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quinta-feira, agosto 25, 2011

PROJETO DE LEI DEFINE COMO INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA TRANSPORTE DE BEBIDA ALCOÓLICA NA CABINE DE PASSAGEIROS DO VEÍCULO.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta quinta-feira um projeto de lei do Senado que define como infração gravíssima o transporte de bebidas alcoólicas na cabine de passageiros do veículo.

Quem for pego infringindo a lei será punido com multa de R$ 191,44 e mais sete pontos na carteira de motorista. A proposta, agora, voltará para o Senado, uma vez que foi alterada na Câmara.

Por sugestão do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), a CCJ aprovou a retirada de uma terceira punição, que seria a "retenção do veículo até o saneamento da irregularidade". A medida foi considerada ilógica já que "se a infração constitui-se tão-somente no transporte de bebidas alcoólicas na cabina de passageiros, basta tirá-las dali e não restará mais nada de errado com o veículo que justifique a retenção", disse o deputado. Do portal da RBS/Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: A pena prevista para esse grave delito é fraquinha e não inibirá os vagabundos irresponsáveis de continuarem a beber ao volante e dirigirem embrigados colocando em risco vidas humanas. A PENA DEVE SER A CASSAÇÃO DA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO! E a mesma pena deverá ser aplicada a todos os condutores de veículos envolvidos em acidentes e/ou em alguma blitz, caso fique evidenciado que estejam sob o efeito das demais drogas que alteram o comportamento.

segunda-feira, maio 23, 2011

NOITES DE DEVASSIDÃO NO LAGO PARANOÁ

Jovens emergentes navegam turbinados pelo Paranoá
Uma das programações preferidas de jovens de classe média alta de Brasília é participar de festas regadas a bebidas e embaladas por música em barcos no Paranoá. A cena é comum, principalmente nas noites dos finais de semana. Os eventos são disputados e muitas vezes as embarcações ficam lotadas. Todos bem vestidos e animados, raramente usando coletes salva-vidas. A combinação noite, bebida alcoólica, falta de coletes e superlotação, no entanto, tem feito vítimas fatais nos últimos anos.

Em 2007, um garçom morreu ao cair de uma lancha com onze pessoas a bordo no fim da noite. O comandante da embarcação havia passado o controle para uma mulher sem habilitação e aparentemente embriagada. No ano seguinte, um empresário desapareceu no lago quando passeava com amigos em uma lancha.
Ao longo de 2009, os corpos de onze pessoas vítimas de afogamento foram encontrados no lago. No ano passado, outro acidente grave. Uma lancha com capacidade para seis pessoas circulava pelo Paranoá com onze convidados de uma festa que acabou em tragédia. As irmãs Liliane, 18 anos, e Juliana Queiroz, 21, que não sabiam nadar, morreram afogadas quando o barco virou. Segundo testemunhas, todos os que estavam na embarcação ingeriram bebida alcoólica durante a noite e ninguém usava coletes salva-vidas. Leia MAIS

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