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sexta-feira, maio 06, 2011

BAND TV DIZ QUE MINISTRO DA JUSTIÇA EMPUNHA BANDEIRA DA MENTIRA SOBRE CAMPANHA DO DESARMAMENTO


Este vídeo é a íntegra da reportagem da TV Bandeirantes levada ao ar nesta quinta-feira sobre a tentativa do governo do PT de lançar uma nova campanha do desarmamento, embora um referendo já tenha sepultado o assunto e a sociedade brasileira majoritariamente já se pronunciou contra a discricionária e demagógica tentativa de impedir o direito dos cidadãos honestos de possuirem arma legal.

O vídeo abre com uma reportagem enquanto sua conclusão se faz com um editorial do Grupo Bandeirantes de Comunicação, apresentrado pelo jornalista Joelmir Betting. Recomendo que vejam este vídeo. Transcrevo o texto do editorial:

O governo brasileiro, apoiado por políticos demagógicos e oportunistas, tenta impor à população uma ideia falsa: a de que uma campanha de desarmamento vai reduzir a criminalidade. Comanda esta ofensiva mentirosa o ministro da Justiça, omitindo fatos que explicariam a realidade do crime no país.

. E os fatos são claros: a ameaça vem das armas clandestinas que o ministro e seu governo deveriam combater. E não das armas legais dos cidadãos honestos. Se elas forem retiradas de circulação, restarão apenas as dos bandidos - o que só pode aumentar o perigo de assaltos e de assassinatos.


. É chocante como a força da demagogia tapa os olhos de quem deveria ver com mais clareza este cenário, tão simples e tão trágico. Ao empunhar a bandeira da mentira, o ministro e sua campanha de convencimento agridem, não só a realidade brasileira, mas também a vontade da maioria da população.


.Há pouco tempo, ela exigiu, em um referendo, o direito de o cidadão honesto ter a sua arma. Exigência legítima, que é praxe em quase todo o mundo, até para se defender sim, em um país em que o Estado não cumpre o seu papel na segurança pública.


Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação.

sexta-feira, abril 15, 2011

PRESIDENTE DA OAB DIZ O QUE JÁ DEVERIA TER DITO: CAMPANHA DO DESARMAMENTO É 'CORTINA DE FUMAÇA'. PRECISA É COMBATER CRIMINALIDADE

Para o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, a proposta do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) , de um plebiscito nacional sobre o comércio de armas de fogo pode ser considerada "uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas". Na avaliação de Ophir Cavalcante, o que o país precisa, na verdade, é de um plano nacional de segurança pública, de forma a combater o comércio ilegal de armas e munição, que é o grande propulsor da violência.

- Hoje, vive-se no Brasil uma verdadeira guerra civil urbana pela ausência de uma política clara, consistente e efetiva de combate à criminalidade e o tráfico de armas - afirmou, ressaltando que já houve um referendo em 2005 :

- O plebiscito pode ser uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas de segurança que devem ser enfrentados pelo governo, além de se constituir num desrespeito à vontade popular legitimamente expressada no referendo de 2005

Ainda segundo o presidente nacional da OAB, o governo precisa cuidar da questão da segurança pública como um problema social macro.

- É necessário um olhar nacional e global a respeito de uma política de segurança pública para nosso país - finalizou Ophir.

A proposta de realização de um plebiscito em outubro próximo para que a população brasileira decida se apoia ou não a comercialização de armas de fogo e munição no país divide os partidos no Senado. Em debate, senadores alertaram para o fato de que aprovar o plebiscito pode ser uma decisão precipitada, sem condições de ser executada de fato ainda este ano. A oposição - PSDB e DEM - se posiciona contra a realização em outubro próximo. O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), concorda com o plebiscito, mas só em 2012, alegando que não há previsão de recursos orçamentários para a realização este ano.

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), mostrou contrariedade diante da proposta do presidente do Senado. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, também se posicionou:

- A parte de desarmamento diz respeito à segurança, aos problemas do Ministério da Justiça. Se o Ministério da Justiça pretende ter o auxilio das Forças Armadas, aí é outra coisa. Mas a gerência e as decisões são com o Ministério da Justiça.

Na solenidade de instalação no Senado da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu nesta terça-feira a proposta para realização de um novo referendo popular sobre o comércio de armas. Do portal de O Globo


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quinta-feira, abril 14, 2011

MOVIMENTO SUL É O MEU PAÍS ALERTA PARA MANOBRA DO DESARMAMENTO QUE DEIXA POPULAÇÃO À MERCÊ DOS BANDOLEIROS

O site do Movimento o Sul é o Meu País já está engajado numa campanha que alerta os cidadão brasileiros para a sórdida manobra politicamente correta orientada pelo PT que utiliza o lastimável massacre recente em escola do Rio de Janeiro para justificar uma nova campanha voltada ao desarmamento. Na verdade o desarmamento é imposto aos cidadãos que têm o direito de adquirir uma arma para se defender da avassaladora ação dos bandoleiros. Neste caso, os bandidos estão eufóricos.
O articulista, com razão, caiu de pau na bandalha politicamente correta liderada pelo PT:
A  TEIMOSIA E BURRICE DO SISTEMA que nos domina é algo mais infinito que o próprio Universo que, segundo alguns cientistas teria limites.
Recentemente fizeram uma enorme campanha em favor do desarmamento. Dela resultou um plebiscito. Foi um tiro que saiu pela culatra.Todo o gasto de bilhões com essa “enganação governamental” resultou infrutífero. Usaram até garotos-propaganda simpáticos à mídia para ajudar,dentre eles políticos,artistas,futebolistas,religiosos e outras celebridades. Só faltou representação do  BBB.
Agora eles têm a cara de pau de voltar à carga. Aproveitam o massacre do maluco do Rio como pretexto. Nunca se conformaram com a derrota. Estavam acostumados a usar o que chamam de democracia (na verdade uma oclocracia) para referendar seus desejos e interesses. O povo foi sempre massa de manobra,ingenuamente acreditando nas mentiras que lhe dirigiam e transformando essas mentiras em vontade nas urnas.
Sem dúvida essa derrota do Sistema foi  a maior vitória já conquistada pelo povo por meio dessa chamada democracia. Talvez até a única. Leia MAIS no site do Movimento o Sul é o Meu País

quinta-feira, abril 07, 2011

JORNALISMO VIGARISTA USA O CRIME HEDIONDO OCORRIDO EM ESCOLA DO RIO PARA FAZER PROSELITISMO ESQUERDISTA

O Reinaldo Azevedo pegou muito bem o fato de que a bandalha do PT e esquerdistas de modo geral, além é claro, dos jornalistas idiotas e politicamente corretos, estão tentando faturar politicamente o horroroso massacre que vitimou 11 crianças em escola do Rio de Janeiro ferindo outras tantas, algumas correndo o risco de ficarem paraplégicas. 

Os bobalhões agora estão aproveitando o fato para babar toda a sua baba estúpida defendendo o desarmamento. Tem razão o Reinaldo ao observar que as armas que estão nas mão de criminosos e psicopatas não são armas adquiridas legalmente pelos cidadãos para defesa pessoal contra a horda botocuda assassina que segue impune no seu ritual macabro contra cidadãos inocentes.

Reinaldo teve a paciência que eu não tenho de ligar a televisão. Não consigo ver aquele bando de bobalhões politicamente corretos que nunca leram um livro na vida fazendo pose de sabichões e mentindo deliberamente a serviço do comunismo botucudo que defende um pacifismo que só favorece os bandidos. Essa gente me enoja, me causa engulhos.
Transcrevo por isso o texto de Reinaldo Azevendo que é dos pouquíssimos jornalistas da grande imprensa brasileira que tem a coragem de dizer a verdade e denunciar esse turbilhão de estupidez veiculado impunemente por essa bandalha de esquerdistas politicamente corretos e tarados, doentes mentais e idiotas completos. Leiam:
O que há de essencialmente estúpido na tese de que casos como o da escola do Rio ou da violência epidêmica que há no Brasil se combatem com a proibição da venda de armas? O óbvio, ora essa: as armas utilizadas nesses crimes não foram legalmente compradas. É tão simples! É tão evidente! É tão escancaradamente factual que as “pessoas boas” preferem ignorar o óbvio.
As bobagem brotam aos borbotões. Tentei escrever com a TV ligada — não preciso de silêncio sepulcral para articular umas tantas idéias; seria interessante ter acesso a informações novas e tal… Mas quê! Tive de desligar! Lá estão jornalistas “bonzinhos” , com ar compungindo, querendo proibir a venda de armas; lá estão os “especialistas” articulando seus “preconceitos do bem”. Ignoram os números, ignoram os dados, ignoram a realidade. Pra que ter um mínimo de objetividade quando se quer salvar a humanidade?  Por que lidar com dados quando se quer fazer justiça com o próprio microfone ou com o plróprio telcado? É duro, sei, ter de falar alguma coisa no ar sem ter o que dizer. Como as reportagens são precárias, então entram em cena os palpiteiros.  Eles querem nos salvar!
O que há de nexo causal entre a venda legal de armas e a tragédia, Santo Deus? Os dois temas não estão nem mesmo correlacionadas. Inexiste uma política de segurança pública contra psicopatas — o que não quer dizer que as escolas não devam ter mais segurança, e trato desse assunto daqui a pouco. O que existe, aí sim, é a possibilidade de se implementar uma política de segurança pública que reduza o escandaloso número de mortes no Brasil.
Para Dilma, o crime não tem a ver com as “nossas características”. Pois é: pensando apenas em vidas humanas, presidente, se nos equiparássemos aos EUA em certas “características”, talvez tivéssemos algumas chacinas a mais em escolas, é fato!, mas, em vez de 50 mil homicídios por ano no Brasil, teríamos apenas 7.140, a senhora entende? A senhora tem idéia do trabalho gigantesco que seria necessário para fazer com o que Brasil tivesse apenas 6 homicídios por 100 mil habitantes, como têm os EUA? Por que escrevo isso? Porque pretendo que suas lágrimas sinceras de hoje à tarde não obscureçam o seu pensamento e não levem seus ministros — “que têm de fazer alguma coisa” — a fazer alguma besteira. Por que não buscar remediar o que é remediável?
E o que é remediável? Organizar a vigilância de fronteira para que parem de entrar drogas e armas no Brasil. Ter uma polícia mais eficiente que se ocupe de prender bandidos, em vez de espantá-los e esparramá-los. Eu não estou fazendo referência oblíqua à festejada política de segurança pública do Rio. Eu nunca sou oblíquo! Eu estou fazendo referência direta mesmo, reta, perpendicular! A propósito: querem proibir o cidadão decente de comprar armas, não é? E aquelas que ficaram de posse da bandidagem que se mandou do Morro do Alemão, por exemplo? Tirar armas da mão de gente decente é fácil; qualquer covarde faz isso. Quero ver é tomar o trabuco da mão de bandidos.
O número de homicídios no Brasil é vergonhoso, e querem, agora, usar uma ocorrência excepcional, sem qualquer relação com uma política de segurança pública, para impor uma agenda que nem coibiria os psicopatas nem aumentaria a segurança das pessoas de bem! Ora, vão se instruir, vão estudar lógica, vão plantar batatas! A Polícia de São Paulo está sob intenso bombardeio por conta de dois bandidos, disfarçados de policiais, que executaram um outro bandido. A instituição fez o certo para punir os criminosos que usavam farda indevidamente: encarcerou-os e o fez antes que o caso se tornasse público; não optou pela coisa certa pressionada pela opinião pública ou pela imprensa.
É evidente o esforço de certas áreas para desmerecer o trabalho de uma polícia que reduziu o número de homicídios em mais de 70% em dez anos, um caso mundial de sucesso na redução da violência. Os “esquerdopatinhas” das redaçõe estão num assanhamento danado. O governo federal, mesmo este da Dilma, A Muda Decorosa, se nega a aprender com são Paulo; a aprender, diga-se, até com a estúpida execução recente do marginal: os assassinos estão presos. Prefere entregar-se a mistificações midiáticas, que largam na rua os bandidos com suas armas — de novo, sou direto, não oblíquo. Ainda não se inventou nada melhor contra a violência do que prender bandido — São Paulo tem 22% da população e mais de 40% dos presos; boa parte deles não é do estado. O que quero dizer com isso? Que paulista é menos propenso ao crime? Que besteira! Estou dizendo que o estado está fazendo o que outros estão deixando de fazer, só isso!
Mas quê… A tragédia de agora contribuirá para obscurecer ainda mais o que já está bastante confuso. Há pouco, um desses estúpidos letrados dizia, cheio de entusiasmo, que os homicídios no Brasil diminuíram depois do Estatuto do Desarmamento! É mentira! O número caiu drasticamente em São Paulo nos últimos dez anos, mas aumentou espantosamente no Nordeste, por exemplo. Onde este senhor estudou lógica? Onde aprendeu a ler números? Por que o estatuto teria funcionado num estado da Região Sudeste, mas não nos nove da Região Nordeste? Que número o quê! Ele é mais um dos que querem nos salvar desarmando quem não oferece risco nenhum!
Repudiem essa besteira não porque ter arma é bacana. Se querem saber, eu acho que não é. Mas é uma estupidez tentar tolher direitos de quem não é bandido para combater… bandidos! Essa é mais uma das taras da esquerdopatia; esse tipo de “pacifismo” é mais um daqueles subprodutos daquela esquerda deserdada do comunismo; é mais uma manifestação daquele pensamento que prefere, como é mesmo?, condenar a “insensibilidade da sociedade” em vez de meter marginal na cadeia, que lá é o lugar deles - com todos os seus direitos assegurados, é evidente; os direitos de marginais, certo? E  eles não têm o direito de matar, roubar, aterrorizar. Do Blog do Reinaldo Azevedo