TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador PERU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PERU. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, julho 27, 2011

MISTÉRIO: ENGENHEIROS BRASILEIROS SÃO ENCONTRADOS MORTOS NO PERU

Dois engenheiros brasileiros foram encontrados mortos nesta quarta-feira no norte do Peru. Mario Gramani Guedes e Mario Augusto Soares Bittencourt eram funcionários da empresa Leme Engenharia e estavam no país fazendo um estudo prévio para a construção de uma hidrelétrica.
A empresa confirmou a morte dos dois funcionários, mas não informou suas circunstâncias.
O Itamaraty disse à BBC que os engenheiros desapareceram na segunda-feira e que, segundo a polícia peruana, os corpos foram encontrados sem sinais de violência. Uma das hipóteses que os investigadores locais estariam trabalhando seria morte causada pelo frio ou pela altitude.
No entanto, de acordo com o site da rádio peruana RPP, os dois teriam sido mortos por camponeses da região, que seriam contrários à construção da hidrelétrica.
Autópsia
A Leme Engenharia disse que está dando apoio psicológico e financeiro às famílias das vítimas e que acompanha as investigações da polícia local.
A autópsia será feita em Bagua Grande e, em seguida, os corpos serão levados para a cidade de Chiclayo e depois para Lima.

Um diplomata da Embaixada do Brasil em Lima já viajou à região para acompanhar o caso e auxiliar no translado dos corpos. Do potal do Estadão

FUTURO DO PERU É UMA INCÓGNITA A PARTIR DESTA QUINTA COM POSSE DO ESQUERDISTA HUMALA QUE TEVE CAMPANHA ASSESSORADA PELO PT

O esquerdista Humala fantasiado de índio
O economista e ex-prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, faz um boa análise na sua news-letter Ex-blog desta quarta-feira, sobre as expectativas do Peru sob a presidência do esquerdista Ollanta Humala, que toma posse amanhã, quinta-feira, 28. Vale dizer que Humala teve a sua campanha eleitoral orientada pelo PT, através de uma agência de publicidade diriga por Favre, ex-amante de Marta Suplicy. Vale a pena ler:
1. Ollanta Humala toma posse como presidente do Peru, amanhã (28). Ex-capitão do exército, preso numa tentativa de golpe, integrante do movimento nacionalista-indigenista-socialista, ascendeu como seguidor de Hugo Chávez e, com esse apoio, foi ao segundo turno na eleição de 2006, perdendo por margem estreita para o atual presidente Alan Garcia. Voltou a ser candidato nessa eleição presidencial de 2011, indo ao segundo turno contra a filha de Fujimori. Aliás, tanto Fujimori quanto o irmão de Humala, participante da tentativa de golpe, se encontram presos.
                
2. As primeiras pesquisas sinalizaram a rejeição ao projeto chavista no Peru. Humala contratou uma agência dirigida por Favre, do PT do Brasil, ex-esposo de Marta Suplicy. Favre reconstruiu, na campanha, o perfil de Humala, clonando a campanha de Lula de 2002. Subiu nas pesquisas e foi ao segundo turno, vencendo por estreita margem. No segundo turno, intensificou a ideia que era o Lula do Peru e não Chávez. Ou seja: seria o pai dos pobres com responsabilidade econômica.
                
3. A economia peruana nos últimos 10 anos é a que tem as maiores taxas de crescimento da América Latina, os melhores fundamentos macroeconômicos e a menor inflação. Assim mesmo o presidente Alan Garcia não conseguiu emplacar sua candidata a presidente, que se retirou na metade do primeiro turno. E o ex-presidente Toledo, que é parte deste ciclo expansivo e positivo da economia peruana, sequer foi ao segundo turno, alcançando o quarto lugar. Ficou entendido que a razão de ambos foi a dificuldade de implementar uma politica social agressiva, tipo bolsa-família.
                
4. No segundo turno, Toledo e Vargas Llosa -paradoxalmente- apoiaram Humala, justificando como defesa da democracia pela opção ser a filha do ex-presidente Fujimori, preso. Mas os liberais e conservadores apoiaram Keiko. Prevaleceu a imagem de um novo Humala -no perfil de Lula.
                
5. Mesmo que Humala não traia a imagem reconstruída dele, essa será uma tarefa muito difícil. Sua base de apoio -entre os mais pobres, entre os indígenas, nos setores à esquerda- exigirá que pelo menos as politicas de inclusão social de Lula sejam aplicadas. E aí virá o problema. A economia vai bem, as reservas internacionais alcançam 47 bilhões de dólares, o PIB cresce a taxa de 6% a 7%, a balança comercial, apoiada em produtos minerais, é superavitária em uns 4 bilhões de dólares (34 x 30), a taxa de juros do Banco Central alcança 4,25%, a inflação 2,5%...
                
6. O parlamento pulverizado não lhe dará maioria para aventuras, como um golpe parlamentar tipo Chávez com convocação de uma constituinte para mudar tudo. No Peru não há reeleição e o parlamento não tocará nesse ponto. Portanto, as regras do jogo estão dadas. E o que é natural -até pela escolha dos titulares da economia- será rolar a situação atual.
                
7. Mas virão as pressões de sua base pelas expectativas criadas e pela imagem exagerada de Lula. E aí virá o ponto de estrangulamento, o mesmo de Toledo e Garcia, que impediu a adoção de políticas de inclusão social agressivas. A carga tributária no Peru alcança apenas 17% do PIB. Com essa carga tributária não há como realizar uma politica social expansiva. Durante um tempo se pode usar as reservas internacionais.
                
8. Mas, no momento em que as reservas começarem a cair e Humala tentar criar ou ampliar tributos, se verá de frente a uma enorme dificuldade. Lula não teve essa dificuldade, pois coube a FHC ampliar a carga tributária. Sem flexibilidade fiscal e com as reservas caindo, seu caminho será a inflação para financiar o gasto social. E, daí por diante, já se viu o filme: os fundamentos econômicos são afetados, o crescimento diminui, o desemprego aumenta, a pressão politica cresce, os conflitos parlamentares idem, as expectativas não são atingidas, os ex-presidentes se mostrarão decepcionados, a imprensa será culpada, etc., latinoamercanamente...


segunda-feira, abril 04, 2011

PT ASSESSORA CAMPANHA DO COMUNISTA OLLANTA HUMALA PARA PRESIDENTE DO PERU

O que a matéria da Folha de São Paulo, que transcrevo após este prólogo, esquece é de anotar que por trás desta ação dos petralhas estás o Foro de São Paulo, a organização que articula os partidos esquerdistas em todo o continente latino-americano. O principal fundador do Foro de São Paulo é o Mensaleiro de Coimbra, ao lado de notáveis como 'Hugo Chávez' que acaba de receber um prêmio que destaca a liberdade de imprensa. E assim por diante.
Agora o Foro tenta eleger a versão do Lula peruano, Ollanta  Humala (foto). Neste domingo já pude notar como o jornalismo companheiro que domina as redações de jornais como Folha de São Paulo e todas as agências internacionais de notícias se esforça para fazer crer que Humala vencerá as eleições, como fez recentemente durante a campanha eleitoral colombiana. O resultado foi espantosamente diferente do que apregoavam e o candidato de Uribe venceu dando de relho nos botocudos. Espera-se que o mesmo aconteça no Peru.
Lanço daqui daqui um alerta ao povo peruano: não caiam na tolice de eleger o esquerdista Humala, a menos que queiram que as garras do comunismo bolivariano sejam cravadas no coração desse país fazendo com que em pouco tempo as liberdades democráticas simplesmente se transformem em histórias de um passado distante. Mirem-se no exemplo da Venezuela. Leiam:
O modo petista de fazer campanha foi exportado para o Peru.
Luís Favre - ex-marido da senadora Marta Suplicy (PT-SP)- e o petista Valdemir Garreta trabalham, desde janeiro, como consultores do nacionalista Ollanta Humala, hoje líder da corrida presidencial peruana.

 
Sob orientação de Favre e Garreta, a estratégia reproduz lances da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. Além de suavizar a imagem do candidato -a exemplo do "Lulinha, paz e amor"-, o comitê de Humala acaba de lançar uma "Carta aos peruanos".

 
Numa reedição da "Carta ao Povo Brasileiro", divulgada por Lula em 2002, é uma tentativa de atenuar tremores na economia peruana diante da hipótese da eleição do candidato, chamado às vezes de o "Hugo Chávez peruano". Em 2006, ele recebeu o apoio do venezuelano.

 
Em entrevista à Folha nessa semana, um dos porta-vozes de Humala disse, no entanto, que ele poderá rever contratos de infraestrutura na Amazônia, tocados por construtoras brasileiras.

 
Homem forte da administração de Marta na Prefeitura de São Paulo (2001-2004), Garreta afastou-se da vida partidária em 2010. Favre, que sempre militou na área internacional do PT, submergiu em fevereiro de 2009, após separar-se de Marta.
Em fevereiro, Humala se reuniu com o ex-presidente Lula, em meio às comemorações do 31º aniversário do PT.

 
Ele também foi orientado a se afastar do irmão, o líder ultranacionalista Antauro Humala, condenado a 25 anos de prisão após liderar uma revolta militar em 2005.

SANTANA

A estratégia de Humala foi traçada com base numa pesquisa realizada por prestadora de serviço da equipe de João Santana, marqueteiro da campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 e da reeleição de Lula em 2006.

 
A participação da empresa e a aparição de Santana no Peru no ano passado alimentaram os rumores de que ele tinha assumido a comunicação da campanha. Convidado, Santana não aceitou.

 
Indicados por uma empresa estrangeira, Garreta e Favre assessoram Humala desde janeiro. A equipe da FX Comunicação -empresa de Garreta- conta ainda com dois publicitários brasileiros e dois jornalistas peruanos.

 
A dupla acompanha em Lima a reta final da eleição. O primeiro turno acontecerá no próximo domingo. Pesquisas apontam Humala liderando as pesquisas com entre 24% e 28% das intenções de voto.

 
A outra vaga é disputada pelo ex-presidente Alejandro Toledo, pela filha do ex-ditador Alberto Fujimori, Keiko, e pelo ex-premiê Pedro Pablo Kuczynski.
Da Folha de São Paulo desta segunda-feira

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER