liberdade individual de escolha. Ninguém tem nada a ver com que as pessoas gostam de ver na televisão. Têm portanto o direito indiscutível de comprar os produtos culturais que gostam de ver.
A lei tem mais um viés de idiotice porque já existe a possibilidade de adquirir filmes e programas especiais pela internet, diretamente das empresas exibidoras.
É o tipo de coisa que comprova o elevado nível de idiotice do governo do PT em flagrante descompasso com os avanços da tecnologia e da internet. E, graças à internet inventada pelos norte-americanos, não seremos condenados a ver o lixo audiovisual produzido pelos botocudos metidos a cineastas.
É uma lei que só beneficia ONGs comunistas que pretendem promover a lavagem cerebral do público brasileiro com dinheiro público. A televisão brasileira já é uma porcaria. Imagine agora com a veiculação obrigatória de lixo cultural.
