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sábado, janeiro 21, 2012

DITADURA CUBANA TORTURA PRESOS POLÍTICOS E OS DEIXA NUS EM SOLITÁRIAS COM RATOS E BARATAS. FOI ISTO QUE LEVOU WILMAN À MORTE!

Uma grande fita negra simboliza o luto pela morte sob tortura do preso político cubano Wilman Villar Mendoza. Ao fundo a líder das Damas de Branco, organização que luta contra os ditadores Fidel Castro e de seu irmão Raúl que continuam assassinando presos políticos sob o silêncio cúmplice da maioria dos chefes de Estado. As manifestações dos governos de todo o mundo são pífias, frias, miseráveis. A foto é do site do jornal El Nuevo Herald que dá ampla cobertura a mais esse ataque covarde dos irmãos Castro contra os que lutam pela liberdade e a democracia.
O preso político cubano Wilman Villar Mendoza, de 31 anos, morreu em um hospital de Santiago de Cuba na tarde da quinta-feira, sob a custódia do governo da ilha, durante uma greve de fome que fazia para protestar contra sua condenação. Ontem, enquanto o dissidente era velado, ONGs cubanas denunciaram uma nova onda de detenções, que impedia o funeral de se transformar numa manifestação.
Integrante da União Patriótica de Cuba (Unpacu), entidade que desde agosto busca reunir a dissidência nas províncias orientais do país, Villar cumpria 4 anos de prisão - condenado por "resistência, desacato e atentado" - na penitenciária de Aguaderos, segundo José Daniel Ferrer, o líder da Unpacu, relatou ao Estado.
Ferrer afirmou que Villar começou a greve de fome assim que foi condenado, em 24 de novembro. "Dez dias antes, ele tinha sido preso enquanto distribuía folhetos em Contramaestre. Na delegacia, disseram que se ele deixasse a dissidência, nada mais ocorreria. Mas ele não aceitou a oferta."
Na prisão, considerada de "segurança máxima" pelos dissidentes cubanos, o estado de saúde de Villar deteriorou-se. Ferrer afirmou que "carcereiros enganadores" prometeram que ele seria libertado juntamente com outros opositores, caso suspendesse a greve de fome e, "no dia 23 (de dezembro), ele voltou a ingerir alimentos líquidos". Nesse período, a mulher de Villar, Maritza Pelegrino Cabrales - integrante do grupo Damas de Branco -, organizou ao menos dois protestos diante da penitenciária, segundo Ferrer.
No dia 29, ao dar-se conta de que não ganharia a liberdade, Villar retomou o jejum, de acordo com o relato. Ferrer disse que os carcereiros de Aguaderos, dessa vez, puniram o protesto do ativista preso com o confinamento solitário. "Os guardas despem os detentos e os colocam nas celas de castigo, com ratos e baratas, para que o frio e a insalubridade os obrigue a parar com os protestos."
Segundo Ferrer, a umidade e a baixa temperatura provocaram uma pneumonia em Villar, que evoluiu para uma infecção generalizada, em razão de seu estado de saúde já deteriorado pelo jejum. No dia 13, o dissidente preso foi levado ao hospital onde morreu, de acordo com o relato.
O líder da Unpacu afirmou que Villar foi "recrutado em setembro, depois de já ter sido detido por se manifestar contra o regime". "Ele era um jovem que, como tantos, já havia sido vítima de perseguição por criticar o sistema", disse, explicando que uma das funções de sua ONG é identificar possíveis dissidentes e "mostrar a eles a desobediência civil como um caminho para a democracia".Segundo Ferrer, Villar recomendava a jovens que assistissem aos mesmos filmes sobre Mahatma Gandhi e Martin Luther King que o haviam convencido a entrar para a dissidência ativa quando foi preso.
Juntamente com Ferrer, o ativista Elizardo Sánchez, denunciou a prisão de "dezenas" de dissidentes em Santiago de Cuba, Guantánamo e Holguín. O objetivo das detenções seria impedir que os ativistas comparecessem ao enterro de Villar, na tarde de ontem, em Contramaestre. 
No fim da noite, Havana negou que Villar fosse um dissidente e disse que ele não estava em greve de fome, qualificando-o como um "preso comum". Do site do jornal O Estado de S. Paulo

MEU COMENTÁRIO: Espera-se um pronunciamento contundente por parte da secretária de direitos humanos do governo da Dilma, a gaúcha Maria do Rosário.
E, face a escalada da repressão e da tortura contra os dissidentes cubanos, espera-se também que Dilma suspenda sua visita oficial a Cuba prevista para o final deste mês.
Finalmente, espera-se que os nobres deputados e senadores da oposição lavrem um protesto contra os dois criminosos assassinos que dominam Cuba: Fidel Castro e seu irmão Raúl.

