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domingo, novembro 20, 2011

LEI IDIOTA DO PT OBRIGARÁ TELESPECTADOR A VER LIXO NACIONAL EM PACOTE DE PROGRAMAÇÃO INTERNACIONAL DE TV POR ASSINATURA

Alô, você que assiste a canais estrangeiros de entretenimento como Sony, Fox, Warner, Discovery, NatGeo, History, TNT e HBO, entre outros, atenção: a partir de março de 2012, o seu cardápio e os pacotes que assina vão sofrer uma série de reformas. O primeiro sintoma será a multiplicação de produções nacionais na tela - com exceção dos étnicos e de notícias, vá lá - em razão das cotas de produção nacional exigidas pela nova regulamentação da TV por assinatura no Brasil.
O feito é fruto da Lei 12.485, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em setembro, após quatro anos de discussões. Enquanto as produtoras independentes comemoram os rendimentos que a nova legislação deve trazer à indústria do audiovisual no País, os canais internacionais se calçam para cumprir a lei sem desvirtuar a essência de seus conteúdos. "O assinante que liga a TV no TCM (Turner Classic Movies), por exemplo, espera ver os clássicos de Hollywood, ninguém espera ver conteúdo nacional", afirma o vice-presidente da Turner no Brasil, Anthony Doyle. Para ele, a TV paga deveria vender conteúdo diferente da TV gratuita. Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: Trata-se de uma lei completamente idiota que desfere mais um golpe à liberdade individual de escolha. Ninguém tem nada a ver com que as pessoas gostam de ver na televisão. Têm portanto o direito indiscutível de comprar os produtos culturais que gostam de ver.
A lei tem mais um viés de idiotice porque já existe a possibilidade de adquirir filmes e programas especiais pela internet, diretamente das empresas exibidoras.
É o tipo de coisa que comprova o elevado nível de idiotice do governo do PT em flagrante descompasso com os avanços da tecnologia e da internet. E, graças à internet inventada pelos norte-americanos, não seremos condenados a ver o lixo audiovisual produzido pelos botocudos metidos a cineastas. 
É uma lei que só beneficia ONGs comunistas que pretendem promover a lavagem cerebral do público brasileiro com dinheiro público. A televisão brasileira já é uma porcaria. Imagine agora com a veiculação obrigatória de lixo cultural.

segunda-feira, maio 30, 2011

GOVERNO BOTOCUDO DO RIO DE JANEIRO DECIDE COMBATER CRACK VILIPENDIANDO CONSTITUIÇÃO

A prefeitura do Rio de Janeiro tentou dar sinais inequívocos nesta segunda-feira de que está disposta a enfrentar o flagelo do crack. Uma regulamentação publicada no Diário Oficial do Município determina que as crianças e adolescentes apreendidos nas chamadas 'cracolândias' fiquem internados para tratamento médico, mesmo contra a vontade deles ou dos familiares. Os jovens, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas), só receberão alta quando estiverem livres do vício. A medida para combater a droga seria louvável se não fosse por um aspecto: segundo a seção da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, ela é inconstitucional.

Wadih Damous, presidente da OAB-RJ, explica que a proteção à criança e ao adolescente deve ser assegurada em primeiro lugar pela família, depois pela sociedade e só então pelo Estado. "É inconstitucional quebrar essa ordem", afirma. "O estado só pode intervir depois de provado judicialmente que não existe família, ou que ela não está em condições de prover o tratamento adequado.

A "internação compulsória" determinada pela prefeitura carioca vale somente para aqueles que, na avaliação de um especialista, forem dependentes químicos. Ainda de acordo com a resolução, todas as crianças e adolescentes que forem acolhidos à noite, "estando ou não sob a influência do uso de drogas", não poderão sair do abrigo até o dia seguinte. Entre 31 de março e 25 de maio, nove operações da Smas realizadas em parceria com as Polícias Militar e Civil recolheram 153 jovens. Também foram retirados das ruas 538 adultos.

Para Damous, a ação correta em casos de recolhimento de jovens da ‘cracolândia’ seria o acionamento dos pais ou responsáveis legais, com uma posterior avaliação de um assistente social sobre a competência no tratamento ao adolescente. "Recolher e internar uma criança ou um jovem de maneira compulsória é inconstitucional", insiste Damous. "Compete aos responsáveis legais o exercício do pátrio poder, que só pode ser retirado desses pais mediante um processo legal." Ao que tudo indica, ao mirar nos dependentes químicos, o prefeito Eduardo Paes acabou acertando a Constituição Federal.
A Resolução nº 20, publicada nesta quinta-feira, será enviada para a Comissão de Direito da Família da OAB do Rio de Janeiro. Segundo Damous, o órgão deverá pedir a inconstitucionalidade da resolução. Do portal da revista Veja

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

JORNALISTAS DA GRANDE IMPRENSA CALAM VERGONHOSAMENTE ANTE O ESBULHO CONSTITUCIONAL. OAB TREPA NO MURO!

Tirante o blog do Reinaldo Azevedo que faz análises em cima do lance sobre a votação do decreto do salário mínimo que segue no Senado e tece uma crítica consistente o resto dos sites da grande imprensa publicam fotografias dos pelegos da CUT que fazem de conta que protestam.
O nível de boçalidade e adesismo ao PT dos jornalistas da grande mídia é indecente. É um troço asqueroso. Silenciam ante o fato de que a Nação, também calada, vê a Constituição da República sendo esbulhada pelo PT. Abre-se, com a aprovação dessa coisa, a porteira jurídica para mais adiante conceder à Dilma o poder de legislar naquilo que tange à liberdade de imprensa.
O curioso é que isto recebe o beneplácio desse jornalismo vagabundo e picareta que faz da profissão militância política quando não come caraminguás que escorrem do poder petralha.
Muitos são petistas porque são burros mesmo. Outros são petistas porque são malandrões e encontraram aí um filão para mamar nas tetas do Estado.
A caminho para o chavismo e a consequente mordaça à imprensa está sendo pavimentado pela grande imprensa brasileira e seus jornalistas vagabundos. 
Li também que a OAB está em cima do muro no que concerne à constitucionalidade desse monstrengo autoritário. Se esse troço não é inconstitucional toco fogo nos meus diplomas de bacharel e Mestre em Direito. De quebra jogo no lixo a minha carteira da OAB. A de jornalista já não vale nada mesmo.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

FATOR PREVIDENCIÁRIO É INCONSTITUCIONAL

O fator previdenciário foi considerado inconstitucional pelo juiz federal Marcus Orione Gonçalves Correia, da 1ª Vara Federal Previdenciária em São Paulo. A decisão ocorreu em ação movida por um segurado contra o INSS.

Na decisão, Correia afirma que o fator previdenciário, além de ser complexo e de difícil compreensão para o segurado, é inconstitucional por introduzir elementos de cálculo que influem no próprio direito ao benefício.

O juiz entende que uma coisa é requisito para a obtenção do benefício - que continuaria a ser apenas o tempo de contribuição - e outra é o cálculo do seu valor inicial, em que não se poderia levar em conta fatores como a expectativa de vida.

O juiz argumentou que, "somente é possível se obter o benefício a partir da utilização dos elementos indispensáveis para o cálculo da renda mensal inicial. Assim, utilizando-se para a obtenção desta de elementos não permitidos pela Constituição, obviamente que violado se encontra o próprio direito ao benefício em si".

A decisão determinou que o INSS promova o recálculo da renda mensal inicial do benefício do segurado sem levar em conta o fator previdenciário.
Fator previdenciário é um cálculo que leva em conta a idade, a expectativa de sobrevida e o tempo de contribuição do segurado ao se aposentar. Do portal do Estadão

quinta-feira, setembro 09, 2010

LULA E O PT PISOTEIAM A CONSTITUIÇÃO

Pelo menos desta vez um 'cientistas político' que faz uma análise sintonizada nos fatos e não em delírios ideológicos como costuma fazer a maioria dessa gente que habita os 'aparelhos' que dominam os departamentos das ditas "ciências humanas e sociais" das universidades botocudas. E tanto é verdade o que eu afirmo é o fato de que estou dando destaque àquilo que normalmente não teria essa importância, não fosse o pensamento único dominante sob a égide deletéria da ocupação das universidades pelos bate-paus da idiotice marxista. O professor José Álvaro Moisés é uma exceção e, por isso, é notícia e constitui uma ótima aula que deveria ser ser dada aos atuais 'operadores do direito' no âmbito da Magistratura e do Ministério Público . Transcrevo aqui na íntegra entrevista que está no portal do Estadão. Leiam:

O cientista político José Álvaro Moisés afirma que a atitude do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso das violações de sigilos fiscais é preocupante para a democracia no Brasil - porque estaria sinalizando que a vontade dos detentores do poder fica acima do primado da lei. Para o especialista, professor da Universidade de São Paulo e diretor científico do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas daquela instituição, Lula confunde o papel de primeiro mandatário brasileiro com o de militante petista, responsável pela indicação de Dilma Rousseff como candidata à sua sucessão. Essa confusão de papéis pode dificultar as investigações sobre o episódio.
Como o senhor viu a presença do presidente Lula no horário de propaganda eleitoral gratuita, assumindo o papel de escudo da candidata Dilma Rousseff frente às suspeitas de envolvimento do PT no caso de quebra de dados fiscais de pessoas ligadas ao PSDB? Isso não pode causar a impressão de que o primeiro mandatário do País tomou partido frente a uma questão que vai além do debate eleitoral? 
Sim. O presidente não tem tido cuidado, no processo eleitoral, de fazer distinção entre os papéis de presidente da República e de militante do PT responsável pela indicação de Dilma Rousseff como candidata à sua sucessão. Ele tem direito, como cidadão, de participar da campanha, desde que separe os papéis. Deveríamos lembrar o que ocorreu em 2002, durante a campanha que resultou na primeira eleição de Lula. O presidente Fernando Cardoso, apesar de apoiar o então candidato José Serra, teve cuidado para separar completamente as coisas, não misturar as funções. O presidente Lula não está tendo esse cuidado agora, assim como não teve em outros momentos de seu mandato.

Quais momentos?
Podemos citar as vezes nas quais desqualificou procedimentos do governo denunciados pelo Tribunal de Contas da União. Mais recentemente, ao ser multado pelo Tribunal Eleitoral, por fazer confusão entre sua função presidencial e a de dirigente do PT, ele praticamente menosprezou as decisões. Essas não são boas indicações. Elas sinalizam que, uma vez no cargo de primeiro mandatário, você pode misturar e confundir as coisas, pode ficar acima do que a lei estabelece.

O senhor não estaria sendo exagerado nas suas preocupações? Afinal, acaba de citar dois tribunais que estão funcionando e exercendo suas funções, numa comprovação de que a democracia anda normalmente.
Não há exagero. É extremamente importante discutir essas questões porque, embora estejamos numa democracia, o império da lei ainda não está inteiramente estabelecido no Brasil. Essas sinalizações dadas pelo presidente mostram que ele não leva em conta a ideia de que a democracia é o governo da lei e não o governo dos homens. Esse é um momento muito importante, porque envolve uma coisa crucial para a democracia, que é a violação do direito individual. Não estamos falando apenas dos dados da filha do Serra e do vice-presidente do PSDB, mas sim de milhares de pessoas. Fiquei indignado quando abri o jornal e li as declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, autojustificando, em certo sentido, as violações, porque já teriam ocorrido outras vezes.

O que se deveria esperar de alguém no cargo dele?
Eu esperaria que o ministro e o presidente da República viessem a público para dizer que medidas estariam sendo tomadas em face dos crimes de violações que afetam direitos individuais garantidos na Constituição - a questão do direito individual é uma cláusula pétrea da Constituição do Brasil. Mas ninguém disse uma palavra sobre isso. Pelo contrário, houve um esforço para blindar a candidata e dizer que, uma vez que já ocorreu em outras ocasiões, é normal que continue ocorrendo. Eu digo: não é normal. Especialmente no governo de um partido que pretendia reorganizar a política no Brasil, com uma resposta republicana. Penso que nesse caso o presidente Lula passou dos limites.

Se o presidente misturou de fato os papéis, isso poderia de alguma maneira atrapalhar as investigações sobre o caso? Os funcionários encarregados desse trabalho poderiam ver na mensagem do primeiro mandatário um sinal de que não é lá tão importante assim aprofundar a investigação?
Eu me preocupo com isso. No Brasil, a função de presidente, pelo prestígio, pelos recursos que tem e até mesmo pelo ritual do exercício do cargo, tem uma influência muito forte na sociedade. Aqui se valoriza muito a pessoa do primeiro mandatário, com uma certa ideia de que ele pode tudo. Vivemos em um meio com um forte elemento de personalização das relações de poder. Daí a necessidade de um cuidado ainda maior para se separar as funções. Se o Lula não faz isso, ele sinaliza que o desmando cometido por alguém, não importa o tamanho desse desmando, pode ser autorizado por alguém lá de cima, alguém que chega e diz que o caso não tem importância nenhuma. É uma situação que me faz lembrar aquilo que dizem que Getúlio Vargas dizia, quando governava: para os inimigos a lei e para os nossos, o tratamento que quisermos dar. Isso diminui e desqualifica a democracia.

Voltamos à questão anterior, sobre o funcionamento das instituições democráticas.
Não acho que está em questão se temos democracia. Nós temos. O que está em questão é a qualidade da democracia. Não se pode ter durante dois ou três anos um presidente que faz campanha eleitoral ao mesmo tempo que exerce as funções de primeiro mandatário. Essa separação é muito importante.

Na sua opinião, o comportamento do presidente, que desfruta de alta popularidade, é negativo para a democracia?
O presidente Lula, particularmente neste último período de governo, tem dado uma contribuição negativa para a cultura política do País. Tudo bem ele dizer que é um brasileirinho igual a você que chegou lá. Os elementos virtuosos da personalidade política não devem ser confundidos, porém, com a função presidencial. Ela tem regras, dispositivos constitucionais, que devem ser aceitos por quem quer que exerça o cargo.

Ele não deveria ter feito declarações sobre o caso na TV?
O presidente Lula poderia ter ido à TV dar explicações, dizer que a sua candidata não tem nada a ver com isso e que a oposição está explorando o fato. Mas também deveria ter admitido os erros e dizer que medidas está tomando para corrigi-los. O escárnio dele é de tal ordem que dias atrás perguntou: "Onde está esse tal de sigilo". Esse comportamento é agravado pela popularidade dele, pela sua enorme responsabilidade. Sigilo é muito relevante para a democracia. Sinaliza o primado da lei, que não deve ser usada arbitrariamente de acordo com a vontade do presidente.

O senhor não estaria sendo muito purista em relação à chamada liturgia do cargo?
Não. A liturgia do cargo ajuda a sinalizar o respeito que a autoridade tem para quem é devido o respeito - os eleitores. Isso é central para as democracias. Eu duvido que em qualquer outro país de democracia consolidada, ao ocorrer um fato dessa natureza, o ministro venha a público para se justificar e não para se desculpar. Qualquer um de nós pode cometer erros e se desculpar. Eu posso citar um autor errado numa das minhas aulas e, mais tarde, ao descobrir o erro, me desculpar perante os alunos e corrigir o erro. Uma autoridade também pode vir a público reconhecer um erro e anunciar que está tomando medidas para corrigi-lo, medidas baseada na lei, nas regras do funcionalismo. Mas o que vimos foi o ministro vir a público para se justificar, com aquele argumento, que insisto, é inaceitável. Mais uma vez querem passar a ideia de que não há nada a ser feito.

Por que mais uma vez?
Isso já aconteceu no episódio do mensalão, quando passaram a mão na cabeça dos envolvidos no caso.

quarta-feira, agosto 25, 2010

NO PROTESTO DOS HUMORISTAS, A 'TURMA DO CHAPÉU' FAZ GOZAÇÃO COM HÉLIO COSTA QUE PEDIU A PRISÃO DE BLOGUEIRO


Caríssimos leitores. Este blog está um verdadeiro cineminha. Mas é que surgiram tantos vídeos importantes que eu decidi postá-los. Como vocês podem conferir, são todos em cima do lance. Este aqui achei muito legal, feito pela Turma do Chapéu de Minas Gerais, que cobriu do movimento (êpa!) que aconteceu domingo no Rio de Janeiro, quando os humoristas e artistas foram para a rua protestar contra essa legislação eleitoral botocuda que amordaça a livre expressão. Claro, a lei é completamente inconstituticional e, ainda por cima, proibe que os brasileiros riam de seus políticos, muitos deles caricatos por natureza.

E, com a colaboração dos humoristas, a Turma do Chapéu deu até com o chapéu no Hélio Costa, o candidato de Lula ao governo mineiro e que pediu a prisão do estudante de jornalistmo, blogueiro e twitteiro Gabriel Azevedo, este que faz a cobertura de microfone na mão.

E vejam só. Logo o Hélio Costa que é jornalista e trabalhou durante muitos anos na Rede Globo. É aquilo que eu sempre digo aqui: o Brasil é o único país do mundo onde jornalistas defendem a censura. O Gabriel explica as razões invocadas por Hélio Costa, o neo-petralha, para pedir a prisão.

Não deixem de ver e dêem também boas risadas...hehehe...

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