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quinta-feira, fevereiro 23, 2012

INSEGURANÇA PÚBLICA SOB O O GOVERNO DO PT TENDE A PROVOCAR ÊXODO DAS PESSOAS QUE DISPÕEM DE SITUAÇÃO FINANCEIRA PARA ABANDONAR O BRASIL

Matéria que está na Folha de São Paulo desta quinta-feira, que transcrevo após este prólogo, é aterradora. A esmagadora maioria dos inquéritos policiais sobre assassinatos encerrada não por se haver achado o culpado, mas exatamente por não encontrá-lo.
A profusão de crimes já cobre todo o território brasileiro. Episódios antes restritos apenas aos grandes centros hoje se espalha como fogo em palheiro em todos os rincões do país. 
A persistir essa situação as pessoas que tiverem condições financeiras abandonarão o Brasil. Quando a isto não há dúvida.
Notem que este aumento da violência no Brasil teve um consideravel aumento desde que o PT assumiu o governo  federal e em vários Estados. Basta que cada um faça um balanço de sua vida nos últimos anos e compare com o que vem ocorrendo pelo menos nos últimos cinco anos. Poderá notar que passou a cultivar hábitos atinentes à segurança que jamais imaginaria. 
Os brasileiros de bem não são alvo das políticas de direitos humanos do governo do PT. Pelo contrário, desde que o PT chegou ao poder os direitos humanos são invocados em favor dos bandidos, enquanto a polícia é execrada. A ponto de que na atualidade muitos policiais sentem medo de agir. Sob o governo do PT, pautado pelo pensamento politicamente correto, é muito mais fácil um policial ir para a cadeia do que um bandido. Esta é a lamentável realidade. Leiam esta matéria da FSP desta quinta-feira. É de arrepiar:

Mutirão nacional lançado com o objetivo de retomar investigações de assassinatos ou tentativas de assassinatos que estavam abandonadas teve pouco efeito prático.
A meta estabelecida por governo federal, Justiça e Ministério Público era concluir até o fim do ano passado 143 mil inquéritos abertos antes de dezembro de 2007 e que estavam sem solução.
Até dezembro de 2011, apenas 28 mil, 20% do total, tiveram um fim. E esse fim não resultou em apontar culpados. Cerca de 80% desses 28 mil inquéritos só foram concluídos porque os casos foram arquivados, sem qualquer solução.
O número de casos remetidos para o Ministério Público para que uma denúncia formal fosse oferecida à Justiça é de 4.652. Ou seja, pouco mais de 3% dos 143 mil casos que eram alvo do mutirão tiveram um culpado apontado.
Para um inquérito policial ser arquivado é preciso um parecer do Ministério Público e a concordância da Justiça.
O número de arquivamentos em todo o país só não foi maior porque 69 mil casos que a polícia queria arquivar foram mandados de volta às delegacias pelo Ministério Público sob o argumento de que as investigações eram insuficientes para que culpados não fossem apontados.
O Estado que mais arquivou inquéritos foi o Rio de Janeiro: cerca de 96% das investigações foram encerradas sem a descoberta do criminoso.
A promotora fluminense Renata Bressan nega que tenha havido arquivamento em massa de casos no Estado.
A conselheira do Enasp Taís Ferraz afirma que os inquéritos policiais arquivados podem, no futuro, ser reabertos caso apareçam novas provas que ajudem a encontrar culpados pelos casos de homicídio ou tentativa de homicídio.
Com o fracasso do mutirão, o Enasp (Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública), que reúne o Ministério da Justiça e os conselhos de Justiça e do Ministério Público, resolveu adiar o prazo de conclusão dos inquéritos para abril deste ano -não são previstas punições para o não cumprimento da meta.
FALHAS
Delegados e promotores atribuem o volume de arquivamentos a falhas de investigação. Há inquéritos sem autores ou testemunhas e suspeitos identificados como "Yara de Tal" ou "Zé Gordo". Também há crimes prescritos ou em que o autor já morreu.
"Não é só falha na investigação, mas ausência de investigação por falta de estrutura", diz o promotor Paulo Panaro, do Espírito Santo. Matéria da Folha de S. Paulo desta quinta-feira

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quarta-feira, janeiro 18, 2012

ÉTICA DO TRABALHO PREVALECE EM RIO DO SUL, NO ALTO VALE DO ITAJAÍ EM SC. CIDADE CONSEGUIU ZERAR HOMICÍDIOS EM 2011!

Panorâmica de Rio do sul, vendo-se o elevado que liga a cidade à BR-470; acima praça com calçadão e open-shopping; o parque com área para a prática de caminhadas e ginástica e, no topo, o museu que no passado foi a Estação de Passageiros da Ferrovia que ligava o Alto Vale do Itajaí à cidade portuária de Itajaí, no litoral. Clique sobre as fotos para vê-las ampliadas
As mudanças no Bar do Nika, em Rio do Sul, são evidentes. A troca das paredes, construção de uma área em frente ao estabelecimento e pequenas reformas mostram que o visual do bar mudou radicalmente.

No balcão, no lugar dos copos cheios de bebida alcoólica há pães para lanches, uma garrafa térmica e cuia para chimarrão. Onde antes ficavam as caixas de cerveja estão refrigerantes, sucos e garrafas de água mineral. Do lado de fora, na nova área, cadeiras esperam pelos clientes que pretendem lanchar e tomar um refresco.

À primeira vista, poucos pensariam que há um ano o estabelecimento de Nicanor Korris, 56 anos, era uma casa de prostituição. Assim como o Bar do Nika, que antes se chamava Bar da Geci, outras 15 casas de prostituição foram fechadas em 2011 pela Polícia Civil em Rio do Sul. As ações, somadas ao combate ao tráfico de drogas e ao combate à agressão contra mulheres, contribuíram para que o nível de homicídios na cidade, que foi de três em 2010, ficasse em zero no último ano.

Diferente de outros dois proprietários de estabelecimentos interditados, que recorreram à Justiça para manter abertas as casas, Korris procurou uma opção para não ter de fechar as portas do comércio:

— Agora está muito melhor. Vendo mais bebidas do que antes e ainda faço pastéis e bolinhos para os clientes. Ganho mais dinheiro do que ganhava antes.

Além do bar de Korris, outros proprietários de casas de prostituição também partiram para outros ramos, como hoteis e casa de eventos. Delegada regional de Rio do Sul, Patrícia Zimmermann D'Ávila explica que a decisão de fechar as casas partiu de investigações que apontaram que nestes locais se originavam roubos e até homicídios:

— Tivemos redução significativa nos números na criminalidade na cidade. Até mesmo os casos de embriagues na BR-470 foram reduzidos após a medida.

Outros 21 municípios da região de Rio do Sul também tiveram as casas de prostituição de fechadas. Apenas em Trombudo Central os estabelecimentos estão abertos. No entanto, segundo Patrícia, estes pontos também serão interditados nos próximos meses.
Ação com menores infratores auxilia na redução da criminalidade
Além das ações nas casas de prostituição, pontos de tráfico de drogas e contra a agressão a mulheres, a delegada acredita que o trabalho com adolescentes infratores feito pelo Poder Judiciário ajudou a reduzir os índices de criminalidade.

Juiz da Vara da Infância e da Juventude entre 2007 e 2010, Edison Zimmer comandou as mudanças no tratamento aos processos envolvendo adolescentes. Ao assumir a unidade, Zimmer determinou que os processos envolvendo adolescentes deveriam ser resolvidos em até 60 dias, para que, então, eles fossem encaminhados à internação e acompanhamento quando estivessem de volta à sociedade.

— Tivemos índices que comprovam a redução no crimes em Rio do Sul a partir disso. Tendo em conta que grande parte da população carcerária tem até 25 anos, se atacarmos hoje e dermos condições de reparação, teremos um número menor de adultos criminosos — resume o juiz.
Litoral desponta no número de crimes
Diferente de Rio do Sul, cidade de 61.198 habitantes, que não registrou homicídios em 2011, municípios do mesmo porte no Litoral Centro-Norte despontam na violência em Santa Catarina. Camboriú (62.361) e Navegantes (60.556) tiveram 30 e 21 assassinatos no último ano.