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quarta-feira, abril 13, 2011

CIDADÃO AMERICANO ENTRE OS PRESOS POLÍTICOS DA DIDATURA DE HUGO CHÁVEZ

A organização Venezuela Awreness Foundation, com sede em Miami (EE.UU) incluiu na lista de presos políticos o empresário César Camejo Blanco, preso no dia 23 de janeiro deste ano no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, sem que houvesse contra ele qualquer ordem de prisão, quando se preparava para viajar à Costa Rica. O homem de negócios permanece detido deste então nos calabouços do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN), a polícia política da ditadura chavista, em Caracas, acusado por delitos financeiros.

Denúncia neste sentido foi apresentada no dia 29 de março deste ano ante a Comissão de Direitos Humanos da OEA pelo advogado Asdrúbal Aguiar, que defende Camejo Blanco. O advogado sustenta que seu cliente foi privado de liberdade sem nenhuma investigação prévia e que as autoridades venezuelanas impedem que a defesa tenha acesso à totalidade dos documentos que supostamente envolvem empresário.

César Camejo Blanco tem dupla cidadania. Nasceu em New York em 1964 e, por esta razão e por considerar que por trás de sua detenção se escondem razões políticas, a organização Venezuela Awreness Foundation está solicitando a intervenção do Departamento de Estado e do Congresso dos Estados Unidos nesse processo. Camejo Blanco é acionista do Semanário 6º Poder, publicação crítica à administração do ditador Hugo Chávez. O caso será apresentado nos próximos dias em Washington. Leia MAIS  en espanõl - Read MORE in spanish

quarta-feira, julho 28, 2010

EX-PRISIONEIRO CUBANO QUE FICOU PARAPLÉGICO NA PRISÃO CHEGA AOS ESTADOS UNIDOS

Sigler agradeceu hospitalidade americana. Clique na foto p/ amplia-la
O ex-prisioneiro político cubano Ariel Sigler Amaya, que ficou paraplégico na prisão, chegou nesta quarta-feira, 28, com um visto humanitário aos Estados Unidos. Ele agradeceu a hospitalidade americana, mas disse "sentir dor" por deixar Cuba e seus compatriotas presos "na masmorra do tirano Fidel Castro".

Sigler aterrissou no aeroporto internacional de Miami vindo direto de Havana, e foi recebido por funcionários e políticos locais junto com integrantes da diáspora cubana que vestiam camisas com o rosto do prisioneiro político falecido, Orlando Zapata Tamayo.

"Sinto uma mistura de alegria e de dor. Alegria porque estou em uma pátria livre onde realmente se respeitam os direitos humanos, que me acolheu para me ajudar no restabelecimento da minha saúde. E dor porque sou um patriota, deixo meu país, meu irmão Guido e todos os irmãos de luta que se encontram na masmorra do tirano Fidel Castro", disse o ex-prisioneiro.

Sigler, de 47 anos, era boxeador antes de ser preso, e foi libertado em junho com uma licença extrapenal por seu precário estado de saúde. Sua libertação foi o primeiro resultado do diálogo entre o governo de Raúl Castro e a Igreja Católica, com mediação da Espanha.

As autoridades cubanas condenaram Sigler e seu irmão Guido a 20 anos de prisão por supostamente "estarem vinculados a potências inimigas".

Miguel Sigler, irmão dos dois opositores que reside em Miami desde 2005, afirmou à Efe que "Guido continua atrás das grades porque se recusa a ser enviado à Espanha".

Além de Ariel Sigler, o governo cubano já libertou 20 presos políticos que se encontram na Espanha e se comprometeu a libertar mais 32 dissidentes em um prazo máximo de quatro mese. Do site do Estadão

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