As medidas de repressão cada vez mais rigorosas contra produtores e vendedores de maconha para tratamento médico, autorizadas pelo governo dos Estados Unidos, abalaram consideravelmente o setor, que movimenta bilhões de dólares na Califórnia e cresceu desde que os eleitores aprovaram o uso da droga na medicina em 1996.
A lei federal classifica a posse e a venda de maconha como crime grave e não faz exceções para seu uso medicinal; portanto, os programas adotados na Califórnia, em outros 15 Estados e no Distrito de Colúmbia existem num curioso limbo de legalidade.
A lei federal classifica a posse e a venda de maconha como crime grave e não faz exceções para seu uso medicinal; portanto, os programas adotados na Califórnia, em outros 15 Estados e no Distrito de Colúmbia existem num curioso limbo de legalidade.
Embora as agências federais tenham há muito na mira os californianos que colhem lucros ilegais em nome da medicina ou que contrabandeiam maconha, o Departamento de Justiça afirmou em 2009 que normalmente não reprimiria grupos que fornecem a erva a pacientes, conforme as leis do Estado.
Mas, nas últimas semanas, promotores federais invadiram ou ameaçaram tomar a propriedade de dezenas de produtores e farmácias da Califórnia, algumas consideradas por autoridades modelos de empreendimentos respeitadores da lei. Ao mesmo tempo, o Internal Revenue Service (a Receita Federal dos EUA) vem cobrando onerosos e controvertidos impostos da maior farmácia do Estado, ameaçando-a de fechamento.
Os defensores da maconha medicinal acusam o governo Obama de não cumprir promessas de que não reprimiria os grupos que cumprissem a lei. Mas funcionários da Justiça afirmam que o problema está na proliferação de grandes empreendimentos comerciais. "Inúmeros estabelecimentos supostamente sem fins lucrativos estão ganhando rios de dinheiro", disse Benjamin Wagner, procurador da Califórnia. E acrescentou que os promotores estão bastante céticos quanto à necessidade de tratamento de muitos consumidores. "Descobrimos que na Califórnia qualquer pessoa pode conseguir a receita de um médico." Leia MAIS MEU COMENTÁRIO: Está aí o resultado de liberar uso de drogas como a maconha. Se os princípios ativos ditos medicinais dessa erva fossem mesmo verdadeiros, por certo já teriam sido sintetizados pelos laboratórios e estaríam presentes em medicamentos alopáticos. Isto porque há centenas de remédios alopáticos que inclui em suas fórmulas o princípio ativo extraído de vegetais, como é o caso da Digoxina, utilizado para compensação de disfunção cardíaca.
Os médicos que eventualmente lêem o blog poderão corrigir, caso minha observação esteja errada.
Se alguém ousar acender um cigarro de tabaco em qualquer cidade da Califórnia corre o risco de ser linchado.
No entando, a maconha corre solta. Ou pelo menos corria solta até que as autoridades verificaram que os "coletivos"... hummm... estaríam desviando o bagulho para o âmbito do tráfico de drogas.
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