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quarta-feira, janeiro 18, 2012

GASTOS DO GOVERNO SEM LICITAÇÃO AUMENTAM

O primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff acumula uma marca preocupante: o salto de 8% nos gastos públicos sem licitação. De acordo com levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, as compras e contratações de serviços em que houve dispensa ou inexigibilidade de licitação atingiram 13,7 bilhões de reais em 2011 – uma marca que impressionaria até o antecessor de Dilma, em cujo governo teve início a tendência de priorizar os gastos sem concorrência.
Para se ter uma ideia, os contratos firmados pelo governo sem concorrência nos primeiros 10 meses de governo Dilma correspondem a 47,84% do total – ante 45,25% registrados no último ano de governo Lula. O levantamento foi feito com base em informações do Ministério do Planejamento e denota uma alta de 94% nos gastos sem licitação entre 2007 e 2011. Enquanto aumenta o uso de contratos sem licitação, o Planalto reduz o uso de outros gastos previstas na Lei de Licitações, como a tomada de preços e a concorrência.
Tanto a dispensa quanto a inexigibilidade estão previstas na Lei de Licitações de 1993. O primeiro caso permite ao governo não abrir concorrência quando os custos do projeto licitatório ficariam mais caros do que o valor do próprio serviço a ser adquirido. A inexigibilidade caracteriza-se quando apenas um fornecedor pode fornecer o produto ou serviço buscado.
"É preocupante, porque o grande fator de controle, tanto de preços quanto da qualidade, é a licitação. Toda vez que se foge dela, a probabilidade de haver problemas é maior", afirmou ao jornal o ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União (TCU). O órgão, ao lado da Controladoria-Geral da União (CGU), é responsável pela fiscalização dos gastos do governo. Do site da revista Veja

terça-feira, novembro 22, 2011

PEQUENAS E MICROS EMPRESAS VENDERAM MAIS DE R$ 15 BILHÕES AO GOVERNO PETISTA. CRESCIMENTO DE 600%! E AS MAIS DE 300 MIL ONGs ENTRAM NESTA CONTA?

As vendas de produtos e serviços oferecidos por pequenas e microempresas ao governo do País saltaram de R$ 2,14 bilhões, em 2006, para R$ 15,97 bilhões em 2010, o que representa um aumento de mais de 600% em apenas cinco anos, segundo o Sebrae.
O expressivo aumento de vendas à União é resultado, também, do acordo de cooperação entre o Sebrae e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), que estimula a presença dos pequenos negócios nas compras públicas. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Depois de tudo que tem acontecido sob o governo do PT, cabe uma indagação muito pertinente: as mais de 300 mil ONGs que operam no país entram nessa conta fabulosa?
Convenhamos, esses R$ 15,97 bilhões é muito dinheiro. Precisa fica bem clara a sua aplicação. Mas isso é praticamente impossível porque o governo do PT se tornou incontrolável, dado ao fato da leniência da oposição e o do deletério sabujismo do empresariado e de suas entidades representativas, como as federações de indústrias e do comércio.