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terça-feira, junho 30, 2015

FOTO MOSTRA DILMA JUNTO COM RICARDO PESSOA, O DELATOR DO PETROLÃO, QUE ELA AFIRMA QUE NUNCA O RECEBEU.

Dilma Pixuleco, Jacques Wagner, Graça Foster, Marcelo Odebrecht e... Ricardo Pessoa. Clique sobre a foto para vê-la ampliada
Desta vez o site O Antagonista matou a pau e por isso vou transcfever até para ficar registrado aqui no blog. Um dia depois da Dilma ter jurado de pés juntos que nunca recebeu o empreiteiro grandalhão delator, eis que aparece nesta foto com o indigitado líder do clube do bilhão. Diz O Antagonista:

Dilma Pixuleco disse que jamais havia recebido Ricardo Pessoa durante o seu primeiro mandato. A foto acima mostra que não é bem assim. Eles estão juntos, acompanhados de Marcelo Odebrecht, no lançamento da pedra fundamental do estaleiro Enseada do Paraguaçu, em 13 de julho de 2012, na Bahia.

OPOSIÇÃO ACIONA PGR CONTRA DILMA E SEU MINISTRO-TESOUREIRO. IMPEACHMENT É MAIS UMA VEZ POSTERGADO.

Os partidos de oposição decidiram nesta terça-feira entrar com uma representação na Procuradoria-Geral da República contra a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva (PT). A oposição acusa Dilma e Edinho de praticar crime de extorsão contra o empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia. O empresário, réu na Operação Lava Jato, fechou um acordo de delação premiada e disse aos investigadores que doou 7,5 milhões de reais desviados da Petrobras à campanha à reeleição da petista em 2014 por pressão de Edinho.
Apesar da ofensiva contra o governo federal junto ao Ministério Público, os oposicionistas, que reuniram suas principais lideranças na manhã desta terça, não chegaram, mais uma, vez a um acordo sobre um eventual pedido de impeachment da presidente.
Conforme revelou VEJA, o dono da UTC Engenharia afirmou em depoimento aos investigadores que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de dezoito políticos, entre eles os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Edison Lobão (PMDB-MA) e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e que repassou dinheiro desviado da Petrobras para as campanhas do ex-presidente Lula, em 2006, e da presidente Dilma, no ano passado. No caso da campanha de Dilma, os recursos foram entregues depois de uma abordagem de Edinho Silva, então tesoureiro da campanha presidencial, que insinuou que a UTC poderia perder contratos com a Petrobras se não ajudasse na arrecadação eleitoral, segundo relato do empreiteiro. Edinho nega e afirma que a delação "não expressa a verdade dos fatos". Dilma rechaçou o depoimento e disse que "não respeita delator".
"Há ali, explicitado por ele, uma clara chantagem. Ou ele aumentava as doações ao Partido dos Trabalhadores e à campanha da presidente da República ou ele não continuava com suas obras na Petrobras", disse o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014.
Pedaladas - Em outra frente de atuação contra o governo, os partidos de oposição também anunciaram que vão recorrer ao Tribunal de Contas da União (TCU) com a acusação de que as chamadas pedaladas fiscais ocorreram também em 2015. As chamadas "pedaladas" fazem parte da estratégia do governo de segurar pagamentos devidos a bancos públicos com o intuito de registrar gastos menores. Com isso, o governo conseguia melhorar artificialmente suas contas para engordar a meta de superávit primário - que é a economia feita para o pagamento dos juros da dívida pública. A operação, no entanto, é considerada irregular, pois fere a Lei de Responsabilidade Fiscal. Atualmente, o TCU já analisa o uso das pedaladas em 2014. No último dia 16, por unanimidade, a Corte decidiu abrir prazo de trinta dias para que a presidente Dilma explique a manobra e as diversas irregularidades encontradas pelo órgão de controle nas contas do governo referentes ao ano passado. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: O "jornalismo companheiro" nadou de braçadas. O Aécio está fornecendo manchetes para a Folha de S. Paulo e seus homólogos.

Sponholz: Ninguém entende o 'dilmês'.


VÍDEO ESPECIAL: VOTO ELETRÔNICO É FACILMENTE FRAUDÁVEL, AFIRMA ESPECIALISTA BRITÂNICO EM TECNOLOGIA.



Leitor do blog acaba de me enviar pelo Twitter o link para este vídeo legendado em que o especialista em informática britânico Tom Scott mostra por que e como o voto eletrônico é facilmente manipulável.

É interessante notar como em diversos momentos a explicação de Scott se assemelha à realidade das eleições brasileiras, desde em 2014 a divulgação do resultado da eleição presidencial feita por uma única pessoa em quem basicamente se devia confiar cegamente -- no caso, o ex-advogado do PT Dias Toffoli -- até a incessante pregação da Justiça Eleitoral frisando as supostas confiabilidade e transparência do sistema eletrônico.

Vale a pena ver e compartilhar este post espalhando nas redes sociais.

COLLOR TAMBÉM PEDALAVA...

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Nesta foto o então presidente Fernando Collor, se prepara para dar as suas pedaladas, no momento em que protagoniza mais uma de suas façanhas de pretenso líder carismático. Sim, porque o líder carismático a partir do conceito weberiano tem de alimentar a crença de seus sequazes na sua infalibilidade e poderes extraordinários tendo em vista manutenção do poder.

Nessa época bicicleta ainda não era denominada "bike" e também não era peça constitutiva da deletéria engenharia social que leva as pessoas a terem comportamentos bizarros na defesa de causas completamente estúpidas e, aparentemente, sem quaisquer nexos causais.

Todavia, isso faz parte da engenharia social cujo fim último é destruir a liberdade individual. Falta pouco para que qualquer dia apenas os detentores do poder estatal e empresários grandalhões e seus acólitos possam usufruir do automóvel. Para os pobres mortais restará como veiculo de locomoção a bicicleta. Em estágio avançado dessa engenharia social até o transporte coletivo será restrito porque usa combustível fóssil.

Ontem à noite quando trafegava pela av. Beira Mar, aqui em Florianópolis, testemunhei um fato insólito. Ciclistas em grupo com aqueles capacetes ridículos nas cabeças e vestimentas especiais seguiam em forma de manada em suas bicicletas pela ciclovia. 

Mas voltando ao Collor e sua bicicleta, se vê que o mago do marketing petralha, o baiano João Santana, espécie de ministro sem Pasta do Planalto, deve ter se inspirado no ex-presidente 'impichado' quando resolveu determinar à Dilma que saísse por aí trepada numa bike.

Neste caso teremos uma exceção: a história poderá se repetir em todos os detalhes... Nos porões da famigerada "Casa da Dinda", dizem que Collor promovia missas negras com sacrifícios de bodes de forma a lhe conferir o poder absoluto.

Deu no que deu.

Pedala, Dilma, pedala...

A INSANIDADE DAS LOMBADAS E TACHÕES

Lombadas e tachões dão a medida exata da predominância da estupidez no Brasil. E não há um miserável parlamentar com inteligência suficiente para apresentar um projeto de lei banindo essa praga das ruas e estradas brasileiras. Quem sabe por tras dessa insanidade possam existir "lombadões" e "tacholões" emulando o "petrolão".
Por Edson O. T. Goeldner (*)   
Vi há algum tempo, na televisão, uma reportagem sobre carros tunados, que foram apresentados em uma exposição no Centro Multiuso de São José, aqui na Grande Florianópolis, onde o repórter fazia uma entrevista. 
Tunar um carro é equipá-lo ao gosto do dono. Este pode gastar alguns reais em acessórios ou quantias muito acima do valor de mercado do veículo. Um dos exemplos é a substituição da suspensão original, com molas e amortecedores, pela pneumática, que custa 15, 20 mil reais. Se for adicionado um sistema de som de grande potência, o custo pode dobrar, chegando a quase 50 mil ou mais. Pode-se ainda, redecorar o interior, colocando bancos revestidos com couro, tapetes especiais, etc.. Como se vê, há “tunning” para todos os gastos e gostos. 
Mas, dizia eu, o repórter falava com o proprietário de um carro com suspensão pneumática, que permite, entre outras coisas, que o carro fique a alguns poucos centímetros do chão. “E tu consegues andar com a suspensão assim arriada, sem danificar nada?” pergunta o entrevistador. E vem a resposta: “bom, se fosse andar nos Estados Unidos ou na Europa seria possível, pois lá, as estradas e ruas são um verdadeiro tapete. Mas, aqui no Brasil não dá. Há lombadas, tachas, tachões e buracos demais.”
E eu completo o pensamento dele: “não é só ele, não. Os proprietários de Porsches, Ferraris e Lamborguinis também têm sérios problemas. E os de carros comuns também, pois as lombadas são feitas fora das normas, fazendo com que qualquer carro comum arraste o assoalho ou o escapamento. E as tachas e os tachões são proibidos por danificarem os veículos, conforme a Resolução 336/2009 do Contran. O meu Puma, por exemplo, tem 15 cm de altura do solo, conforme o manual da fábrica, já cotejados por mim, e, no entanto, vive se arrastando nos quebra-molas. Aliás, basta olhá-los – os quebra-molas -  para ver as marcas sulcadas pelos carros.” 
“Mas, tudo isso se resume no descaso e desrespeito do poder público para com o cidadão, seja ele quem for.”   
Não é a toa que o povo ordeiro e pacífico está indo às ruas, pois está cansado de ser espoliado pelo governo, seja ele de que nível seja.
“Basta um morador pedir à Prefeitura para colocar uma em frente de sua casa e, em seguida, nasce mais uma lombada. A individualidade vence o interesse coletivo. E, a partir de então, todo carro que venha em uma velocidade compatível com a via, que é a esmagadora maioria, freia, muda de marcha, ultrapassa a lombada, acelera e troca novamente de marcha. Essa operação toda faz com que o consumo de combustível aumente significativamente. E, não falei que, salvo raríssimas exceções, a pintura se desvanecerá com o tempo; ela, a lombada, passará a ser quase invisível. Isso quando não chegamos ao absurdo de termos, como por exemplo, na Avenida Ivo Silveira, em frente ao supermercado do Angeloni, duas lombadas distanciadas 50m, aproximadamente, uma da outra.” 
“Se levarmos em consideração que facilmente o cidadão passa por vinte lombadas por dia em seus deslocamentos, façamos a conta de quanto isso pesa no seu bolso, ao fim do mês, com o desgaste do carro e com o gasto desnecessário com combustível.” 
“Agora, pensemos grande, na macroeconomia. Quanto de divisas o país perde ao importar gasolina para queimar dessa forma?” 
Mas, acredito eu, a praga das lombadas acabaria se, por lei, o autor do pedido para a confecção de uma, tivesse que arcar com o custo de implantação e o da manutenção – pintura periódica, reposição de placas de advertência, etc. - fosse apenas um cidadão, uma associação de bairro, um vereador ou qualquer outra autoridade.
Quanto à praga de tachas e tachões, pela Resolução 336/2009 do Contran, que alterou a Resolução 39/1998, são proibidos de serem utilizados como redutores de velocidade por causarem danos aos veículos, ao serem dispostos transversalmente ao eixo da via. Só podem ser empregados para separar o tráfego de trânsito de fluxos contrários ao longo da via. Seu emprego como redutores de velocidade, entendo eu, é crime de lesa-cidadão ou contra a economia popular, passível de punição, na forma da lei, do responsável que autorizou mais este desrespeito ao cidadão. E o tão presente Ministério Público não diz nada a esse respeito.
(*) Edson O. T. Goeldner é arquiteto 

Sponholz: Corrupção descomunal!


MILTON PASCOWITCH, O LOBISTA LIGADO A ZÉ DIRCEU, ACERTA COM A JUSTIÇA DELAÇÃO PREMIADA E PROMETE CONTAR O QUE SABE SOBRE O PETROLÃO.

José Dirceu e Milton Pascowitch (Foto do site de Veja)
O empresário Milton Pascowitch, preso em maio na 13ª fase da Operação Lava Jato da Polícia Federal, celebrou acordo de delação premiada e prometeu contar às autoridades o que sabe sobre o escândalo do petrolão. Pascowitch é ligado ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado no julgamento do mensalão e também investigado em um inquérito sobre o esquema de corrupção que envolve a Petrobras, que pode ter movimentado mais de 6 bilhões de reais. Sua delação, já homologada pelo juiz Sergio Moro, pode contribuir para que a força-tarefa consiga novos indícios da participação do ex-homem forte do governo Lula no propinoduto que sangrou os cofres da estatal.
Milton Pascowitch é o 18º delator da Lava Jato. Além de dar informações sobre o possível envolvimento de Dirceu com o esquema, as revelações do lobista podem abrir e reforçar novas linhas de investigação, principalmente sobre o bilionário mercado de exploração do pré-sal. Em depoimento, o ex-vice-presidente da construtora Engevix, Gerson Almada, disse ter pago até 0,9% para Pascowitch por contratos de sondas de exploração de petróleo da Petrobras com a empresa Sete Brasil.
Pascowitch foi preso no final de maio pela Polícia Federal. Com a delação, ele foi autorizado a cumprir prisão domiciliar com o uso de uma tornozeleira eletrônica. O empresário pagou parte da sede da JD Assessoria e Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu, apontada pelos investigadores do petrolão como um dos possíveis propinodutos para lavar dinheiro desviado da Petrobras. A empresa Jamp Engenheiros Associados, de propriedade do empresário, desembolsou 400.000 reais dos 1,6 milhão de reais utilizados na aquisição do imóvel que sediava a JD, em São Paulo. Mais: uma empresa de Milton Pascowitch também comprou um imóvel em nome de Camila, filha de Dirceu, no bairro da Saúde, na capital paulista.
O Ministério Público Federal investiga há meses a Jamp, considerada uma empresa de fachada suspeita de ser usada para lavar dinheiro do escândalo do petrolão. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o vice-presidente da Engevix, Gerson Alamada, disse que Dirceu fazia "lobby internacional" em nome da empreiteira, enquanto Pascowitch atuava como mediador das "relações partidárias" da construtora. A Engevix pagou pouco mais de 1 milhão de reais à JD Assessoria e Consultoria, empresa de Dirceu, conforme mostrou o site de VEJA. Pascowitch já havia sido detectado também na lista de supostos clientes da "consultoria" de José Dirceu. No rol de contratantes compilados pela Receita Federal, aparece a Jamp - ela pagou 1,457 milhão de reais para Dirceu.
Sigilos - Condenado no julgamento do mensalão por corrupção ativa, José Dirceu é alvo de inquérito na Lava Jato e teve os sigilos fiscal e bancário quebrados em janeiro após o Ministério Público, em parceria com a Receita Federal, ter feito uma varredura nas empreiteiras investigadas na Lava Jato em busca de possíveis crimes tributários praticados pelos administradores da OAS, Camargo Correa, UTC/Constran, Galvão Engenharia, Mendes Junior, Engevix e Odebrecht. Os investigadores já haviam suspeitado que as empreiteiras cujas cúpulas são alvo de investigação, unidas em um cartel fraudaram contratos para a obtenção de obras da Petrobras, utilizavam empresas de fachada para dar ares de veracidade à movimentação milionária de recursos ilegais.
Ao site de VEJA, o advogado Roberto Podval, que integra a banca de defesa do ex-ministro da Casa Civil, disse que a delação do executivo "não muda nada" para o ex-ministro José Dirceu. "Dirceu não tem nenhuma ligação com a Petrobras", afirmou. "Para se fazer justiça e prender o Zé Dirceu é necessário prender todos os outros que foram citados". O advogado de Pascowitch, Theo Dias, declarou que não poderia comentar o caso. Do site da revista Veja

Sponholz: Mandioca na Casa Branca.


segunda-feira, junho 29, 2015

OS EMPRESÁRIOS DE ARAQUE ASSOCIADOS AOS VERMES DO FORO DE SÃO PAULO. O QUE A DILMA FALA É COMPLETAMENTE IRRELEVANTE. O BURACO É MAIS EMBAIXO.

Esta foto diz muita coisa. Nessa oportunidade o petrolão não havia explodido...
Depois de o empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, ter afirmado, em um acordo de delação premiada, que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de 18 políticos, o executivo vai agora depor em outro processo que pode complicar ainda mais o governo Dilma Rousseff. Pessoa é uma das testemunhas na ação de investigação judicial eleitoral (Aije) que apura irregularidades na arrecadação da campanha de Dilma no ano passado. O empreiteiro será ouvido em 14 de julho no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo.
Outros delatores da Lava Jato também já foram relacionados como testemunhas na investigação eleitoral. No processo, o PSDB afirma que a presidente Dilma cometeu abuso de poder econômico e político nas eleições do ano passado. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, já havia determinado que fossem ouvidos o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.
Em dezembro, o PSDB protocolou ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), listando fatos que considera ilegais ao longo da campanha presidencial, como o uso de prédios públicos para atividades eleitorais e a manipulação de indicadores sócio-econômicos, e solicita que a Corte diplome os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), respectivamente candidatos a presidente e vice-presidente, que terminaram a corrida eleitoral na segunda colocação.
De acordo com o PSDB, "a eleição presidencial de 2014, das mais acirradas de todos os tempos, revelou-se manchada de forma indelével pelo abuso de poder, tanto político quanto econômico" praticado em proveito de Dilma e do vice-presidente reeleito Michel Temer. Para o partido, as irregularidades praticadas pela campanha à reeleição da petista teriam sido, na verdade, "uma ação coordenada visando a garantir o êxito do projeto reeleitoral dos investigados". Na ação de investigação judicial eleitoral, o PSDB relembra que a própria presidente, ainda na fase de pré-campanha, afirmou, em um ato público na cidade de João Pessoa (PB), que é possível "fazer o diabo quando é a hora da eleição".
Conforme revelou VEJA, o empreiteiro Ricardo Pessoa contou em seu acordo de delação premiada que foi persuadido "de maneira bastante elegante" pelo atual ministro da Secretaria de Comunicação, Edinho Silva, a contribuir com a campanha petista de 2014. A abordagem lhe custou 10 milhões de reais para a campanha de Dilma. Um servidor do Palácio chamado Manoel de Araújo Sobrinho acertou os detalhes dos pagamentos diretamente com Pessoa. Documentos entregues pelo empresário mostram que foram feitos dois depósitos de 2,5 milhões de reais cada um, em 5 e 30 de agosto de 2014. Depois dos pagamentos, Sobrinho acertou com o empreiteiro o repasse de outros 5 milhões para o caixa eleitoral de Dilma. Pessoa entregou metade do valor pedido e se comprometeu a pagar a parcela restante depois das eleições. Só não cumpriu o prometido porque foi preso antes.
"Não respeito delator" - Instada a comentar as acusações feitas por Pessoa, a presidente Dilma afirmou que "não respeita delator" e negou irregularidades em sua campanha. "Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar em uma delatora", disse a presidente, em Nova York. "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos.” Do site de Veja
MEU COMENTÁRIO: Quem está bancando essa canalhada que está destruíndo o Brasil são os empresários e banqueiros. São esse escrotos vagabundos que têm mantido o PT até aqui. 
Eu sei muito bem o que estou dizendo pois ao longo da minha vida profissional estive bem perto deles. Só para terem uma ideia, numa das últimas eleições para governador aqui em Santa Catarina, um empresário de Jaraguá do Sul concorreu como vice na chapa do PT, tendo na cabeça Ideli Salvatti. E não precisa dizer mais nada.
Bom, para começo de conversa não existem e nunca existiram empresários no Brasil. Essa gente sempre viveu saqueando o dinheiro público de todas as formas. Trata-se daquilo que se conceitua como 'patrimonialismo' e que deu origem ao famigerado "Estado cartorial". O PT apenas inovou no modus operandi de governar, associando-se a esses parasitas que acabaram se tornando seus moleques de recado, como esse empreiteiro grandalhão da UTC e seus homólogos.
Convenhamos: empresários de verdade não levam malas de dinheiro vivo para financiar o projeto de poder dos comunistas. 
E para concluir: O que a Dilma diz não faz a menor diferença. Sua expulsão do poder é apenas um detalhe burocrático. O epílogo de tudo isso será o esmagamento dos vermes comunistas. O PT e seus satélites terão que ter seus registros partidários cassados.
E anotem: não há alternativa. Nem precisa prender ninguém. Basta a proibição de partidos comunistas e a aprovação de lei antiterrorismo.

LULA: DA ARROGÂNCIA E DO RISO DEBOCHADO PARA O DESESPERADO CHORO CONVULSIVO FACE À REALIDADE CORROSIVA DOS FATOS.

O Antagonista anotou com precisão: "Lula estava, mais do que nervoso, histérico com a prisão de Marcelo Odebrecht. Agora, a IstoÉ informa que, além de insônia, ele teve uma crise de choro. Pavor de ir para a prisão.
Não adianta chorar, Lula".
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Tirante o site de Veja e de O Antagonista o resto da grande mídia nacional continua mordendo e assoprando. Na verdade, assopra mais, tratando de encontrar um linimento capaz de mitigar o clima de pavor que tomou conta de Lula depois que o seu amigão chefete da Odebrecht passou a ver o sol nascer quadrado. Sem falar na delação minuciosa e recheada de detalhes do mega empreiteiro Ricardo Pessoa, mote da reportagem-bomba da revista Veja desta semana, embalada em 12 páginas incandescentes, para dizer o mínimo.
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Nesta alturas dos acontecimentos e das estarracedoras revelações que vieram a público neste final de semana nem mesmo a inércia da oposição claudicante e omissa e do jornalismo pena alugada que campeia na grande imprensa serão capazes de deter o poder corrosivo dos fatos.
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E o jornalismo pena alugada continua tentando inflar a bola murcha do PT, anunciando que Lula vai articular o partido nesta segunda-feira em Brasília. Será? Esse tipo de matéria a respeito de Lula chega a ser ridícula, já que é feita semm ouvir o chefe do PT de viva voz. Faz quase dois anos que Lula foge dos jornalistas como o diabo foge da cruz, depois que explodiu o escândalo de corrupção envolvendo sua amante, Rosemary Noronha, que chefiava a representação do Palácio do Planalto em São Paulo. As matérias sobre Lula são feitas por intermédio de interlocutores.


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Lula e o PT estão em fim de carreira. E isto é ótimo para os brasileiros fartos de serem enganados e ludibriados pela cambada comunista do Foro de São Paulo. 

EX-MINISTRO GUIDO MANTEGA, DO PT, VOLTA SER HOSTILIZADO EM RESTAURANTE DE SÃO PAULO NESTE DOMINGO.

O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi novamente hostilizado enquanto almoçava com a família neste domingo, 28. O ex-ministro estava almoçando no restaurante Trio, na Vila Olímpia, na zona Sul de São Paulo, e clientes do estabelecimento chamaram o ministro de "ladrão e sem vergonha" aos gritos.

- Ladrão, palhaço, sem vergonha - disse um cliente do estabelecimento.
- Vocês acabaram com o País - completou aos berros enquanto Mantega se levantava.
Esta não é a primeira vez que Mantega passa por apuros desse tipo. Em fevereiro, o ex-ministro foi hostilizado no hospital Albert Einstein, também em São Paulo, ao lado de sua mulher.
Mantega foi ministro da Fazenda por oito anos entre os governos Lula e Dilma.
O ex-dirigente da Fazenda chegou a levantar quando os gritos começaram, mas pessoas próximas a Mantega informaram que ele não foi agredido fisicamente e que o ex-ministro não respondeu aos xingamentos. "Nesta semana, ele foi muito bem recebido em dois restaurantes, chegaram a pedir para tirar selfie com ele. O que aconteceu hoje foi um incidente", afirmou uma pessoa próxima a Mantega. Do site da revista Veja

Sponholz: A ira dos aposentados!


domingo, junho 28, 2015

CAMPANHA DE LULA À REELEIÇÃO RECEBEU R$ 2,4 MILHÕES EM DINHEIRO VIVO DESVIADO DA PETROBRAS, REVELA O DELATOR DO PETROLÃO.

Caneco, tulipa, senha, contrassenha e milhões em dinheiro vivo. Empreiteiro grandalhão entregou o Lula. Peguem ele.
Em 2006, Lula conquistou um novo mandato ao derrotar, em segundo turno, o tucano Geraldo Alckmin. Com a vitória, ele adotou como prática zombar dos efeitos eleitorais do mensalão, descoberto um ano antes e até então o maior esquema de corrupção política da história do país. As denúncias de compra de apoio parlamentar, dizia o líder petista, não haviam sido capazes de conter o projeto de poder do partido. Também pudera. Sem que ninguém soubesse, na campanha à reeleição, Lula contou com a ajuda do petrolão e recebeu uma bolada desviada dos cofres da Petrobras. Segundo o empreiteiro Ricardo Pessoa, a UTC contribuiu com 2,4 milhões de reais em dinheiro vivo para a campanha à reeleição de Lula, numa operação combinada diretamente com José de Filippi Júnior, que era o tesoureiro da campanha e hoje trabalha como secretário de Saúde da cidade de São Paulo. Para viabilizar a entrega do dinheiro e manter a ilegalidade em segredo, o empreiteiro amigo de Lula e o tesoureiro do presidente-can­didato montaram uma operação clandestina digna dos enredos rocambolescos de filmes sobre a máfia.
Pessoa contou aos procuradores que ele, o executivo da UTC Walmir Pinheiro e um emissário da confiança de ambos levavam pessoalmente os pacotes de dinheiro ao comitê da campanha presidencial de Lula. Para não chamar a atenção de outros petistas que trabalhavam no local, a entrega da encomenda era precedida de uma troca de senhas entre o pagador e o beneficiário. Ao chegar com a grana, Pessoa dizia "tulipa". Se ele ouvia como resposta a palavra "caneco", seguia até a sala de Fi­lip­pi Júnior. A escolha da senha e da contrassenha foi feita por Pessoa com emissários do tesoureiro da campanha de Lula numa choperia da Zona Sul de São Paulo. Antes de chegar ao comitê eleitoral, a verba desviada da Petrobras percorria um longo caminho. Os valores saíam de uma conta na Suíça do consórcio Quip, formado pelas empresas UTC, Iesa, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que mantém contratos milionários com a Petrobras para a construção das plataformas P-53, P-55 e P-63. Em nome do consórcio, a empresa suíça Quadrix enviava o dinheiro ao Brasil. A Quadrix também transferiu milhares de dólares para contas de operadores ligados ao PT.
Pessoa entregou aos investigadores as planilhas com todas as movimentações realizadas na Suíça. Os pagamentos via caixa dois são a primeira prova de que o ex-presidente Lula foi beneficiado diretamente pelo petrolão. Até agora, as autoridades tinham informações sobre as relações lucrativas do petista com grandes empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, mas nada comparável ao testemunho e aos dados apresentados pelo dono da UTC. Depois de deixar o governo, Lula foi contratado como palestrante por grandes empresas brasileiras. Documentos obtidos pela Polícia Federal mostram que ele recebeu cerca de 3,5 milhões de reais da Camargo Corrêa. Parte desse dinheiro foi contabilizada pela construtora como "doações" e "bônus eleitorais" pagos ao Instituto Lula. Conforme revelado por VEJA, a OAS também fez uma série de favores pessoais ao ex-presidente, incluindo a reforma e a construção de imóveis usados pela família dele. UTC, Camargo Corrêa e OAS estão juntas nessa parceria. De diferente entre elas, só as variações dos apelidos, das senhas e das contrassenhas. "Brahma", "tulipa" e "caneco", porém, convergem para um mesmo ponto. Do site da revista Veja

Sponholz: Dilma e o "Brahma".


sábado, junho 27, 2015

REPÚBLICA DO 'PIXULECO': EMPRESÁRIO GRANDALHÃO DETALHA EM SUA DELAÇÃO COMO O TESOUREIRO DO PT PEGAVA AS PROPINAS DIRETAMENTE NA SEDE DA UTC.

MOCH - Ricardo Pessoa contou que o tesoureiro do PT ia regularmente a seu escritório em São Paulo nos sábados para buscar dinheiro desviado dos cofres da Petrobras
Homem do dinheiro, João Vaccari Neto é citado em diferentes trechos da delação de Ricardo Pessoa. O tesoureiro do PT aparece cobrando propina, recebendo propina, tratando sobre propina. O empreiteiro contou que conheceu Vaccari durante o primeiro governo Lula, mas foi só a partir de 2007 que a relação entre os dois se intensificou. Por orientação do então diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, um dos presos da Operação Lava-Jato, Pessoa passou a tratar das questões financeiras da quadrilha diretamente com o tesoureiro. A simbiose entre corrupto e corruptor era perfeita, a ponto de o dono da UTC em suas declarações destacar o comportamento diligente do tesoureiro: "Bastava a empresa assinar um novo contrato com a Petrobras que o Vaccari aparecia para lembrar: 'Como fica o nosso entendimento político?'". A expressão "entendimento político", é óbvio, significava pagamento de propina no dialeto da quadrilha. Aliás, propina, não. Vaccari, ao que parece, não gostava dessa palavra.
Como eram dezenas de contratos e centenas as liberações de dinheiro, corrupto e corruptor se encontravam regularmente para os tais "entendimentos políticos". João Vaccari era conhecido pelos comparsas como Moch, uma referência à sua inseparável mochila preta. Ele se tornou um assíduo frequentador da sede da UTC em São Paulo. Segundo os registros da própria empreiteira, para não chamar atenção, o tesoureiro buscava "as comissões" na empresa sempre nos sábados pela manhã. Ele chegava com seu Santa Fé prata, pegava o elevador direto para a sala de Ricardo Pessoa, no 9º andar do prédio, falava amenidades por alguns minutos e depois partia para o que interessava. Para se proteger de microfones, rabiscava os valores e os porcentuais numa folha de papel e os mostrava ao interlocutor. O tesoureiro não gostava de mencionar a palavra propina, suborno, dinheiro ou algo que o valha. Por pudor, vergonha ou por mero despiste, ele buscava o "pixuleco". Assim, a reunião terminava com a mochila do tesoureiro cheia de "pixulecos" de 50 e 100 reais. Mas, antes de sair, um último cuidado, segundo narrou Ricardo Pessoa: "Vaccari picotava a anotação e distribuía os pedaços em lixos diferentes". Foi tudo filmado. Do site da revista Veja/Trecho da reportagem-bomba da revista que chegou às bancas neste sábado.

Sponholz: Dilma em fuga para os EUA!


DO ESPLENDOR À RUÍNA: AS VIAGENS INTERNACIONAIS DE LULA À BORDO DA ODEBRECHT E DE OUTRAS EMPRESAS. BRAHMA BEIJAVA O ROSTO DO LOBISTA.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acomodava-se no Gulfstream G200, avião executivo com altura de cabine de quase 2 metros, naquele 21 de maio de 2011. O jatinho é um dos maiores de sua classe, a executiva. Tem mesa de reunião, acabamento em madeira de lei e pontos USB para laptops. A viagem de cerca de 5.000 quilômetros do Panamá a São Paulo aconteceu na aeronave prefixo PR-WTR. Lula não estava sozinho. Voava ao lado do lobista da Odebrecht Alexandrino Alencar, preso recentemente na Operação Lava Jato, acusado de ajudar a empreiteira a operar as propinas do petrolão no exterior. Alexandrino pediu demissão na semana passada de seu cargo na Odebrecht e teve a prisão preventiva decretada pelo juiz Sergio Moro. Em seu despacho, Moro escreveu: “Além das provas em geral do envolvimento da Odebrecht no esquema criminoso de cartel, ajuste de licitações e de propina, há prova material de proximidade entre Alberto Youssef e Alexandrino Alencar”. Naquele dia de maio de 2011, Lula passou pelo sistema de migração da Polícia Federal às 7h07; o lobista, quatro minutos depois. Estavam juntos, como juntos estavam em mais aventuras do que admitem até hoje.
ÉPOCA obteve um relatório da PF com as entradas e as saídas do Brasil de Lula e do lobista Alexandrino, entre 2011 e o início deste ano. Há a comprovação de duas viagens da dupla, que já haviam sido noticiadas (para Cuba e para Guiné Equatorial), e a revelação de que ambos estiveram juntos em mais quatro ocasiões (nessa viagem para o Panamá; numa outra para Colômbia, Peru e Equador; numa terceira para Portugal; e numa quarta para a África, passando porAngola e Gana). Além de atestar que a relação de Lula e Alexandrino era muito próxima, as planilhas da PF permitem, pela primeira vez, conhecer o sistema Uber particular de Lula – quem banca e como viaja o ex-presidente pelo mundo afora. São 78 trechos internacionais. As planilhas não identificam destino e origem das viagens. Mas apontam quem são os donos das aeronaves: em alguns casos, empreiteiras, bancos, importadores e companhias têxteis. Em outros, empresas alugando jatinhos de companhias de táxi-aéreo.
LULA TROCAVA BEIJOS COM LOBISTA
As viagens de Lula e Alexandrino não foram ocasionais. Os dois são amigos. Depois das viagens que faziam juntos, costumavam se cumprimentar com afetuosos beijos no rosto. Na sala de Alexandrino, na sede da Odebrecht em São Paulo, uma foto com Lula dividia espaço com retratos de familiares do executivo. Quando se referia a Lula, Alexandrino o chamava de “presidente” ou de “chefe” – deferência não dispensada nem sequer ao próprio Marcelo Odebrecht.
Tamanha era a intimidade entre os dois que Alexandrino acompanhava Lula em reuniões e eventos restritos a autoridades de Estado, mesmo quando o tour não era bancado exclusivamente pela Odebrecht. Numa excursão pela América do Sul, Lula viajou com uma comitiva de executivos da OAS, da Camargo Corrêa, da Andrade Gutierrez e da onipresente Odebrecht – todas acusadas de participar do cartel do petrolão. A viagem começou pela Colômbia: Lula embarcou em 3 de junho de 2013, às 9h41, de São Paulo para Bogotá. Lula foi a bordo do mesmo jatinho que o levara ao Panamá, dois anos antes. O lobista da Odebrecht (Alexandrino, não Lula) havia embarcado horas antes, às 7h39, para a capital colombiana. Lá, eles se encontraram com o presidente do país, Juan Manuel Santos, e participaram de encontros com empresários. Lula e Alexandrino seguiram então para o Peru, onde foram recebidos pelo então chefe de Estado, Ollanta Humala. Em fotos oficiais, o lobista da Odebrecht aparece a um passo de Lula. Os dois não param de rir. O périplo político da dupla terminou no dia 8 de junho de 2013, data em que ambos regressaram ao Brasil, em voos diferentes.
Em encontros com autoridades estrangeiras, Lula sempre defendia o interesse das empresas brasileiras em fazer negócios com o país de destino. “Por isso, a gente fazia questão de bancar as viagens dele”, disse um executivo de uma grande empreiteira antes de ser preso na última fase da  Lava Jato. O investimento se mostrava certeiro. Em 13 de março de 2013, por volta das 8 horas, Lula e Alexandrino embarcaram no aeroporto de Guarulhos com destino a Nigéria, Benin, Gana e Guiné Equatorial. Quatro meses depois dessa passagem de Lula pela África, a Odebrecht ganhou um contrato de uma obra de transporte com o governo ganês, contando com US$ 200 milhões do BNDES. Em 17 de abril do mesmo ano, o presidente de Gana, John Mahama, visitou o Brasil para lançar o seu livro Meu primeiro golpe de Estado. Aproveitou para ter reuniões reservadas com Lula e representantes da Odebrecht, segundo telegramas do Itamaraty.
INTIMIDADE E SORRISOS: O ex-presidente Lula e o lobista Alexandrino Alencar (ao fundo, de gravata) em visita ao Peru, em 2013. Os dois são amigos e costumam se cumprimentar com beijos no rosto durante as viagens que fazem juntos.
BRAHMA PODIA DECIDIR ROTEIRO
Em alguns casos, era o próprio Lula quem decidia quando e para onde queria viajar. Em mensagens de celular enviadas em 12 de novembro de 2013, Léo Pinheiro, presidente da construtora OAS, outro amigo de Lula preso na Lava Jato, e o diretor da área internacional da companhia, Augusto César Uzeda, acertavam detalhes dos preparativos para uma viagem do petista, a quem chamam de “Brahma”. “O Brahma quer fazer a palestra dia 24/25 ou 26/11 em Santiago”, diz Léo Pinheiro. “Amanhã começamos a organizar, o avião é por nossa conta”, escreve Uzeda. No dia 26 de novembro, às 10h53, conforme o combinado, o ex-presidente passou pela imigração e, em seguida, embarcou no mesmo Gulfstream G200, alugado da Global Aviation. No Chile, ele participou do seminárioDesenvolvimento e integração da América Latina. No dia 10 de dezembro de 2013, um consórcio integrado pela OAS, a sul-coreana Hyundai, a francesa Systra e a norueguesa AasJakobsen venceu a licitação para a construção de uma ponte de 2.750 metros sobre o Canal de Chacao, considerado o mais longo da América Latina, depois de apresentar a única oferta. O valor estimado do investimento da obra é de US$ 680 milhões.
Numa viagem de Lula e Alexandrino para Cuba, República Dominicana e Estados Unidos, em janeiro de 2013, a Odebrecht pagou, por meio de sua parceira comercial D.A.G. Construtora, R$ 435 mil para fretar uma aeronave da Líder Táxi-Aéreo, segundo revelou o jornal O Globo em abril deste ano. Em 2011, Lula incluiu Alexandrino numa viagem à Guiné Equatorial em que ia como chefe da delegação brasileira participar da Assembleia da União Africana, de acordo com reportagem da Folha de S.Paulo.
Documentos obtidos por ÉPOCA revelam que empresas de diversos setores bancaram as viagens de Lula pelo mundo afora. Ainda no ramo das empreiteiras, no dia 5 de setembro de 2011, por volta das 11h30, o ex-presidente embarcou numa aeronave modelo Falcon 900EX Easy no aeroporto internacional do Recife. A operadora do jato é a Morro Vermelho Táxi-Aéreo, do grupo Camargo Corrêa – que, além de cobrir as despesas com o avião, doou R$ 3 milhões ao Instituto Lula e repassou R$ 1,5 milhão para a empresa do líder petista LILS Palestras Eventos e Publicidade entre 2011 e 2013. Meses antes, em fevereiro, Lula viajara a bordo de um Cessna C750, dacompanhia têxtil Coteminas, do empresário Josué Gomes da Silva, e embarcara num Bombardier BD-700 Global Express, pertencente à mineradora Vale, com destino a Guiné, onde participou de um evento de início das obras de reconstrução de uma ferrovia. Clique AQUI para continuar lendo

LEVY, O MINISTRO DA FAZENDA PETISTA, FOI INTERNADO EM HOSPITAL DE BRASÍLIA. FORTES DORES NO PEITO.

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi a um hospital de Brasilia na noite de sexta-feira sentindo dores no peito.
O ministro, que sabidamente tem uma rotina estressante de trabalho, fez exames e já passa bem.
Ele teria sofrido uma embolia pulmonar e não embarcará para Washington com a Presidente Dilma Rousseff amanhã cedo, como estava planejado.
De acordo com um assessor, que falou com o ministro há pouco ao telefone, ele pretende embarcar no domingo.
A notícia foi dada em primeira mão pelo colunista Ancelmo Gois, do GLOBO. Da coluna Mercados/Site de Veja

Sponholz: Lula afirma que não sabe de nada e não viu nada!


sexta-feira, junho 26, 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA AS CONFISSÕES DO EMPREITEIRO DELATOR E ABRE O CAMINHO PARA O IMPEACHMENT DA DILMA E PROSCRIÇÃO DO PT

A reportagem-bomba de Veja que chega às bancas neste sábado não poderia ser diferente. São 12 páginas que recheiam o miolo da publicação. Veja teve acesso aos espantosos relatos que levaram o Supremo Tribunal Federal (STF) a aceitar a delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC. 

O resumo da reportagem-bomba, que é um aperitivo apenas dessa história cabulosa que tem mantido o PT no poder até agora e poderá ser lida nas 12 páginas de Veja, é uma narrativa demolidora, impressionante! Na sua delação à Justiça, Ricardo Pessoa confessou que com a verba desviada da Petrobras, a UTC doou dinheiro para as campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais. A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. Altas somas. 

Deve-se assinalar, que essa soma fabulosa de dinheiro roubado dos cofres públicos é que tem financiado até aqui o tal "projeto do PT", ao qual Lula se refere sempre. Esse projeto é o projeto do Foro de São Paulo, a organização comunista transnacional destinada a solapar a democracia e as liberdades civis para entronizar eternamente no poder esses velhacos que estão destruindo o Brasil e todos os países latino-americanos. O exemplo mais eloquente é a Venezuela e, mais recentemente, o Equador, conforme revelei nesta sexta-feira aqui no blog. Portanto, não há justificativas de nenhuma espécie para protelar a permanência do PT no poder. E mais, sua própria existência, já que colide frontalmente com os anseios do povo brasileiros fundados na democracia, na paz, na segurança e na liberdade.

Transcrevo, do site da revista Veja, um resumo ligeiro dessa reportagem-bomba que é histórica e que deve ser lida e guardada por todos os cidadãos brasileiros, de sorte que nunca mais a Nação brasileira seja exposta à rapinagem desses vagabundos asquerosos. Também reproduzo abaixo a lista de políticos que se locupletaram com o dinheiro desviado da Petrobras. É uma indecência odiosa! Têm de ser punidos com a perda do mandato e uma temporada na cadeia. Leiam:

O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, tem contratos bilionários com o governo, é apontado como o chefe do clube dos empreiteiros que se organizaram para saquear a Petrobras e cliente das palestras do ex-presidente Lula. Desde a sua prisão, em novembro passado, ele ameaça contar com riqueza de detalhes como petistas e governistas graúdos se beneficiaram do maior esquema de corrupção da história do país. Nos últimos meses, Pessoa pressionou os detentores do poder - por meio de bilhetes escritos a mão - a ajudá-lo a sair da cadeia e livrá-lo de uma condenação pesada. Ao mesmo tempo, começou a negociar com as autoridades um acordo de delação premiada. o empresário se recusava a revelar o muito que testemunhou graças ao acesso privilegiado aos gabinetes mais importantes de Brasília. O Ministério Público queria extrair dele todos os segredos da engrenagem criminosa que desviou pelo menos 6 bilhões de reais dos cofres públicos. Essa negociação arrastada e difícil acabou na semana passada, quando o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de colaboração entre o empresário e os procuradores.
VEJA teve acesso aos termos desse acerto. O conteúdo é demolidor. As confissões do empreiteiro deram origem a 40 anexos recheados de planilhas e documentos que registram o caminho do dinheiro sujo. Em cinco dias de depoimentos prestados em Brasília, Pessoa descreveu como financiou campanhas à margem da lei e distribuiu propinas. Ele disse que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de 18 figuras coroadas da República. Foi com a verba desviada da estatal que a UTC doou dinheiro para as campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais. A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. Altas somas.
O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, tem contratos bilionários com o governo, é apontado como o chefe do clube dos empreiteiros que se organizaram para saquear a Petrobras e cliente das palestras do ex-presidente Lula. Desde a sua prisão, em novembro passado, ele ameaça contar com riqueza de detalhes como petistas e governistas graúdos se beneficiaram do maior esquema de corrupção da história do país. Nos últimos meses, Pessoa pressionou os detentores do poder - por meio de bilhetes escritos a mão - a ajudá-lo a sair da cadeia e livrá-lo de uma condenação pesada. Ao mesmo tempo, começou a negociar com as autoridades um acordo de delação premiada. o empresário se recusava a revelar o muito que testemunhou graças ao acesso privilegiado aos gabinetes mais importantes de Brasília. O Ministério Público queria extrair dele todos os segredos da engrenagem criminosa que desviou pelo menos 6 bilhões de reais dos cofres públicos. Essa negociação arrastada e difícil acabou na semana passada, quando o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de colaboração entre o empresário e os procuradores.
VEJA teve acesso aos termos desse acerto. O conteúdo é demolidor. As confissões do empreiteiro deram origem a 40 anexos recheados de planilhas e documentos que registram o caminho do dinheiro sujo. Em cinco dias de depoimentos prestados em Brasília, Pessoa descreveu como financiou campanhas à margem da lei e distribuiu propinas. Ele disse que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de 18 figuras coroadas da República. Foi com a verba desviada da estatal que a UTC doou dinheiro para as campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais. A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. Altas somas. Do site de Veja
A DIVISÃO DO BUTIM
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DINHEIRO SUJO "POR DENTRO" E "POR FORA"
O site O Antagonista postou uma observação relevante: Leiam:
Alguns leitores estão confusos: o Estadão publicou que Ricardo Pessoa repassou 3,6 milhões de reais em dinheiro sujo para o caixa 2 da campanha de Dilma Rousseff. Há até uma planilha intitulada "Pagamentos ao PT por caixa dois". A Veja, por sua vez, forneceu valores bem mais altos de dinheiro sujo, só que repassados "por dentro" para campanhas de 18 políticos.
A conclusão lógica é que Ricardo Pessoa alimentou campanhas "por fora" e "por dentro", mas sempre com dinheiro sujo. O Estadão teve acesso a uma parte da delação premiada e a Veja, a outra, até o momento.

BIG BOSS DO PETROLÃO CONFESSA REPASSE DE R$ 3,6 MILHÕES EM DINHEIRO SUJO A DILMA ROUSSEFF E ACENDE O ESTOPIM DO IMPEACHMENT

Ricardo Pessoa, o big boss do petrolão.
O ex-presidente da UTC, Ricardo Pessoa detalhou em depoimento de delação premiada que repassou R$ 3,6 milhões de caixa dois para o ex-tesoureiro da campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010, José de Filippi, e o ex-tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, entre 2010 e 2014. Ele entregou aos investigadores uma planilha intitulada "pagamentos ao PT por caixa dois" que relaciona os ex-tesoureiros a valores. 
Na quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou a delação de Ricardo Pessoa, o que significa que as informações prestadas por ele em depoimento à Procuradoria Geral da República poderão ser utilizadas como indícios para ajudar as investigações.
Atual secretário municipal de saúde de São Paulo, José de Filippi, é uma das pessoas mais próximas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de ser o responsável pelas contas da campanha de Dilma Rousseff ele foi o tesoureiro da campanha à reeleição de Lula em 2006.
Os supostos pagamentos a José de Filippi relacionados pelo ex-presidente da UTC em delação premiada somam R$ 750 mil e foram feitos nos anos eleitorais de 2010, 2012 e 2014. Há apenas um pagamento fora da calendário eleitoral, no ano de 2011, de R$ 100 mil. 
Em 2010, quando era tesoureiro da campanha de Dilma, conforme a planilha, ele teria recebido de caixa dois R$ 250 mil. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há registro de repasse de R$ 1 milhão da UTC para a direção nacional do PT. Na prestação da campanha de Dilma, não há registro de doação da empreiteira nem do seu braço Constran. Nos demais anos, a planilha do "caixa dois" indica repasses nos valores de: 2012 (R$ 200 mil); 2013 (R$ 100 mil) e 2014 (R$ 100 mil). 
Pessoa chegou a arrolar Fillipi como sua testemunha de defesa no processo em que o empreiteiro é acusado de chefiar o esquema de empreiteiras que pagava propina para executivos e partidos políticos em troca de conseguir os melhores contratos na petroleira. A lista de testemunhas na época causou estranheza até mesmo do juiz Sérgio Mouro que pediu explicações sobre a escolha dos nomes. 
Vaccari. A planilha apresentada por Pessoa no processo de delação premiada também relaciona o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que ocupou o cargo até abril deste ano. O petista esta preso acusado de ser o operador do PT no esquema de corrupção e de ter lavado dinheiro para o partido. Na relação apresentada por Pessoa, ele aparece relacionado a suposto pagamento de caixa dois no valor de R$ 2,9 milhões que teriam sido efetuados entre 2011 e 2013, período em que ele respondia pelo caixa do PT. Em fevereiro de 2011, ele teria recebido R$ 500 mil para o partido; em março de 2011, R$ 500 mil; em março de 2012, R$ 220 mil. Em 2013 foram quatro pagamentos: em abril (R$ 350 mil), em julho foram dois pagamentos de R$ 350 mil e R$ 500 mil e em agosto, de R$ 500 mil. 
Procurado pela assessoria, Filippi ainda não respondeu ao Estado. A defesa de Pessoa informou que anão vai comentar as informações porque a delação é sigilosa. Também informou que não confirma a autenticidade da planilha. O Estado não conseguiu contato com a defesa de Vaccari. Do site do Estadão

EXCLUSIVO: EXPLODE NO EQUADOR REVOLTA POPULAR CONTRA O TIRANETE RAFAEL CORREA, TÍTERE DO FORO DE SÃO PAULO.