Em Camboriú, um homicídio ocorreu para cada 2.078 pessoas, índice mais preocupante divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública.
Comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar, que responde pelo Litoral Centro-Norte, José Lucio Pires acredita que as características da região favorecem os crimes. O Litoral é um corredor às principais cidades do Estado e do país:

— Recebemos muitos trabalhadores da construção civil. Eles vêm de fora e depois que terminam o serviço ficam vulneráveis e podem até ir para o tráfico de droga.

Mestre em Ciência Jurídica da Univali, Juliano Keller do Valle concorda com a opinião do comandante da PM. Segundo ele, o fato das cidades do Litoral terem números maiores que Rio do Sul tem uma ligação direta com o caráter econômico da região:

— Muitas pessoas se dirigem aos locais onde há maior riqueza e mercado de trabalho em busca de sucesso. Porém, nesses pontos também há o consumo de drogas. As regiões de Itajaí e Balneário Camboriú é muito visada por criminosos, que acabam impactando nas cidades vizinhas. Do portal da RBS/Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: Em várias oportunidades tenho afirmado aqui o no blog que o primeiro passo para reduzir a criminalidade é fechar bares e similares as 23 horas, como existe nas cidades civilizadas da Europa. Além disso, o combate às drogas e o fechamento de lupanares têm de ser implacáveis. 
Outro dado importante foi o banimento do PT dessa cidade de colonização predominantemente alemã e também italiana. O PT governou o município por apenas um mandato. O atual prefeito dessa cidade, Milton Hobus, do Democratas (DEM) e que hoje está no PSD, foi reeleito com cerca de 80% dos votos para o seu segundo mandato e tem feito uma administração de alto nível que operou significativa mudança nesse município de vocação industrial e agrícola.
Nunca me canso de assinalar que as cidades do Vale do Itajaí (Alto e Médio Vale), incluíndo-se aí a progressista Blumenau e adjacências, é uma pérola no meio do lixo ocidental. Todavia nessa última década de reinado do PT tem-se registrado muita violência contra esse bravo povo que cultiva a ética do trabalho e que nunca se deixou abater pelas tragédias das enchentes que volta e meia castigam os Vale do Itajaí.
Esta notícia sobre o fato de que Rio do Sul conseguiu zerar os homicídios em 2011 é importantíssima de deve servir de exemplo para o Brasil. 
Finalmente, como rio-sulense, porque nasci em Rio do Sul onde vivi até os 20 anos de idade, desejo consignar aqui os meus melhores cumprimentos à gente rio-sulense. Ao mesmo tempo alertar para que não deixem esse fantástico município ser contaminado pelo PT e seus sequazes.

sábado, abril 30, 2011

SERRA TOCA O PAU NO LULA E NA DILMA DENUNCIANDO A INCÚRIA DO PT NA ÁREA DA SEGURANÇA. PT ABRIU A PORTEIRA!

Em artigo no Estadão deste domingo, o ex-governador José Serra denuncia a incúria do governo do PT que. prisioneiro da ideologia esquerdista, liberou geral para os os narco-traficantes e faz corpo mole nas fronteiras do Brasi. A conseqüência disso todo mundo sabe qual é: insegurança. Agora mesmo aqui em Florianópolis helicóptero da Polícia Militar vareja os morros próximos da av. Beira Mar Norte lançando potente facho de luz em busca dos bandoleiros, segundo informação que acaba de chegar ao blog. Leiam que o artigo de Serra está muito bom:
Armas e drogas continuam entrando em grande quantidade pelas fronteiras do Brasil. A cocaína transformada em crack e no oxi, um novo produto, torna-se, na verdade, mais destrutiva que armas de fogo. São centenas de milhares de vítimas, ou milhões, se pensarmos nas famílias afetadas. Uma catástrofe humanitária pior do que muitas guerras. 
O Estado brasileiro está despreparado para enfrentar essa ameaça e socorrer suas vítimas. Não faz o que deveria fazer: combater duramente a entrada das drogas no Brasil, enfrentar o tráfico, promover campanhas educacionais e recuperar os dependentes químicos.
Um médico amigo me explicou o que torna o crack mais perigoso do que a cocaína. Uma pedra é barata, cerca de R$ 5. Assim, é fácil começar a usá-la. Mas muito difícil parar. Inalada como fumaça, ela é absorvida por milhares de alvéolos nos pulmões e entra na corrente sanguínea numa quantidade e numa velocidade muito maiores do que a droga cheirada ou injetada. O prazer devastador que proporciona é imediato e dura pouco. Em menos de 30 minutos o usuário precisa de outra dose, e mais outra... Torna-se incapaz de qualquer atividade desligada do consumo da droga. Perde emprego, renda, bens, laços familiares, freios morais, numa espiral que muitas vezes só acaba na sua morte.
O oxi é outro derivado da cocaína, parecido com o crack na apresentação e na forma de consumo, mas ainda mais barato e mais letal. Reportagens do jornal O Globo mostraram seus efeitos devastadores sobre os usuários pelas ruas de Rio Branco, capital do Acre: perda de sono e apetite, tremores e agitação constantes, violência, crises de vômito e diarreia, emagrecimento, perda de dentes, lesões nos rins, nos pulmões e no fígado. As vítimas são jovens na maioria, até crianças. Morre-se em menos de dois anos.
Os profissionais de saúde que atendem os usuários de drogas trabalham em condições precárias. A recuperação, penosa em qualquer circunstância, fica ainda mais difícil no quadro de deficiências de gestão da saúde pública brasileira. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem cerca de 250 Centros de Atenção Psicossocial voltados para dependentes de álcool e drogas. São poucos e sem estrutura adequada para as necessidades específicas dos usuários de crack e oxi. Eles poderiam ser mais bem atendidos em pequenas clínicas terapêuticas e unidades de desintoxicação. Mas estas, na concepção dominante no Ministério da Saúde, padecem de um defeito: não são estatais. Nem sequer iniciativas inovadoras dos governos do Rio Grande do Sul e de São Paulo, por exemplo, tiveram apoio do SUS.
Travado pela ideologia e incapaz de usar melhor os recursos insuficientes que destinou à saúde, o governo Lula apelou para a pirotecnia. Depois de anos ignorando o agravamento do problema, lançou dois planos contra o crack, em 2009 e 2010, às vésperas da eleição e no estilo de sempre: colagens de ações desarticuladas, sem instrumentos novos nem recursos adicionais, pouco ou nada implantado efetivamente.
O atendimento da rede pública de saúde é precário e tende a piorar com a disseminação do oxi. A nova droga chegou primeiro ao Acre, próximo dos maiores produtores de cocaína - Bolívia, Peru e Colômbia -, mas, a exemplo do crack, está se espalhando rapidamente pelo Brasil.
As fronteiras brasileiras são das mais desguarnecidas do mundo. Para cuidar dos 15,7 mil km das fronteiras terrestres - 8 mil somente com aqueles três países - temos apenas 1.600 homens do Exército. Ações efetivas de controle diminuiriam a escala e os lucros do narcotráfico, ao aumentar o custo final da droga e, assim, conter a difusão do seu uso. Mas as notícias dessa área não são melhores que as da saúde.
O novo governo prometeu intensificar a repressão ao contrabando de armas e drogas, mas, em vez disso, cortou o orçamento da Polícia Federal, diminuindo sua presença nas fronteiras. Enquanto faltam efetivos e até combustível para as viaturas da polícia em terra, o projeto do avião não tripulado de monitoramento, que rendeu manchetes em 2010, também foi atingido pelo corte orçamentário em 2011.
A redução do contrabando de armas e drogas exige ações efetivas dos dois lados das fronteiras. Porta-vozes do governo e do PT reagiram duramente à cobrança de gestões diplomáticas enérgicas nesse sentido, como se fosse preconceito contra a Bolívia, cujo plantio de coca cresceu 112% na década passada. Imaginaram, talvez, que se estivesse criticando subliminarmente o presidente Lula, que, junto com Evo Morales, posou para fotos com um colar de folhas de coca. Mas o fato é que o governo brasileiro se deixou levar pelas alianças externas do PT e não usou seu poder de pressão diplomática para inibir o tráfico vindo de países vizinhos, apesar dos presentes vultosos aos seus governos: à Bolívia, de onde vem perto de 60% do contrabando de cocaína, financiamentos do BNDES e um pedaço do patrimônio da Petrobrás, além de preços mais altos do gás; ao Paraguai, principal foco de contrabando de armas, US$ 3 bilhões por conta de Itaipu. Não devia ter havido uma troca? "O Brasil ajuda vocês e vocês se ajudam e ao povo brasileiro, combatendo o crime dentro de seus países".
No começo deste ano, o Itamaraty assinou um acordo de cooperação com a Bolívia para o combate ao contrabando de cocaína, começando a reconhecer o problema. Ações efetivas? O ministro da Justiça anunciou que compartilhará com os bolivianos as informações obtidas pelo avião não tripulado, por enquanto uma fantasia!
Em suma, faltam ações maiúsculas na diplomacia, na segurança pública e na saúde. Falta uma Guarda Nacional ou pelo menos um ramo fardado da Política Federal para se ocupar de fronteiras, focalizado no combate ao contrabando de armas e de drogas. Enquanto o governo brasileiro continuar oscilando entre a inércia e a pirotecnia, o custo para o País será exorbitante em matéria de vidas de muitos e de insegurança para todos. Do portal do Estsadão
 
