TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador DENÚNCIA DO ESTADÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DENÚNCIA DO ESTADÃO. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, maio 20, 2011

'ESTADÃO' MANTÉM INFORMAÇÃO SOBRE PALOCCI DESMENTIDA PELO GOVERNO DA DILMA

Por meio de uma nota do Ministério da Fazenda e de declarações do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o governo da presidente Dilma Rousseff afirmou ontem que o Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) não tem informações sobre operações financeiras do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.

A nota, que contesta a reportagem publicada ontem pelo Estado, informa que não foi feita nenhuma notificação à Polícia Federal sobre negócios suspeitos da empresa de Palocci, a Projeto.
O Estado mantém e sustenta as informações publicadas. A reportagem investigou as operações financeiras e imobiliárias do ex-ministro e confirmou, em conversa gravada com uma fonte do primeiro escalão da equipe econômica, na quarta-feira, que o Conselho fez um comunicado à Policia Federal sobre uma movimentação financeira "atípica" envolvendo a Projeto do ministro Palocci e uma empresa do setor imobiliário - em 2009 e 2010, Palocci adquiriu dois imóveis em São Paulo, em transações que, somadas, chegam a quase R$ 7,5 milhões. 
A fonte deixou claro, na conversa gravada com o Estado, que a empresa investigada pela PF não era a de Palocci. Mas também foi explícita ao dizer que a notificação do Coaf, feita há cerca de seis meses, envolvia movimentação financeira entre a Projeto e a empresa sob investigação. "Quando a gente encontra essa ligação, a gente fornece a informação que a gente tem para a polícia", afirmou a fonte, no diálogo gravado pela reportagem. Do portal do Estadão - leia MAIS

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

sábado, abril 30, 2011

SERRA TOCA O PAU NO LULA E NA DILMA DENUNCIANDO A INCÚRIA DO PT NA ÁREA DA SEGURANÇA. PT ABRIU A PORTEIRA!

Em artigo no Estadão deste domingo, o ex-governador José Serra denuncia a incúria do governo do PT que. prisioneiro da ideologia esquerdista, liberou geral para os os narco-traficantes e faz corpo mole nas fronteiras do Brasi. A conseqüência disso todo mundo sabe qual é: insegurança. Agora mesmo aqui em Florianópolis helicóptero da Polícia Militar vareja os morros próximos da av. Beira Mar Norte lançando potente facho de luz em busca dos bandoleiros, segundo informação que acaba de chegar ao blog. Leiam que o artigo de Serra está muito bom:
Armas e drogas continuam entrando em grande quantidade pelas fronteiras do Brasil. A cocaína transformada em crack e no oxi, um novo produto, torna-se, na verdade, mais destrutiva que armas de fogo. São centenas de milhares de vítimas, ou milhões, se pensarmos nas famílias afetadas. Uma catástrofe humanitária pior do que muitas guerras. 
O Estado brasileiro está despreparado para enfrentar essa ameaça e socorrer suas vítimas. Não faz o que deveria fazer: combater duramente a entrada das drogas no Brasil, enfrentar o tráfico, promover campanhas educacionais e recuperar os dependentes químicos.
Um médico amigo me explicou o que torna o crack mais perigoso do que a cocaína. Uma pedra é barata, cerca de R$ 5. Assim, é fácil começar a usá-la. Mas muito difícil parar. Inalada como fumaça, ela é absorvida por milhares de alvéolos nos pulmões e entra na corrente sanguínea numa quantidade e numa velocidade muito maiores do que a droga cheirada ou injetada. O prazer devastador que proporciona é imediato e dura pouco. Em menos de 30 minutos o usuário precisa de outra dose, e mais outra... Torna-se incapaz de qualquer atividade desligada do consumo da droga. Perde emprego, renda, bens, laços familiares, freios morais, numa espiral que muitas vezes só acaba na sua morte.
O oxi é outro derivado da cocaína, parecido com o crack na apresentação e na forma de consumo, mas ainda mais barato e mais letal. Reportagens do jornal O Globo mostraram seus efeitos devastadores sobre os usuários pelas ruas de Rio Branco, capital do Acre: perda de sono e apetite, tremores e agitação constantes, violência, crises de vômito e diarreia, emagrecimento, perda de dentes, lesões nos rins, nos pulmões e no fígado. As vítimas são jovens na maioria, até crianças. Morre-se em menos de dois anos.
Os profissionais de saúde que atendem os usuários de drogas trabalham em condições precárias. A recuperação, penosa em qualquer circunstância, fica ainda mais difícil no quadro de deficiências de gestão da saúde pública brasileira. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem cerca de 250 Centros de Atenção Psicossocial voltados para dependentes de álcool e drogas. São poucos e sem estrutura adequada para as necessidades específicas dos usuários de crack e oxi. Eles poderiam ser mais bem atendidos em pequenas clínicas terapêuticas e unidades de desintoxicação. Mas estas, na concepção dominante no Ministério da Saúde, padecem de um defeito: não são estatais. Nem sequer iniciativas inovadoras dos governos do Rio Grande do Sul e de São Paulo, por exemplo, tiveram apoio do SUS.
Travado pela ideologia e incapaz de usar melhor os recursos insuficientes que destinou à saúde, o governo Lula apelou para a pirotecnia. Depois de anos ignorando o agravamento do problema, lançou dois planos contra o crack, em 2009 e 2010, às vésperas da eleição e no estilo de sempre: colagens de ações desarticuladas, sem instrumentos novos nem recursos adicionais, pouco ou nada implantado efetivamente.
O atendimento da rede pública de saúde é precário e tende a piorar com a disseminação do oxi. A nova droga chegou primeiro ao Acre, próximo dos maiores produtores de cocaína - Bolívia, Peru e Colômbia -, mas, a exemplo do crack, está se espalhando rapidamente pelo Brasil.
As fronteiras brasileiras são das mais desguarnecidas do mundo. Para cuidar dos 15,7 mil km das fronteiras terrestres - 8 mil somente com aqueles três países - temos apenas 1.600 homens do Exército. Ações efetivas de controle diminuiriam a escala e os lucros do narcotráfico, ao aumentar o custo final da droga e, assim, conter a difusão do seu uso. Mas as notícias dessa área não são melhores que as da saúde.
O novo governo prometeu intensificar a repressão ao contrabando de armas e drogas, mas, em vez disso, cortou o orçamento da Polícia Federal, diminuindo sua presença nas fronteiras. Enquanto faltam efetivos e até combustível para as viaturas da polícia em terra, o projeto do avião não tripulado de monitoramento, que rendeu manchetes em 2010, também foi atingido pelo corte orçamentário em 2011.
A redução do contrabando de armas e drogas exige ações efetivas dos dois lados das fronteiras. Porta-vozes do governo e do PT reagiram duramente à cobrança de gestões diplomáticas enérgicas nesse sentido, como se fosse preconceito contra a Bolívia, cujo plantio de coca cresceu 112% na década passada. Imaginaram, talvez, que se estivesse criticando subliminarmente o presidente Lula, que, junto com Evo Morales, posou para fotos com um colar de folhas de coca. Mas o fato é que o governo brasileiro se deixou levar pelas alianças externas do PT e não usou seu poder de pressão diplomática para inibir o tráfico vindo de países vizinhos, apesar dos presentes vultosos aos seus governos: à Bolívia, de onde vem perto de 60% do contrabando de cocaína, financiamentos do BNDES e um pedaço do patrimônio da Petrobrás, além de preços mais altos do gás; ao Paraguai, principal foco de contrabando de armas, US$ 3 bilhões por conta de Itaipu. Não devia ter havido uma troca? "O Brasil ajuda vocês e vocês se ajudam e ao povo brasileiro, combatendo o crime dentro de seus países".
No começo deste ano, o Itamaraty assinou um acordo de cooperação com a Bolívia para o combate ao contrabando de cocaína, começando a reconhecer o problema. Ações efetivas? O ministro da Justiça anunciou que compartilhará com os bolivianos as informações obtidas pelo avião não tripulado, por enquanto uma fantasia!
Em suma, faltam ações maiúsculas na diplomacia, na segurança pública e na saúde. Falta uma Guarda Nacional ou pelo menos um ramo fardado da Política Federal para se ocupar de fronteiras, focalizado no combate ao contrabando de armas e de drogas. Enquanto o governo brasileiro continuar oscilando entre a inércia e a pirotecnia, o custo para o País será exorbitante em matéria de vidas de muitos e de insegurança para todos. Do portal do Estsadão
 
CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

segunda-feira, agosto 16, 2010

ROSEANA SARNEY REAGE À DENÚNCIA DE LAVAGEM DE DINHEIRO. DILMA QUER VER AS PROVAS.

Portal do Estadão publicou facsímiles de vários documentos veja aqui

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), afirmou no domingo, por meio de nota oficial, que a publicação da reportagem sobre a lavagem de dinheiro por meio de empréstimo com o Banco Santos tem caráter eleitoral para prejudicá-la na campanha à reeleição. Ela desmente irregularidades no empréstimo, mas não nega ter dinheiro no exterior. Para a governadora, o episódio tem relação com a descoberta de gás no Maranhão. Já Dilma Rousseff disse que quer ver as provas antes de falar.

"É muito estranho que uma denúncia fantasiosa, de seis anos atrás, seja desenterrada agora que estamos em plena campanha eleitoral, quando todas as pesquisas apontam uma tranqüila liderança para a minha candidatura. E mais: que a denúncia reapareça um dia depois de ter sido anunciada a descoberta de gás no Maranhão, num volume tal que vai transformar o nosso estado em responsável por 25% do gás produzido no Brasil", disse Roseana.

O Estado obteve todo o processo de empréstimo concedido à Bel-Sul. A governadora do Maranhão participou pessoalmente da operação financeira. É ela quem assina, ao lado do marido, o contrato de empréstimo de número 14.375-3 e as hipotecas registradas em cartório.

Na época, Roseana - que disputa hoje a reeleição ao governo do Maranhão - detinha 77,9% da Bel-Sul e seu marido, 22,1%. Hoje, sua participação está nas mãos da filha, Rafaela. Murad continua administrando a empresa. São antigas as relações entre a família Sarney e Edemar Cid Ferreira, ex-dono do Banco Santos. Edemar é padrinho de casamento de Roseana e Jorge Murad. "Não fiz nada de ilegal, não devo nada a ninguém e para mim este assunto está encerrado", disse Roseana, na nota. "Mais uma vez, em época de campanha eleitoral, repito, começam a surgir denúncias e acusações descabidas, ofendendo minha honra e meu passado", ressaltou.

Condenado a 21 anos de cadeia, Edemar chegou a ser preso, mas recorreu e responde em liberdade. Foi condenado por crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro, crime organizado e formação de quadrilha. O rombo no Banco Santos foi estimado em R$ 2,9 bilhões. A instituição financeira virou uma massa falida busca salvar as dívidas com seus credores. Facsímile e texto do portal do Estadão

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER