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domingo, março 04, 2012

SABOR DE PLEBISCITO: NACIONALIZAÇÃO DA ELEIÇÃO EM SP LEVA PT AO DESESPERO. SERRA TEM O APOIO DE 44 MILHÕES DE ELEITORES.

O mais interessante não é a performance de José Serra, que sempre foi muito bem votado em São Paulo. Mas a grande novidade da eleição paulistana é a sua nacionalização. A ficha começa a cair. As pessoas de todo o Brasil estão vendo que o resultado eleitoral de São Paulo, desta feita, terá implicações profundas no curto prazo em termos nacionais.
Na eleição presidencial José Serra teve 44 milhões de votos. Conseguiu isso praticamente sozinho porque foi abandonado pelo seu próprio partido. Esses mesmos que agora estão postando vídeos no YouTube em reuniões que defendem uma prévia furadíssima. 
E porque Serra obteve sozinho aquela volumosa votação na última eleição presidencial? Ora, porque em grande medida foram votos plebiscitários, não que isso deponha contra José Serra que é sem dúvida um dos melhores quadros políticos do Brasil. Mas é uma realidade, porque a campanha presidenciasl de Serra foi um desastre de marketing, de ações políticas e, sobretudo, de empenho de seu próprio partido que á fraco, titubeante e que tem medo de fazer oposição, de assumir a sua responsabilidade como o maior partido oposicionista.
Provavelmente Serra desta feita irá também fazer uma campanha solitária mas vencerá o pleito porque os eleitores paulistas primeiro, já conhecem José Serra que fez ótimas gestões no governo e na prefeitura; segundo, porque não têm nenhuma razão de entregar a prefeitura de uma das maiores metrópoles do mundo e a maior e mais pujante cidade que sustenta boa parte do Brasil, nas mãos dos comunistas do PT. Sabem o descalabro que foi a prefeitura nas mãos da Marta Suplicy e da Luiza Erundina e não estão a fim de embarcar em mais uma canoa furada. 
Quem acompanha a política brasileira já sabia que a primeira pesquisa que se fizesse mostraria os números que essa pesquisa DataFolha mostrou. Outro fato que levou os analistas conseqüentes a intuirem essa performance de José Serra estava no comportamento da grande imprensa que nos últimos dias dedicou-se a baixar o cacete em José Serra, sem qualquer motivo.
Nesta noite gastei boa parte no tempo na internet, principalmente no Twitter e FaceBook e pude sentir de perto a virulência e os desesperados ataques da bandalha do PT.
Um fator, no entanto, conspira favoravelmente a José Serra: a campanha eleitoral de São Paulo tornou-se um evento nacional. Os 44 milhões de eleitores brasileiros mantêm a interpretação deste pleito como um evento que mexe com todo o Brasil. Tendem a ser comportar como no pleito presidencial, isto é, alimentando uma visão plebiscitária que coloca José Serra como o único político anti-PT. A eleição paulistana adquire esse contorno que deixa o PT apavorado já que esse volumoso eleitorado em todos os cantos do Brasil conjugará esforços no sentido de ajudar José Serra nessa sua nova empreitada. Os eleitores sabem que mais uma vez José Serra será traído miseravelmente pelos seus próprios companheiros de partido e caminhará sozinho pelas ruas de São Paulo.
Por isso, um instrumento que foi pouco usado na última eleição este ano vai bombar: são as redes sociais, especialmente o FaceBook e o Twitter que cresceram de forma vertiginosa e muito mais brasileiros possuem computador. Não por causa do governo do PT, mas por causa da produção em escala global. A cada dia esses equipamentos ficarão mais baratos e acessíveis a todos, como já são os telefones celulares e o smartfones que dão acesso às redes sociais. Mesmo sem computador, mas com um smartfone não mão o eleitor tem acesso em tempo real sobre o que está rolando no Brasil e no mundo. E não ficará indiferente! Esta é uma nova realidade que ajuda muito José Serra pois linkará seus 44 milhões de eleitores espalhados pelo Brasil que, de repente, não se furtariam em doar cada um apenas R$ 1 real. 
Esta é a conta que tem de ser feita. Foi isso que contribuiu decisivamente para levar Obama à Casa Branca e aumentar vertiginosamente o caixa da campanha.
Se José Serra atentar para estes fatos vencerá a eleição em São Paulo no primeiro turno.
O sintoma mais explícito de que os petistas estão apavorados aparecerá nas edições dos jornalões deste domingo. A maioria dos analistas dos grandes jornais e televisões são todos petistas de carteirinha. E, como todo petista é comunista, esse pretensos analistas imparciais são uns grandes mentirosos e manipuladores da opinião pública. Como todo comunista, evidentemente. No início começarão analisando o quadro eleitoral em favor do PT, mas com certo cuidado. Mais adiante partirão para o tudo ou nada e dispararão calúnias e infâmias, sem falar nos dossiês que , a esta altura, devem estar sendo preparados nos porões do PT.
A informação, portanto, não estsá mais nos veículos da grande imprensa. Está na internet, nas redes sociais e nos blogs independentes e no trabalho dos poucos jornalistas que não comem caraminguás oficiais. 

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sábado, março 03, 2012

JOSÉ SERRA JÁ ESTÁ EM CAMPANHA NAS RUAS DE SÃO PAULO E LARGA NA FRENTE SEGUNDO PESQUISA DO DATAFOLHA DESTE SÁBADO

Em seu primeiro dia de campanha pelas ruas de São Paulo, José Serra ergue um brinde com eleitores no mais popular bar paulistano
Em seu primeiro dia de campanha na rua, o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, acusou o governo federal de estar "se mexendo muito" para favorecer a candidatura do petista Fernando Haddad. Serra, que visitou o tradicional bar Frangó, na zona Norte de São Paulo,  disse considerar o fato “estranho”. "É legítimo que os partidos se movimentem, mas aí é mexida de governo mesmo, muitas vezes por questão de apoio político", disse, referindo-se à nomeação de Marcelo Crivella (PRB-RJ) como ministro da Pesca, uma decisão tomada para atrair o apoio dos evangélicos à candidatura de Haddad.
Ao criticar a postura do governo federal em relação à disputa eleitoral em São Paulo, Serra confirmou  o tom do embate que acontecerá na maior cidade do Brasil. Na carta em que formalizou sua candidatura, ele enfatizou que a disputa será entre "duas visões de Brasil", e afirmou que sua decisão foi movida pelos “dissabores que o processo democrático tem enfrentado diante do avanço da hegemonia de uma força política, o peso e a importância de São Paulo nesse processo".
Pesquisa - Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, Serra subiu nove pontos e lidera a disputa, com 30% da intenções de voto. O candidato, no entanto, disse que ainda é muito cedo para se falar sobre o assunto. "É muito cedo e as pesquisas são sempre relativas. É preciso ver com cautela, ainda mais agora, que nem sou o candidato ainda", disse. "Pesquisa a gente sabe, é sempre um vai-e-vem. Já estou habituado, tenho pós-doutorado". Leia MAIS

terça-feira, fevereiro 28, 2012

"ELEIÇÃO SERÁ DISPUTA ENTRE DUAS VISÕES DE BRASIL", AFIRMA JOSÉ SERRA AO CONFIRMAR SUA CANDIDATURA À PREFEITURA DE SP.

O ex-governador José Serra formalizou, na tarde desta terça-feira, sua entrada na disputa pela prefeitura de São Paulo. Serra entregou à executiva do PSDB uma carta em que justifica sua pré-candidatura. Para ele, o que está em jogo, na corrida eleitoral na capital paulista, são duas visões bem distintas. Uma referência clara à polarização entre PT e PSDB que a eleição ganha com sua participação a partir de agora.
"São Paulo é a maior cidade do Brasil. E é aqui, neste ano, que se travará uma disputa importante para o futuro do município, do estado e do país. Uma disputa entre duas visões distintas de Brasil, duas visões distintas de administração dos bens coletivos, duas visões distintas de democracia, duas visões distintas de respeito aos valores republicanos", afirmou.
Ao entregar a carta, no diretório municipal do PSDB, na região central de São Paulo, Serra ressaltou ter ouvido atentamente os argumentos de aliados, nas últimas semanas, entre eles o prefeito Gilberto Kassab, fundador do PSD, e o governador Geraldo Alckmin. E acrescentou: pesou em sua decisão o fato de a democracia brasileira estar sofrendo "dissabores" diante do "avanço da hegemonia de uma força política" - em alusão clara ao PT.
"Refleti intensamente sobre a situação do país, os dissabores que o processo democrático tem enfrentado diante do avanço da hegemonia de uma força política, o peso e a importância de São Paulo nesse processo".
Interesse coletivo - O tucano disse que a política "não é uma atividade privada, objeto apenas da vontade e do desejo pessoal, ou fruto de ambição íntima". "Aprendi, ao longo da vida, que a ação e os movimentos políticos são, também, subordinados às circunstâncias, à conjuntura, ao momento. Aprendi a reconhecer que o interesse coletivo se sobrepõe, sempre, aos planos pessoais daqueles que abraçaram de fato a causa pública".
Segundo ele, a pré-candidatura atende a um "chamamento de consciência". "Não fujo à luta nem fujo às minhas responsabilidades. Com humildade, ofereço meu nome ao PSDB, não apenas à sua direção, mas também aos militantes, simpatizantes, apoiadores e eleitores, como pré-candidato à eleição de prefeito".
O agora pré-candidato encerra o texto dizendo sempre ter sido favorável às prévias - embora tenha perdido o prazo formal de inscrição para participar delas. Após a leitura, o tucano entregou o texto ao presidente municipal do PSDB, Júlio Semeghini. 
"Para mim, é um sonho poder aspirar a governar a minha cidade", declarou. "Se a direção do partido acolher esse pedido de inscrição nas prévias e se eu as vencer e vencer a eleição, saberei fazer uma administração na cidade digna dos nossos sonhos", finalizou, já em tom de campanha.
O ex-pré-candidato Andrea Matarazzo, que abriu mão da disputa por causa de Serra, vai redirecionar sua estrutura de pré-campanha a favor do novo pré-candidato.
Prévias - O partido marcou para 4 de março as prévias para bater o martelo sobre quem disputará a sucessão municipal, mas a data deve ser adiada em pelo menos uma semana diante da mudança no cenário. Dos quatro pré-candidatos tucanos dois desistiram - os secretários estaduais Bruno Covas (Meio Ambiente) e Andrea Matarazzo (Cultuta). O também secretário José Aníbal (Energia) e o deputado Ricardo Trípoli não abriram mão da disputa.
Em reunião, a partir de 19 horas, a executiva vai decidir se haverá adiamento das prévias. Do site da revista Veja - Clique AQUI para ler a carta de José Serra

domingo, fevereiro 26, 2012

CANDIDATURA DE SERRA À PREFEITURA DE SP AUMENTA SEU CACIFE POLÍTICO, SEPULTA AS PRÉVIAS, UNIFICA O PSDB, TEM O APOIO DA MÁQUINA KASSABISTA E MARGINALIZA O PT!

Serra fortalecido como condutor da unidade do PSDB
Vale a pena ler este texto em forma de perguntas e respostas que esclarece muito a respeito do que rola na política de São Paulo. E porque é importante conhecer estes detalhes? Ora, porque é justamente nesta eleição à prefeitura de São Paulo que estarão sendo jogadas as fichas com relação às eleições de governador de Estado e, de forma muito especial, a próxima eleição presidencial. É por isso que o assunto não sai um dia sequer do noticiário política nacional. 
Com a decisão de José Serra concorrer à prefeitura a prévia do PSDB foi para o brejo. Um dos principais candidatos que disputariam essas prévias é Andrea Matarazzo que já retirou oficialmente sua candidatura. Pressente-se que, com toda certeza, os demais seguirão a sua decisão formando um poderoso arco de apoio à José Serra que, no final das contas, sai fortalecido politicamente. Leiam o preâmbulo e as perguntas e respostas formuladas pelo site da revista Veja. É matéria política de primeira linha:
O secretário estadual de Cultura, Andrea Matarazzo retirou oficialmente sua pré-candidatura neste domingo. Após a confirmação de que o ex-governador José Serra vai formalizar sua participação na disputa eleitoral, o anúncio já era esperado. "Vocês nunca vão me ver disputar uma eleição com Serra", disse Matarazzo, em entrevista coletiva. O secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, deve fazer o mesmo anúncio até segunda-feira. 
Apesar dos sinais de que o PSDB vai se unir em torno da candidatura de Serra, São Paulo assiste à disputa eleitoral de resultado mais incerto desde que o eleitorado das capitais recuperou o direito de eleger o prefeito. Isso se deve à determinação do PT de se aliar, no primeiro ou no segundo turno, a qualquer bicho que se mova — desde que não seja tucano.
O PSDB, por sua vez, já percebeu que a eleição na capital paulista é vista pelo Planalto como um ensaio geral para tentar tomar o Palácio dos Bandeirantes, onde petista nunca pôs os pés. Seguem, abaixo, 19 perguntas, com suas respectivas respostas, sobre a sucessão na maior cidade do país.
1 - Por que Serra será o candidato do PSDB? Porque é o único que tem condições de reunir o atual arco de alianças que se opõe ao petismo no estado e na cidade. O prefeito Gilberto Kassab dizia aceitar a aliança com os tucanos desde que o titular da chapa fosse do seu partido, o PSD. Sabia que a condição era considerada inaceitável pelo governador Geraldo Alckmin. Kassab só admitia uma exceção: Serra como cabeça de chapa.
2 - Kassab queria, então, Serra como candidato? Não exatamente. Kassab considera que seu principal adversário em São Paulo é Geraldo Alckmin, que foi o único tucano de alta plumagem que tentou inviabilizar o seu partido, o PSD. No resto do Brasil, os tucanos apoiaram a criação da nova legenda. Em São Paulo, Alckmin hostilizou o PSD e demitiu do secretariado o vice-governador, Guilherme Afif. Assim, Kassab preferiria estar num grupo que fizesse oposição ao governador. Por isso se aproximou do PT. Com Serra candidato, o prefeito, por dever de lealdade, adia o seu projeto de fazer oposição aberta a Alckmin.
3 - Mas o que quer Kassab? Quer ser poder onde quer que esteja. Por isso o seu partido não é "de direita, de esquerda ou de centro". O PSD não faz oposição a nenhuma administração estadual nem ao governo federal. Formalmente ao menos, não se opõe nem a Alckmin. Hoje, é o partido mais governista do país. É uma espécie de PMDB elevado ao estado de arte. Seu lema poderia ser: "Se há governo, sou a favor". O prefeito estava doido para cair no colo da presidente Dilma. O apoio a Fernando Haddad seria o primeiro passo. A candidatura de Serra adiou a sua adesão.
4 - O projeto de Kassab é partidário ou é pessoal? As duas coisas. Na esfera federal, o partido quer exercer a sua vocação governista. Na estadual, o propósito esbarra em Alckmin e seu grupo. Kassab quer se candidatar ou ao governo de São Paulo ou ao Senado em 2014, quando se elege apenas um senador. Tudo o mais constante, Alckmin concorrerá à reeleição. Dificilmente Kassab será o candidato ao Senado do grupo. Por isso ele tentou se unir aos petistas: o objetivo, de fato, seria unir forças para derrotar Alckmin em 2014.
5 - Kassab tem baixa popularidade. Por que PSDB e PT lutaram tanto por seu apoio? Kassab está montado num caixa considerável para gastar até as eleições — algo em torno de 5 bilhões de reais. Tem grandes inaugurações a fazer — entre elas, três grandes hospitais. Há áreas da administração que mereceriam destaque nacional: os professores do município são, por exemplo, os maios bem-pagos do país. O prefeito tem ainda sob a sua influência algo em torno de 60% ou 70% da Câmara de Vereadores. É difícil vencer uma eleição sem eles, como percebeu Geraldo Alckmin em 2008. Kassab tem hoje bons amigos até na bancada petista.
6 - O PT conseguirá reproduzir em São Paulo a aliança que existe em escala nacional, como queria Lula? Não no primeiro turno ao menos. Lula sonhou, por exemplo, em ter Gabriel Chalita como vice de Fernando Haddad. Não terá. Considera, em todo caso, um prejuízo menor porque o ideólogo da "política e da pedagogia do amor" tende a tirar a votos, avalia o ex-presidente, do eleitorado que poderia escolher Serra. Nos debates, o PT espera que o neopeemedebista eleja o tucano como alvo. Num eventual segundo turno disputado por Fernando Haddad, o PT considera o apoio do "candidato do amor" (e do ódio a Serra) como certo.
7 - E o PCdoB, do vereador Netinho de Paula? Apoiará Haddad? O PT luta por isso, mas não é o que está dado hoje. Netinho, até agora, rejeita a aliança com o PT. Alas ideológicas do PCdoB também não estão satisfeitas com o petismo. O ex-ministro Orlando Silva (Esportes), por exemplo, atribui ao PT a fritura a que foi submetido. Os petistas querem impedir a candidatura de Netinho. Se avaliam que Chalita tira votos de Serra, acham que Netinho tende a pegar uma fatia do eleitorado potencialmente petista. É bom lembrar que o PCdoB tem uma secretaria na gestão Kassab, a que cuida da Copa do Mundo.
8 - Quem será o vice de Serra? Tanto o neocandidato como Kassab lutam para que seja alguém do PSD. O mais cotado, nessa hipótese, é o secretário de Educação do município, Alexandre Schneider, ex-tucano convertido ao kassabismo, mas ainda próximo de Serra. Há resistências no PSDB e, sobretudo, no DEM, um potencial aliado importante, sobretudo por causa do tempo de TV.
9 - O DEM aceita um vice do PSD? Em princípio, não, e ameaça migrar para Chalita. O partido tem uma espécie de deliberação nacional, embora não posta em papel, segundo a qual pode integrar uma aliança de que o PSD faça parte, mas jamais apoiar um chapa em que o partido tenha o titular ou o vice. Se o DEM bater o pé e decidir recusar um vice de Kassab sob pena de apoiar Chalita, o nome de Schneider sobe no telhado. Do site da revista Veja

sábado, novembro 05, 2011

PESQUISAS INDICAM QUE DIREITA DEVE DETONAR SOCIALISTAS NA ESPANHA. AGORA JORNALÕES NÃO FALAM MAIS DOS 'INDIGNADOS' ESPANHÓIS.

Mariano Rajoy, líder do PP, centro-direita, deverá ser o premiê
Notem bem: depois que as pesquisas eleitorais na Espanha começaram a ser publicadas prevendo que a direita dará um baile nos socialistas, devendo fazer fazer maioria esmagadora no parlamento, os jornalõdes não falam mais sobre os "indignados" espanhóis. 
Os analistas políticos têm aventado a hipótese de que os "indignados" acreditam que a direita terá mais competência para turbinar a economia e gerar mais empregos.
Até o famoso diário espanhol global, o esquerdista El Pais, broxou. As agências de notícias todas elas dominadas pelo jornalismo militante não falam mais nos espanhóis indignados. 
Estava na hora dos jornalões ouvirem, afinal, o que tem a dizer os revoltosos que lotavam as praças da Espanha.
O episódio serve para confirmar tudo o que eu afirmo aqui no blog sobre o servilismo da maioria dos jornalistas à causa comunista. 
Se os "indignados' não são bate-paus dos partidos esquerdistas aí não vale. Se votam com a direita então seu protesto não significa nada, já que os esquerdistas pretendem ter o monopólio das ruas e de todas as manifestações políticas. 
A prova está aí!

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quarta-feira, julho 27, 2011

PESQUISA APONTA CAPRILES, DA OPOSIÇÃO, EM EMPATE TÉCNICO COM CHÁVEZ PARA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NA VENEZUELA.


Capriles: favorito da oposição
O caudilho Hugo Chávez e a oposição estão empatados em popularidade e, se as eleições fosse hoje, o vencedor emergiria das urnas com uma vantagem de apenas dois ou três pontos percentuais, indicam as pesquisas que apontam como boas as probabilidade de que o chavismo saia derrotado no pleito marcado para o próximo ano.
Apesar da existência de discrepâncias sobre o impacto do câncer que acomete o caudilho nas preferências do eleitorado, os pesquisadores consutados pelo jornal El Nuevo Herald disseram que o mandatário continua sendo a melhor opção do oficialismo nas eleições presidenciais de 2012.
Não obstante, isto não quer dizer que o governo teria a batalha ganha se Chávez for o candidato. O caudilho atualmente se encontra empatado com seu mais próximo contendor, o governador do Estado de Miranda, Henrique Capriles Randonski, que encabeça as preferências eleitorais entre os diferentes aspirantes presidenciais da oposição, afirmou José Antonio Gil Yepes, presidente do instituto Datanálisis, em Caracas.
"Há um empate técnico na inclinação dos votos a favor de Chávez e Henrique Capriles", disse Gil Yepes, explicando que "Chávez tem 32, e Capriles 31 por cento dos votos, o que está dentro da margem de erro da pesquisa".
Essa relação de 32 a 31 por cento se traduz numa diferença de intenção de voto entre 50,79 e 49,21 por cento (a favor de Chávez) na contagem de votos válidos, caso se exclua a taxa de abstenção de 37 por cento registrada pela última pesquisa do Datanálisis realizada em junho.
Esse números não estão muito distantes dos recolhidos pela empresa de pesquisas Alfredo Keller y Asociados - de 49 a 52 por cento - que dá vantagem à oposição.
Segundo Gil Yepes, outros indicadores importante também mostram a deterioração na popularidade de Hugo Chávez.
Um desses indicadores refere-se à avaliação de sua gestão, medição que em eleições passadas coincide com a proporção de votos recebidos. Atualmente se mantém em cerca de 50 por cento, descendo desde o nível de 75 por cento que verificado em meados de 2006.
Por outro lado, as sondagens também mostram uma diminuição do número de eleitores que se consideram chavistas, tendência que produz simultaneamente com um incremento das pessoas que agora se sentem identificadas com a oposição e um aumento nos níveis de aprovação da gestão dos partidos adversos ao governo, destacou Gil Yepes.
"Isto converge e explica como um candidato da oposição [...] conta com certa oportunidade de vencer. Há uma sustentação de diversas variáveis que demonstram que a oposição está em boa posição para a disputa eleitoral do ano que vem", comentou Gil Yepes.
Dentre os aspirantes presidenciais da oposição, Capriles é o que mostra maior firmeza, mas não é o único aos olhos do eleitorado.
O ex-prefeito do município de Chacao, Leopoldo López, se encontra em segundo lugar com uma intenção de voto frente a Chávez de 25 por cento, seguido pelo governo do Estado de Zulia, Pablo Pérez, com 18 por cento. Em quarto lugar está o ex-candidato presidencial Manuel Rosales, com 12 por cento; em quinto a deputado María Corina Machado, com 4 por cento.
Segundo Gil Yepes, o anúncio formulado por Chávez de que padece de câncer não o favorece, já que gera a percepção de que está débil e atenta contra a imagem de líder forte que tem sido projetada nos últimos anos. 
Não obstante, essa perecepção não é compartilhada por todos os pesquisadores, alguns dos quais tem detectado que a enfermidade tem conferido a Chávez uma certa empatia entre os eleitores.
Alfredo Keller, presidente empresa de pesquisa que leva o seu nome, disse que a "manipulação oficial" em torno da enfermidade, junto com a promessas do governo de construir dois milhões de casas até 2017, tem ajudado a frear a gradual decadência em popularidade que o caudilho vem sofrendo nos últimos anos. Para ler a reportagem na íntegra - en español - clique AQUI

segunda-feira, abril 04, 2011

PT ASSESSORA CAMPANHA DO COMUNISTA OLLANTA HUMALA PARA PRESIDENTE DO PERU

O que a matéria da Folha de São Paulo, que transcrevo após este prólogo, esquece é de anotar que por trás desta ação dos petralhas estás o Foro de São Paulo, a organização que articula os partidos esquerdistas em todo o continente latino-americano. O principal fundador do Foro de São Paulo é o Mensaleiro de Coimbra, ao lado de notáveis como 'Hugo Chávez' que acaba de receber um prêmio que destaca a liberdade de imprensa. E assim por diante.
Agora o Foro tenta eleger a versão do Lula peruano, Ollanta  Humala (foto). Neste domingo já pude notar como o jornalismo companheiro que domina as redações de jornais como Folha de São Paulo e todas as agências internacionais de notícias se esforça para fazer crer que Humala vencerá as eleições, como fez recentemente durante a campanha eleitoral colombiana. O resultado foi espantosamente diferente do que apregoavam e o candidato de Uribe venceu dando de relho nos botocudos. Espera-se que o mesmo aconteça no Peru.
Lanço daqui daqui um alerta ao povo peruano: não caiam na tolice de eleger o esquerdista Humala, a menos que queiram que as garras do comunismo bolivariano sejam cravadas no coração desse país fazendo com que em pouco tempo as liberdades democráticas simplesmente se transformem em histórias de um passado distante. Mirem-se no exemplo da Venezuela. Leiam:
O modo petista de fazer campanha foi exportado para o Peru.
Luís Favre - ex-marido da senadora Marta Suplicy (PT-SP)- e o petista Valdemir Garreta trabalham, desde janeiro, como consultores do nacionalista Ollanta Humala, hoje líder da corrida presidencial peruana.

 
Sob orientação de Favre e Garreta, a estratégia reproduz lances da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. Além de suavizar a imagem do candidato -a exemplo do "Lulinha, paz e amor"-, o comitê de Humala acaba de lançar uma "Carta aos peruanos".

 
Numa reedição da "Carta ao Povo Brasileiro", divulgada por Lula em 2002, é uma tentativa de atenuar tremores na economia peruana diante da hipótese da eleição do candidato, chamado às vezes de o "Hugo Chávez peruano". Em 2006, ele recebeu o apoio do venezuelano.

 
Em entrevista à Folha nessa semana, um dos porta-vozes de Humala disse, no entanto, que ele poderá rever contratos de infraestrutura na Amazônia, tocados por construtoras brasileiras.

 
Homem forte da administração de Marta na Prefeitura de São Paulo (2001-2004), Garreta afastou-se da vida partidária em 2010. Favre, que sempre militou na área internacional do PT, submergiu em fevereiro de 2009, após separar-se de Marta.
Em fevereiro, Humala se reuniu com o ex-presidente Lula, em meio às comemorações do 31º aniversário do PT.

 
Ele também foi orientado a se afastar do irmão, o líder ultranacionalista Antauro Humala, condenado a 25 anos de prisão após liderar uma revolta militar em 2005.

SANTANA

A estratégia de Humala foi traçada com base numa pesquisa realizada por prestadora de serviço da equipe de João Santana, marqueteiro da campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 e da reeleição de Lula em 2006.

 
A participação da empresa e a aparição de Santana no Peru no ano passado alimentaram os rumores de que ele tinha assumido a comunicação da campanha. Convidado, Santana não aceitou.

 
Indicados por uma empresa estrangeira, Garreta e Favre assessoram Humala desde janeiro. A equipe da FX Comunicação -empresa de Garreta- conta ainda com dois publicitários brasileiros e dois jornalistas peruanos.

 
A dupla acompanha em Lima a reta final da eleição. O primeiro turno acontecerá no próximo domingo. Pesquisas apontam Humala liderando as pesquisas com entre 24% e 28% das intenções de voto.

 
A outra vaga é disputada pelo ex-presidente Alejandro Toledo, pela filha do ex-ditador Alberto Fujimori, Keiko, e pelo ex-premiê Pedro Pablo Kuczynski.
Da Folha de São Paulo desta segunda-feira

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quarta-feira, outubro 13, 2010

ARTIGO: A Deus o que é de Deus e à Dilma o que é de Dilma.

Por Nilson Borges Filho (*) 

Erenice Guerra e família não cansam de agradecer a Deus – Dilma não pode saber disso – por surgir na campanha eleitoral, com toda a força,  o debate sobre a legalização do aborto. E quanto mais a candidata petista tenta negar que é a favor do aborto, maior é a desconfiança do eleitor com esse novo fervor de fé de quem, dias antes, defendia a sua descriminalização.

O eleitor brasileiro não é bobo, principalmente em tempos de globalização e de um mundo ligado pela tecnologia, onde tudo acontece e é visto em tempo real. Ora, como uma pessoa que jamais frequentou um templo religioso e que, de uma hora para a outra, bajula bispos e pastores e assume-se como filha de Maria, é vista pelo eleitor? 

O oportunismo religioso, com o olhar voltado para uma simples disputa eleitoral, não só não agrega voto nenhum como leva ao descrédito o candidato que tenta se valer de expediente tão condenável pelos diversos credos. Eleição presidencial é a cada quatro anos, fé destina-se para a  vida toda.

O fingimento público de Dilma Rousseff, posando de católica em Aparecida do Norte, provoca no praticante religioso um misto de escárnio, acompanhado de doses fortes de oportunismo barato. As declarações públicas de Dilma Rousseff, em entrevista à revista Marie Claire e na sabatina no jornal Folha de São Paulo, plenamente documentadas, não deixam qualquer dúvida sobre sua opção pela legalização do aborto.

Seria bem melhor – para praticantes e para os que não professam qualquer fé – que a candidata assumisse o que realmente pensa sobre o tema, justificando, com base em dados e fatos, os motivos de sua opção. Talvez não levasse o voto dos religiosos, mas, com certeza, teria o respeito dos que pensam o contrário.

Da maneira como vem conduzindo o debate, a candidata petista corre o risco de perder votos e a credibilidade pública. Não seria nada agradável  chegar à presidência da República com pouco crédito perante o povo brasileiro, majoritariamente religioso.

Por outro lado, não se pode relegar a um segundo plano, no atual embate político, as maracutaias promovidas pela  ex-braço direito de Dilma Rousseff na Casa Civil, no Ministério de Minas e Energia e nos Correios. Como se sabe, Erenice Guerra transformou o seu gabinete – vizinho ao do presidente Lula – num valhacouto de trambiqueiros, travestidos de lobistas, que operavam em tempo integral, sem qualquer cerimônia, arrombando os caixas públicos e enriquecendo às custas dos contribuintes.

A bandidagem que se instalou na Casa Civil da presidência da República e arredores, cujas negociatas atingiram a casa dos milhões, não pode ficar esquecida ao sabor de um outro tema, igualmente importante. Como madrinha política de Erenice Guerra – a manda-chuva dos escaninhos da brurocracia estatal – Dilma Rousseff deveria ser a principal interessada em descobrir quem seriam os que rondavam os cofres públicos, quando ainda era ministra da Casa Civil e Erenice Guerra sua Secretária Executiva.

E isso tem que vir a público com a maior brevidade possível, pois em 31 de outubro o Brasil conhecerá o seu  próximo presidente. E não seria de bom-tom, que o presidente eleito iniciasse o seu mandato acompanhado de fantasmas se acotuvelando nas gavetas do gabinete presidencial.

Para finalizar, vale a denúncia: parece que certos institutos de pesquisa, nada confiáveis,  não aprenderam a lição recebida no primeiro turno e continuam confundindo venda de pesquisa com venda de resultado. 

Em tempo: Este artigo é em  homenagem a Ferreira Pena.

(*) Nilson Borges Filho e mestre, doutor e pós-doutos em Direito e foi professor da UFSC e da UFMG. É articulista colaborador deste blog.

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sábado, outubro 09, 2010

SERRA JÁ ESTÁ E CHAPECÓ PARA CAMINHADA E COMÍCIO NESTE SÁBADO. E DÁ BOA NOTÍCIA PARA CATARINENSES: DUPLICARÁ BRs 282 E 470.

O candidato à presidência José Serra (PSDB) chegou na noite desta sexta-feira, às 21h15min, ao Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó. O tucano reiterou a importância do Oeste como região produtora para Santa Catarina e disse que, se eleito, terá como prioridade a duplicação das BRs 282 e 470.

— São as minhas prioridades em matéria de transporte para Santa Catarina e a curto prazo — declarou.

Serra negou que tenha escolhido o Oeste para uma visita por ter sido a única região catarinense em que foi derrotado por Dilma Roussef (PT).

— Eu não consegui vir no primeiro turno e ficou uma dívida que estou pagando — explicou.

Neste sábado, a partir das 8h, Serra vai às rádios Super Condá e Chapecó, caminha pela avenida Getúlio Vargas e faz um comício na praça Coronel Bertaso. Do portal do Diário Catarinense 



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quinta-feira, outubro 07, 2010

ARTIGO: Dilma e o aborto

Por Nilson Borges Filho (*) 

A candidata Dilma Rousseff em entrevista à revista Marie Claire afirmou, sem rodeios, ser favorável a descriminalização do aborto. Em outra oportunidade, manteve a mesma posição quando questionada pelo jornalista Fernando de Barros e Silva, em encontro patrocinado pelo jornal Folha de São Paulo. Isso é fato e está comprovado pelas duas reportagens, uma impressa e a outra em vídeo. Negar o que está escrito e gravado é desonestidade intelectual. Mais do que isso, é confundir o eleitor.

A coordenação de campanha de Dilma Rousseff  possui números que comprovam que o eleitor católico e evangélico, em sua maioria, rejeita a candidata petista. Como se isso só não bastasse, chegou ao conhecimento do PT que cresce, nas redes sociais, movimentos contrários ao posicionamento  de Dilma,  que seria favorável à legalização do aborto.

A candidata tem se esforçado para negar o que realmente afirmou, aumentando mais ainda a desconfiança do eleitor com relação às suas opiniões. O ministro licenciado, Alexandre Padilha, ficou encarregado pela coordenação de campanha de desconstruir o discurso original de Dilma Rousseff, sempre em defesa  da legalização do aborto.

O discurso de Padilha é no sentido de que tanto Dilma como Serra pensam igual em relação ao tema. Padilha mente. E de forma descarada, pois contra os fatos não há nada que possa ser feito. Aliás, Padilha deveria ter um pouco mais de cuidado no papel de tarefeiro do partido, pois antes de ser ministro é médico por formação e sabe, melhor do ninguém, a gravidade do que está sendo discutido.

Essa mudança de opinião de Dilma Rousseff está provocando um efeito perverso, pois para o eleitor já no dia seguinte ela pode mudar de opinião e voltar a defender a legalização do aborto. Na verdade, Dilma não só expôs a sua posição pessoal sobre o assunto, como reproduziu o que consta do seu programa de governo, quando trata de saúde pública.

José Serra defende posição divergente, totalmente contrário à descriminalização do aborto. As duas posições são antagônicas e nem mesmo se aproximam, seja na forma ou no conteúdo. Não restam dúvidas que na sociedade civil existem grupos que defendem a tese de que o aborto deva ser descriminalizado, com base em argumentos fortíssimos, principalmente quando está em jogo a saúde da mulher. Na outra ponta, movem-se grupos que consideram a descriminalização do aborto como um atentado à vida. Argumento que não pode ser descartado, com a mera alegação de se tratar de uma justificativa moral ou religiosa.

Curiosamente, a candidata Dilma Rousseff está se afastando da sua posição e do programa do seu partido – apesar de acreditar que esta é a melhor saída para as mulheres que não desejam ser mães – visando apenas fins eleitoreiros. Dilma Rousseff não mudou de opinião sobre a descriminalização do aborto. Nessa altura do campeonato, negar o que disse pode lhe trazer muito  mais prejuízo eleitoral caso permanecesse com a posição inicial. 

(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em Direito e articulista colaborador deste blog. 

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PT JÁ PERSEGUE O PADRE DA MISSA TRANSMITIDA PELA TV CANÇÃO NOVA. DILMA QUER DIREITO DE RESPOSTA NA MISSA? É O ESTADO POLICIAL!

Por meio de representação direcionada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação "Para o Brasil Seguir Mudando" e sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff, solicitaram direito de resposta contra a TV Canção Nova, no tempo de 15 minutos, em horário matutino.

Na manhã de quarta-feira, a emissora teria exibido, ao vivo, um sermão na qual um padre pediu aos fiéis que não votem na candidata no segundo turno das eleições. NÃO TERIA EXIBIDO. A EMISSORA EXIBIU, REDATOR ORELHUDO! ESTÁ AÍ ABAIXO O VÍDEO QUE CENTENAS JÁ VIRAM E OUVIRAM!

Segundo a representação, no programa transmitido pela TV Canção Nova, o religioso emitiu opiniões ofensivas à candidata e ao PT, com afirmações de caráter difamatório e injurioso.


"Dentre outras afirmações falsas e ofensivas, de cunho difamatório e calunioso, o referido padre afirma que o PT é a favor da interrupção de gestações indesejadas", esclarece.

A representação sustenta que a emissora não se limitou a emitir opinião contrária à coligação e à candidata, mas fez graves ofensas à honra e à reputação, "a ensejar a concessão de direito de resposta".

Entre as supostas acusações estão a de que o país piorará se o PT e sua candidata ganharem as eleições e a de que o partido defende a prática de aborto. O padre teria dito ainda que a candidata e o PT pretendem aprovar leis que cerceiem as liberdades de imprensa e religiosa, que ambos pretendem aprovar a celebração de casamento entre homossexuais e que eles têm a intenção de transformar a nação brasileira em nação comunista com terrorista. Em todas elas, conforme a representação, o religioso afirma que poderia ser morto ou preso em virtude de suas afirmações, "em clara sugestão caluniosa de que o PT poderia praticar algum crime contra a sua integridade física". Do portl do Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: Esta matéria é da Agência Estado veiculada pelo Diário Catarinense. Mas vocês não verão um miserável jornalista da grande imprensa fazer qualquer tipo de análise e comentário sobre isso. Todos que já viramm o vídeo sabem que o Padre está coberto de razão. Não disse nada além da verdade que está escancarada para todo mundo ver. E mais: está escrito no PNDH, o famigerado 'plano de direitos humanos' do PT. 

O PT pode dizer tudo o que quer. Pode vir aqui em Santa Catarina difamar famílias como fez Lula, pode mentir e dizer uma coisa agora e outra completamente diferente no outro dia. Pode inclusive tolerar que se trafique dentro do Palácio do Planalto propinas envolvendo entrega de pacotes com R$ 200 mil reais em espécie, conforme foi denunciado pela revista Veja. O PT também pode violar sigilos fiscais e bancários de líderes da oposição de forma debochada. Pode aparelhar todo o serviço público. Pode praticar o crime do mensalão, gastar à vontade com cartões corporativos.

O PT pode tudo. Mas o Padre José Augusto não pode emitir a sua opinião como cidadão brasileiro e falar abertamente a verdade dos fatos. Ou alguém confia em alguém do PT?

NÃO PERMITIREI QUE PERSIGAM O PADRE E NENHUM CIDADÃO BRASILEIRO. 

PEDIR DIREITO DE RESPOSTA À UMA HOMILIA REALIZADA NUMA MISSA? ESPERO QUE O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL FAÇA FALAR MAIS ALTO A LEI E O DIREITO. SE NÃO FIZER ISSO ESTAMOS JÁ SOB UM ESTADO POLICIAL! 

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Sponholz: A soberba e a megalomania

quarta-feira, outubro 06, 2010

Sponholz: O diabo em pessoa.

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OPOSIÇÃO DETÉM 55,4% DO PIB BRASILEIRO

Governadores aliados de José Serra (PSDB) venceram no primeiro turno em Estados que correspondem a 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Os aliados de Dilma Rousseff (PT) ficaram com 33,7%, enquanto governos que correspondem a 10,9% serão definidos no segundo turno. Veja mais  


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terça-feira, outubro 05, 2010

Sponholz: Ódio às pesquisas eleitorais

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O ASSALTO QUE DILMA AJUDOU A PLANEJAR

Leiam esta excelente reportagem que está no site do jornalista Augusto Nunes, do portal da revista Veja. É assinada pela repórter Domitila Becker, e detalha como foi o roubo do cofre de Adhemar de Barros, que Dilma Rousseff ajudou a planejar no dia 18 de julho de 1969, quando era ativa militante de uma organização terrorista. Sim, Dilma participou da luta armada contra a democracia com a finalidade de implantar uma ditadura comunista no Brasil. Ou alguém acha que isso é delírio? Com link ao final para leitura completa. Leiam:

A noite estava chegando quando as duas camionetes estacionaram numa ladeira do bairro de Santa Tereza, no Rio. Armados de revólveres e granadas, 11 homens e duas jovens desembarcaram e, em movimentos rápidos, invadiram o casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros, famoso pelo bordão “rouba, mas faz”. Na hora do crepúsculo de 18 de julho de 1969, começava o maior assalto praticado durante a ditadura militar por grupos partidários da luta armada.

Disfarçados de policiais à caça de documentos considerados subversivos, os invasores se espalharam pela mansão. Enquanto alguns subiam ao segundo andar para localizar o cofre, outros imobilizaram moradores e empregados, furaram os pneus dos carros estacionados na garagem e cortaram as linhas telefônicas. A operação durou exatamente 28 minutos. E enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais) a VAR-Palmares, organização comunista que tinha entre seus mais ativos militantes a universitária mineira Dilma Rousseff. “A gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma numa entrevista publicada em 2006.

O cofre de mais de 200 quilos rolou pela escadaria de mármore, foi colocado numa das camionetes e levado até um “aparelho” ─ termo que identifica os endereços onde moravam ou se reuniam os partidários da luta armada ─ em Jacarepaguá. Ali, com o uso de maçaricos, consumou-se o arrombamento do cofre que fora previamente inundado para evitar que o dinheiro se queimasse. As cédulas secaram depois de estendidas em varais e expostas a ventiladores. Eram parte da fortuna do ex-governador de São Paulo. A informação de que estavam sob a guarda da amante foi transmitida à VAR-Palmares por Gustavo Buarque Schiller, um sobrinho de Ana Benchimol que acabara de filiar-se à organização. 

Entre os participantes da ação estavam Carlos Minc, deputado estadual e ex-ministro do Meio Ambiente do governo Lula, e Carlos Franklin Paixão de Araújo, segundo marido e pai da única filha de Dilma Vana Rousseff Linhares, ou Estela, ou Wanda, ou Marina, ou Maria Lúcia, ou Luiza. Embora tenha ajudado a planejar todos os assaltos do grupo, Dilma não figurou entre os invasores do casarão. Providenciou o armamento, guardou o dinheiro e ajudou a distribuir o produto do roubo. Clique AQUI para ler TUDO

segunda-feira, outubro 04, 2010

MANIPULAÇÃO DA IMPRENSA FICOU COMPROVADA

Se vocês se recordam os jornalões chegaram a vaticinar o fim da oposição. Foram dezenas de matérias com os tais 'cientistas políticos" e acadêmicos variados, todos embalados em números de pesquisas que chegaram a apontar uma diferença em favor de Dilma de 20%.

Aconteceu justamente o contrário, razão pela qual se confirmam praticamente todas as análises e críticas que formulei aqui neste blog durante a campanha eleitoral e mesmo antes dela. Os arquivos estão aí para conferir.

O resultado das urnas mostra que o PSDB vencedor nos principais Estados brasileiros. Somando-se ao DEM, que também apregoavam que estaria liquidado, o arco de oposição ao lulo-petismo não só continua forte como se ampliou, independente de qual seja o resultado do segundo turno que tem tudo para ser favorável a José Serra.

O resultado desta eleição em si mesmo coloca em dúvida esse fabuloso índice de quase 80% de apoio ao Lula que jogou todas as fichas em favor da Dilma. Não só as fichas, mas sobretudo o contéudo dos cofres públicos.

A verdade é que este segundo turno sinaliza que a Nação não concorda com a prática do governo do PT. Tanto é que a rigor, neste primeiro turno, o PT venceu apenas em três Estados. E ainda que possa crescer no segundo turno foi amplamente derrotado em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, para citar apenas três Estados que praticamente sustentam o Brasil inteiro pelo seu volume de produção industrial e agrícola e seu peso na arrecadação de impostos que deságua em Brasília.

Deve-se assinalar, ainda, que este segundo turno tem o sabor de vitória para a oposição porque Serra teve contra si praticamente toda a grande imprensa nacional acumpliciada com os institutos de pesquisa que estão desmoralizados. Afinal, o 'já ganhou' da Dilma foi impulsionado pela combinação das pesquisas eleitorais que municiavam os jornalistas penas alugadas ou idiotas úteis que dominam as redações de jornais, rádios e televisões ou produzem os chamados blogs do esgoto.

Ontem mesmo, logo depois das urnas decretarem que os votos  consagravam o segundo turno eleitoral, a tropa petista infiltrada nas redações já estava em campo. Claro, eles não irão desistir de continuar mentindo descaradamente todos os dias e eu não irei sob hipótese nenhuma deixar de lhes opor a crítica. Os fatos e a lógica continuam sendo os faróis deste blog para devassar a escuridão das mentiras e da manipulação dos fatos.

Como expressei aqui nos inúmeros posts diários nunca acreditei que a maioria dos brasileiros seriam completamente idiotas e que fechariam os olhos ante as iniquidades que passaram a ser produzidas por Lula e seus sequazes nesses quase oito anos. Por isso, a cada pesquisa dando aqueles números espantosos em favor do governismo eu repetia que o jogo só seria jogado no dia da eleição. E foi o que aconteceu.

E o segundo tempo do jogo está começando agora.

Quero agradecer a todos vocês caros leitores que são a razão da existência deste blog. Ontem quase 5 mil pages wiews e quase 4 mil acessos únicos. Agradeço também aos mais de 2.300 seguidores do Twitter. Muito pouco, é verdade, para a escala da internet. Mas razoável para um blog que é independente, que não está alojado num grande portal e que rema contra a maré do pensamento único que abastarda o jornalismo brasileiro. 

Vamos em frente.

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domingo, outubro 03, 2010

SERRA TAMBÉM É VENCEDOR EM LONDRES

O tucano José Serra venceu a votação realizada no consulado de Londres neste domingo (3), numa disputa acirrada com a petista Dilma Roussef. A votação foi encerrada às 17h (13h no horário de Brasília).

Serra (PSDB) obteve 1.152 votos dos votos válidos, o equivalente a 37%. Dilma Roussef ficou com 1.106, ou 35,6%. Em terceiro lugar aparece Marina da Silva (PV), com 782 votos, seguida pelo Plínio, com 33 votos. Os candidatos nanicos somaram 37 votos.

Os votos brancos chegaram a 142 e os nulos, a 114. Dos 6.981 eleitores cadastrados para votar no consulado, 48% compareceram – dentro da estimativa do consulado. Do site UOL

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LULA JÁ ADMITE QUE HAVERÁ SEGUNDO TURNO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu, há pouco, a possibilidade de a candidata Dilma Roussef (PT) disputar o segundo turno das eleições presidenciais, apesar de dizer que está otimista com a vitória de sua candidata no pleito de hoje. “A eleição tem dois turnos e eu não ganhei nenhuma – nem em 2002 e nem em 2006 – no primeiro turno”, frisou. “Apenas vai demorar mais 30 dias de luta (para Dilma vencer), pois não é fácil obter 50% dos votos”, afirmou o presidente, em rápida entrevista após votar no Colégio João Firmino Correio de Araújo, em São Bernardo do Campo.

O presidente admitiu ainda que não pretende mais disputar eleições após deixar o cargo em 1º de janeiro de 2011. Mesmo com a afirmativa, garantiu que vai continuar fazendo política. “A partir de 1º de janeiro à tarde estarei em São Bernardo do Campo, morando e fazendo política. Quando a gente passa pela presidência da República, acho que tem que ter um sossego na vida”, afirmou.
Trajando um blazer preto, Lula chegou acompanhado da mulher Marisa Letícia, do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), do candidato da legenda ao governo de São Paulo, Aloysio Mercadante, e dos candidatos da legenda ao Senado, Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB).

Lula demorou cerca de 20 segundos para votar. Depois de acompanhar a esposa, que vota em seção eleitoral no mesmo colégio, o presidente segue para Brasília a fim de acompanhar a apuração dos votos, acompanhado da candidata da legenda à sua sucessão, Dilma Rousseff (PT).

O presidente classificou a eleição como uma consolidação da democracia no País e afirmou que o Brasil demonstra maturidade política ao consolidar o processo eleitoral. “O voto eletrônico é rápido e seguro e eu só lamentei que esta é a primeira vez que não tem a minha cara na urna eletrônica”, brincou.
Indagado pelo CQC se vai solicitar o benefício do Bolsa família ao ficar desempregado, Lula rebateu: “Vou trabalhar no CCQ”, disse, confundindo o nome do programa. Do portal do Estadão 


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