Estas fotos são do jornal La Hora, do Equador. Clique aqui para ver a reportagem e mais fotos, ou seja, tudo aquilo que a grande mídia brasileira está escondendo em favor da bandalha comunista do Foro de São Paulo, presidido por Lula, o ex-presidente do petrolão.
Não é apenas no Brasil que estão ocorrendo protestos, mas em toda a América Latina. Graças ao Twitter é que tive acesso às mega manifestações populares que se levantam no Equador contra o governo comunista do tiranete Rafael Correa, um dos expoente do Foro de São Paulo. Aliás, a portentosa sede da Unasul está no Equador e não se sabe quanto o Brasil, por exemplo, investiu naquele prédio gigantesco. Uma estátua enorme do finado tiranete argentino Néstor Kirchner, que dá o nome a esse prédio nababesco, na verdade a sede do Foro de São Paulo, foi colocada na entrada do prédio. No seu interior, um quadro com uma foto enorme de Lula resplandece sob a guarda de dois soldados de Correa em traje de gala.
Como não poderia deixar de ser, o levante popular no Equador é praticamente escamoteado pela grande mídia brasileira. E não é só o que está ocorrendo no no latifúndio de Rafael Correa que é diligentemente escondido e minimizado pelo jornalismo à soldo do Foro de São Paulo.
Não vejo televisão e por isso não sei se noticiaram alguma coisa. Note-se que as revoltas populares contra as ditaduras do Foro de São Paulo não acontecem apenas no Brasil e no Equador, mas em praticamente todos os países da América Latina sob o controle dessa organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, com o objetivo de transformar todo o continente latino-americano num apêndice do castro-comunismo. Tanto é que se registram também ataques terroristas do Foro de São Paulo em Honduras e o governo hondurenho acusa a interferência da Venezuela que tenta empurrar goela abaixo dos hondurenhos o famigerado Zelaya que foi deposto por ter rasgado a Constituição daquele país. Quem acompanha o noticiário internacional lembra-se do episódio em que Lula transformou a embaixada brasileira em Manágua num bunker de Zelaya. Recordo-me que naquela oportunidade a Folha de S. Paulo escalou um jornalista para cobrir aquela pantomima bolivariana. Esse jornalista dormia dentro da embaixada brasileira ao lado de Zelaya.
O mote das manifestações que explodiram no Equador é praticamente igual ao que ocorre no Brasil. Populares gritam que o Equador não quer se transformar numa nova Venezuela. Como no Brasil lá também a economia foi para o vinagre repetindo-se a velha máxima segundo a qual o socialismo se acaba quando acaba do dinheiro dos outros.
No Equador o tiranete Rafael Correa, a exemplo da Dilma e do Lula, resolveu meter a mão no bolso dos cidadãos na tentativa de salvar o país da bancarrota. Mas lá, como aqui, embora tenha demorado, o povo acordou e foi para as ruas e não saíra delas até que o tiranete vagabundo Rafael Correa seja derrubado. 
Como essas revoltas populares são anticomunistas, portanto contra o Foro de São Paulo, a grande mídia nacional e internacional dá um jeito de escamotear.
Acontece que essa fórmula diabólica de manipular a opinião pública que a grande mídia e seus jornalistas comunistas estavam acostumados a aplicar foi por água abaixo depois do advento da internet e, sobretudo, das redes sociais. 
Já começo a a aceitar a tese de que os grandes jornais e revistas irão desaparecer. Não por causa das novas tecnologias, mas por obsolescência de conteúdo e manipulação da informação, ao mesmo tempo que que a mídia independente que opera apenas em nível de internet terá um crescimento astronômico nos próximos anos.
Depois de muito fuçar na internet acabei encontrando uma matéria pequena e sem fotos, de agência, veiculada ontem no site do jornal O Estado de S. Paulo referente à revolta popular no Equador. Certamente outros veículos de mídia também noticiaram mas de forma minimalista sem o devido destaque e que foram passadas para o arquivo imediatamente. Abaixo transcrevo a matéria que encontrei no site do Estadão.
O tiranete Rafael Correa, o lacaio do Foro de São Paulo, acossado pelo povo nas ruas.
POVO NAS RUAS CONTRA O TIRANETE
Milhares de manifestantes tomaram as ruas da maior cidade equatoriana, Guayaquil, para protestar contra as políticas do presidente Rafael Correa, especialmente contra suas novas propostas tributárias. As manifestações, lideradas pelo prefeito Jaime Nebot, são parte da terceira semana de protestos contra o governo de Correa. Nesta quinta-feira, também ocorreram grandes protestos na capital do país, Quito, e em outras cidades, como preparação para a paralisação nacional, cuja data ainda não foi definida.
Emissoras de televisão mostraram imagens de milhares de pessoas na principal avenida de Guayaquil, levando bandeiras e cartazes com dizeres como "Chega de abusos, chega de impostos" e "Equador não é Venezuela". Em um discurso duro, Nebot disse que o Equador passa por tempos difíceis, não apenas política, mas ideologicamente, e acusou o governo central de dividir os equatorianos, seguindo o caminho do regime venezuelano.
Os protestos contra o governo eram originalmente organizados por meio de redes sociais, mas agora são também liderados por opositores, sindicatos, populações indígenas e ativistas sociais.
Um projeto de lei para taxar heranças em até 77,5% e outro de um imposto de 75% sobre ganhos de capital do setor imobiliário foram o estopim dos protestos, que incluem reclamações contra as políticas econômicas do governo e contra o que os críticos descrevem como a posição ditatorial de Correa. O presidente diz que os protestos buscam desestabilizar seu governo e os novos impostos buscam garantir mais igualdade.
Economistas dizem que as leis afetarão negativamente a economia equatoriana e as famílias, em uma nação onde 95% dos negócios são familiares. Na semana passada, Correa retirou temporariamente do Parlamento os dois projetos de lei, antes da visita do papa Francisco ao país, entre 6 e 8 de julho. Os manifestantes querem que as leis sejam definitivamente arquivadas.
O partido governista, Alianza País, controla 100 das 137 cadeiras da Assembleia Nacional. Os protestos contra as políticas de Correa devem seguir pelo menos até julho, quando sindicatos decidem a data de uma grande greve contra o governo.
Correa, que há três meses é alvo de protestos em razão de suas políticas e estilo de governo, registrou este mês o índice de popularidade mais baixo de seu governo (46%) desde que assumiu o poder, em 2007, de acordo com uma pesquisa Cedatos-Gallup publicada nesta quinta-feira. A sondagem revelou uma queda de 5 pontos porcentuais na popularidade do presidente em relação a maio. Do site do Estadão

quinta-feira, junho 25, 2015

PARA SALVAR A PRÓPRIA PELE LULA PODERIA REEDITAR O GRANDE EXPURGO DE STALIN CONTRA VELHOS COMPANHEIROS

O ex-presidente Lula tem sido aconselhado por setores do próprio PT a promover um “expurgo”, de inspiração stalinista, de petistas acusados de corrupção. O expurgo seria por meio de desligamento “voluntário”, sempre “em nome do projeto”, ou com a expulsão dos que não aceitem a solução. O objetivo do expurgo seria tentar safar o próprio Lula no caso Lava Jato e viabilizar sua nova candidatura presidencial, em 2018.
Lula resistiu ao expurgo, mas suas recentes críticas ao PT e seus elogios ao “projeto” sinalizam que ele passou a considerar a ideia.
O expurgo no PT é inspirado no “grande expurgo” promovido de forma violenta pelo ditador Joseph Stalin no Partido Comunista soviético.
O expurgo sob exame no PT não cogita utilizar, claro, os mesmos métodos de Stalin, que mandou matar 98 dos seus 139 companheiros.
Stalin – tirano idolatrado por figurões do PT – assassinou dois terços do PC, entre 1934 e 1939, incluindo o dissidente Leon Trotsky. Do site Diário do Poder/Claudio Humberto

DESEMBARGADOR CRITICA 'AVENTURA JURÍDICA' E ARQUIVA HABEAS CORPUS EM NOME DE LULA. TAMBÉM PEDE AO MP QUE INVESTIGUE O CASO.

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, arquivou na tarde desta quinta-feira um pedido de habeas corpus preventivo em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentado para que o petista não fosse preso por causa das investigações da Operação Lava Jato. O recurso foi assinado por Maurício Ramos Thomaz, cidadão que, ao longo do julgamento do mensalão, publicou carta aberta em favor dos réus cujos casos eram analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Ao negar o HC, Gebran Neto disse que Ramos Thomaz praticou uma "aventura jurídica" ao apresentar o recurso à Justiça e pediu que o Ministério Público investigue o caso, já que o autor do recurso atacou diversas autoridades no que o magistrado considera um "linguagem imprópria, vulgar e chula". Apenas em relação ao juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato em Curitiba, Ramos Thomaz disse que o juiz do caso seria "moralmente deficiente" e teria postura "hitleriana". 
O tumulto com a notícia do habeas corpus em favor do ex-presidente levou o desembargador a decretar segredo de justiça para o caso por 48 horas, já que o endereço eletrônico do tribunal ficou instável pelo elevado número de acessos. 
 'Consultor' Maurício Ramos Thomaz/Facebook
No início do mês, Gebran Neto já havia negado pedido de liberdade apresentado também por Ramos Thomaz em nome do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró. Maurício Ramos Thomaz é recorrente em pedir habeas corpus em casos de repercussão midiática. No auge do escândalo do mensalão, ele atacou o então ministro do Supremo Joaquim Barbosa ao apresentar pedidos em favor de Simone Vasconcelos, ex-funcionária do operador Marcos Valério, da banqueira Kátia Rabello e do ex-dirigente do Banco Rural Vinicius Samarane. (Laryssa Borges, de Curitiba) - Do site da revista Veja

Sponholz: Lula pediu Habeas 'Copus'.