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sexta-feira, abril 15, 2011

PRESIDENTE DA OAB DIZ O QUE JÁ DEVERIA TER DITO: CAMPANHA DO DESARMAMENTO É 'CORTINA DE FUMAÇA'. PRECISA É COMBATER CRIMINALIDADE

Para o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, a proposta do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) , de um plebiscito nacional sobre o comércio de armas de fogo pode ser considerada "uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas". Na avaliação de Ophir Cavalcante, o que o país precisa, na verdade, é de um plano nacional de segurança pública, de forma a combater o comércio ilegal de armas e munição, que é o grande propulsor da violência.

- Hoje, vive-se no Brasil uma verdadeira guerra civil urbana pela ausência de uma política clara, consistente e efetiva de combate à criminalidade e o tráfico de armas - afirmou, ressaltando que já houve um referendo em 2005 :

- O plebiscito pode ser uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas de segurança que devem ser enfrentados pelo governo, além de se constituir num desrespeito à vontade popular legitimamente expressada no referendo de 2005

Ainda segundo o presidente nacional da OAB, o governo precisa cuidar da questão da segurança pública como um problema social macro.

- É necessário um olhar nacional e global a respeito de uma política de segurança pública para nosso país - finalizou Ophir.

A proposta de realização de um plebiscito em outubro próximo para que a população brasileira decida se apoia ou não a comercialização de armas de fogo e munição no país divide os partidos no Senado. Em debate, senadores alertaram para o fato de que aprovar o plebiscito pode ser uma decisão precipitada, sem condições de ser executada de fato ainda este ano. A oposição - PSDB e DEM - se posiciona contra a realização em outubro próximo. O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), concorda com o plebiscito, mas só em 2012, alegando que não há previsão de recursos orçamentários para a realização este ano.

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), mostrou contrariedade diante da proposta do presidente do Senado. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, também se posicionou:

- A parte de desarmamento diz respeito à segurança, aos problemas do Ministério da Justiça. Se o Ministério da Justiça pretende ter o auxilio das Forças Armadas, aí é outra coisa. Mas a gerência e as decisões são com o Ministério da Justiça.

Na solenidade de instalação no Senado da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu nesta terça-feira a proposta para realização de um novo referendo popular sobre o comércio de armas. Do portal de O Globo


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quarta-feira, março 30, 2011

POLICIAIS FAZENDO RONDA DE BICILETA? ISTO PODE DAR CERTO NA NORUEGA.

Vejam esta matéria que está no site G1 e que transcrevo após este prólogo. Os moradores dos Jardins, em São Paulo, pedem que a Polícia utilize bicicletas para fazer a segurança do bairro. Enquanto isso os bandoleiros usam motocicletas, automóveis, armas pesadas e ainda contam com a impunidade e a bênção dos direitos humanos invocada pela patrulha politicamente correta. Florianópolis, que era uma das capitais mais tranqüilas,  tornou-se um valhacouto de botocudos assaltantes. A ordem e o progresso que sempre caracterizaram o Estado de Santa Catarina, vêm sendo vilipendiadas. Estatísticas apontam que há um homicídio a cada hora em Santa Catarina e as duas cidades mais violentas são Joinville e Florianópolis, sendo que a ex-adorável 'Floripa' é a campeã dos assassinatos, furtos, roubos e assaltos.
Assim sendo, policiais fazendo a segurança de ruas utilizando biciletas como quer a população dos Jardins em São Paulo, é uma idéia que pode dar certo na Noruega.
Quando José Serra, durante a última campanha presidencial defendeu um rigoroso plano de segurança pública foi alvo de gozação não só pela turma do PT, mas sobretudo pelo colunismo político militante da idiotia esquerdista politicamente correta.
Dá uma saudade danada dos militares que no dia 31 de março de 1964, acabaram com a baderna e implantaram um governo que mudou a história do Brasil. O diabo é que agora querem punir justamente eles, os militares, enquanto o banditismo impera nas ruas. 
Vejam aqui o resultado da ação da patrulha politicamente correta. Falta só exigir que os policiais andem desarmados:

Uma série de medidas serão implementadas pela Polícia Militar nos próximos dias para melhorar a segurança na região dos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Dentre elas, haverá intensificação no patrulhamento, fiscalização e cadastro de vigilantes, uso de bicicletas pelos policiais militares nas rondas nas ruas e interligação de sistemas de câmeras de vigilância com a Polícia Militar.
As ações foram anunciadas após reunião na manhã desta quarta-feira (30) entre representantes da Associação Ame Jardins com o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, com o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, e com o delegado-geral de polícia, Marcos Carneiro Lima.
Ferreira Pinto manifestou sua preocupação com as ocorrências registradas na região. “Uma época utilizamos a Rota, mas não podemos colocar só aqui nessa região. Temos como objetivo colocar a Rota na periferia, onde a polícia tem uma presença precária. Aqui vamos intensificar com motos, bicicletas e monitoramento”, disse.
A região dos Jardins é o local com o maior número de vigilantes clandestinos da cidade, de acordo com o delegado-geral Marcos Carneiro. “Há uma delegacia especializada no Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird) só para registro dos vigilantes. Os vigilantes de empresa são controlados pela Polícia Federal, mas isso não impede que na ação de patrulhamento seja feita a verificação para saber se o vigilante armado está devidamente autorizado”.
A pedido dos moradores da região, os policiais militares passarão a utilizar bicicletas no patrulhamento de rua. “Temos a quantidade de bicicletas suficiente, vamos avaliar quantas serão necessárias, já que o patrulhamento é feito em duplas”, afirmou o coronel Camilo.
Outro pedido frequente dos moradores da região é a utilização de câmeras de monitoramento. O responsável por um empresa de segurança privada doou quatro câmeras de vigilância, que, segundo Camilo, serão interligadas com a PM e estarão em funcionamento nos próximos 30 dias.
Outra novidade é o uso de GPS, que possibilita localizar viaturas, motocicletas ou bicicletas mais próximas da ocorrência para um atendimento mais rápido e eficaz.
O encontro terminou com o anúncio de que as duas bases da Polícia Militar localizadas nos Jardins passarão a registrar boletins de ocorrência, como já é feito em bases da Zona Leste da capital. Do site G1

sexta-feira, janeiro 14, 2011

SE O GOVERNADOR RAIMUNDO COLOMBO DETERMINAR TOLERÂNCIA ZERO EM FLORIANÓPOLIS TERÁ 100% DE APROVAÇÃO!

A onda de assaltos, um deles terminado com a morte de um turista argentino, que se intensifica nos mais badalados balneários de Florianópolis fez a Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina aumentar o policiamento com agentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic). O reforço policial se deu após o assalto a um grupo de turistas vindos de São Paulo e Rio Grande do Sul, que alugaram uma casa para a temporada em Jurerê Internacional, o mais luxuoso e badalado balneário da ilha.

O assalto ocorreu na noite de ontem. Os bandidos entraram pela garagem, amarraram com cadarços e sacos plásticos e agrediram violentamente as vítimas - incluindo crianças de 3 e 11 anos - para roubar uma caminhonete, aparelhos de TV e DVD, notebooks, joias e cerca de R$ 5 mil em dinheiro.

— Durante quase duas horas, eles nos ameaçaram de morte, querendo dinheiro e joias. Depois de uma hora, eles trocaram as armas por facas — afirmou uma das vítimas, que preferiu não se identificar.

A caminhonete foi encontrada pela polícia depois no bairro Saco dos Limões, região central de Florianópolis. Um adolescente, com parte dos objetos roubados e portando uma arma de brinquedo, foi preso em flagrante. Outros três criminosos continuam foragidos.

O alvo dos bandidos são os turistas

No início da madrugada do último dia 4, Raúl Balbo, de 45 anos, de Córdoba, foi morto com um tiro na frente dos dois filhos dele. Recém-chegado na ilha, enquanto a mulher negociava a estadia em uma pousada próximo a Canasvieiras, ele foi conhecer a praia. Abordado, o argentino reagiu ao assalto e levou o tiro. Os criminosos levaram o carro dele, com todos os pertences, e permanecem foragidos.

O secretário de Segurança Pública, César Grubba, afirmou que o policiamento será intensificado, porém disse também que é impossível impedir totalmente os crimes. Do portal do Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: É muito bem-vinda a decisão da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina de reforçar o policiamento em Florianópolis já que a cidade está praticamente sitiada pelos botocudos.
e impondo barreiras na BR-101, rodoviárias e aeroportos terá 100% de aprovação da população trabalhadora e honesta que habita o Estado de Santa Catarina.
FAÇO DAQUI UM APELO AO GOVERNADOR RAIMUNDO COLOMBO NO SENTIDO DE QUE DECRETE A TOLERÂNCIA ZERO EM TODO O TERRITÓRIO CATATARINENSE. O CUMPRIMENTO DA LEI E DA ORDEM PODE COMEÇAR AGORA EM SANTA CATARINA E SE TORNAR UM EXEMPLO PARA O BRASIL.

FORÇA GOVERNADOR! NÃO SE ATEMORIZE! NÃO SE DEIXE PAUTAR PELA DITADURA DO DELETÉRIO PENSAMENTO POLITICAMENTE CORRETO COM O QUAL O GOVERNO DO PT CONSPURCA A LEI E INVOCA DIREITOS HUMANOS PARA OS BANDIDOS! ESTA É A RAZÃO PELA QUAL FLORIANÓPOLIS, SANTA CATARINA E TODO O BRASIL ESTÃO PRATICAMENTE DOMINADOS PELA MALDIÇÃO DA BANDIDAGEM BOTOCUDA. 

AS PESSOAS EM PRIMEIRO LUGAR, SIM. MAS ISSO SÓ ACONTECERÁ QUANDO O RESPEITO À LEI E À ORDEM FOREM RESTAURADOS!


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terça-feira, dezembro 07, 2010

SEGURANÇA: EXÉRCITO TEM PLANO PARA TODO BRASIL

A experiência dos militares brasileiros no Haiti será crucial ao trabalho que o Exército fará nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio. Com base no que as tropas vivenciam e nas informações do setor de inteligência, o Exército montou um plano de ação para todos os Estados brasileiros. Se forem acionados, saberão o que fazer e como fazer.

É o que dizem dois ex-comandantes de tropa no Haiti, o general Augusto Heleno e o coronel da reserva Barroso Magno. "O Exército tem um plano de atuação para apoio ao governo do Estado do Rio e a todos os Estados. Chama-se Plano de Segurança Integrada e é realizado para a contingência da Constituição, nas situações de Garantia da Lei e da Ordem", explica Magno, comandante do 6.º contingente brasileiro na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).

De acordo com o coronel, responsável pela pacificação de uma das favelas mais violentas do país caribenho, a Cité Soleil, o Exército atualiza as informações do plano anualmente.

Com a experiência de quem foi o primeiro militar a comandar as tropas brasileiras na Minustah, o general Heleno é enfático em observar que a pacificação do Haiti só aconteceu depois que os militares entenderam que era preciso fixar bases dentro das favelas. Chamadas de Ponto Forte, delas partiam as ações de combate e também as ações de cidadania, uma estrutura muito parecida como as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio.

"Nós entrávamos, combatíamos e saíamos. Eram combates muito violentos e com muita resistência. Com o tempo, fomos entendendo que era preciso fixar bases, que chamávamos de Ponto Forte, assim como são as UPPs. Delas partiam as ações militares e as ações de governo. A ocupação por si não é o bastante para mudar o local, sobretudo para ganhar o apoio da população. É preciso trazer serviços de saúde, lazer, saneamento."

Com Exército e governo do Estado alinhados quanto às formas de se combater o poder do tráfico nas cidades, é preciso definir quem comanda as operações. "Vamos precisar definir a área de atuação, definir a missão, buscar amparo legal para as ações típicas de polícia, porque nós não temos poder de polícia. Tem de arranjar uma maneira de outorgar esse poder de polícia à tropa", disse o general.

Aplausos. Calejados na execução da Garantia da Lei e da Ordem, Heleno e Magno aplaudiram a decisão do Exército em apoiar as ações no Rio. Os dois, no entanto, apontam para a necessidade de se reestruturar a forma política das próximas ações.

"O Exército é um vetor da sociedade que não pode deixar de participar de uma situação extrema de defesa da sociedade. Nós chegamos ao fundo do poço. Não há motivo, seja ele jurídico ou moral, que diga que não é a hora do Exército", afirma Magno, acompanhado por Heleno. "A situação que foi criada não permitia nenhuma análise sobre amparo legal, sobre se aquela era a melhor maneira de atuar. A coisa foi tão rápida que as análises ficaram para depois. O importante ali era não negar um apoio que era altamente necessário em prol de uma causa que não podia ser adiada." Do portal do Estadão 

MEU COMENTÁRIO: Chegará um momento em que a anarquia exigirá a intervenção militar. Nenhuma sociedade sobrevive e evolui dentro do clima anárquico que foi implantado no Brasil sob esses oito anos do governo de Lula e seus sequazes.

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segunda-feira, agosto 02, 2010

PM DESENCADEIA FORTE REPRESSÃO AOS BANDOLEIROS EM SP E INVESTIGA ATENTADO CONTRA O COMANDANTE DA ROTA

A Polícia Militar informou que está investigando os ataques ao comandante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), tenente-coronel Paulo Telhada, e ao batalhão da corporação, ocorridos neste final de semana, e que concentra todos os esforços para prender os responsáveis.

"A PM esclarece que de forma conjunta as demais Instituições e órgãos de segurança pública prosseguem com as investigações para o completo esclarecimento dos disparos efetuados", afirmou, em nota divulgada neste domingo.

De acordo com a PM, os criminosos serão punidos com rigor. "As investigações estão em andamento para a prisão dos responsáveis e todos os esforços estão direcionados para que sejam localizados e punidos com rigor na forma da lei".

Na madrugada deste domingo, um homem foi morto a tiros por policiais da Rota após atirar contra o batalhão da corporação, na Luz (centro). Segundo informações da polícia, dois homens que estavam em um veículo preto atiraram contra o quartel assim que o carro que trafegava pela avenida Tiradentes, entrou na rua João Teodoro, esquina onde fica o batalhão.

Um deles teria saído do veículo e continuou a atirar contra os policiais do batalhão que haviam ido até o local verificar a origem dos tiros. Os policiais revidaram e atingiram um criminoso, que morreu no hospital. Outro suspeito, que dirigia o carro, fugiu.

O comandante da Rota também sofreu um atentado na manhã de ontem quando saía de sua casa. Um carro cinza com dois homens parou em frente ao seu veículo e disparou cerca de dez tiros. O oficial se escondeu agachado no carro e não foi atingido. Ninguém foi preso até a manhã deste domingo.

Ainda na madrugada deste domingo, dez veículos foram incendiados em sete bairros da zona leste de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada para combater as chamas entre a 0h e as 3h40. Os casos foram registrados em nos bairros Vila Carrão, Itaquera, Jardim Helena, Arthur Alvim, Cidade AE Carvalho, Lajeado e Vila Aimoré.

Apesar dos ataques ocorreram em menos de 24 horas, o governador não vê ligação entre os casos. Alberto Goldman (PSDB) descarta que as ações sejam coordenadas por uma facção criminosa. Ele afirmou que o Estado está preparado para possíveis ataques e que não acredita que se repitam os ataques de 2006.

2006: ÉPOCA DA CAMPANHA ELEITORAL

Na primeira onda de atentados do PCC (Primeiro Comando da Capital) aconteceu entre os dias 12 e 19 de maio, com 373 ataques que mataram 43 pessoas. Na ocasião, os principais alvos foram policiais e agentes penitenciários. Depois disso, o PCC promoveu outras duas séries, em julho e agosto. Do portal Folha.com

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