TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador SIMÃO JATENE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SIMÃO JATENE. Mostrar todas as postagens

domingo, dezembro 11, 2011

SITE DA FOLHA DE S. PAULO PISOTEIA OS FATOS E FABRICA MATÉRIA DESQUALIFICANDO O RESULTADO DO PLEBISCITO REALIZADO NO PARÁ

Após recusar a criação de dois novos Estados em seu território, o Pará fala agora em descentralização administrativa e em buscar mais recursos para diminuir as desigualdades regionais.
Resultado parcial da contagem de votos no Pará mostra a maior parte dos eleitores rejeitou a divisão do Estado. Até as 21h28, quando 95,9% das urnas já tinham sido apuradas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contabilizava 2.272.945 votos contra a criação do Estado do Tapajós (66,22% dos votos). Contra Carajás, eram contabilizados 2.291.474 votos (66,74%).
O novo discurso, difundido por aliados do governador Simão Jatene (PSDB), é uma resposta à pressão política das regiões separatistas --que, apesar da derrota, comemoram ter obtido mais visibilidade para seus problemas.
Os derrotados, porém, agora amargam um ressentimento contra o governo do Pará e exigem maior atenção.
"A única pessoa com condições de reunir nossos cacos é o governador. Ele pode começar nos incluindo em um projeto de desenvolvimento do Pará", disse a prefeita de Santarém, Maria do Carmo (PT), defensora do Tapajós.
Durante a campanha, os anti-separatistas não fizeram propostas para diminuir a pobreza nas regiões separatistas. Na reta final, adotaram um tom mais apaziguador.
Uma das ideias defendidas por aliados de Jatene é a implementação de administrações regionais de educação e saúde com autonomia financeira. A principal preocupação, entretanto, é aumentar a receita do Estado.
O governo reclama que perde muitos recursos por causa da Lei Kandir, de 1996, que isentou de impostos os minérios destinados à exportação --uma das principais atividades da economia local.
Rejeitada a proposta de divisão, as lideranças políticas se preparam para pressionar o governo federal a compensar o Pará por essas perdas.

Adiantando-se à questão, Jatene tenta aprovar na Assembleia uma taxa a ser cobrada dos minérios extraídos.
O projeto estabelece o pagamento de R$ 6,45 das mineradoras para cada tonelada de minério extraído, o que daria uma arrecadação anual de R$ 800 milhões.
É uma forma de driblar as perdas da Lei Kandir, sob o argumento de que a taxa servirá para bancar uma maior fiscalização do Estado sobre a atividade mineradora.
Há dúvidas em relação à viabilidade da taxa, que é inconstitucional, dizem opositores. Ela foi aprovada em comissões da Assembleia e está pronta para ir ao plenário. Do site da Folha de S. Paulo
MEU COMENTÁRIO: Esta matéria da Folha Petralha de São Paulo faz uma digressão falaciosa quando afirma que o Pará está cobrando isso e aquilo. Ora, pelo resultado do plebiscito constata-se que a maioria esmagadora dos eleitores do Pará é contrária à divisão do Estado.
E quem que fala em nome desse Pará que quer a a divisão do Estado numa típica manobra para enfraquecer o governador tucano? Ora, a turma do PT, inconformada até hoje por ter perdido a eleição para uma liderança do PSDB.
Para a Folha atribuir ao Pará essas reivindicações era preciso, pelo menos, que a derrota do SIM não fosse acachapante como de fato foi.
Dividir o Pará em três Estados é aumentar sem qualquer necessidade as despesas que decorreriam dessa insana reivindicaçãos dos petralhas.
Se a União retribuir o que os Estados, como o Pará recolhem em impostos, já está de bom tamanho.
Não é à toa que, por exemplo, existe aqui no Sul do Brasil um movimento separatista.
O governo federal nas mãos do PT há uma década come a totalidade da arrecadação dos Estados numa profusão de escândalos de corrupção que já derrubaram seis ministros. 
O povo do Pará decidiu acertadamente impedir mais um dos esquemas do PT para mamar nos cofres públicos.
Cabe agora ao governador Simão Jatene conduzir adequadamente o debate. Se fraquejar o PT acaba conseguindo retalhar esse grande Estado brasileiro.
É engraçado. Quando a maioria age racionalmente o PT contesta, confirmando mais uma vez seu viés autoritário e antidemocrático.
Falar em apaziguamento? Isso é pura piada. Houve uma eleição plebiscitária democrática. Dentro de uma democracia, o resultado tem de ser respeitado. Isso é o mínimo que se pode esperar de um Estado de Direito democrático.
A oposição brasileira é completamente incompetente em termos de política. Contudo, tem de se reconhecer que sempre agiu com lisura naquilo que respeita ao acatamento de resultados eleitorais.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER