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terça-feira, outubro 25, 2011

FHC JANTARÁ COM A DILMA NO ALVORADA

Quase nove anos depois de deixar a Presidência, Fernando Henrique Cardoso voltará hoje ao Palácio da Alvorada como convidado da presidente Dilma Rousseff.
Ela receberá para jantar o grupo conhecido como The Elders (os anciãos, em português), que reúne líderes mundiais em torno de uma agenda de promoção da paz.
Estão confirmados o arcebispo sul-africano Desmond Tutu; o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter; o ex-presidente da Finlândia Martti Ahtisaari; a ex-primeira-ministra da Noruega Gro Brundtland; e a ex-alta comissária da ONU para Direitos Humanos Mary Robinson.
O grupo foi criado em 2007 pelo ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, que não participará do jantar por motivos de saúde.
Em fevereiro, FHC pediu a Dilma que os recebesse em audiência. À época, a presidente confirmou o desejo de encontrar os líderes. Eles estão reunidos no Rio.
Será a primeira vez que FHC voltará ao Alvorada, residência oficial da Presidência, desde o final de seu governo (1994-2002).
Depois de um convívio difícil com Lula, FHC tem mantido relações cordiais com Dilma. Ele chegou a irritar o PSDB com declarações elogiosas à ação da presidente no combate à corrupção.
Já Dilma desagradou o PT ao fazer elogios a FHC em seu aniversário de 80 anos. Da Folha de S. Paulo desta terça-feira

terça-feira, maio 03, 2011

DEFUNTO AINDA NÃO ESFRIOU, MAS OBAMA JÁ FATURA POLITICAMENTE COM LAUTO JANTAR

Jantar na Casa Branca com sabor de ritual macabro
Em alguns minutos após ter postado abaixo uma rápida análise sobre o fato de que a campanha de Hussein Obama pela reeleição se dará sobre o cadáver de Bin Laden, eis que o noticiário internacional já traz a comprovação daquilo que intui de forma ligeira.
Obama realizou um jantar na Casa Branca, como se pode verificar na foto acima que circulará intensamente em todos os veículos de comunicação. O generoso ágape custeado pelos contribuintes americanos serviu para Obama ocupar mais uma vez a tribuna e ganhar a grande mídia.
Se fosse coisa do Lula, o cara, ocorrendo no Brasil botocudo, vá lá. Mas isto também está acontecendo - cáspite! - nos Estados Unidos. Empostando a voz Obama lascou um apelo para que a morte de Bin Laden sirva de estímulo para que seja 'recriado o epírito de uniade nacional'. Ué? A unidade nacional americana está em perigo?
Que diabos Obama quer dizer com isso? Ora, que está politicamente desidratado e que enfrenta aquilo que nenhum esquerdista gosta, ou seja, a existência de partido de oposição. Como dileto seguidor de Saul Alinsky, reza rigorosamente pela cartilha do mestre. 
Como disse na análise abaixo, a campanha de Obama para continuar na Casa Branca está apenas começando. Não deu tempo nem para que o defunto esfriasse. A herança político-eleitoreira deixada pelo desaparecimento de Bin Laden já começa a ser usufruída. A cena desse jantar me fez lembrar um dos famosos filmes de Hitchcock, Festim Diabólico, em que aparecia a insólita cena de um jantar em que sob a mesa jazia um cadáver dentro de um ataúde.Leiam o que está no site G1 e em todos os veículos de comunicação do mundo:
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos políticos e ao povo americano nesta segunda-feira (2) que a morte de Osama Bin Laden sirva de estímulo para que seja recriado o espírito de unidade nacional.
"Esta noite traz uma fervorosa esperança de que podemos construir algo dessa união e desse orgulho para enfrentar os muitos desafios que ainda enfrentaremos", disse o presidente americano.
Segundo Obama, os americanos experimentaram com a morte do líder da Al-Qaeda o mesmo sentimento de união que prevaleceu após o 11 de Setembro. "Fomos lembrados, mais uma vez, que há um orgulho que esta nação defende e que o fato de poder conseguir isso é algo mais profundo que o partido, mais profundo que a política", afirmou.
Após o anúncio, o presidente fez questão de reconhecer o trabalho daqueles que ele chamou de "heróis que conduziram essa missão incrivelmente perigosa".
"Sei que a união que se sentiu pelo 11 de Setembro foi desgastada com o passar dos anos e não tenho ilusões sobre as dificuldades e debates que terão que ser abordados nas próximas semanas e meses", afirmou. Do site G1 da Rede Globo

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