Para provar que não estou vendo fantasmas ao meio-dia, olhem aí o Clóvis Rossi, jornalista veterano, defendendo os terroristas e assacando contra Israel na edição da Folha de São Paulo desta terça-feira.
Reparem como ele articula o texto. Se fosse um neófito em jornalismo, vá lá.
Além disso lança mão do barbarismo do Holocausto para afirmar que foram os arianos que o cometeram. Ora, é claro que existem arianos botocudos. No final, não se contentando em fazer jogo de palavras e comparações absurdas, reporta-se à "solução final" em tom de pilhéria. O próprio título do artigo é acintoso e debochado: "O massacre no gueto de Gaza".
Mas documentação farta do pós-guerra revela que centenas de nazistas foram acolhidos pelos porras-loucas fanáticos islâmicos e acabaram escapando de punição e transferindo a tecnologica de guerra nazista a esse bando de assassinos terroristas.
Trata-se de um texto anti-semita vergonhoso que abençoa o terrorismo e nega todas as conquistas da liberdade e da democracia do mundo desenvolvido ocidental.
É um texto lamentável, como também é lamentável o editorial da Folha de São Paulo desta terça-feira, que não se contrapõe francamente ao terrorismo, abrigando-se na falácia da imparcialidade.
É por isso que a Folha de São Paulo, em razão de seu formado standard, é avidamente consumida pelos peixeiros do mercado público aqui de Florianópolis, que consideram o produto como o melhor papel para embrulhar peixe. Há alguns anos iria diretamente para o prego da latrina.
Estamos assistindo passivamente a destruição da civilização ocidental e a volta do nazismo.
Leiam (Argh!):
O Ocidente tem imensa dificuldade em condenar Israel, mesmo quando merece. Só pode ser má consciência. Afinal, o Holocausto, um dos mais nefandos crimes que a história registra, não foi obra de árabes ou de fundamentalistas religiosos, mas de europeus arianos.
Mais difícil é entender o apoio cego de sucessivos governos norte-americanos a Israel, mesmo agora, quando o Estado judeu comete "crimes contra a humanidade", como disse Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro da Turquia, um raro governante muçulmano que mantém (ou mantinha) boas relações com Israel.
A bem da verdade, Israel vem cometendo crimes contra os palestinos há muitíssimos anos, a começar do desrespeito à resolução da ONU que manda devolver os territórios palestinos ocupados em sucessivas guerras. Mas é na Faixa de Gaza que a violência atinge o pico.
Neste ano, Israel bloqueou os acessos a Gaza e transformou-a num gueto de 362 km 2 em que se amontoam 1,5 milhão de pessoas, 35% dos quais no desemprego, 35% em situação de pobreza absoluta.
Não se trata de desprezar os riscos que Israel corre, seja pelo terrorismo praticado pelos fundamentalistas, seja pelos ataques com foguetes disparados desde Gaza. Mas adotar punição coletiva é intolerável, além de ineficaz.
Acaba apenas jogando mais jovens no desespero que é, em parte, a estufa em que se incubam terroristas. Não adianta também tentar asfixiar o Hamas, que governa Gaza e é uma das raríssimas administrações no mundo árabe nascida de eleições que a comunidade internacional aceitou como justa e livre.
A menos que se acredite que o Hamas ganhou porque todos os palestinos de Gaza são terroristas. Quem acredita nessa hipótese vai acabar propondo a "solução final" para o gueto de Gaza.
EM TEMPO: Antes que me esqueça, a coluna de outro veterano, o Jânio de Freitas, nesta mesma edição da Folha culpa - ahá! - Bush e Cheney, apoiando-se numa ridícula teoria conspiratória insinuando que a guerra contra o terror encetada por Israel é para aumentar o preço do barril de petróleo.
Se isso estivesse em algum jornaleco de centro acadêmico ou num desses panfletos esquerdistas, tudo bem, seria compreensível. Mas está impresso num dos maiores jornais do Brasil, que é a Folha de São Paulo.
E PARA COMPLETAR: Eliane Cantanhêde fez uma entrevista com o Top, Top, sargento Garcia, o oráculo botocudo, para saber a sua opinião ...hummm...sobre o conflito.
Essa gente da Folha de São Paulo perdeu totalmente o senso do ridículo.
terça-feira, dezembro 30, 2008
TODO O DEBOCHE DO JORNALISMO NAZISTA
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20 comentários:
Israel está sendo bombardeada pelos miliantes da imprensa canalhas, vejam vocês, pelas superioridade em homens e armamentos e não pela razão. È isso mesmo. Eles até reconhecem o direito de defesa só que para estes marginais da imprensa a resposta aos ataques terroristas do Hamas deveria ser em condições de igualdade e não na desproporcionalidade que se vê.
Independente do que a esquerda bandida, assassina, terrorista disser, Israel continuará sua operação para aniquilar o Hamas.
Fogo nos botocudos!!! Go IDF!!!
El blog PALESTINA NO EXISTE se honra en otorgar el premio YAIR 2008 a todos aquellos sitios de la red que han apoyado al Estado de Israel durante el año que pasó
Cada premiado debe publicar la foto del trofeo en su sitio y tiene el derecho de elegir hasta diez blogs que a su criterio son merecedores de este premio.Felicitaciones para todos !
*Assim como fui indicado, tenho o dever e a alegria de indicar você, Aluízio Amorim e o seu Blog, verdadeiro farol de luz em tempos botocudos.
Um abraço,
Renam Diaz.
PS: O banner está na página do meu Blog logo acima dos artigos de arquivo.
Penso que Israel está sendo por demais tolerante com e4sses terroristas.
Aqui no bréjil por essa mesma razão, tolerância com ladrõezinhos comuns e terroristas eximios atiradores, somos obrigados a engolir diariamente a intolerância e soberba desses ex-criminosos ditando ordens desde o planalto central.
Com esses casos ou a tolerância é zero ou o preço a se pagar no futuro é demasiado alto, haja vista as indenizações milionárias que recebem os ditos "perseguidos políticos" enquanto o seu josé que trabalhou quarenta anos como faxineiro recebe a vultosa quantia de R$480,00!
Não é mole não!
Esse cretino esquece que Israel pode acabar com essa festa de misseis em seu território bastando cortar água e energia que fornecem apezar ser ameaçado de ser varrido do mapa, Israel fornece 30% do que esses palestinos E TERRORISTAS precisam pra sobreviver...
É nos hospitais Judeus que palestinos encontram os mais diversos tratamentos de graça.
Brincam de soltar foquetes no quintal de Israel, agora aguentem as consequências, falta de aviso NÃO FOI...
Os palestinos escolheram por eleição o Hamas... querem o que???? Israel de braços cruzados e " perdoando" por que foram as grandes vítimas no passado???
E o mundo que vive sob ameaça deles censuram Israel POR SE DEFENDER????
Perderam nada Aluizio!
O lema agora é:
"Pagou bem, que mal tem"?
Podridão moral, falta de virtudes, de princípios, enfim, de tudo o que difierencia o Homem dos animais.
(E para os saudosistas uma recomendação: não esperem nenhuma reação dos militares, eles também estão bem "podrinhos"...vem ai o "cápitanismo" que apoiará um terceiro mandato de Lula, se necessário usando força...igualzinho à Venezuela, né?)
Palestina, a farsa
Yoshiro Shagamori
Uma interessante visão japonesa
Os japoneses têm olhos oblíquos, mas vêem as coisas com muita direção. Um cidadão japonês de Tóquio enviou esta carta a um jornal local:
Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos, ou gerações, e está registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:
- Quando foi fundada e por quem?
- Quais eram as suas fronteiras?
- Qual a sua capital?
- Quais eram as suas grandes cidades?
- Qual era a base de sua economia?
- Qual a sua forma de governo?
- Você pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora, não deixa margem a interpretações?
- Qual era a língua falada no país Palestina?
- Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
- Qual o nome de sua moeda?
- Escolha uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, marco, etc.
- Desde que tal país não existe hoje, explique porque deixou de existir?
- Se você lamenta o destino da pobre Palestina, responda em que época este país foi orgulhoso e independente?
- Se o povo que você, por engano, chama de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a devastadora derrota na Guerra dos Seis Dias?
- Espero que você não venha a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona.
Quero perguntar aos que dizem desproporcional... superioridade de Israel...
Insinuam ser covardia, eu pergunto:
se eu der uma facada, tenho intencão de matar, não mato... "vc" com uma 380 NÃO vai atirar em mim por ser desproporcional?!?!...
vai esperar eu acertar algum orgão vital?
Conta outra!!!!
Aluizio o Lula quer substituir a ONU, ele não existe!!!!! isso podemos nos GAMBÁ hehehehe
conclamando reunião dos lideres mundiais hehehe
GUERRA EM GAZA PIORA E CHEIRA MAL
de Nahum Sirotsky (30 Dez 08)
Já escrevi que o bombardeio de Gaza tornou-se inevitável quando o pânico nas área atingidas pelos Qassams palestinos chegou a níveis incontroláveis. Sentindo-se sem suficiente defesa , números crescentes de indivíduos ameaçavam deixar suas habitações. A região reúne centenas de milhares de indivíduos e inúmeros centros de importância estratégica. Deixá-la com defesas insuficientes seria ceder grande e inadmissível vitória ao Hamas. Andei por lá varias vezes nesses tempos...
A luta contra forças guerrilheiras, estas com recurso ao terrorismo, é o grande desafio do estado moderno. Na minha juventude se dizia ou o Brasil acaba com a saúva - uma gigantesca e gulosa formiga- ou a saúva acaba com o Brasil. A guerrilha opera como a saúva combinada com o cupim: destrói as bases . A opção pelo emprego inicial da força aérea resulta de considerações sobre custos e benefícios, de vidas e bens. Depois das recentes guerras no Iraque e Líbano, estado maior algum de forças armadas imagina poder vencer guerra contra guerrilhas e grupos terroristas com a força aéreas. O apreendido nas primeiras guerras há milhares de anos ainda é válido. Só o infante, a força que ocupa espaço, assegura a vitória. E é essencial conhecer o inimigo até os limites de suas crenças e a competência de seus comandos.
Nada há criticar na eficiência da força aérea que buscou os alvos para destruir o máximo da força do Hamas e facilitar a entrada de tropa, no caso , como imaginável da Autoridade Palestina para reocupar Gaza. Não seriam tropas estrangeiras. Abu Mazen, presidente da Autoridade Palestina, no lugar do falecido Arafat, expulso de Gaza pela força do Hamas, tem agora tropa bem treinada, armada e motivada. A reocupação faria com que o futuro estado palestino volte a ter um só governo. Ficam menos complexas as negociações de paz e mais provável um resultado aceitável. O atual presidente de Israel, Shimon Peres, prevê uma paz dentro de três anos.
O Hamas é a Frente Islâmica de Resistência que não admite reconhecer a existência de Israel e quer uma Palestina islâmica como o Irã. São aliados à Jihad Islâmica e outros grupos menores igualmente fundamentalistas e com vocação terrorista. O Egito, Jordânia, Arábia Saudita, Bahreein, e outros países árabes muçulmanos têm seus problemas internos com organizações islamitas que, por conveniências políticas, não o condenam publicamente.
O Hamas é da linha que não agrada. E tem o apoio do Irã que quer ser a potência muçulmana dominante no Oriente Médio. É persa de origem, logo, não se inclui entre os descendentes de Ibrahim*(Abraão).O mundo árabe choraria lagrimas de crocodilo se o Hamas for derrubado.O Egito declarou ao Hamas que só promoverá um cessar fogo se for incondicional.Não quer fortalecê-lo face ao mundo árabe.
Aparentemente Israel cometeu três erros de apreciação no caso do ataque. O primeiro foi a fraqueza do preparo do meio diplomático internacional com ineficazes relações públicas. O segundo, foi esquecer que os palestinos de Gaza, governados pelo Hamas tenderiam a ser vitimados em ataques. E que a massa árabe é solidária com os palestinos, seus irmãos, o que determina atitude semelhante de seus governos.
O Hamas recebe uma solidariedade que não é dele. O terceiro, é que fechou o acesso da mídia internacional a Gaza. Nós, jornalistas, sempre nos viramos. O campo ficou livre para o al Jazira e para toda a mídia árabe. O que se viu na mídia foi cedido pela mídia árabe à mídia internacional. E guerras são temas ideais para imagens. E a sucessão de pequenas e grandes tragédias sem mocinhos, só vítimas...
Assisti inúmeras guerras em minhas décadas de jornalismo. Não esqueço que tem o cheiro das fezes do medo sob o qual pode-se perder o controle do corpo. Foi o que me tornou místico pois, num segundo, se está com alguém que fala e noutro, tem-se a sensação de que algo sai do corpo que esvazia. Como se a vida fosse esse algo invisível, intocável e incompreensível. Será possível que existe em si, independente do invólucro? Pergunto a cientistas e eles não sabem me responder. Mas, desde a primeira delas, guerra civil entre camponeses armados de foices e facões e soldados com suas armas, que tenho pesadelos. Foi antes da Televisão.
No fim da segunda-feira o Hamas, que lançava primitivos Qassams de pequeno alcance, passou a lançar mísseis direcionados de médio alcance. Matando e ferindo. Derrotá-lo, se complicou. Ao longo da fronteira entre Israel e Gaza, sem obstáculos naturais, eram visíveis concentrações de tropas em posição ofensiva.
Vai ser uma longa guerra que pode se espalhar. Já sinto o cheiro.
Judeu tem uma mente pragmática, sabe que não dá para negociar com terroristas. O nosso país, por exemplo, está cheio de terroristas no governo, um bando de cães raivosos. Todos eles possuem o mesmo padrão mental: não querem negociar, não querem democracia, só querem impor idéias de suas mentes doentias. Isso que está ocorrendo é só o começo. Depois da posse do Obama "lero-lero", Israel vai atacar o Irã.
Pangloss
Caro Senhor,
Não podemos aceitar o TERRORISMO de ESTDO, seja em nome do que for. TERRORISMO é TERRORISMO.
O HAMAS é TERRORISTA SIM e o ESTADO DE ISRAEL. também.
Veja separemos os seres humanos que professam a religião judaica. NO CASO AQUI. É TERRORISMO DE ESTADO SIM.
Mais ateção com que o senhor escreve. Não podemos aceitar nemhum tipo de TERRORISMO.
É a velha e boa estratégia que chamo de "Teoria da covardia". Onde os mais fracos se arrogam o direito de atacar sem receberem o justo revide.
Ou seja, o mais forte não pode reagir ou deve se fazer tão fraco quanto aquele que o ataca, aqueles que INICIAM o ataque na expectativa de não sofrerem o justo revide por parte da vitima. Desta forma os covardes são exatamente os fracos que atacam na expectativa de a vitima não lhes causar dano; ou então choram, se fazem de vitimas e lamentam o justo revide usando a arma da moral piegas(cuisp!).
Ou seja, o mais forte quando ataca um indefeso é covarde porque tem a expectativa de que sua vítima é indefesa ou incapaz de revidar com alguma eficiencia o seu ataque (não lhe causará dano significativo). desta forma SÓ ATACA "valentemente" na expectativa de a vítima INOCENTE E INDEFESA não lhe opor RISCO, ou não atacaria e fugiria ante qualquer risco por mínimo. Por isso tanto quem ataca o inocente somente em ausência de risco significativo é COVARDE, pois POR ISSO TAMBÉM FUGIRIA se vislumbrasse RISCO significativo.
ASSIM, desta forma, quando o mais fraco usa da pressão moral para livrar-se de qualquer risco a fim de atacar o mais forte na expectativa de que este mais forte não reagirá, pressionado moralmente pelo meio, significa que o mais fraco usa a moral piegas (isso tem uma longa explicação) como uma "arma desproporcional" para atacar o mais forte que pretende indefeso por estar neutralizado pela pressão moral. E assim, pela "arma moral" o mais fraco se faz desproporcionalmente mais forte para atacar o, então, acuado e moralmente oprimidpo mais forte que será então o mais fraco, a vítima que não poderá se defender, ou sofrerá ATÉ MESMO UM ATAQUE por parte dos mais fortes que op espreuitam sob o comando do mais fraco que usa a "arma moral" arbitrária e ideológica/sentimental para conquistar a força maior que não possui em si (um grupo de fracos ou fortes que o superam em força para causar-lhe danos que é incapaz de evitar dada a desproporção de tal força organizada, incomparávelmente mais forte).
Enfim, pela idéia da moral que concede ao fraco o direito de atacar o mais forte impunemente, o mais fraco põe a seu lado uma força maior que a do mais forte, seja a força física que angaria ou a força moral com que imobiliza o mais fraco. Na expectativa de se fazer inatingível e então mais forte. Com a "imobilização" do mais forte o mais fraco se faz mais forte para atacar impunemente.
A covardia do fraco é infinita, pois que a justifica em sua fraqueza e por tal se permite praticar as piores atrocidades amaparando-se no grupo de apoio, no apoio comunitário, que adota a moral arbitrada para tornar o fraco inatingivel e então mais forte por não se expor a risco em seu ataque.
Abração
C. Mouro
Escrevi rápido, no tapa e não perfeitamente claro.
Israel nunca promoveu o terrorismo, nunca saiu por aí lançando bombas e aviões contra as torres de New York. Israel nunca quis impor suas crenças e religião ao resto do mundo. Israel é uma Estado democrático e liberal.
Valeu, C. Mouro!
abs e obrigado pela sua contribuição ao blog.
Só mesmo sendo muito IMBECIL ou IGNORANTE ou AMBAS AS COISAS para comparar terroristas que se explodem junto com inocentes em mercados, ônibus e boates com um ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO QUE SE DEFENDE!
Vlw Stefano, FOGO NOS BOTOCUDOS !!!
Ótimo 2009 a todos do Blog.
A imprensa botocuda é de uma desfaçatez sem limites mesmo! Aliás, ela tem sido uma importante aliada do comunofascismo petista, que vem passando como um rolo compressor sobre as instituições republicanas ( enquanto afana os cofres públicos, é claro! ). Fazer apologia do terrorismo é, para ela, um dever de ofício. No que diz respeito ao que acontece aqui, só quero ver a quem ela irá apelar se os planos sinistros da "Sofisticada Organização" vierem a ser plenamente consumados.
Em defesa de Israel - por Pilar Rahola - Deputada Espanhola que não é Judia:
Por que não vemos manifestações em Paris, ou em Londres, ou em Barcelona contra as ditaduras islâmicas? Por que não as fazem contra a ditadura birmanesa? Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres que vivem sem nenhum amparo legal? Por que não se manifestam contra o uso de “crianças bomba”, nos conflitos onde o Islã está envolvido? Por que nunca lideraram a luta a favor das vítimas da terrível ditadura islâmica do Sudão? Por que nunca se comoveram pelas vítimas de atos terroristas em Israel? Por que não consideram a luta contra o fanatismo islâmico, uma de suas principais causas? Por que não defendem o direito de Israel de se defender e de existir? Por que confundem a defesa da causa palestina, com a justificação do terrorismo palestino? E a pergunta do “milhão”, por que a esquerda européia, e globalmente toda a esquerda, estão obcecadas somente em lutar contra as democracias mais sólidas do planeta, Estados Unidos e Israel, e não contra as piores ditaduras? As duas democracias mais sólidas, e as que sofreram os mais sangrentos atentados do terrorismo mundial. E a esquerda não está preocupada por isso.
E finalmente, o conceito de compromisso com a liberdade. Ouço essa expressão em todos os foros pró-palestinos europeus. “Somos a favor da liberdade dos povos”, dizem com ardor. Não é verdade. Nunca se preocuparam com a liberdade dos cidadãos da Síria, do Irã, do Yemen, do Sudão, etc. E nunca se preocuparam com a liberdade destruída dos palestinos que vivem sob o extremismo islâmico do Hamás. Somente se preocupam em usar o conceito de liberdade palestina, como míssil contra a liberdade israelense.
Uma terrível conseqüência destas duas patologias ideológicas: a Manipulação jornalística.
Finalmente, não é menor o dano que causa a maioria da imprensa internacional. Sobre o conflito árabeisraelense NÃO SE INFORMA, SE FAZ PROPAGANDA. A maioria da imprensa, quando informa sobre Israel, viola todos os princípios do código de ética do jornalismo. E assim, qualquer ato de defesa de Israel se converte em um massacre e qualquer enfrentamento, em um genocídio. Foram ditas tantas barbaridades, que já não se pode acusar Israel de nada pior. Em paralelo, essa mesma imprensa nunca fala da ingerência do Irã ou da Síria a favor da violência contra Israel; da inculcação do fanatismo nas crianças; da corrupção generalizada na Palestina. E quando fala de vítimas, eleva à categoria de tragédia qualquer vítima palestina, e camufla, esconde ou deprecia as vítimas judias.
Termino com uma nota sobre a esquerda espanhola. Muitos são os exemplos que ilustram o anti-israelismo e o antiamericanismo que definem o DNA da esquerda global espanhola. Por exemplo, um partido de esquerda acaba de expulsar um militante, porque criou uma página de defesa de Israel na internet. Cito frases da expulsão:`Nossos amigos são os povos do Irã, Líbia e Venezuela, oprimidos pelo imperialismo. E não um estado nazista como o de Israel.` Por outro exemplo, a prefeita socialista de Ciempuzuelos mudou o dia da Shoá pelo dia da Nakba palestina, depreciando, assim, a mais de 6 milhões de judeus europeus assassinados.
Ou em minha cidade, Barcelona, o grupo socialista decidiu celebrar, durante o 60º. aniversário do Estado de Israel, uma semana de `solidariedade com o povo palestino`. Para ilustrar, convidou Leila Khaled, famosa terrorista dos anos 70, atual líder da Frente de Libertação Palestina, que é uma organização considerada terrorista pela União Européia, que defende o uso das bombas contra Israel. E etc. Este pensamento global, que faz parte do politicamente correto, impregna também o discurso do presidente Zapatero. Sua política exterior recai nos tópicos da esquerda lunática e, a respeito do Oriente Médio, sua atitude é inequivocamente pró-árabe. Estou em condições de assegurar que, em particular, Zapatero considera Israel culpado do conflito, e a política do ministro Moratinos vai nesta direção.
O fato de que o presidente colocou uma Kefia palestina, em plena guerra do Líbano, não é um acaso. É um símbolo. A Espanha sofreu o atentado islâmico mais grave da Europa, e `Al Andalus` está na mira de todo o terrorismo islâmico. Como escrevi faz tempo, “nos mataram com celulares via satélite, conectados com a Idade Média”. E, sem dúvida, a esquerda espanhola está entre as mais anti-israelenses do planeta. E diz ser anti-israelense por solidariedade! Esta é a loucura que quero denunciar com esta conferência.
CONCLUSÃO
Não sou judia, estou vinculada ideologicamente à esquerda e sou jornalista. Por que não sou anti-israelense como a maioria de meus colegas? Porque como não judia, tenho a responsabilidade histórica de lutar contra o ódio aos judeus, e na atualidade, contra o ódio a sua pátria, Israel. A luta contra o anti-semitismo não é coisa dos judeus, é obrigação dos não judeus, Como jornalista, sou obrigada a buscar a verdade, para além dos preconceitos, das mentiras e das manipulações. E sobre Israel não se diz a verdade. E como pessoa de esquerda, que ama o progresso, sou obrigada a defender a liberdade, a cultura, a convivência, a educação cívica das crianças, todos os princípios que as Tábuas da Lei converteram em princípios universais.
Princípios que o islamismo fundamentalista destrói sistematicamente. Quer dizer, como não judia, jornalista de esquerda tenho um tríplice compromisso moral com Israel. Porque, se Israel for derrotado, serão derrotadas a modernidade, a cultura e a liberdade. A luta de Israel, ainda que n mundo não queira saber, é a luta do mundo.
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Fonte: http://www.pilarrahola.com
Bom saber que ainda existem como a jornalista Pilar Rahola atuantes liderados por um código de ética positivamente abrigados num censo crítico de horizontes sabidamente democrata. Este texto da jornalista espanhola exterioriza minha opinião que ñ consequiria expressar em palavras com tamanha precisão terminológica cirurgica.
Mais que meu agradecimento por tão inteligente texto elegantemente construído, quero deixar registrado meus protestos de admiração pela ousadia com que ela conscientemente assume os riscos de opor-se a maioria alienada e venal.
Ñ sei como poderia ajudar + gostaria de oferecer minha solidariedade e apoio no que ela considerar oportuno prestar.
Sua personalidade guerreira me emociona, comove e massageia meu alter-ego cívico em face do seu desprendimento à segurança pessoal e profissional ao denunciar a vergonhosa parcialidade midiática
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