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segunda-feira, julho 31, 2017

O EXEMPLO DE DONALD TRUMP

Não. Não é de hoje. Mister Donald Trump há uns 30 ou 40 anos atrás já detonava o jornalismo esquerdista dominante na grande mídia como mostra este vídeo, um “meme” no jargão das redes sociais. Provavelmente já estrava decidido a chegar à Presidência dos Estados Unidos, como de fato chegou. E com um detalhe especial: sem ser ungido pelo deletério establishment do qual os jornalistas da grande mídia são pontas de lança.

De fato Trump teve que lutar não só contra toda a mídia mainstream, todo o establishment que pulula em Washington D.C ao redor da White House e, por fim teve que terçar armas com gente do próprio Partido Republicano, aquelas pústulas que fazem dobradinhas com a velhacaria esquerdista do Partido Democrata, versão petista da política norte-americana. Verdade seja dita. Donald Trump venceu a eleição presidencial como um órfão de seu próprio partido. Foi carregado pela maioria do povo americano que, sentindo o cheiro de carne queimada, caiu na real. Viu que faltaria pouco para que a maior potência mundial fosse transformada numa republiqueta bananeira.

Falem o que quiserem. Mas este vídeo com legendas em português da sempre atenta Embaixada da Resistência é seminal. Resume em poucas cenas a saga do homem do topete que se transformou no maior líder global. Afinal, fazia tempo que não surgia uma personalidade política forte, um verdadeiro líder na acepção da palavra. Sim, porque até agora todas as medidas políticas e administrativas levadas a efeito por Mr. Trump são, uma por uma, suas promessas de campanha.

Não é à toa que em qualquer conclave internacional Donald Trump sobressai com sua personalidade altiva e serena. E nem precisa dizer uma só palavra. Sua presença física domina qualquer evento onde quer que aconteça. A performance de Donald Trump decorre justamente de sua ação política, isto é, de como age no exercício do poder.

Lembrem-se sempre que a política tem um conceito diminuto e que diz tudo: política é a luta pelo poder ou pela manutenção do poder. A luta pelo poder se fere na campanha eleitoral enquanto a manutenção poder decorre no âmbito do desempenho do cargo, da capacidade, perspicácia e competência do líder.

Complementando esta rápida reflexão cumpre assinalar mais um detalhe importante: Trump tem “carisma” mas está longe de ser o “líder carismático” configurado nos três tipos puros de dominação elencados por Max Weber, espécie de arquétipos do exercício do poder político: 

Dominação Carismática: me obedece porque só eu posso te salvar; Dominação Tradicional: me obedece porque sempre foi assim e, Dominação Legal: me obedece porque assim está disposto na lei.

Até onde se sabe Trump se encaixa no tipo puro de Dominação Legal ou seja, o poder é transitório e está definido por dispositivo legal, ou seja, a Constituição. 

E para complementar um joguinho: há um político bananeiro que se tornou conhecido por uma frase que repetiu ad nauseam: "Nunca antes neste país!”. 

Em qual dos três tipos de dominação política ele se insere?

Moral da história: socialistas, como os nazistas e os fascistas, já que todos eles são verso e anverso da mesma medalha revelam-se, por excelência, os cultores do poder perpétuo. E isto tem um nome que nem os ditames do pensamento politicamente correto conseguem evitar: ditadura.

Sponholz: Do Império ao impropério.

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domingo, julho 30, 2017

ENTREVISTA DE OLAVO DE CARVALHO A STEFAN MOLYNEUX REVELA TUDO SOBRE A FARSA DO 'MARXISMO CULTURAL' QUE AMEAÇA O MUNDO OCIDENTAL E TENTA DESTRUIR O BRASIL

Como afirmei em postagem anterior, este blog continuará publicando matérias e vídeos que jamais serão veiculados pela grande mídia. Esse material circula amplamente pelos sites, blogs independentes e pelas redes sociais é essencial, repito, para entender, principalmente, por que o esquerdismo tenta destruir a civilização ocidental e fazer picadinho de sua matriz judaico-cristã. 
Aparentemente isso pode parecer a algumas pessoas que nada tem a ver com o que está rolando, por exemplo no Brasil. Mas tem tudo a ver. Inclusive tem ligação direta com a dita “crise” gerada pelo desgoverno do PT que castiga neste momento o povo brasileiro.
Entender essa jogada é, como se diz, o pulo do gato para entender a política em nível global e aqui dentro do Brasil agora mesmo! 
O vídeo que ilustra este post é uma entrevista com o jornalista, escritor e filósofo brasileiro Olavo de Carvalho que vive há mais de uma década nos Estados Unidos e que dispensa apresentação. Olavo é entrevistado por Stefan Molineux, escritor, blogueiro, ensaísta e dirigente do programa de Rádio Freedomain, e mantém uma plataforma de vídeos na internet. Molineux formou-se em História pela Universidade MgGill, com pós gradução na Universidade de Toronto. Vive em Mississauga, no Canadá. Molineux já produziu milhares de podcasts e vídeos que circulam de forma abundante pelas redes sociais, blogs e sites independentes fazendo um contraponto muito importante com a grande mídia.
Mais uma vez a tradução com legendas em português é do site Tradutores de Direita que faz um trabalho fabuloso fazendo chegar aos públicos de língua portuguesa informações preciosas que são escamoteadas pela mídia mainstream. E o que é pior é que além de não veicularem entrevistas como esta os jornalistas dos grandes veículos de comunicação promovem a criminosa ‘desinformação’ com finalidade precípua de levar adiante a lavagem cerebral das massas, tornando-as ignorantes a ponto de darem crédito a figuras nefastas com Lula da Silva e seus sequazes, muitos deles disfarçados e operando em outros partidos que fingem ser oposição.
No texto de introdução ao vídeo os Tradutores de Direita assinalam:
Depois da entrevista feita ao Felipe Moura Brasil muitos brasileiros inundaram os comentários pedindo que ele, Molineux, entrevistasse também Olavo de Carvalho, o mais destacado filósofo brasileiro da atualidade. Stephan Molyneux, o anfitrião do maior canal de filosofia do Youtube, aceitou o desafio aprofundaram-se no tema do 'Marxismo Cultural'. É notório o vasto conhecimento do professor pelo número de livros e autores que cita nesta entrevista, que a muitos ainda são obscuros. E numa conversa fluida conseguiram tocar em tópicos importantes, chegando até mesmo a falar brevemente sobre os desafios do presidente americano Donald Trump.
Embora o Brasil esteja passando por uma grave crise educacional, moral e espiritual alguns homens conseguem lavar a alma do Brasil, numa época que nossas academias se mostram proporcionalmente infrutíferas comparadas com a media da produção acadêmica mundial.
Por tudo isso encareço aos estimados leitores que vejam este vídeo que aborda o dito “Marxismo Cultural”, ou seja, a lavagem cerebral que a grande mídia comete diariamente turvando a realidade em proveito do denominado movimento “globalista”, a guerra de guerrilha comunista agora edulcorada pelos ditames do pensamento politicamente correto. Vale muito, portanto, compartilhar esta postagem e o vídeo com seus amigos.
MENTIRA COMO ARMA POLÍTICA
Entender tudo isso é de fundamental importância para qualquer análise que se faça da realidade política não só em nível global, mas insisto, em nível nacional. Sim, me refiro ao que está acontecendo no Brasil aqui e agora e o que pode acontecer em 2018, com a eleição presidencial. O conteúdo desta entrevista explica muita coisa obscurecida pela desinformação que se vale inclusive das "fake news”, notícias falsas ou adaptadas à narrativa esquerdista. Afinal, o Foro de São Paulo continua de pé e atuante. Tanto é que Lula da Silva condenado pela Lava Jato num dos diversos processo que pesam sobre ele, continua sendo cotado pelos institutos de pesquisa como candidato presidencial e agraciado com espaço generoso nos veículos da grande mídia.

O vídeo desta entrevista postado acima ajuda a explicar a origem desses nefastos acontecimentos que castigam o Brasil e o povo brasileiro agora e que podem eternizar-se a partir de 2018, caso a ignorância da maioria eleitorado se sobreponha sobre a realidade dos fatos e continue acreditando no jornalismo a soldo que opera diuturna lavagem cerebral vendida como verdade absoluta.

Sponholz: Gran Circo em Curitiba!

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sábado, julho 29, 2017

DEPUTADO JAIR BOLSONARO DENUNCIA MANOBBRA DO TSE NO CASO DAS URNAS ELETRÔNICAS


O pré-candidato à Presidência da Republica, deputado Jair Bolsonaro, em vídeo postado em sua página do Facebook, denuncia a manobra do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) que teima em manter nas eleições presidenciais de 2018 as velhas e ultrapassadas máquinas de votação eletrônica.

Como salienta o deputado Jair Bolsonaro, o Congresso Nacional decidiu já em 2015, pela troca do sistema eletrônico de votação. O novo sistema de votação eletrônica permite a impressão do voto em papel que é depositado numa urna para eventual necessidade de auditoria.

Para saber mais sobre isso leia matéria especial que escrevi e postei aqui no blog.

DESCUBRA A VERDADE DOS FATOS PARA NÃO SER UM PRISIONEIRO DA GRANDE MÍDIA ESQUERDISTA



Eis mais um vídeo super-importante com tradução e legendas do excelente site Tradutores de Direita. Notem que ao longo do tempo este blog tem modificado seu conteúdo editorial tentando levar aos leitores fatos e informações que são escamoteados pelo jornalismo da grande mídia. 

Ao mesmo tempo, tenta também municiar os leitores com informações capazes de lhes oferecer uma base de conhecimentos para interpretar os fatos e acontecimentos que, via de regra, são edulcorados pelo pensamento politicamente correto, ou seja, a novilíngua da qual se vale o jornalismo da mídia mainstream para adequar todas as matérias que veiculam à narrativa esquerdista.

Mas esta forma perversa de desinformar é também levada a efeito no âmbito cultural que vai do show business às escolas e universidades. Aliás, o setor educacional há anos tem sido o locus por excelência para transformar mentiras histriônicas em verdades absolutas.

Antes da internet e das redes sociais, sites e blogs independentes a doutrinação esquerdista dominou impune e à vontade. Mas com a grande rede de computadores e dispositivos móveis têm-se pela primeira vez disponíveis as condições de virar este jogo. Na atualidade as pessoas passaram a ter acesso a conteúdos como do vídeo acima e/ou textos como este. Depois de ter acesso ao conteúdo desta postagem muitos leitores constatarão como já foram enganados por meio de matérias da grande mídia, de filmes, peças teatrais e aulas nas escolas e universidades.

Transcrevo o texto do site Tradutores de Direita comentando o conteúdo do vídeo. Leiam que vale a pena:
VERDADE = LIBERDADE
A força da máquina publicitária e (des)informativa da esquerda é tão abrangente que conseguiu jogar, em uma ou duas gerações, toda a publicidade negativa que rondava a volta de si para o colo dos adversários - e com tremendo sucesso. Não bastando dizer que o nazismo tinha um ideário de "extrema-direita" (o que é uma mentira completa), ainda distorce e fabrica um revisionismo histórico que deixa qualquer perseguidor da verdade estupefacto. 
Este vídeo da PragerU expõe de forma clara toda a manipulação histórica concernente ao Partido Democrata, nos EUA.

Aqui no Brasil, os guerrilheiros comunistas (que, usando uma analogia atualizada, se equivaleriam aos terroristas do ISIS, em sua época) são atualmente chamados de heróis e de defensores da democracia. Eles sabem que com o controle da maquina estatal, mediática e acadêmica em suas mãos será questão de tempo até que o domínio da narrativa lhes favoreça. Não é por nenhuma razão que esquerdistas agem como loucos frente às acusações feitas pela Lava Jato, pois todo o teatro feito hoje será usado mais tarde para justificar narrativas deturpadas que tentarão usar para limpar sua desonra. Cabe a nós, para o bem do Brasil, não deixarmos que nossos filhos e netos caiam neste engodo esquecendo a verdadeira história, repetindo-se mais uma vez com eles aquilo que se sucedeu a nós.
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NOTA do T.D. : Temos uma nova intro/vinheta que será acrescentada em cada vídeo traduzido por nós e criada pelo fantástico editor de imagens, Tom Brook. Em breve daremos mais notícias. Tradução: Andrey Costa - Revisão: Israel Pestana. Vinheta inicial: Tom Brook

Sponhoz: Devagarinho vão sendo enjaulados...

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sexta-feira, julho 28, 2017

QUATRO PETRALHÕES TOMAM CHÁ DE SUMIÇO

Fugindo do inferno: Mercadante, Cardozão, Erenice e Berzoine. (Ilustração da revista IstoÉ)
Com o impeachment da Dilma, as descobertas da Lava Jato e a notória ojeriza da maioria dos brasileiros ao PT depois das avassaladoras descobertas pela Operação Lava Jato de um cipoal de corrupção e roubalheiras, muitas das outrora 'estrelas' do Partido vermelho praticamente desapareceram do cenário político. 

A revista IstoÉ, por exemplo descobriu que quatro petistas históricos tomaram chá de sumiço. Muito assanhados no passado recente, não podiam ver por perto os holofotes da grande mídia que ajeitavam o nó da gravata, estufavam o peito e declinavam aquela discurseira conhecida: "Nunca antes neste país!

Agora andam mais arredios do que cachorro em tiroteiro. Isso não significa - quem conhece sabe - que desistiram do seu intento de venezuelizar o Brasil. Seja como for o fato é que quatro desses petralhões que formavam o esquadrão em torno da Dilma atualmente fogem da imprensa como o diabo foge da cruz. São eles: Mercadante, Cardozão, Erenice e Berzoine.

LOW PROFILE...
Eles haviam alcançado o Olimpo político. Eram figuras do mais alto escalão na Esplanada dos Ministérios em Brasília e donos de trajetória ascendente no PT. Hoje, vivem no ostracismo. E, por ora, por mais contraditório que possa parecer, querem mesmo ficar por lá – de preferência longe das luzes da ribalta. Alvos da Lava Jato, Aloizio Mercadante, Ricardo Berzoini, José Eduardo Cardozo e Erenice Guerra tentam tocar suas vidas de forma reclusa, bem diferente de um passado recente, quando encarnavam os papéis de principais escudeiros da ex-presidente Dilma Rousseff.
Acusado de obstrução de Justiça e delatado por suposto caixa dois, o ex-ministro da Casa Civil, da Educação e da Ciência e Tecnologia Aloízio Mercadante pediu aposentadoria este ano. Recebe R$ 15 mil mensais como ex-senador, ex-deputado e professor da Unicamp. Para complementar a renda, se vira como consultor. “Ele está desenvolvendo uma consultoria sobre política educacional brasileira para um organismo multilateral”, confirmou sua assessoria. Em setembro, foi hostilizado em Portugal. Conhecido por seu temperamento difícil, o ex-senador foi vaiado e xingado de “ladrão” e “corrupto” no Aeroporto de Lisboa, por supostamente furar a fila do check-in. Ele nega.
Tal como o companheiro de partido, Berzoini, hostilizado recentemente num restaurante, só que sem furar o lugar de ninguém, também resolveu submergir. Neste caso, um recuo tático: o petista já trabalha com um olho nas eleições de 2018. Ex-deputado por São Paulo, ele mudou seu domicílio eleitoral para Brasília este ano. Petistas ouvidos por ISTOÉ garantem que ele é um dos cotados para ser candidato a deputado federal ou mesmo a governador do DF.
Funcionário de carreira do Banco do Brasil, Berzoini deixou de disputar as eleições de 2014 para ajudar na campanha de Dilma Rousseff. Agora, avaliam, seria a hora de o PT retribuir o esforço. Em Brasília, o ex-parlamentar disputaria o mesmo nicho de votos da sindicalista Érika Kokay (PT), uma das principais lideranças da legenda na cidade. Segundo Érika, ainda não há definição de nomes para a disputa de 2018. “Mas seria uma honra e um orgulho para o PT ter o ex-deputado Berzoini disputando qualquer cargo”, disse Érika.
O que representa um orgulho para o PT não necessariamente constitui um orgulho para a população. Berzoini foi duplamente delatado na Lava Jato. Em 2016, o executivo da Andrade Gutierrez Flávio Machado contou que Berzoini pediu 1% de propinas de todas as obras da empresa com o governo federal. Já o ex-presidente da OAS Leo Pinheiro envolveu Berzoini numa trama para enterrar a CPI da Petrobras, potencialmente constrangedora para o governo Dilma.

SAINDO DISCRETAMENTE...
O serviço prestado por Berzoini certamente teria agradado a outro integrante da tropa de Dilma: o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Linha de frente da ex-presidente deposta, hoje, Cardozo não aparenta estar preocupado com governos. Abandonou a política. Dedica-se somente à advocacia e à carreira acadêmica. É sócio de escritórios em São Paulo e Brasília, cidades onde leciona direito administrativo em instituições como a PUC-SP.

Em entrevista à ISTOÉ disse que se ocupa a proferir palestras nos EUA, Inglaterra, Portugal e Espanha. Assegurou que não pretende lançar-se em 2018. Rechaçou, contudo, que esteja no ostracismo. “Tive uma postura publicamente anunciada em relação a sair da vida pública, após muitos anos”, afirmou Cardozo.

Erenice Guerra não fez declaração pública de desistência da política. O que ela abandonou foi seu escritório de advocacia em Brasília. Desde que a Lava Jato irrompeu, seus negócios haviam minguado. Até que ela decidiu fechá-lo. Agora, também quer distância dos holofotes. A ex-ministra da Casa Civil é uma das investigadas no chamado inquérito do “quadrilhão” no Supremo. Sem cargo e sem perspectivas de reativar o trabalho de advogada, ela vai ter que dançar quadrilha em outras plagas. Do site da revista IstoÉ

Sponholz: Vazamentos...

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quinta-feira, julho 27, 2017

OPERAÇÃO LAVA JATO ESTÁ NAS RUAS, PRENDE EX-PRESIDENTE DA PETROBRAS E SINALIZA QUE NÃO TEM PRAZO PARA TERMINAR.

Dilma e Bendine no tempo dos sorrisos orgásticos. Prazeres sem limite que levaram o Brasil e os brasileiros a este desgraçado estado de penúria econômica, esculhambação geral e violência inaudita. Acima o fatídico camburão da Polícia Federal que assombra todos aqueles que têm culpa no cartório.
Quando o noticiário político afunda na ausência de "pauta quente" para o final de semana os ditos institutos de pesquisa entram em campo. Tanto é que nesta quinta-feira surgiu mais uma pesquisa para medir a popularidade do Presidente Michel Temer, como coisa que os cidadãos brasileiros alimentem qualquer curiosidade por esse tipo de informação. O que os brasileiros decentes desejam é que esse mandato tampão de Temer passe o mais rápido possível e dê lugar a eleição presidencial de 2018.

Entretanto, os alegres rapazes e raparigas da grande mídia nacional foram flagrados no raiar do dia coma Operação Lava Jato novamente nas ruas levando para cadeia um peixe graúdo do universo lulopetista, o ex-Presidente do Banco do Brasil e ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine.

Pelo andar a carruagem, ou melhor, pelo tráfego nervoso dos camburões da Polícia Federal e ao contrário do que desejam fazer crer, a Operação Lava Jato continua intacta.

Enquanto isso, o tempo flui numa velocidade extraordinária. Na próxima semana já estaremos no mês de agosto. Até o final do ano é um pulo. O ano de 2018 está logo ali e até lá os camburões da Polícia Federal continuarão a assombrar aqueles que têm culpa no cartório. O que não deixa de ser uma advertência aos incautos e saudosistas. Na verdade um exercício pedagógico, uma verdadeira aula de filosofia política com generosas pitadas de preceitos éticos e morais.

Passados os festejos de final do ano e o carnaval - ainda existem foliões animados? - estaremos finalmente iniciando 2018 que pode ser um marco na história do Brasil, um ponto de inflexão por demais importante já que sinalizará dois caminhos: aquele da liberdade e da prosperidade ou aquele da tirania, do terror e da desgraça comunista, cujo exemplo é a Venezuela, justamente onde os preceitos do Foro de São Paulo, cujo fundador e dirigente maior é Lula, foram aplicados com invulgar desvelo.

O lado bom de toda esta história é que a Operação Lava Jato não tem prazo para terminar. Pelo contrário, os camburões da Polícia Federal continuarão a emergir das brumas das madrugadas assombrando todos aqueles que acreditaram na possibilidade eterna do império da impunidade construído por Lula e seus sequazes.

Sponholz: Pirataria.

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quarta-feira, julho 26, 2017

PERFORMANCE DO PRESIDENCIÁVEL JAIR BOLSONARO É DESTAQUE NA MÍDIA DOS EUA

O título da matéria em tradução livre do inglês: "O Brasil está cansado. Adivinha quem se beneficia?"
O prestígio e a popularidade da candidatura presidencial do deputado Jair Bolsonaro já extrapolou as fronteiras do Brasil. Enquanto os jornalistas brasileiros em sua maioria tentam encontrar chifres em cabeça de burro quando o assunto é Bolsonaro, os "coleguinhas" do gigante do Norte concluíram que onde há fumaça invariavelmente tem fogo. Simples assim.

Tanto é que o deputado presidenciável Jair Bolsonaro que vem se destacando nas pesquisas de opinião sobre presidenciáveis foi assunto na coluna do jornalista Brian Winter, editor da revista americana "Americas Quaterly". [Click here to read in English]

Quebrando o tabu criado no âmbito da grande mídia nacional o site Infomoney postou uma matéria reproduzindo artigo do jornalista Brian Winter que analisa o fenômeno Bolsonaro e conclui ao final que a apatia e o cansaço dos brasileiros depois das históricas manifestações que expeliram o PT do poder não vão durar por muito tempo. Transcrevo o texto publicado pelo site Infomoney. Leiam:

A reação dos brasileiros em meio à crise política tem chamado a atenção da imprensa internacional, que aponta que o País tem feito poucos protestos contra a corrupção e demonstrado muita apatia. 
O tema também foi destaque da coluna de Brian Winter, editor da revista americana "Americas Quaterly" 
Winter destaca duas razões para os protestos não estarem eclodindo como quando Dilma Rousseff  estava prestes a sofrer impeachment (com manifestações de apoio à então presidente, mas principalmente contra ela). 
A primeira razão, aponta Winter, reside na economia. Ela está em uma situação péssima, mas com nuances. Isso porque, apesar do cenário ruim e da perspectiva de adiamento das reformas pró-mercado, a inação registra uma tendência de forte desaceleração. "Há uma velha teoria de que é a inação, e não a recessão, que realmente impulsiona a agitação social no Brasil. Enquanto isso, embora a taxa de desemprego  permaneça muito alta em 13,7%, houve uma criação líquida de vagas no primeiro semestre", aponta Winter. 
A outra razão tem a ver com as narrativas - "as histórias que contamos a nós mesmos". Isso porque, um ano atrás, muitos brasileiros viam a luta para tirar Dilma do poder como uma batalha do bem contra o mal. "Agora, ela se foi - mas a economia está emperrada, e o cheiro ruim da corrupção se espalhou não só para Temer, mas praticamente para toda a classe política. Então, com quem você vai ficar bravo? Temer é ruim, mas quem é melhor?", questiona. 
''A raiva se foi. Agora, os brasileiros estão apenas cansados. Da recessão que não acaba, dos escândalos de corrupção que também não se encerram, dos políticos que não oferecem uma visão ou esperança de qualquer coisa diferente'', reforça o colunista da revista americana. Assim, aponta, Temer está usando tudo isso a seu favor - e ele ainda pode escapar dos problemas em que se envolveu. 
Porém, talvez tudo isso seja calmaria antes da tempestade. "Todo mundo sabe que a verdadeira luta acontecerá em outubro de 2018, quando uma eleição presidencial oferecerá uma oportunidade para realmente virar a página. Mas mesmo aí, a imagem é surpreendentemente confusa", argumenta. 
Winter diz que foi a São Paulo e passou a maior parte da viagem esperando encontrar um maior fervor eleitoral no sentido do prefeito João Doria. Mas ouviu repetidamente, de pessoas que conhecem do assunto, que ele não será candidato pelo seu partido [PSDB]. 
E sobre os outros candidatos no páreo? Marina Silva? Luiz Inácio Lula da Silva? Joaquim Barbosa? "Você pode encontrar apoiadores para cada um. Mas poucos parecem animados", diz ele. 
Neste cenário, ele aponta que há apenas um político está sendo assediado em aeroportos e cujos adeptos falam com convicção e um fervor quase religioso: Jair Bolsonaro, que vem registrando um forte crescimento nas pesquisas. "A mensagem de Bolsonaro? Que todos os políticos civis são corruptos, que o crime está fora de controle e que só um estrito estado de lei e ordem pode salvar o País", ressalta. 
Winter aponta que muitos insistem que a visão de Bolsonaro é muito extrema para o Brasil, citando algumas polêmicas que o deputado do PSC se envolveu durante a vida parlamentar. Como exemplo, cita a polêmica com a deputada Maria do Rosário (PT-RS) que o tornou réu no STF por suposta incitação ao estupro, após ele dizer em 2014 que a parlamentar não merecia ser estuprada porque "ela não merecia". 
Por outro lado, Winter cita a pesquisa Datafolha divulgada no final de junho, em que apontava Bolsonaro com cerca de 16% nas pesquisas para a presidência (já o DataPoder 360 realizada nos dias 9 e 10 de julho apontaram Bolsonaro com 21%). Esse percentual não significa que ele alcançará 50% mais um necessários para ganhar no segundo turno, mas é o dobro do registrado em dezembro. Bolsonaro está em primeiro lugar entre os eleitores mais ricos e mais educados do Brasil e tem 4,4 milhões de seguidores no Facebook - 1,5 milhão a mais do que Lula, Marina Silva ou Doria (e 10 vezes mais do que Temer). 
Enquanto isso, uma pesquisa de junho mostrou que o apoio à democracia está em mínimas históricas e, agora, as Forças Armadas são a instituição mais respeitada do Brasil. 
"Eu sei o que vocês estão pensando", aponta Winter, sugerindo uma fala da colunista do Estadão, Eliane Cantanhêde em que compara Bolsonaro a Donald Trump, o presidente dos EUA. "A imprensa americana – e, por conseguinte, a brasileira – não viu Trump, não acreditou em Trump, ridicularizou Trump e, no final, foi obrigada a engolir a vitória dele para a presidência da maior potência mundial. Agora, a opinião pública nacional não acredita, não vê e não leva Bolsonaro a sério. O risco é ser novamente surpreendida", disse ela em coluna do último dia 18. Com esse cenário, Winter faz um prognóstico: "apatia e fadiga? Elas não vão durar por muito tempo". Do site Infomoney

Sponholz: Diálogo em uma "unidade prisional"...

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terça-feira, julho 25, 2017

"NÃO PODEMOS NOS BANHAR DUAS VEZES NO MESMO RIO"

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
O ensinamento que dá título a esse artigo pertence ao filósofo Heráclito, considerado o pai da dialética. Para ele tudo está em movimento. Isso significa que nós e nossas circunstâncias estão sempre mudando, portanto, nada se repete.
Transpondo o antigo e sempre atual pensamento do filósofo grego para a política do momento, tomemos como exemplo o caso de Lula e de seu partido, o PT. Discute-se se ele ganha ou não a eleição presidencial de 2018. Surgem pesquisas onde ele figura com 30% de votação, porcentagem que o PT manteve por muito tempo sem lograr vencer. Mas na mesma pesquisa ele é rejeitado por 54% dos entrevistados. Para confundir mais a opinião pública Lula é no momento o único candidato em campanha frenética mesmo antes de ser indicado pelo PT, o que é ilegal, mas permitido ao petista. Pesquisas podem ser eficiente marketing de campanha e muita gente pode até crer que o candidato único já ganhou.
Entretanto, é interessante analisar se Lula e suas circunstâncias são as mesmas de antes, quando ele pairava acima da lei e hipnotizava as massas com bravatas, mentiras e palavreado vulgar.
Relembre-se que Lula foi transformado pelo marketing em um mito inatacável, sendo que no Dicionário Aurélio uma das definições de mito é: “ideia falsa, sem correspondente na realidade”.  Será que agora o mito está sofrendo uma erosão?  Recordemos resumidamente alguns fatos que mostram como mudaram as circunstâncias do poderoso chefão e do seu partido.
- O impeachment de Rousseff foi antecedido por impressionantes, inéditos e espontâneos protestos populares em todo o país, quando milhões foram às ruas gritar: “Fora Dilma”. “Fora Lula”. “Fora PT”.
- A pressão das ruas desencadeou o impeachment que venceu por larga margem de votos na Câmara e no Senado. Muito pedidos foram protocolados, mas foi aceito aquele em que um dos signatários, significativamente, foi Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, eminente companheiro por muito tempo.
Em vão Lula tentou evitar que deputados e senadores votassem a favor da cassação de sua criatura política. Seu desprestígio ficou evidente e pode ser simbolizado pela “traição” do deputado Tiririca. Nem este obedeceu ao “mestre”.
Mesmo Rousseff tendo conservado seus direitos políticos por uma manobra inconstitucional, seu impeachment foi um tiro de canhão no peito da Jararaca e do PT, algo cuja profundidade ainda não foi devidamente analisada. De todo modo, pode-se dizer que ali começou a erosão do mito.
- Uma das consequências do impeachment apareceu nas eleições de 2016, quando o PT perdeu 60% de suas prefeituras. Em termos de poder e cargos isso foi uma enormidade. Se o PT repetir a performance em 2018, o que pode acontecer, se transformará em partido nanico, com pouca representação no Congresso.
- A descrença com o partido foi demonstrada não só por Hélio Bicudo. Em 9 de abril deste ano, membros do PT escolheram dirigentes municipais e delegados estaduais. Compareceram cerca de 200 mil militantes, o que representa menos da metade dos votantes de 2013. Além disso, 27% dos municípios não conseguiram sequer formar uma chapa de 20 filiados para compor o diretório municipal.
-  Diante da crise petista, que sem dúvida enfraquece o “lulismo”, ditos movimentos sociais resolveram arregimentar forças. Duas greves gerais foram tentadas e as duas fracassaram redondamente.
– Lula, o inimputável foi condenado pelo Juiz Sergio Moro que também sequestrou seus bens. Houve um ralo movimento de apoio ao líder na Av. paulista, alguns gatos pingados em poucas cidades. Nenhuma multidão foi às ruas para rasgar as vestes e arrancar os cabelos como Lula e o PT esperavam.
- Enquanto isso, Temer não cai, está melhorando a economia e conseguindo aprovação dos seus projetos no Congresso. Inclusive, as mudanças na ultrapassada Lei Trabalhista, em que pese o espetáculo pueril e ridículo das senadoras que tentaram em vão barrar a votação se aboletando por sete horas na mesa diretora.
- Lula não tem mais a força do PMDB, os magnatas empreiteiros que o elegeram estão presos, sem falar que seu próprio partido está enfraquecido e atônito.
Poderá Lula ser absolvido por outros tribunais? Tudo é possível no país da impunidade. Wesley Batista não recebeu “indulgência plenária” e disse que processa quem o chamar de bandido?
Se lula for absolvido poderá voltar à presidência em 2018? Ninguém dispõe de bola de cristal para prever o futuro e o povo é facilmente enganado, como já demonstrou em eleições passadas.
Um fato, porém, é real: nem Lula nem suas circunstâncias são as mesmas e, assim, está difícil para ele conseguir nadar de novo no rio do poder. Pelo bem do Brasil que isso não aconteça.
(*)Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

Sponholz: O cara de pau.

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segunda-feira, julho 24, 2017

TSE QUER IGNORAR DECISÃO DO CONGRESSO QUE DETERMINOU A TROCA DE TODAS AS VELHAS MÁQUINAS DE VOTAR POR TECNOLOGIA QUE EMITE VOTO EM PAPEL PARA EVENTUAL AUDITORIA


Vejam só neste vídeo o que dizem os ministros do TSE sobre urnas eletrônicas, num convescote recente a respeito da imperiosa troca da velharia eletrônica de votar. Suas excelências divagam e analisam questões estéticas dos protótipos de novas máquinas de votar. É um troço vergonhoso. Na maior cara de pau do TSE faz tábula rasa da decisão do Congresso determinando a troca de todas as máquinas de votar, substituindo-as por equipamentos que emitem voto em papel de forma a proporcionar eventuais auditorias. Essas novas máquinas emitem o voto em papel que o eleitor deposita numa urna. Sem este equipamento que tem de ser instalado em todas as seções eleitorais do Brasil o risco de fraude permanece sem possibilidade de qualquer investigação.
A máxima segundo a qual “tudo que é bom para o PT é péssimo para Brasil” é autoevidente e portanto independe de qualquer operação probatória. Haja vista o descalabro que foram os desgovernos desses comunistas histéricos que conseguiram falir o Brasil, país considerado como a oitava economia do planeta, conforme ficou comprovado com a Operação Lava Jato que ainda não foi concluída.

Exemplo daquilo que é bom para o PT e péssimo para o Brasil são as velhas e carcomidas urnas eletrônicas que já têm mais de 20 anos, uma tecnologia ultrapassada. Tanto é que em novembro de 2015, o Congresso derrubou o veto de Dilma ao voto impresso que havia sido aprovado nas duas Casas do Legislativo. Ao todo, 368 deputados e 56 senadores votaram a favor da impressão do voto de forma a permitir eventual auditoria. A proposta havia sido apresentada pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), segundo matéria do site do Estadão.

Engraçado é que nessa matéria o jornalista que a redigiu informa que Bolsonaro foi inspirado pelo fato de que a impressão do voto para ser colocado numa urna poderia estimular a participação de cidadãos incrédulos com o sistema eletrônico. Todavia todos estão carecas de saber que o projeto de Bolsonaro está fundamentado principalmente num fato: a possibilidade de auditoria do processo eleitoral, isto é, cotejar o número de votos impressos com o total emitido na forma eletrônica para investigar fraudes. O sistema atual inviabiliza uma auditoria em caso de dúvidas e denúncias de fraudes e é isso que desestimula os eleitores.

Entretanto, o que é bom para o Brasil e os brasileiros costuma ser péssimo para essa gentalha que está encastelada no poder. À sorrelfa, o Presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes trabalha para impedir que nas eleições presidenciais de 2018 a decisão do Congresso que ordenou a modificação do velho sistema de votação eletrônico incluindo o voto impresso. E lá se vão dois anos da decisão do Congresso.

Mendes invoca que não há recursos financeiros, embora todos saibam que existem sim. Os recursos públicos com base numa arrecadação de tributos monstruosa é tão grande que permitiu a roubalheira do petrolão. Se notarem bem, depois desse assalto inaudito aos cofres públicos R$ 1 milhão de reais se tornou troco de pinga, como se diz na gíria, tamanho foi o rombo. Chega a ser grotesco que Gilmar Mendes invoque a falta de recursos financeiros para conferir a necessária lisura das eleições com a possibilidade de recontagem quando for necessário.

Causa espanto que esse Senhor e seus áulicos tenham a tremenda cara de pau de desqualificar a necessidade imperiosa de impor, de uma vez por todas, a troca dessas maquinetas ultrapassadas que registram votos eletrônicos sem qualquer possibilidade de auditoria.

Ademais tem de saber qual será a empresa de tecnologia que dará suporte ao TSE no pleito de 2018. Na última eleição presidencial foi a famigerada Smartmatic que nasceu em berço soturno na Venezuela bolivariana e hoje pertence a uma empresa do Lord Mark Malloch-Brown, do Partido Trabalhista inglês, versão britânica do PT, conforme já detalhei em postagem aqui no blog. Confira clicando aqui.

Enquanto isso os jornalistas da grande mídia continuam pisando nos astros nem um pouco distraídos contemplando no horizonte a estrela vermelha já esmaecida, tisnada pela corrupção, pela mentira e pela roubalheira desvairada. Resultado: todas as matérias publicadas pela grande mídia escamoteiam o essencial.


Afinal, para que servem essas mega estruturas dos grupos de mídia? A resposta é simples: para promover a desinformação de forma a colocar uma canga no pescoço de cada cidadão brasileiro, como ocorre em Cuba, Venezuela e Coréia do Norte e demais republiquetas comunistas.

domingo, julho 23, 2017

FORÇA DE JAIR BOLSONARO DESCONCERTA O ESTABLISHMENT E COLOCA EM PAUTA PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA DO BRASIL AS TESES CONSERVADORAS

O deputado Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista para o site da revista Veja. E, como não poderia deixar de ser, a entrevista tem texto de abertura que resolvi suprimir já que está impregnado pelo histerismo esquerdista que domina todas as redações da grande mídia. Toda essa gente da grande imprensa vale menos que uma nota de 3 reais. O Brasil nessa situação calamitosa justamente pelo desgoverno esquerdista de Lula e seus sequazes e essa gente continuando a mentir e a difamar justamente Bolsonaro que não está atolado no pântano da corrupção que alcança todas as esferas políticas e administrativas da República. Por enquanto não tem ninguém que se salve no âmbito do denominado establishment, essa área nebulosa por onde zanzam os próprios jornalistas da mídia mainstream, empresários graúdos, banqueiros, marketeiros, institutos de pesquisa e praticamente a totalidade dos senadores, deputados e a enorme e vasta burocracia estatal. E isto envolve as esferas federal, estadual e municipal. 

E a situação do Brasil se tornou tão caótica que não tem paralelo na história da República. As pessoas mais velhas sabem disso. Tenho na memória os meus mais de 45 anos de jornalismo. Não vi até hoje rigorosamente nada igual ao que está acontecendo com o Brasil agora. Nada! Nem de longe parecido com esse mar de lama em que Lula, com o total apoio do establishment, mergulhou o Brasil.

Mas a revista Veja insiste em chamar os governos militares de ditadura quando se sabe que se não fossem os militares o Brasil hoje estaria pior do que a Venezuela. Acreditem! Tudo o que existe de infraestrutura funcionando no Brasil como energia elétrica, comunicações, estradas asfaltadas e aeroportos deve-se aos governos militares. 

Portanto, esse jornalismo boquirroto a serviço da vagabundagem comunista como tenho repetido aqui neste pequeno blog é o maior mal que se abate sobre o Brasil. Não considero isso jornalismo. Isso é lavagem cerebral por meio da desinformação e assim sendo é um ato criminoso que fere de morte qualquer tentativa de salvar a Nação brasileira dessa nova intentona comunista agora edulcorada pela ditadura - esta sim - do pensamento politicamente correto que abençoa todas as tiranias e exulta os criminosos homiziando os cidadãos de bem desarmados em suas casas.

Pois bem. O deputado Jari Bolsonaro tem sido o único político brasileiro a se insurgir contra essa situação de opressão e ameaça ao povo brasileiro, hoje oprimido de um lado pelos bandoleiros armados em todas as cidades brasileiras e de outro lado acossado pelos ladrões do erário acumpliciados com os ditos 'grandes empresários'.

Em linhas gerais este é o ambiente social e político do Brasil depois que a bandalha do PT desgovernou o Brasil por mais de 13 anos, aplicando com inaudito desvelo os ditames do Foro de São Paulo, cujo objetivo é cubanizar toda a América Latina. 

Dos candidatos à Presidência da República que pontuam nas pesquisas presidenciais corre na ponta o deputado Jair Bolsonaro. Por quê? Ora, porque até agora é a rigor o único nome que não está ligado ao establishment. Algo inaudito na história política do Brasil. E isto é desconcertante para os grupelhos que historicamente sangram os cofres da Nação e oprimem o povo brasileiro. Tanto é que passada a régua da Operação Lava jato não sobrou ninguém, nenhuma das ditas 'grandes lideranças nacionais'. Todos os tradicionais partidos de ponta chafurdam no lamaçal da roubalheira desvairada e criminosa que penaliza o povo brasileiro.

E o mais interessante é a dificuldade do deputado Jair Bolsonaro de encontrar um partido que escape dessa sujeira infernal. E mais do que isso. Não há nenhum partido político, unzinho só, que seja de viés conservador. E isto é incrível! Tanto é que Bolsonaro atinge essa performance sozinho. Pela primeira vez na história do Brasil se tem um candidato presidencial forte que professa as teses conservadoras.

Ao mesmo tempo cresce à margem de todos - eu disse todos - os partidos políticos um enorme contingente de eleitores que se perfila à direita do espectro político, fato que é comum nas grandes democracias ocidentais com destaque para os Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos dentre outros.

Grosso modo, a candidatura do deputado Jair Bolsonaro assemelha-se muito ao fenômeno Donald Trump. Aliás, Trump enfrentou inclusive boa parte do Partido Republicano ligado ao establishment e à nefasta ditadura bundalelê do pensamento politicamente correto. Remando contra essa maré vermelha dentro de seu próprio partido e enfrentando toda a grande mídia e seus jornalistas de aluguel Donald Trump venceu. Imediatamente o mercado reagiu positivamente enquanto três graúdos da CNN, espécie de Rede Globo americana, foram derrubados.

Lá nos EEUU como aqui no Brasil agora o comportamento dos jornalistas da grande mídia será igualzinho. Vão falar mal do deputado Jair Bolsonaro durante as 24 horas do dia. E isto está apenas começando. A cada entrevista que fizerem com Bolsonaro haverá um "nariz de cera" como se diz no jargão de redação, para desqualificá-lo. Como fez agora mesmo o site da revista Veja. 

Seja como for, vou transcrever sem evidentemente sem o 'nariz de cera' a entrevista do deputado Jair Bolsonaro. Pela primeira vez um candidato diz muitas coisas jamais ditas por qualquer político brasileiro. Muito parecido com Donald Trump em sua campanha e agora mesmo no poder. Leiam:
Este vídeo mostra o deputado Jair Bolsonaro falando durante evento evangélico em 2013.
FALA BOLSONARO
Por que o senhor quer disputar a Presidência?
Há alguns anos vinha observando o destino do Brasil, o que temos e o que não somos. Vinha observando o perfil dos candidatos, como eram feitas as negociações e como o povo é esquecido nesse trabalho político que rola em Brasília. Tem muita coisa errada. Nós temos tudo para ser uma grande nação. Faltam homens que tenham o comprometimento com o país, e não com grupos políticos. A partir desse principio, comecei a me preparar para ter chances de disputar alguma convenção partidária.
Quais devem ser as prioridades da campanha?
Hoje em dia não dá para falar em quase nada se você não diminuir a temperatura da questão da violência. O pessoal fala muito em economia, mas o que é a economia perto da violência? O país não tem economia. Eu raramente vou sair à noite para comer uma pizza com a minha família na Barra da Tijuca. Muitas pessoas compram relógio e tênis nas feiras do Paraguai porque serão assaltadas se adquirirem algo razoável. Você não tem economia se não começar no básico, no bê-á-bá. A prioridade de qualquer candidato – e pode ser até a prioridade do Temer agora – é baixar a temperatura da questão da violência.
Não é simplista tratar a crise econômica dessa forma?
Eu estou te dando o bê-á-bá, o que será o alicerce do meu programa. Acho muito simplista, sim, falar que inflação se resolve só com taxa Selic. A dívida chegou a esse monumento por causa dessa política simplista. Aí eu te pergunto: quantos especialistas em economia existem no país? Olha o [Henrique] Meirelles [ministro da Fazenda]. O Meirelles participou do Banco Central do Lula, e estamos nesse caos. Eu que sou o simplista aqui? Olhe onde a elite econômica jogou essa grande nação. Você quer que eu fale outras coisas sobre economia? Quero a desburocratização, quero fazer o possível para diminuir a carga tributária, mas sem falar em um grande acordo. Já assisti mais de uma discussão demoradíssima sobre reforma tributária, em que todo mundo concorda desde que não perca nada. Se for para entrar em campanha para fazer a mesma coisa que esses caras sempre fizeram na economia, eu estou fora.   
Seus adversários o acusam de aventureiro.
O que eles têm para falar a meu respeito? Eu não sou igual à maioria deles, corruptos ou patrocinados por grupos de políticos que estão envolvidos em corrupção. O que é ser aventureiro? Qualquer um tem o direito de ser candidato, basta ter mais de 35 anos de idade. Esses caras querem me desqualificar. Já cansaram de me chamar de fascista, racista, homofóbico e xenófobo. Cansaram. Agora vão me chamar de aventureiro? O que foi a Dilma? A Dilma foi um poste do Lula. Qual era a bagagem cultural do próprio Lula quando ele se candidatou à Presidência? O pessoal tem que respeitar a vontade popular. Eu sou aquele sobre quem eles menos têm coisas para falar, nem partido eu tenho.
O senhor conversou com o Muda Brasil, do ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no mensalão, e com o PSDC, do José Maria Eymael, citado nas delações da Odebrecht. Não é contraditório para alguém que faz campanha contra a corrupção?
Eu converso com todo mundo. O cara vem falar comigo no plenário, você acha que vou fugir? Não vou mentir para ninguém. Só iria para o Muda Brasil se ele fosse 100% meu, sem nenhuma participação do Valdemar. É difícil achar um partido 100% puro na Câmara, tem que achar o mais adequado. O Zé Maria Eymael tem uma citação de passagem [no escândalo da Odebrecht]. Você não tem como ir para um partido de santo, lamentavelmente. Mas também não quero encontrar um partido com o capeta. Busco aquele que tenha menos gente envolvida. O Zé Maria Eymael não tem mandato, pelo que sei foi só uma pessoa que citou o nome dele. Vou te adiantar uma coisa muito importante. As empreiteiras colocaram 300, 400, 500 reais na conta de muitos candidatos. Eles nem sabiam, nem se deram conta de onde vinha o dinheiro. Hoje em dia precisam se explicar por que usaram 500 reais da Friboi, da OAS ou da Odebrecht. As empreiteiras põem na conta do partido, e os partidos dividem. Muitos líderes de partidos agiram na má-fé e distribuíram quantias irrisórias para candidatos, pensando que, se eles fossem eleitos, teriam que defender o partido porque estavam envolvidos nessa propina legal.
O senhor acha que tem chance de vencer disputando por um partido nanico e com pouco tempo de TV?
As mídias sociais terão um papel muito forte nessas eleições. E se eu fizer uma campanha com meu dinheiro, sei que não vai ter margem empresarial. Se buscar outras formas de angariar dinheiro para campanha, daqui a pouco eu vou estar enrolado. Você se enrola se mexer com dinheiro e política. Não estou fazendo isso por obsessão, eu entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus e ponto final. Acredito que temos como atingir o sucesso nas nossas mídias sociais. Se for a vontade de Deus, se for a missão dele, estarei pronto para cumpri-la.
Como fica o cenário eleitoral caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer à Presidência?
Não estou preocupado com isso. Eu tomei uma decisão, não sou mais candidato a deputado federal. Não posso ficar preocupado se alguém vai se dar mal ou será atingido por algo imprevisto. Quero me apresentar como uma alternativa. Por exemplo: a China já tomou conta de Angola e está tomando conta do Brasil. É isso que queremos? Uma coisa que gostaria muito de dizer é que o Brasil não tem inteligência estratégica. A China acabou de suspender a lei do filho único, mesmo tendo mais de 1 bilhão de habitantes. O governo Dilma e, agora, o governo Temer abriram para o mundo a compra de terras agricultáveis no Brasil. Imagine a China vindo com todo o seu povo para cá. Sem termos CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], eles vão matar o nosso agronegócio. A nossa segurança alimentar estará nas mãos dos chineses.
Mas o fato de não haver uma candidatura do Lula não muda em nada sua estratégia?
Muda pequenas coisas aqui ou acolá. Vejo que a campanha de alguns candidatos é bater no Lula, mas resolveram bater no Lula depois que ele caiu em desgraça. Eu duvido que eles não soubessem o que estava sendo feito em Brasília antes. Agora posam de bater no Lula porque ele caiu em desgraça. Eu bato no Lula, nessa esquerda que nem era PT, desde 1970, nas matas do Vale do Ribeira, quando tinha 15 anos e participei com o Exército da caça ao [guerrilheiro Carlos] Lamarca. Bato nesse pessoal há muito tempo, sei quais são os seus propósitos. Eles querem nos transformar em uma grande pátria bolivariana.
Essa polarização não prejudica o debate sobre o país?
A pauta da direita passou a ser palatável neste ano. Até o ano passado, era só palavrão. Eu sempre falei que era de direita. E o que era direita? Era fazer o contrário do que o PT vinha fazendo. Agora, como isso passou a ser bonito, muitas pessoas de partidos e de setores da imprensa botaram o PSC na direita e me colocaram na extrema direita. Chegaram a esse absurdo. Creio que a questão ideológica é importante. Como vejo que a família é a célula da sociedade, e tenho para mim a defesa da família e da criança na sala de aula, isso pesa a meu favor. Até pouco tempo era palavrão, agora passou a ser bem-visto. Mas tem muita gente que está posando de direita e não passa de um esquerdinha fantasiado.
O senhor elogia o regime militar e já defendeu o fechamento do Congresso. Como se relacionaria com o Legislativo?

Não será um presidente da República que dará um cavalo de pau em tudo e mudará a direção do Brasil, mas temos que começar a mudar. Em qualquer país sério do mundo, um dos ministérios mais importantes é o da Defesa. Aqui assumiram aventureiros e politiqueiros. O que os últimos ministros somaram para que as Forças Armadas pudessem colaborar politicamente? Nada. Outro ministério importantíssimo é o da Educação e da Cultura. Temos que acabar com a ideologia nos ministérios. Hoje o Ministério da Educação está com o DEM, que segue a mesma política no tocante à ideologia de gênero. Você tem que colocar gente de extrema confiança em alguns ministérios, pessoas que não só entendam do assunto, mas que tenham jogo de cintura para levar pautas adiante no Parlamento. A maioria das coisas não é feita por decretos. Qual será o troco do Parlamento se não buscarmos apoio com ministros políticos?

Sponholz: Perto do fim...

sábado, julho 22, 2017

O EXEMPLO DE ISRAEL E O GIGANTE EM FRANGALHOS

A pergunta que se repete a cada momento pelos próprios brasileiros, mormente aquela parcela mais responsável que trabalha, que estuda e que luta no dia a dia para prover o seu sustento e de suas famílias continua sendo a seguinte: como pode um país como o Brasil de extensão continental exuberante em todos os sentidos, abençoado pela natureza continue a ser esse inferno, esse caldeirão de violência, corrupção e roubalheiras onde todas as iniquidades são consentidas e o altruísmo é uma exceção?

Por que o Brasil, esse 'gigante pela própria natureza' conforme a letra do nosso Hino Nacional, perde no ranking do desenvolvimento econômico, civilidade e educação para nações minúsculas como Japão, Suíça e Israel?

Por que Israel, Japão e Suíça, tão pequeninos e relativamente desprovidos de recursos naturais, são muito mais ricos do que os países da América Latina e da África, geograficamente vastos e ricos em recursos naturais? Se a grandeza de um país se medisse somente por sua extensão territorial ou pela abundância de recursos naturais, não seria a Rússia a maior economia do planeta?

A grandeza de uma nação se mede pela grandeza de seu povo, composta pela memória dos grandes feitos realizados em conjunto. A prosperidade é fruto do trabalho duro, da criatividade, da inovação, da capacidade de empreender e transformar desafios em oportunidades.

Neste sentido, a pequena nação de Israel tem muito a ensinar ao mundo. Antes uma terra desolada, composta por pântanos, desertos e áreas rochosas — consideradas inabitáveis pelos árabes da região—, Israel se tornou um oásis no Oriente Médio graças a um grupo de trabalhadores rurais, dispostos a tomar as rédeas de seu destino e construir uma grande nação por meio de seus grandes feitos.

O vídeo que ilustra este post com tradução e legendas editadas pelo sempre excelente site Tradutores de Direita cabe como uma luva para refletir. Justamente num momento em que a Nação brasileira amarga a maior crise de sua história gerada do lado de dentro de suas próprias fronteiras, decorrente da maior roubalheira e corrupção já ocorrida no mundo. A origem desse mal todos conhecem, mas continuam fingindo desconhecer. Os cofres da Nação foram pilhados em favor de um projeto de poder traçado pelo Foro de São Paulo tendo à frente Lula e seus sequazes do PT. O objetivo era e continua sendo a cubanização do Brasil em proveito da corja justamente liderada por Lula. E, para imensa vergonha dos cidadãos sérios, trabalhadores e honestos constata-se o conluio com o PT de grandes empresários e praticamente da totalidade dos políticos e, portanto, com o diabólico projeto de dominação comunista.

A maioria das pessoas sequer comenta e/ou reflete sobre a desgraça que se abateu sobre o Brasil. A grande mídia em praticamente em sua totalidade continua tergiversando, mentindo e produzindo "fake news" na tentativa desesperada de fazer retornar ao poder aqueles que destruíram o Brasil.

Pior que o deserto que era Israel antes da chegada do povo judeu como mostra o vídeo acima é o deserto de civilidade, de inteligência, de bom caráter, de honestidade e de trabalho que infelizmente tipifica o Brasil.

Sponholz: Impostos para sustentar ladrões!

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sexta-feira, julho 21, 2017

AMEAÇA TERRÍVEL! CRIME DE IMIGRANTE ILEGAL CUSTA US$ 16,1 BILHÕES POR ANO AOS CONTRIBUINTES AMERICANOS.

Imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Foto do site National Economics Editorial.
Enquanto a grande mídia se dedica ao varejo da política brasileira certos temas, como a Lei de Migração recentemente aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo interino Michel Temer à sorrelfa do povo brasileiro, é simplesmente um assunto completamente desprezado. Todavia é de muito interesse dos brasileiros, sobretudo aqueles mais bem informados, que sabem do estado lastimável em que se encontra a Europa onde o povo dos 28 países que compõem a União Europeia vive à mercê da invasão bárbara promovida pelos tecnocratas de Bruxelas e da ONU.

Até o Presidente Donald Trump tomar posse como presidente eleito dos Estados Unidos esse país estava no mesmo caminho da União Europeia. Isto é, submetido a fronteiras que Hussein Obama havia escancarado conforme o projeto globalístico esquerdista. Tanto é que dentre as primeiras Ordens Executivas assinadas pelo Presidente Donald Trump, estava lá aquela que coíbe a invasão bárbara dos Estados Unidos.

A medida tem o apoio da maioria do povo americano mas tem sido sabotada pelos jagunços esquerdistas que dominam a grande mídia, enquanto o Judiciário também foi aparelhado por magistrados e promotores que rezam pela cartilha do deletério "direito alternativo", isto é, que se coloca acima da própria Constituição e das Leis. Mas esse histerismo alimentado pelo establishment vem sendo providencialmente contido pela administração Trump. Mas antes que o muro que separa do território norte-americano do restolho mexicano e por extensão toda a América Latina seja erguido, a potência do Norte ainda sofre o assédio da invasão bárbara e há Estados, como a famosa Califórnia, por exemplo, onde a ideologia anarco-bundalelê esquerdista protege qualquer imigrante sem lenço e seu documento.

Embora a grande mídia dos Estados Unidos defenda com unhas e dentes todas essas iniquidades impostas pelo esquerdismo, uma dezenas de sites conservadores, bem como emissoras de rádio na mesma linha, fazem um contraponto importante à devassidão que tomou conta desse país durante os 8 anos de mandato de Obama e sua entourage infiltrada na burocracia estatal criando o que os americanos denominam de "deep state", ou seja o Estado Profundo, o aparelhamento ideológico de toda esfera estatal. Nesse ínterim foi elaborado inclusive um conceito para designar os alienígenas que invadiram os Estados Unidos ilegalmente: "undocumented", ou seja, "in-documentados" (sem documentos), de forma a escamotear o conceito de "imigrante ilegal". 

Este é portanto um assunto que quando não é simplesmente escamoteado pela mídia mainstream é edulcorado. Não existe gente no planeta que goste mais de bandidos, tarados, assassinos, ladrões, estupradores e correlatos do que jornalistas da grande imprensa. E acoitar bandidos e criminosos nas legislações de países democráticos e sérios é crime. É isto que está acontecendo não só nos Estados Unidos como em todo o Ocidente, especialmente, é claro, na América, o alvo principal de todo o movimento comunista internacional.

A propósito o site National Economics Editorial publicou uma matéria que revela os números avassaladores do impacto da política de 'fronteiras abertas' vigorante durante o 'reinado' de Obama e seus cupinchas. Esta matéria que transcrevo em seguida, em tradução livre do inglês valendo-me do tradutor online e posterior copydesk [a tradução que fiz está fracote mas dá para entender], mostra com todas as letras e números o inferno que é um país sob o assédio dos ditos "imigrantes" essa horda de vagabundos importados pela camorra esquerdista e por ela protegidos.

Segue o texto do Nation Economics Editorial assinado pelo seu Editor Chefe, Spencer P. Morrison. Leiam e e vejam o que acontece quando as fronteiras de um país são abertas e escancaradas. Matérias como esta jamais são publicadas pela grande mídia americana e muito menos pela brasileira, embora a Rede Globo mantenha em New York uma redação inteira que se dedica, quando muito, a defender todas essas iniquidades. Leiam:
Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
COISA IMPRESSIONANTE
Vamos deixar isso bem claro: o custo de crimes cometidos por imigrantes ilegais deve ser zero. Por quê?
Eles não podem estar no país. Se não estiverem não cometem crimes. Simples assim.
É que uma tautologia? Claro. Mas isso não está errado.
Dito isto, tenho dois pontos que eu gostaria de destacar:
1. Os estrangeiros ilegais causam uma parcela desproporcionalmente grande de crimes na América, ao contrário do que afirmam os ativistas pró-fronteiras abertas.
2. Estes crimes custam muito, financeiramente e socialmente. Além disso, os custos não podem ser adequadamente quantificadas.
Também fiz para uma análise similar para o custo de crimes cometidos por alienígenas na Califórnia e no Texas, que você deve verificar.
E se você estiver interessado na foto maior, eu escrevi um artigo bastante abrangente sobre a imigração ilegal nos EUA, que cobre tudo que você precisa saber.
1. Os imigrantes ilegais são mais propensos a cometer crimes do que os cidadãos americanos.
Este é um fato. Não é motivo para debate. A esquerda está mentindo para você.
Um relatório muito completo publicado na National Review analisaram as taxas de encarceramento de homicídios em Nova York, Texas, Flórida, Arizona e Califórnia, e descobriram que imigrantes ilegais foram significativamente mais propensos a matar pessoas do que imigrantes legais e, por implicação, cidadãos.
De fato, ilegais em New York têm 350% mais probabilidade de ser presos por homicídio do que imigrantes legais.
A palavra-chave aqui é preso. Muitos imigrantes ilegais fazem parte de gangues e cartéis raramente detidos. Portanto, o número real é provavelmente muito maior.
A distinção entre cidadão e estrangeiro é ainda maior no crime "de baixo nível". Por exemplo, 75% de todas as sentenças federais por posse de drogas foram dadas aos imigrantes ilegais, e 40% de todos os crimes federais foram cometidos em jurisdições que fazem fronteira com o México.
Coincidência? Não. De onde você acha que as drogas estão vindo?
E não vamos esquecer. Estes não são apenas estatísticas que estamos falando -são crimes cometidos contra pessoas reais!
Milhares de seus colegas americanos foram assassinados, violados, ou roubados por pessoas que não deveriam estar entre nós.
Ao permitir que a imigração ilegal o governo está abdicando de seu dever primário: manter a segurança dos seus cidadãos.
2. Crimes cometidos por imigrantes ilegais custam de US $ 16,1 bilhões por ano.
De acordo com a Federação para Reforma da Imigração Americana (FAIR), Crimes Cometidos por pessoas sem documentos custam entre   $ 8,3 bilhões e US $ 16,1 bilhões ao ano.
Que desperdício de dinheiro! E, francamente, este não chega nem perto dos verdadeiros custos de crime. Por quê?
A tabela aponta o custo tangível (o custo de policiamento, tribunais etc.), não os custos intangíveis (dor e sofrimento, perda de tempo, custos médicos a longo prazo de trabalho).
Um estudo que os custos médios estimados dos crimes intangíveis na Califórnia (2008/ dólares) mostra que o custo real do crime é muito maior do que os custos acima indicados para crimes mais graves, especialmente para crimes violentos e sexuais. Os custos intangíveis são baseados em danos estimados, em especial e de acordo com processos judiciais no contencioso civil. Click Here to read in English